segunda-feira, 29 de julho de 2013

Medite

Deuteronômio: 19. 16. Se uma testemunha iníqua se levantar contra alguém, para o acusar de transgressão, 17. então aqueles dois homens que tiverem a demanda se apresentarão perante o Senhor, diante dos sacerdotes e dos juízes que houver nesses dias. 18. E os juízes inquirirão cuidadosamente; e eis que, sendo a testemunha falsa, e falso o testemunho que deu contra seu irmão, 19. far-lhe-ás como ele cuidava fazer a seu irmão; e assim exterminarás o mal do meio de ti. 20. Os restantes, ouvindo isso, temerão e nunca mais cometerão semelhante mal no meio de ti. - Bíblia JFA Offline

Famosa atriz pornô se converte e grava testemunho

Em 2010 ela foi eleita uma das maiores estrelas pornô do mundo.  Brittni Ruiz, que usou  durante anos o nome profissional de Jenna Presley, começou a dançar para ganhar um dinheiro extra quando estava no primeiro ano de faculdade, em 2005.

Foi quando dois homens que estavam no clube depois de uma de suas apresentações e lhe convidaram para fazer um filme.

Aos 18 anos, ela não sabia o que a esperava. “Eu estava apenas procurando amor em todos os lugares errados”, lembra. Vinda de uma família desestruturada, pela primeira vez diz que sentiu-se valorizada. “Eu me senti tão amada naquele dia, havia uma cabelereira e uma maquiadora. Disseram que eu era bonita e que iria ser uma estrela. Nos primeiros meses, me senti bem.”

Os produtores aproveitaram seu rosto jovial e exploraram sua imagem como uma colegial, visando lucrar com as fantasias depravadas de homens por meninas mais novas. ”Era a perversão completa”, lamenta.  Lembra que chegou a trabalhar por até 60 dias sem ter uma folga, filmando duas ou três cenas de sexo por dia. Foram mais de 100 filmes estrelados por ela.

Durante sete anos viveu nesse mundo sem saber como seria o seu futuro, mas o dinheiro que ganhava a convencia a continuar, embora relutantemente. Até que conheceu Rachel Collins, missionária da XXXChurch.com, um ministério que se dedica a combater o vício da pornografia. Numa dessas convenções eróticas ela ouviu de Collins sobre o amor de Deus e ganhou uma Bíblia cuja capa dizia “Jesus ama as estrelas pornô”.

Nos primeiros anos elas mantiveram contato, mas somente no final de 2012 que Brittni deixou definitivamente a indústria de entretenimento adulto.  A mensagem do Evangelho mostrou a ela onde encontrar o amor que estava procurando durante tanto tempo.

“Eu odiava o que eu estava fazendo, mas eu ficava me perguntando o que iria fazer se saísse”, lembra. Depois de ter tomado a decisão de seguir a Cristo, no início deste ano, ela passou a trabalhar em uma empresa de limusine e ganha um salário bem menor do que estava acostumada, mas está feliz.

“Descobri que existia uma vida depois da pornografia para mim. Onde não há drogas e prostituição”. Também diz que fez algumas tentativas de suicídio, felizmente mal sucedidas. Grande parte do dinheiro que ganhou ela desperdiçou com drogas pesadas, incluindo heroína. Hoje está livre do vício.

Brittni também voltou a contatar seus pais e hoje tem um relacionamento maravilhoso com eles. Através de seu testemunho, toda a sua família vai junta à igreja. ”Minha irmã decidiu se batizar e meu irmão fez a oração de salvação depois de falarem comigo”.

Em um vídeo que fez para a XXXchurch.com, ela dá seu depoimento apelando para que as mulheres se valorizem mais, pois foram criadas por Deus do jeito que são. Também faz um apelo para que as pessoas envolvidas na indústria da pornografia reconheçam que Jesus é o Senhor de suas vidas e quer transformá-los. Com informações The Christian Post.

Assista (em inglês):

gospel prime

Aluna evangélica é expulsa da escola por recusar “marca da besta”

Aos 15 anos de idade, a evangélica Andrea Hernandez, está no centro de um debate nos Estados Unidos sobre segurança e liberdade de expressão. Ela foi expulsa no final de 2012 da escola de ensino médio John Jay, em San Antonio, Texas, porque não aceitou receber o que chama de “marca da besta”.

Trata-se de um microchip de rastreamento que faz parte dos novos crachás de identificação dos alunos. Ele serve para indicar a localização dos alunos durante o tempo que eles permanecem na escola. Através de dispositivos de leitura ‘escondidos’ em lugares como portas, paredes, telas e pisos da escola, as informações contidas nos chips RFID são lidas. Andrea acredita que isso é uma ofensa a sua fé cristã, pois seria uma forma de monitoramento previsto no Livro de Apocalipse.

Sua postura gerou um grande debate depois que recebeu atenção da mídia. De um lado a escola assegura que é uma medida de segurança para os alunos. Por outro, muitos evangélicos da cidade apoiaram a adolescente, exigindo que lhe seja garantido o direito de expressão e o de culto.


Cracha Andrea
Uma batalha judicial está sendo travada no tribunal do Texas e a primeira vitória de Andrea já ocorreu. De maneira preventiva, a escola decidiu interromper o “programa de monitoramento de estudantes” até a decisão legal definitiva. O projeto de San Antonio era um piloto que deveria ser expandido para todas as escolas do Texas num futuro próximo.

De acordo com funcionários da escola, a repercussão do caso de Andrea motivou outros alunos a não quererem ser monitorados pela escola. O Instituto Rutherford está defendendo a família Hernandez, que exige que a filha seja readmitida e possa concluir seus estudos.

Os primeiros 4.200 estudantes das escolas John Jay High School e Jones Middle School foram obrigados a usar o chamado “SmartID”, um crachá com chip RFID (Identificação por Radio- Frequência). Essa tecnologia faz com que o chip envie sinais para um receptor que indica a localização da pessoa dentro da escola, controlava a presença nas aulas e dava acesso à biblioteca.

Quando Andrea pediu que seu crachá não tivesse esse chip, a escola a alertou que haveria sérias consequências se ela se negasse. Por ser cristã, ela temia que esse seria o primeiro passo para a “marca da besta” e alegou seu direito à liberdade religiosa. Não foi ouvida e posteriormente expulsa.

Os advogados do Instituto Rutherford, especializado em defender questões de fé nos EUA, alegaram a violação de direitos segundo a Constituição norte-americana. Recentemente, o juiz distrital deu ganho de causa a Andrea. Mas o tribunal de apelações do Distrito de San Antonio, não aceitou o argumento religioso e deu ganho à escola.

Apoiado por membros de diversas igrejas da cidade, Andrea disse que continuará lutando pelo seu direito de não ser monitorada.

Os RFID estão disponíveis no mercado com opções subcutâneas. Já são usados em larga escala, por exemplo, para o rastreamento de animais de estimação. Recentemente, um programa parecido com esse tipo de chip RFID colocado sob a pele, foi testado pelo exército americano.

Porém, também sofreu críticas e foi interrompido. Há propostas nos EUA que chips desse tipo  fossem usados na área da saúde. Eles contendo o histórico de saúde dos pacientes e poderiam facilitar os atendimentos em hospitais e clínicas. Na Arábia Saudita eles já são usados para controle nos aeroportos.
Aqui no Brasil, o uso desses chips está previsto no Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos, criado em 2006 e que tem como objetivo fiscalizar o tráfego em tempo real. A colocação compulsória em automóveis deve iniciar em breve.

Esse chip carrega várias informações: identificação da placa, categoria, espécie e tipo do veículo. Com isso, a polícia poderá identificar se existem problemas com a documentação do carro ou multas pendentes, por exemplo. Poderá ainda ser um substituto dos cartões de pedágios. Com informações Charisma News e Closed Truth.

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