sábado, 11 de agosto de 2012

Atleta ganha medalha nas Olimpíadas e exibe Bíblia para a transmissão mundial como comemoração

O medalhista de prata no salto a distância nas Olimpíadas de Londres, o americano Will Claye, recebeu o apelido de “homem Bíblia”, por causa da forma com que comemorou a conquista na prova de atletismo. Além de se enrolar na bandeira de seu país, gesto comum entre os atletas, Claye surgiu diante das câmeras da transmissão mundial sorrindo e exibindo um exemplar da Bíblia.

O atleta, que ganhou a medalha de ouro no salto triplo no Mundial Indoor de Istambul (Turquia), em março, já havia ganhado um bronze no triplo no último sábado e fez história nos Jogos Olímpicos deste ano por ser o primeiro atleta negro a ganhar medalhas nas duas modalidades de salto, feito que não era repetido desde a Olimpíada do Japão, em 1936.

Em uma entrevista ao site Sports Spectrum, o atleta mostrou que exibir o Livro Sagrado do cristianismo não foi apenas uma comemoração comum, mas sim uma representação verdadeira de sua fé.

- Eu cresci em um lar cristão, mas só aceitei Jesus no segundo ano do Ensino Médio. Meu irmão me trouxe para mais perto de Deus e desde então eu sinto que esse é o caminho que Deus me deu, a fim de ser uma bênção para outras pessoas… Eu sinto que cada um tem um caminho a percorrer e é isso o que Ele tem para mim neste momento de minha vida – relatou o atleta.

Claye falou também da importância que a leitura constante da Bíblia e a as orações têm em sua caminhada de fé.

- A oração tem um grande papel. Basta abrir a boca e falar com Deus… Na minha mente, eu faço uma oração antes de cada salto… e isso é uma coisa muito importante no que eu faço – explicou o atleta, que revelou ainda que sempre lê uma passagem da Bíblia antes de competir.

Redação Gospel+

Hizby: conheça as inovações da nova rede social brasileira, voltada para cristãos

As redes sociais são um novo meio de comunicação e interação entre pessoas, e que com o advento das novas tecnologias, que permitem a comunicação instantânea através de celulares smartphone e tablets, tornou-se uma febre entre internautas.

Sites como Twitter e Facebook são os mais populares atualmente, porém, tais redes sociais não possuem parâmetros concretos que limitem assuntos pornográficos ou de conteúdo considerado impróprio.

A partir dessa preocupação, o empresário cristão Júnior Gonçalves, 26 anos, idealizou e lançou uma rede social “baseada nos princípios cristãos”. A Hizby funciona como boa parte das redes sociais, permitindo a postagem de fotos, vídeos, testemunhos, criação e participação de grupos, porém com o diferencial de facilitar a publicação de estudos bíblicos e criação de grupos de debates sobre o assunto.

Gonçalves acredita que a Hizby poderá fazer diferença “estimulando valores de respeito, éticos, incentivando as pessoas a serem diferentes e  combaterem a maldade, a corrupção e o desafeto”.
Na Hizby, o usuário que se cadastrar pode publicar suas mensagens e classificá-la como “top”, ou então, “semear” a mesma entre os amigos, ou ainda usar a função “orar por uma pessoa”.

Embora a rede seja voltada para cristãos, é permitida a participação de todas as pessoas, pois o sistema de filtros que será usado pela empresa, evita que palavras ou imagens impróprias sejam publicadas: “Está sendo criada uma ferramenta que bloqueia palavras pejorativas e também estamos estruturando a parte de denúncias, que serão respondidas em até 48 horas. Imagens obscenas ou pornográficas não serão permitidas na rede. Cuidamos muito para que os pais tenham a segurança de deixar seus filhos com tranquilidade usando o site”, pontua Gonçalves. Desde o lançamento em 08/07, a rede social já ultrapassou a barreira dos 10 mil usuários, com 90% dos cadastrados acessando a rede duas vezes ao dia, e pretende chegar aos 200 mil até o final deste ano.

Os números da Hizby impressionam, e segundo informações publicadas no site de tecnologia IDGNow, do portal Uol, a cada 15 minutos 140 novos usuários são cadastrados: “Estávamos projetando 10 mil usuários em 30 dias e em 72 horas já estamos com 9 mil. O Brasil é um país  que valoriza muito a família. Desenvolvemos um ambiente preparado e seguro para se relacionar com seus amigos, igreja e trocar experiências que geram mudanças”, afirma o fundador da empresa.

O site permite ainda que Igrejas se cadastrem e montem seu próprio perfil na rede social, porém, é necessário comprovar que Jesus Cristo é a base de seus ensinamentos.

A Hizby conta com um grupo de investidores que preferem não ser identificados, que custearam o investimento inicial necessário para que o projeto fosse inaugurado. Para o futuro, Gonçalves adianta que um módulo chamado “estudos online” estará disponibilizado, e através dele, as igrejas cadastradas poderão montar grupos de estudo e acompanhar o envolvimento dos alunos, além de poder atribuir notas às respostas enviadas pelos participantes.

Redação Gospel+

Novo Código Penal: entenda o que é e o que pode mudar na vida do cristão se for aprovado

A elaboração de um novo Código Penal por parte de juristas, a pedido do Congresso Nacional,  está gerando polêmica entre políticos pertencentes à bancada evangélica e também entre especialistas no assunto.

Durante sete meses, a equipe de juristas revisou as atuais leis em vigor, elaborou propostas de substituição e estudou leis que encontram-se paradas e em discussão no Congresso, formando um texto único, identificado como PLS 236/2012.

A polêmica encontra-se no fato de que algumas das leis inseridas no novo Código Penal não foram aprovadas em projetos isolados, ou ainda estão em discussão por parte dos políticos e sociedade em geral.
Temas como legalização do aborto, eutanásia, criminalização da homofobia, legalização da prostituição, descriminalização das drogas, violência contra crianças e favorecimento à pedofilia, estão entre os assuntos que seriam aprovados ou teriam uma legislação mais branda.

Segundo a Dra. Damares Alves, assessora jurídica da bancada evangélica, há o risco de que os temas acima sejam aprovados junto com outras medidas pertencentes ao novo Código Penal.

-Entendemos que estamos diante de um dos maiores desafios que os parlamentares defensores da vida e da família já enfrentaram no Congresso Nacional. Todas as nossas bandeiras, todas as nossas lutas estão sendo abordadas no Novo Código Penal. Tudo que há anos conseguimos impedir a aprovação no Legislativo agora se apresenta como solução para que se tenha mais segurança e para que se diminua o crime no Brasil, com o objetivo de assim convencer a sociedade a favor das questionáveis propostas – observa a Dra. Damares Alves.

O texto da nova lei traz ainda, no quesito crime cibernético, um risco à emissão de opinião na internet, prevendo punições em determinados casos.

A questão em torno da homofobia é um dos temas que a Dra. Alves demonstrou preocupação: “No PLS 236/2012 está explícito que falar da homossexualidade poderá ser considerado até mesmo crime contra a humanidade”, observou.

O senador Magno Malta, que fará parte da Comissão do Senado que analisará a proposta elaborada pela equipe de juristas, fez convite, segundo a Dra. Damares Alves, a juristas, juízes, promotores e penalistas para montar uma equipe de trabalho que analisará cada um dos 443 artigos existentes na proposta do novo Código Penal.

No blog da Frente Parlamentar Evangélica há um pronunciamento da ADHT – Defesa da Família e do Casamento Tradicionais; contra o Aborto e contra todo proselitismo, assédio e aliciamento de crianças, adolescentes e jovens por Ativistas Homossexuais, afirmando que o novo Código Penal limita “as liberdades de imprensa, expressão e religiosa, principalmente, estão em perigo com o novo Código Penal, pois de maneira ‘sorrateira’ impõe leis que serão uma afronta a nossa democracia”.

O texto da ADHT convoca os interessados a participar dos debates, que precisam ser intensificados até o dia 04/10, data prevista para a votação do PLS 236/2012: “Levante-se contra isto, não aprove as mudança propostas pelo Judiciário. Eles querem dominar o povo brasileiro”.

O telefone do Senado para manifestações de cidadãos é 0800 612 211, a ligação é gratuita. Para ler a íntegra do artigo da Dra. Damares Alves, acesse este link. Já o comunicado da ADHT, publicado no blog da Frente Parlamentar Evangélica pode ser acessado aqui.

Redação Gospel+