quarta-feira, 18 de julho de 2012

Evangélicos crescem na Coreia do Sul quase alcançando o número de budistas


Em 1958 era fundada na Coreia do Sul a Igreja Yoido do Evangelho Pleno que no primeiro culto juntou cinco mil pessoas. Nessa época apenas 2% da população do país era evangélica e hoje esse número chega em 34,5%.
Apesar do aumento o budismo segue sendo a religião da maioria da população, 43%, mas se o crescimento continuar nesse ritmo não vai demorar para que os evangélicos sejam a maioria.
Maior prova do aumento de crentes é a própria Igreja Yoido que hoje tem um milhão de membros e um templo sede com 12 mil lugares. Quem deseja participar do culto aos domingos precisa chegar bem antes da reunião começar para poder pegar um lugar.
Os números tornam esse ministério um dos maiores do mundo, um fenômeno que ainda não foi explicado por sociólogos e analistas que lembram que no começo a mensagem mais repetida aos membros da Yoido era “Tudo é possível” e hoje os visitantes recebem mensagens como essa: “Com a ajuda do Espírito Santo, por meio da oração, você pode ter uma vida de abundância”.
Mas não são apenas essas mensagens de autoajuda que fazem os cultos desse ministério crescer, os participantes do culto que não forem coreanos podem ouvir o sermão traduzido simultaneamente para o inglês, japonês, chinês, espanhol, francês, russo, indonésio e árabe através de um fone de ouvido. Esse serviço depende do horário do culto.
São esses e muitos outros ministérios que fazem com que a igreja alcance novos membros, podendo evangelizar não só a população da Coreia como dos países vizinhos e até mesmo turistas.
Fonte: Gospel Prime

Israel deseja aumentar o seu exército visando uma iminente guerra


Cerca de 5 mil membros da facção ortodoxa Eda Haredi protestaram em Jerusalém contra a mudança na lei do serviço militar. Os membros do grupo extremista não reconhecem o direito do governo secular sobre eles.
O protesto começou com um período de orações e continuou com crianças muito jovens marchando acorrentadas umas às outras e carregando cartazes que diziam: “Salve-me”.
O protesto ocorreu um dia antes de chegar ao fim a maior coalizão governista da história de Israel. Nesta terça-feira (17), apenas 70 dias após se aliar ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o partido centrista Kadima, abandonou oficialmente o governo.
O motivo do rompimento é justamente as divergências entre os dois partidos sobre as modificações na lei de recrutamento para o Exército. Com o fim dessa coalizão, novas eleições podem ser convocadas para janeiro de 2013, nove meses antes do fim do mandato de Netanyahu.
Em fevereiro deste ano, a Suprema Corte de Israel declarou inconstitucional a Lei Tal, que permitia que os homens ortodoxos haredim pudessem adiar indefinidamente o serviço militar, fixando para 01 de agosto o prazo para uma nova lei mais igualitária ser aprovada. A Lei Tal existe desde a fundação de Israel, e desobriga judeus ultraortodoxos do serviço militar desde que eles estejam realizando estudos religiosos.
Para o Kadima, essas reformas propostas por Netanyahu não eram suficientes. Netanyahu queria que 50% dos ultraortodoxos com idade entre 18 e 23 anos fossem convocados e também que 50% dos religiosos com idade entre 23 e 26 anos fossem recrutados para o serviço civil nacional.
Embora a proposta tenha sido aceita pelos diversos partidos religiosos que apoiam Netanyahu, o Kadima desejava que, nos próximos quatro anos, pelo menos 80% dos ultraortodoxos fossem convocados.
Para os setores mais secularizados da população judaica, a isenção aos religiosos é errada, pois eles não compartilham a obrigação de proteger o país. Mas, ao mesmo tempo, são eles que formam a maioria da população dos assentamentos montados em terras disputadas com os palestinos.
Os ortodoxos alegam que o estudo religioso substitui o serviço militar, pois é parte fundamental da defesa do Estado. Existe entre os ortodoxos alguns grupos antissionistas, que rejeitam a existência do Estado judeu e, por isso não se submetem ao serviço militar. Quando o atual estado de Israel foi criado, os ultraortodoxos eram uma minoria da população. Porém, hoje, graças a uma elevada natalidade, essa comunidade representa 15% dos habitantes de Israel.
Analistas acreditam que o desejo do primeiro-ministro em aumentar o efetivo militar é mais um passo na preparação para uma guerra iminente com o Irã.
Traduzido de Euro News e Forward
Fonte: Gospel Prime