sexta-feira, 15 de junho de 2012

CHAT

Boa noite!!! Temos um chat agora para bate-papo, logo abaixo,no final desta página,  é só entrar e conversar, Deus abençoe!!!

Filha de Regis Danese deixa UTI e apresenta melhoras


A pequena Brenda Danese, filha do cantor evangélico Regis Danese, saiu da UTI do hospital Madre Dei de Belo Horizonte e continua em observação em um quarto. A novidade foi contata pelo cantor em seu Twitter onde ele aproveitou para agradecer a Deus por mais essa vitória.
Com apenas três anos, Brenda tem passado por um tratamento para vencer uma leucemia diagnosticada no começo deste ano. Além do tratamento de quimioterapia, ela também precisou passar por transfusões de sangue, mas no começo do mês de junho ela teve complicações e precisou ser levada às pressas para a Unidade Intensiva de Tratamento.
“A Brendinha já saiu da situação de risco, já tem dois dias que parou de vomitar, as plaquetas subiram, leucócitos também, Deus é poderoso!”, escreveu o cantor. Seus fãs e amigos de todo o Brasil estão em campanha de jejum pela cura de sua filha. “Não tenho palavras para agradecer a Deus nas minhas orações e a você que está orando e jejuando pela vida da Brendinha, vamos continuar!”, completou ele.


Fonte: O Verbo.

Procura-se: menina desaparece durante evento comemorativo aos 50 anos da Igreja Pentecostal Deus é Amor

Durante o evento de comemoração pelos 50 anos da Igreja Pentecostal Deus é Amor, em São Paulo, no último dia 10/06, uma garota de quatro anos de idade que estava acompanhada da mãe e do irmão, de oito anos, desapareceu.

O irmão da menina Brenda Gabriela da Silva (foto) fez um retrato falado de um homem que teria se aproximado de sua irmã durante a caminhada que acontecia próximo ao templo sede da Deus é Amor, no bairro do Glicério, em São Paulo.

Brenda tem 90 cm de altura, é magra, branca, tem cabelos pretos compridos e encaracolados.
A mãe da menina, Geiza Mari Silva, afirmou em depoimento à Polícia que suspeitava do pai de Brenda, pois ele cobrava mais tempo com a filha. Porém, o pai da garota se apresentou à Polícia espontaneamente e  garantiu não ter envolvimento com o sumiço da garota, de acordo com informações do G1.

O site da Igreja Deus é Amor divulgou uma imagem da criança desaparecida e as imagens feitas por uma empresa contratada pela denominação para registro do evento, que reuniu 60 mil pessoas, estão sendo analisadas pela Polícia em buscas de pistas sobre o paradeiro de Brenda.

Fonte: Gospel+

“Decode”: minissérie brasileira sobre o arrebatamento lança episódio de estreia. Assista

A minissérie brasileira sobre o arrebatamento, “Decode”, lançou no Youtube o primeiro episódio na última segunda-feira, 11/06.

O vídeo é o piloto da série, e apresenta o contexto do mundo pós-arrebatamento. A nota de divulgação afirma que no primeiro capítulo o “mundo está espantado com os estranhos sinais nos céus”.

A trama da minissérie gira em torno do personagem Paulo, que tem sua esposa desaparecida e está no meio da multidão, que assiste perplexa ao rebuliço. Porém, Paulo descobre tratar-se de um pesadelo, muito parecido com o drama de sua vida pessoal. Sua esposa e filhos estão realmente desaparecidos, e Paulo sente a necessidade de voltar à fé que sua esposa deixou como legado.

A minissérie, produzida pelo Ministério Onda Dura, da Comunidade Siloé, contou com baixo orçamento e atores e produtores voluntários.

A direção e edição foi feita por Marcos Vinícius, com atuações de Raphael Cadorin, Susan Santos, Gustavo da Luz, Renata Antonioli, Sidnei Ribeiro. Produção executiva de Guilherme Valles, com roteiro de Ana Maes, Rian Lapa e Marcos Vinícius.

A produção artística foi feita por Guilherme Nascimento e Renata Antonioli, maquiagem por Tayná Vodzinsky e direção de fotografia com Andressa Lima.

Assista abaixo ao episódio piloto da série “Decode”:



 Fonte: Gospel+

Emissora de TV cristã exclui de sua programação pregadores adeptos à teologia da prosperidade

Uma emissora de TV cristã nos Estados Unidos baniu de sua programação os pregadores que enfatizam o enriquecimento através da teologia da prosperidade.

A DoersTV, comandada pelo pastor David Wright possui em seu site uma publicação em que afirma ser “um canal de TV cristão livre, com a missão de difundir o evangelho de Jesus Cristo” e que “enfatiza a segurança dos valores de entretenimento familiar para cristãos em todo o mundo, com mais de 21 canais abertos pela internet”, de acordo com informações do Christian News Wire.

A decisão tomada, de acordo com a informação divulgada pela assessoria de imprensa do canal, serve para manter fora de sua programação a veiculação de mensagens que caracterizem o “evangelho da prosperidade falsa”.

O contrato de uso do espaço na grade da emissora possui uma cláusula que também exclui qualquer pregador que seja pego em escândalos sexuais, mesmo com arrependimento público. Ministros que levem uma vida de luxo também não são bem vindos na DoersTV. “Basta é basta! Milhões de cristãos e não-cristãos estão doentes e cansados desses cafetões no púlpito” afirmou o diretor executivo do canal, David Wright.

Segundo o pastor Wright, muitos dos pregadores são incoerentes com a mensagem que transmitem: “Como podemos nós, os ministros de Deus, pregarmos o evangelho aos pobres e roubá-los ao mesmo tempo? Como podemos dizer ao marido para ser fiel quando estamos dormindo com a esposa dele? Como podemos pregar contra a homossexualidade e praticá-la ao mesmo tempo? Como podemos viver em mansões enquanto nossas congregações vivem na favela?”, questionou Wright.

O canal, com essa decisão, abriu mão de grande parte da receita que poderia arrecadar alugando espaço para televangelistas que propagam a teologia da prosperidade. “Eu sei que nós poderíamos fazer um caminhão de dinheiro cobrando essas igrejas e ministérios. Não que não precisemos do dinheiro, mas quando Jesus disse “de graça recebestes, de graça daí”, foi exatamente o que resolvemos fazer”, disse o pastor, revelando que o canal oferece espaço gratuitamente a igrejas que tenham interesse em veicular através da DoersTV.

Assista às transmissões da DoersTV neste link.

Fonte: Gospel+

Decisão do STF de encerrar processo contra líderes da Renascer pode beneficiar réus do mensalão

A decisão do STF de conceder um habeas corpus ao casal Estevam e Sonia Hernandes, encerrando a ação penal movida contra eles por suspeita de lavagem de dinheiro pode beneficiar até 30 envolvidos no processo do mensalão, que está em tramitação.

Os advogados de defesa baseiam-se na decisão dos ministros do Supremo em favor do casal líder da Igreja Renascer em Cristo para maximizar a chance de defesa de seus clientes.

A decisão do STF em favor dos Hernandes foi tomada por não existir no Código Penal brasileiro o crime de “organização criminosa”. O processo do mensalão, movido pela Procuradoria Geral da República (PGR) através de denúncia do procurador Roberto Gurgel, aponta uma “sofisticada organização criminosa, dividida em setores de atuação, que se estruturou profissionalmente para a prática de crimes como peculato, lavagem de dinheiro, corrupção ativa, gestão fraudulenta, além das mais diversas formas de fraude”.

Com base nisso, os advogados pretendem conseguir a absolvição de seus clientes, porém 30 dos 38 acusados enfrentam processo por mais de um crime, como formação de quadrilha e peculato, de acordo com informações do portal IG.

Um advogados de um dos réus declarou que irá anexar uma cópia da decisão tomada no caso Hernandes para aumentar as chances de defesa de seu cliente: “Finalmente o Supremo tem um entendimento claro sobre esses temas e, sem dúvida nenhuma, é um elemento a mais para a defesa de todos”. Entre os possíveis beneficiários do precedente aberto no caso dos líderes da Renascer, estão os ex-deputados federais Luiz Carlos da Silva (professor Luizinho, PT), João Magno (PT) e José Luiz Alves (ex-chefe de gabinete do Ministério dos Transportes).

Fonte: Gospel+

Deus Abençoe Você!!!!


quinta-feira, 14 de junho de 2012

Pesquisa revela que 74% dos brasileiros são a favor da prisão perpétua: Magno Malta comenta

Uma pesquisa realizada pelo Portal Todos Contra a Pedofilia MT revelou que um grande percentual dos internautas brasileiros defende a aplicação de penas mais graves para crimes relacionados à pedofilia. Dos índices divulgados, 10% revelam posicionamentos a favor da pena de morte, já 74% apoiam a aplicação da prisão perpétua aos pedófilos. A medida está sendo defendida pelo Senador Magno Malta, propondo alterações na Lei.

O vereador de Várzea Grande, Mato Grosso, Toninho do Glória, um dos políticos que tem se aplicado na luta contra a pedofilia, criticou a legislação brasileira por não aplicar penas cabíveis ao crime de pedofilia, “Uma pequena pena vai resolver o problema do pai tarado que seviciou as próprias filhas, inclusive fazendo filhos nelas, como ocorreu aqui, pertinho de nós? Claro que não. Então, nossas autoridades e os responsáveis pelas leis preferem ver nossas crianças sendo atacadas todos os dias por criminosos incorrigíveis, do que trata-los como são: doentes de uma patologia que não tem cura.”, disse o vereador referindo-se a um caso de pedofilia que aconteceu no Mato Grosso.

A maioria dos internautas apoia a proposta do Senador Magno Malta (PR), que propôs uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) para alterar o Código Penal, instituindo a prisão perpétua para a pedofilia. O projeto de Malta tem como barreira uma cláusula pétrea da Constituição, que versa sobre a liberdade e não pode ser alterada. Porém, ele se baseia no Artigo 227, §4°, da Carta Magna, que dispõe, “A lei punirá o abuso, a violência e a exploração sexual da criança e do adolescente.”.

Magno Malta argumenta, “As cláusulas pétreas não podem ser alteradas, a não ser por constituinte, mas minha proposta é de adicionar ao parágrafo sobre a defesa da criança, os casos de pedofilia. Se a criança é inviolável, como o pedófilo é solto?”.

“Psicopatas irrecuperáveis”, diz o Senador sobre os pedófilos. “Eles são diferentes de estupradores, são monstros dissimulados. Se houvesse prisão perpétua para esses casos, o criminoso de Mato Grosso não teria saído da cadeia e a família do Kaito Guilherme Nascimento Pinto (10) estaria feliz agora”, finalizou Malta.

Fonte: Gospel+ / www.todoscontraapedofiliamt.com.br

Empresa cria prédio subterrâneo com apartamentos para resistir ao “apocalipse”

Nesse ano de 2012 diversas profecias sobre um provável fim do mundo se propagaram pelo mundo. Entre místicos e religiosos, são muitas as pessoas que acreditam que o fim dos tempos se dará ainda esse ano.

Visando esse público, principalmente aqueles com alto poder aquisitivo, uma empresa decidiu construir um prédio subterrâneo com capacidade para resistir desde ataques terroristas, até um bombardeio nuclear. Composto de 7 apartamentos, que estão sendo vendidos por U$ 3,65 milhões cada um, o Survival Condo foi totalmente projetado para resistir ao apocalipse.

O prédio subterrâneo está sendo construído sobre um antigo depósito de mísseis no Kansas, nos Estados Unidos e, segundo seus idealizadores, tem uma estrutura capaz de resistir a tudo: desde ataques terroristas e pandemias a erupções solares. De acordo com a revista Época Negócios, a estrutura está sendo construída dentro de paredes de concreto com nove metros de espessura e 53 metros abaixo da terra, e contará com uma piscina aquecida, uma biblioteca e um movie theater.

A empresa responsável pelo projeto afirma que já vendeu três dos apartamentos e que outros dois já estão em negociação. Um dos compradores é o próprio idealizador do projeto, Larry Hall. Ele diz que, por enquanto, frequentará o condomínio apenas como uma casa de férias.

Fonte: Gospel+

Ex-lésbica afirma ser possível abandonar o homossexualismo: “mudança através de Jesus Cristo”

Janet Boynes, ex-lésbica, afirmou durante entrevista que é possível abandonar a prática do homossexualismo.

Segundo Boynes, que concedeu entrevista à emissora de TV CBN, as relações homossexuais não agradam a Deus, e manter-se na homossexualidade não é a escolha certa.

Ela contou que sua atração por outras mulheres surgiu após decepções com homens: “Tantos homens haviam me magoado que essas mulheres, pensava eu, eram muito mais iguais a mim”, relata.

Boynes disse ainda que é a “prova viva” de que o homossexualismo é passível de mudança. Durante a entrevista, foi perguntada se havia se submetido a alguma espécie de terapia, ao que respondeu: “Minha intervenção foi Jesus”.

A ex-lésbica ressaltou que se um homossexual insistir em permanecer na prática, não há como mudar. Porém, Janet Boynes afirmou acreditar que “a mudança é possível através de Jesus Cristo”.

Fonte: Gospel+

terça-feira, 12 de junho de 2012

FELIZ DIA DOS NAMORADOS ♥ Pra Sempre - Voices ♥

Testemunho de Vitor Belfort




Faz o meu milagre - Bispo Rodovalho


Em visita a Lafaiete, Guilherme de Pádua abre o coração


20 anos após ser condenado por matar a atriz Daniella Perez, o ex-ator Guilherme de Pádua, que nunca revelou, publicamente, sua versão dos fatos, concedeu entrevista exclusiva ao Jornal CORREIO, no sábado, dia 19. Obreiro na Igreja Batista, da Lagoinha, em Belo Horizonte, Guilherme abriu o coração à nossa Reportagem e contou sobre a vida durante os seis anos, nove meses e 20 dias de prisão, o momento em que pensou em desistir da vida, a rejeição das pessoas, o arrependimento e a crucial mudança em sua vida.

Na noite do sábado, Pádua ministrou um culto na Igreja Assembleia de Deus, no bairro Rochedo. “Entre seguir sair criminoso da prisão e ter uma mudança de vida, optei pela conversão, pelo caminho de Deus. A Bíblia também nos ensina que tem uma coisa, que é pior do que o pecado: a falta de arrependimento. Vim mostrar para as pessoas como um cara tão desviado e tendente às coisas vazias tornou-se tão apaixonado por Jesus Cristo”, afirmou.

Jornal CORREIO: Como foi a sua vida na prisão?
Guilherme de Pádua: Foram muitos momentos diferentes porque a prisão não é sempre a mesma coisa. Um dia está tudo bem, outro dia está tudo horrível e você corre perigo. Um dia você tem comida, assiste à televisão e, no outro, não tem nem uma roupa pra vestir. Muito difícil.

Jornal CORREIO: Na prisão, você recebia muitas visitas?
Guilherme de Pádua: Além da minha família, eu recebia várias visitas de pessoas que faziam o trabalho de capelania. No meu primeiro dia de prisão, recebi a visita de uma senhora que, na verdade, nem cheguei a ver. Ela levou uma grande cesta, uma carta com uma mensagem de esperança e uma pequena Bíblia, que vinha dentro de um envelope. A porta da delegacia estava repleta de pessoas revoltadas e, por um momento, eu acreditei que tinha tudo acabado. Muitos irmãos pagaram um alto preço de esperar debaixo do sol e tirar um dia da sua semana para visitar aqueles que a sociedade tem como vermes. A princípio, é claro que eu queria debater com eles, mostrar as minhas opiniões, mas, aos poucos, fui me deixando tocar por aquelas verdades que eles diziam.

Jornal CORREIO: Você tornou-se evangélico. Já havia tido contato com a religião antes?
Guilherme de Pádua: Eu não tinha um contato aproximado com a Palavra de Deus. Na verdade, eu tinha pena e preconceito dos evangélicos. Geralmente, a mídia é contrária aos cristãos evangélicos. Houve um tempo em que era pior, há cerca de 15 anos. Hoje vejo que foi um grande engano pensar assim. Os evangélicos procuram seguir os valores, que trazem resultados positivos para a vida. Sinto muito pesar por não ter conhecido antes. Quando você crê em Jesus e na Palavra de Deus, recebe grandes bênçãos por seguir essa Palavra. Estou há 13 anos na Igreja Batista da Lagoinha (antes eu já havia me convertido). Vou aprendendo as coisas e vendo que eu não tinha nenhum conhecimento; era uma criança. É como se eu tivesse nascido de novo.

Jornal CORREIO: Como você lida com a rejeição das pessoas?
Guilherme de Pádua: No início, me isolei muito; não saía de casa. Enfrentei inúmeras situações desagradáveis, de levar cuspida ‘na cara’, por exemplo. Se eu tivesse morrido estaria tudo resolvido, mas como a gente tem que ganhar o pão de cada dia e seguir em frente, acaba tendo que enfrentar essas coisas. Talvez, se eu tivesse condição de me isolar eu continuaria me isolando porque seria mais cômodo, mas procuro entender a rejeição (ela existe ainda, não sei se diminuiu). Essas pessoas poderão ser sempre assim, ou não. Procuro tratar todos com respeito e chego aos lugares objetivamente. Evito guardar isso no meu coração. Sempre penso que se tivesse no lugar dessa pessoa, talvez eu estaria fazendo a mesma coisa; não daria chance. O ser humano em si tem uma tendência muito grande de querer pisar em quem está caído. Às vezes descarrega as frustrações que ele mesmo tem no momento em que discrimina, condena, julga ou faz uma fofoca sobre uma desgraça que acontece na vida de alguém. Eu sou foco disso, às vezes, porque as pessoas ficam torcendo para verem a minha desgraça.

Jornal CORREIO: Você acreditava que sairia vivo do presídio?
Guilherme de Pádua: É um milagre as coisas que estão acontecendo na minha vida; eu conseguir conviver com a rejeição e obter tanta positividade, apesar disso. Ninguém acreditava que eu sairia vivo do presídio. Eu me lembro que, quando eu cheguei lá, onde havia mais de 1000 pessoas, e a notícia circulou, senti o prédio tremer e eles começaram a gritar “demorou”. Pensei que dessa eu não sairia vivo. Aprendi que Deus tem um propósito na vida de todas as pessoas. Ele não ama mais uma pessoa do que outra, mesmo sendo o pior pecador. Se fosse assim, Jesus não teria se doado da maneira como se doou. Jesus fez questão de dizer que veio para as pessoas que necessitam de uma mudança de vida, de caráter, se arrepender e considerar que precisam ter um ‘novo nascimento’, como a Bíblia diz. A Palavra de Deus mostra que tem oportunidade sim para o pecador, para o criminoso, desde que ele mude de vida.

Jornal CORREIO: Quando você se deu conta de que estava arrependido?
Guilherme de Pádua: A Bíblia também nos ensina que existe uma coisa, que é pior que o pecado: a falta de arrependimento. Todos precisam de Jesus. Essa afirmação parece muito forte, principalmente vindo do Guilherme de Pádua. Não estou dizendo que sou igual a vocês, de jeito nenhum, mas, de certa forma, a pessoa que errou muito tem maior facilidade de reconhecer que precisa mudar. As que erram pouco tendem a continuar praticando os mesmos erros e a encontrar justificativas para isso. Desde o momento em que você se dá conta de que fez algo terrível, bate uma tristeza, um remorso e, imediatamente, você quer voltar no tempo e não ter feito aquilo. Mas o arrependimento, como diz o meu pastor, Márcio Valadão, é você mudar de caminho, de atitude.

Jornal CORREIO: Já pensou em desistir da vida?
Guilherme de Pádua: Eu tinha desistido desde o meu primeiro dia na prisão; pensei em morrer. Até que um dia alguém veio e plantou uma semente no meu coração. Essa semente foi crescendo e criando raízes. Mas agora, podem fazer o que quiserem, mas eu não abro mão de Deus, de Jesus. Não estou dizendo isso para comover ninguém, pelo contrário, sei que vão falar que, depois de ter feito o que fiz, virei crente. Mas o que as pessoas falarem ou pensarem também não significa nada porque, no final, ou eu vou para junto do Pai ou eu não vou.

Jornal CORREIO: O que você falaria, caso encontrasse com Glória Perez?
Guilherme de Pádua: Nunca encontrei com ela, depois que saí da prisão. Sei que ela não querer me ver ‘nem pintado de ouro’, mas eu e muitas pessoas oramos pela vida dela. Não tenho nem ideia do que falaria. Tentaria encontrar algo para dizer, que pudesse diminuir a dor, mas essa é uma situação que só a intervenção de Deus poderia encaminhar.

Jornal CORREIO: Você acha que pagou pelo que fez?
Guilherme de Pádua: Não tenho ideia do que é isso. Eu paguei aquilo que a lei mandou. Uma pessoa causou dor e então tem que sentir dor também? Alguém que esteve envolvido na morte de uma pessoa tem que morrer? O meu sofrimento continua até hoje. Talvez se tivesse tido uma pena de morte, o meu sofrimento teria acabado. Sofro perseguição há 20 anos. Quantos outros condenados por homicídio estão andando por aí e tendo suas vidas normais? Se formos pensar por esse lado, eu pago mais do que qualquer outro. Entende como é louco pensar nisso? Agora, se for pensar na dor de uma mãe, na perda de uma vida, tem como pagar? Às vezes, nem se eu morresse. Mas será que a gente tem que pagar? O fato de mudar e não se envolver mais nas mesmas coisas já não seria um bom resultado? Você preferia que todos os prisioneiros sofressem torturas diárias durante 10 anos e, depois de cumprida a pena, voltassem criminosos para a sociedade, ou que eles mudassem e tornassem pessoas restauradas?

Jornal CORREIO: Por que você não comenta mais sobre o crime?
Guilherme de Pádua: Quero trazer à memória as coisas que me dão esperança. As pessoas têm sede de ficar sabendo e, mesmo se eu falasse, não acreditariam. É “chover no molhado”. Às vezes falo com advogados baseado em provas, mas evito ficar tentando provar, mesmo porque, pela lei, eu cumpri a pena. Não preciso ficar dando satisfação disso. Por que as pessoas não atormentam quem não cumpriu? Tem gente que nunca foi parar na cadeia, podemos fazer uma lista rápida de 50 nomes. Por que perseguir quem “cumpriu o que a cartilha mandou”? Se a Justiça dissesse que eu deveria perder um braço, eu estaria aqui sem um braço. Se falasse que eu tinha que morrer, eu não estaria mais aqui. Em nenhum momento eu fui contra o que a Justiça mandou.

Fontes: Notícias Cristãs com informações do Jornal Correio da Cidade