quinta-feira, 31 de maio de 2012

ELIÃ OLIVEIRA | VENCENDO DE PÉ | CD VENCENDO DE PÉ 2012

terça-feira, 29 de maio de 2012

FLORDELIS | NO MEIO DO REDEMOINHO | CD QUESTIONA OU ADORA

Senado aprova criminalização da homofobia no novo Código Penal

A comissão encarregada de elaborar proposta para um novo Código Penal aprovou no fim da última semana alteração do artigo 1º da Lei 7.716/1989, conhecida como Lei do Racismo, para proibir a discriminação também por gênero, opção sexual e procedência regional.

Essa proposta iguala as punições ao crime de preconceito por homofobia ao crime de racismo, tornando-o inafiançável e imprescritível. De acordo com a Agência Senado, a alteração na legislação faz com que fiquem proibidas também as incitações ao preconceito e as manifestações ofensivas através de meios de comunicação, como a internet.

A mudança na lei torna crime, por exemplo, impedir um travesti de entrar em um estabelecimento comercial ou um aluno transexual de frequentar uma escola, ou deixar de contratar ou dar tratamento diferente em função da opção sexual. A pena prevista para o crime de preconceito ao homossexual vai de dois a cinco anos de prisão.

Afirmando que tal modificação no Código Penal serviria com substituto à PLC 122, o ativista Julio Severo critica a decisão em seu site. Segundo ele, com a lei “a ‘homofobia’ — que inclui a oposição ou contrariedade a qualquer das inumeráveis exigências dos supremacistas gays — fica igualada ao crime de racismo, que é imprescritível e inafiançável”.

Severo critica ainda a atuação das bancadas religiosas nesse caso, afirmando que a lei for aprovada “não precisaremos mais de bancada evangélica ou católica”, ele justifica a afirmação dizendo: “pois se não conseguem deter o monstro agora que está enjaulado, o que farão depois que o monstro estiver solto?”.

Fonte: Gospel+

Senador evangélico Magno Malta confirma sessão solene em homenagem a Xuxa e a Joana Maranhão

O senador evangélico Magno Malta (PR/ES) confirmou para o próximo dia 11 uma sessão solene que irá homenagear a apresentadora Xuxa Meneguel e a nadadora Joana Maranhão. A homenagem será feita junto com a sanção simbólica da Lei Joana Maranhão.

O projeto da lei Joana Maranhão foi proposto depois da CPI da Pedofilia, iniciada em março de 2008. O nome é uma homenagem à nadadora, que denunciou os abusos a que foi submetida durante a infância por um treinador. A nadadora será homenageada na sessão do Senado junto com Xuxa, que revelou recentemente ter sido vítima de abuso sexual na infância.

Depois da sessão no Senado, elas serão recebidas pela presidente Dilma Rousseff, que já assinou a sanção da lei sobre pedofilia.

Pela nova lei, a contagem de tempo para a prescrição dos crimes sexuais contra crianças e adolescentes só vai começar na data em que a vítima fizer 18 anos, caso o Ministério Público não tenha antes aberto ação penal contra o agressor. A mudança, já sancionada pela presidente Dilma, tem como objetivo permitir que vítimas de crimes de pedofilia possam denunciar seus agressores mesmo depois de adultas.

Magno Malta, que presidiu a famosa CPI da Pedofilia, afirmou: “De cada dez casos de abusos contra crianças, sete são praticados por parentes, sendo a maioria pelos próprios pais. Joana uma atleta olímpica, teve a consciência de denunciar o técnico, por isso à lei leva o seu nome. Já a ‘Rainha dos Baixinhos’, carinhosamente chamada de Xuxa, em público, sem pressão, contou sua história de que foi abusada até os 13 anos, dentro da própria casa”. “Estas heroínas merecem tapete vermelho, honraria e reconhecimento pelo que estão fazendo pelas nossas crianças”, declarou o senador.

Fonte: Gospel+

Senadores evangélicos se omitiram na votação que aprovou o casamento gay na Comissão de Direitos Humanos

Na última quinta feira (24) foi aprovada na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado o Projeto de Lei 612/2011, que altera o Código Civil brasileiro e reconhece a legalidade da união estável entre homossexuais. No dia da votação que aprovou esse projeto, os dois senadores evangélicos que integram a comissão não compareceram.

O projeto, de autoria da senadora Marta Suplicy (PT/SP), altera os artigos 1.723 e 1.726 do Código Civil, de forma a permitir que casais homossexuais que vivem em união estável poderão solicitar o registro civil de casamento, e não apenas de união civil entre homossexuais.

A CDH tem entre seus integrantes os senadores evangélicos Magno Malta (PR/ES) e Eduardo Lopes (PRB/RJ), que é substituto do senador Crivella que se afastou para assumir o Ministério da Pesca. Porém os senadores não compareceram e votação e, segundo o holofote.net, também não informaram a seus eleitores sobre a possibilidade de aprovação da lei na comissão.

Entre os senadores que votaram a favor do projeto estava Eduardo Amorim, do Partido Social Cristão. Amorim não é integrante da bancada evangélica, mas faz parte de um partido que defende como bandeira o modelo de família defendido na Bíblia.

Diante da aprovação da lei o Deputado Marco Feliciano se manifestou no Twitter afirmando que iria divulgar os nomes dos parlamentares que votaram a favor do projeto, para que a população pudesse se manifestar.

Fonte: Gospel+

Ex braço direito de Edir Macedo na Igreja Universal, Renato Suhett renuncia ao título de bispo para ser consagrado padre na Igreja Anglo Católica

O ex bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, Renato Suhett, foi ordenado a reverendo, cargo semelhante ao de padre, da Igreja Epsicopal Latino do Brasil, após renúncia ao episcopado na denominação liderada por Edir Macedo.

Renato Suhett ficou conhecido mundialmente como o braço direito do bispo Macedo, e por gravar dez CDs de música gospel.

Em seu histórico na Universal, Suhett chegou a comandar a igreja nacionalmente, e após romper com a denominação, se afastou. Tempos depois, retornou à igreja, foi novamente consagrado a pastor e se tornou responsável pela IURD no México.

Em 06/04/2012, Renato Suhett divulgou comunicado em seu blog pessoal anunciando sua ruptura com a IURD, abrindo mão “em caráter irrevogável, de renunciar ao episcopado” exercido na “Igreja Universal do Reino de Deus e em outras Igrejas”.

Suhett alegou ilegitimidade de seu cargo, pois segundo ele a consagração não se deu por um apóstolo com linhagem de sucessão: “A minha consagração [...] não apresenta validade, uma vez que não estamos de acordo com o método de trabalho ali [na Igreja Universal do Reino de Deus] realizado; por ter sido [a consagração]realizada fora da sucessão apostólica e numa Igreja que não se adéqua a nossa maneira de entender como deve ser realizado esta Obra, a qual, não sendo do homem, pertence ao Senhor Deus, sendo por Ele instituída e tendo Jesus Cristo, Nosso Senhor, como cabeça”.

A consagração de Suhett, que é casado, ao cargo de reverendo na Igreja Anglo-Católica, como é conhecida a Igreja Episcopal, se deu no último dia 20/05, na cidade de Esmeraldas, MG, pelo Arcebispo Anglo Católico Dom Lucas Macieira da Silva, segundo informações do blog Momento Verdadeiro.

De acordo com a descrição publicada pelo próprio Suhett, a Igreja Anglo Católica é uma dissidência da Igreja Católica Apostólica Romana, e segue tradições que incluem princípios católicos e protestantes.



 Fonte: Gospel+

domingo, 27 de maio de 2012

Geólogos revelam a data exata da crucificação de Jesus


Sexta-feira, dia 3 de abril do ano 33. Essa é a data da crucificação de Jesus, afirma a revista especializada em  geologia, The International Geology Review.

O artigo publicado na edição mais recente mostra a investigação de especialistas de um terremoto que ocorreu nesta data, vista como o dia mais provável da crucificação de Jesus. Segundo o Evangelho de Mateus, capítulo 27, versículo 51, no momento em que Jesus morreu, “tremeu a terra, e fenderam-se as pedras”.

De acordo com canal de TV Discovery News , a equipe formada pelo  geólogo Jefferson Williams, da Supersonic Geophysical, Markus Schwab e Achim Bauer, do Centro de Pesquisa de Geociências da Alemanha, analisaram a atividade de terremotos na região de Jerusalém.

Sua pesquisa confirma que um grande sismo atingiram a área conhecida como Ein Gedi,  entre 26 a.C. e 36 d.C., que poderia ser o que o Novo Testamento se refere. No entanto, os dados coletados por eles podem confirmar a data com precisão absoluta. Williams, Schwab, e Brauer admitem que o terremoto mencionado nos evangelhos poderia ser alegórico, referindo-se a um tremor que ocorreu em algum momento antes ou depois da crucificação. Este terremoto teria sido forte o suficiente para quebrar os sedimentos de rocha em Ein Gedi.

“Existe a possibilidade que o relatório de um terremoto no Evangelho de Mateus seja um tipo de alegoria”, escrevem os estudiosos no artigo publicado por eles no The International Geology Review.

Por isso, outras pesquisas estão sendo feito por Williams e sua equipe, que estão agora analisando o relatório da escuridão que teria tomado o céu da região entre o meio-dia e as três horas da tarde no dia da crucificação. Três dos quatro evangelhos canônicos confirmar que a escuridão invadiu a região durante aquele dia, o que poderia aludir a uma tempestade de poeira, de acordo com Williams.

Conforme relatado pelo Discovery News, Williams está investigando se os depósitos de poeira típicos das tempestades coincidem com esse terremoto do início do primeiro século na região de Jerusalém.

Os estudiosos apontam que existem outros relatos bíblicos e históricos que confirmariam essa data. Um artigo da revista científica Nature, da autoria de Colin Humphreys e Graeme Waddington, oferece indícios fortes para a afirmação da equipe de Williams:


  • Os quatro evangelhos mostram que a data da crucificação é reconhecidamente uma sexta-feira, quando os judeus comemoravam o Pessach (Páscoa).
  • Os quatro evangelhos e o relato dos Anais do governador Tácito (XV, 44) concordam que a crucificação ocorreu quando Pôncio Pilatos era procurador da Judéia, ou seja, entre 26 e 36 dC.
  • Os quatro Evangelhos concordam que Jesus morreu poucas horas antes do início do sábado judaico (a noite da sexta-feira).
  • Os evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) indicam que Jesus morreu antes do anoitecer no dia 14 de Nissan; antes do início da refeição da Páscoa.

Usando-se os dados do calendário judaico e cálculos astronômicos do período, os indícios mais fortes é que a sexta-feira, 3 de abril de 33 d.C. se destaca como  a data mais provável da crucificação, de acordo com os pesquisadores.

(Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Huffington Post e Discovery)


Fonte: O Verbo

DEUS ABENÇOE O SEU DIA