sábado, 17 de março de 2012

Creia no poder de Deus, seja fiel e obediente a sua Palavra e tenha temor!!!!


terça-feira, 13 de março de 2012

ONDE VOCÊ NÃO ALCANÇA DEUS VAI POR TI


Evangélica, mãe de Bruno Senna afirma em entrevista que ouviu voz sobrenatural antes liberar filho para Fórmula 1

Um interessante história sobre a carreira do piloto Bruno Senna foi revelada por sua mãe em entrevista ao Esporte Espetacular no último domingo, Viviane Senna afirmou que ouviu uma voz sobrenatural antes de permitir que seu filho seguisse a carreira de piloto na Fórmula 1. Evangélica da igreja Presbiteriana, a mãe do piloto relutou para aceitar a escolha de Bruno, e revelou,“Enrolei o Bruno durante quase três anos, até que um dia, sozinha num quarto de hotel durante uma viagem de negócios, uma voz me disse: ‘você está atrapalhando o seu filho’”.

Viviane tinha medo que o filho seguisse a mesma carreira do tio, Ayrton Senna, que faleceu em 1994 em uma corrida de Fórmula 1, pela mesma equipe que Bruno corre atualmente. Outro fato que a deixava receosa é que não foi apenas o irmão que morreu tragicamente, em 1994, Flávio Pereira, seu marido, pai de Bruno, veio a falecer em um acidente de moto.

“Nunca imaginei que o Bruno quisesse ser piloto. Para mim, era mais uma brincadeira, uma coisa de criança, adolescente. Ele foi muito respeitoso em esperar até os 18 anos para me falar isso, mas eu tomei um susto, fiquei paralisada. Me passou todo o filme na cabeça.”, contou Viviane, e chorando disse, “A única coisa que eu não queria para o meu filho é prejudicar a sua vida”.

Viviane contou que ora em todas as corridas de Bruno Senna, gesto que repetiu durante anos nas corridas de seu irmão Ayrton.

Fonte: Gospel+

Pastor Marco Feliciano sai em defesa do projeto da “cura gay” e afirma que ativistas homossexuais são preconceituosos

O deputado e pastor Marco Feliciano saiu em defesa da proposta do deputado João Campos, que prevê alterações no Código de Ética do Conselho Federal de Psicologia para que psicólogos possam atender homossexuais que procurem ajuda profissional para tratamento.

No artigo publicado no site da psicóloga Marisa Lobo, Feliciano critica os ativistas contrários aos princípios defendidos pela bancada evangélica, chamando-os de “militantes mal intencionados que usam a bandeira de direitos humanos como arma contra nós, os cristãos, nos taxando de fanáticos, demonstrando claramente um malicioso preconceito religioso”.

Marco Feliciano entende que a abordagem dos ativistas homossexuais a respeito dos fatos é manipulada “com a ajuda da mídia marrom, por militantes de minorias, é um abuso a liberdade de expressão conquistada pela nação com muito sacrifício. Tentam mentir para a população, censurando os verdadeiros fatos”.

Para o deputado, as iniciativas contrárias aos princípios cristãos é perseguição velada, sob a bandeira dos direitos humanos. “Vejo uma tentativa, ditadora e frustrada de perseguição aos cristãos, de manipulação dos verdadeiros fatos, de exposição na mídia apenas de material que interessa a alguns grupos que estão infiltrados em todas as áreas, principalmente nas políticas, sociológicas, bem como na mídia em geral, o que mostra uma manipulação, alienação perigosa, travestida de direitos”.

Citando uma fala da psicóloga Marisa Lobo, que afirma que os direitos humanos estendem-se para todos os cidadãos, porém quando uma minoria passa a pleitear a imposição de desejos que trazem benefícios particulares, isso se torna inconstitucional.

O deputado ainda relatou que a bancada evangélica tem recebido apoio dos parlamentares católicos e também de outras religiões, pois estes entendem que a disputa deixou de ser em torno dos direitos civis das minorias, e tornou-se perseguição religiosa. “A Bancada Evangélica está unida como nunca esteve, não apenas como evangélicos e sim como cristãos, temos recebido apoio de deputados católicos e de outras religiões, parlamentares de todo o Brasil, que acreditam em Deus, e veem nessa perseguição aos cristãos, apenas uma intenção clara de se opor aos cidadãos de fé, uma oposição ao estado Laico”, afirmou o pastor.

Feliciano afirmou ainda que o preconceito que os ativistas alegam sofrer, estão impondo aos cristãos por buscarem “ridicularizar” a fé perante a sociedade: “Ridicularizam nossa fé impondo um valor negativo de descrença, agindo com preconceito com precipitação, destituídos de análise mais profunda ou conhecimento do que realmente é ser um cristão, verdadeiro, com compromisso como somos. Não levam em consideração suficientes argumentos contrários e favoráveis sem a suficiente e necessária reflexão, ou seja, essa palavra preconceito que gostam de verbalizar está sendo usada fora de semântica, de forma preconceituosa no sentido literal da palavra”.

O pastor ressaltou que os ativistas que se opõem à oportunidade de homossexuais insatisfeitos com sua condição procurarem ajuda profissional estão sendo incoerentes. Confira abaixo a íntegra do artigo publicado no site da psicóloga Marisa Lobo:
Nas últimas semanas fiquei atento às notícias e preocupado com o descontrole desta manipulação social pelos militantes mal intencionados que usam a bandeira de direitos humanos como arma contra nós, os cristãos, nos taxando de fanáticos, demonstrando claramente um malicioso preconceito religioso.
Está claro, que este preconceito, essa perseguição, se deve apenas ao fato de que defendemos causas familiares, ou seja, que dizem respeito à família tradicional, cristã, como por exemplo, a não legalização do aborto, da maconha, das drogas, infanticídio, da eutanásia, da ortotanásia. Além, é claro, do nosso apoio à internação na luta contra o crack. Enfim, apoiamos causas que manifestam os verdadeiros direitos e desejos sociais, que interessam para o indivíduo e a sociedade em geral.
Esta manipulação social com a ajuda da mídia marrom, por militantes de minorias, é um abuso a liberdade de expressão conquistada pela nação com muito sacrifício. Tentam mentir para a população, censurando os verdadeiros fatos, exatamente como os ditadores da Constituição de 1937. Período conhecido como Estado Novo, onde, durante o governo do presidente Vargas, o princípio constitucional da liberdade de pensamento desapareceu, adotando assim a censura como meio de impedir a publicação ou a reprodução de determinadas informações. A censura nasceu reprimindo a liberdade de expressão. Como exatamente está acontecendo com alguns seguimentos sociais que se julgam totalitários, omitindo, ou suprimindo informações com intuito de manipulação em massa.
Pois bem, neste contexto vejo uma tentativa, ditadora e frustrada de perseguição aos cristãos, de manipulação dos verdadeiros fatos, de exposição na mídia apenas de material que interessa a alguns grupos que estão infiltrados em todas as áreas, principalmente nas políticas, sociológicas, bem como na mídia em geral, o que mostra uma manipulação, alienação perigosa, travestida de direitos.
Vou me valer das falas da psicóloga cristã, Marisa Lobo:
“Direitos humanos são para todos, quando grupos organizados e ditadores, militantes, lutam pelo relativismo, tentando explicar direitos somente pela ótica da realização pessoal de desejos, por exemplo, deixam de lado a questão social familiar, se esquecendo, que vivemos em uma sociedade multilateral, e que estes direitos quando são imputados apenas para alguns são inconstitucionais. Eles usam essa bandeira ideológica apenas para afrontar aos que eles chamam de conservadores, fanáticos, mas eles mesmos se perdem no meio de tanta manipulação”, disse Marisa.
Dito isto quero dizer que a Bancada Evangélica está unida como nunca esteve, não apenas como evangélicos e sim como cristãos, temos recebido apoio de deputados católicos e de outras religiões, parlamentares de todo o Brasil, que acreditam em Deus, e veem nessa perseguição aos cristãos, apenas uma intenção clara de se opor aos cidadãos de fé, uma oposição ao estado Laico. O que por si só, já é inconstitucional, tudo é uma questão de direitos.
O direito a liberdade de expressão é caracterizado como direito da personalidade, integrante do estatuto do ser humano, fundamental para a concretização do princípio da dignidade da pessoa humana e determinada para quem o incorpora. Ele é garantia individual e protege a sociedade contra o arbítrio e as soluções de força – isso é democracia.
Ridicularizam nossa fé impondo um valor negativo de descrença, agindo com preconceito com precipitação, destituídos de análise mais profunda ou conhecimento do que realmente é ser um cristão, verdadeiro, com compromisso como somos. Não levam em consideração suficientes argumentos contrários e favoráveis sem a suficiente e necessária reflexão, ou seja, essa palavra preconceito que gostam de verbalizar está sendo usada fora de semântica, de forma preconceituosa no sentido literal da palavra.
Querem nos ridicularizar perante a sociedade, nos excluindo assim de todas as ações sociais e, governamentais, nos colocando a margem, com total preconceito, como se fossemos culpados pela maldade do mundo. Quero afirmar aos desavisados que a maldade do mundo é decorrente da falta de Deus na humanidade. Não pela presença d’Ele.
Quero firmar o meu apoio ao projeto do deputado João Campos, que tem como relator o deputado Roberto de Lucena, e esclarecer que este projeto não tem a pretensão de “curar” gays, e nem voltar a esta discussão. É um projeto que visa discutir a verdadeira intenção quando criado, a resolução 01/999 que esclarece acerca da orientação sexual e estabelece regras de atuação dos psicólogos e desejo do cidadão.
O projeto o objetivo de discutir em sua totalidade, sofrimentos psíquicos gerados por não aceitação pelo indivíduo de sua sexualidade, seja ele heterossexual, homossexual ou bissexual. Significando, que se, a pessoa não estiver satisfeita com sua orientação, condição e ou opção, pode tentar pelo menos, mudar se for de seu desejo e vontade. A própria resolução afirma essa possibilidade, o que tem sido pouco ou nada divulgado.
É uma mentira falsamente implantada na cabeça da sociedade, que homossexuais, não se aceitam por conta da religião apenas, ou do preconceito familiar, são falácias e temos muitos exemplos para demonstrar, que em muitos casos, não em todos, concordamos, pode ocorrer sim à reversão e queremos discutir exatamente esta questão, do direito de quem não se aceita poder, ao menos, tentar mudar, se for de sua vontade, os motivos internos, porém que levam o indivíduo a buscar este tratamento deve ser respeitado, a não ser, claro, que não seja espontâneo. A psicologia não é absoluta.
Quero com essas minhas falas dizer que estarei na audiência publica para discussão da resolução 01/999 apoiando meus colegas e amigos, que tem com intenção a discussão séria, sem preconceito religioso, mesmo porque, Deus nos deu livre arbítrio, e não podemos nada contra isso, nós sim queremos discutir verdadeiramente direitos do cidadão.
Gostaria de pedir a imprensa séria, que não deturpe os fatos, e tratem o assunto com seriedade, pois, se têm homossexuais, sofrendo por preconceito, tem um grupo de ex-homossexuais sofrendo duplamente porque são perseguidos por não terem o direito de querer mudar, e ou reafirmar a mudança e por querer e ser intimidados a não divulgar essa verdade.
Esta é à hora da verdade, homossexualidade não é doença, mas se é orientação, opção, ou em alguns casos escolha, posso sim tentar pelo menos mudar meu script de vida, é direito de cada um, esse direito é constitucional. Muito me espanta justamente os que lutaram tanto por este direito estar querendo tirar os mesmos de alguns, é no mínimo incoerente.
O assunto merece mesmo reflexão, uma discussão mais séria, e madura, não para gerar preconceito e sim para acabar com ele. Nossa sociedade não aceita mais sugestão psicológica alienadora. A omissão é o pior dos preconceitos.
Marco Feliciano deputado Federal Pastor e conferencista internacional
Fonte: Gospel+

Apaixonados por futebol, evangélicos fundam Torcidas Organizadas Gospel para apoiar clubes e promover paz nos estádios

Uma paixão do brasileiro, o futebol não é só o esporte preferido da maioria, mas também faz parte da cultura popular no país, e atrai milhares de pessoas em jogos de times profissionais, além também de outros milhões que assistem pela televisão às partidas do time do coração.

O crescimento da população evangélica no Brasil também provoca efeitos no esporte, e faz surgir organizações até pouco tempo atrás impensadas para os padrões evangélicos brasileiros. O envolvimento da fé com o esporte, no caso dos evangélicos, começou com os jogadores que se converteram ao cristianismo ou que cresceram em lares evangélicos e se tornaram profissionais.

Agora, o surgimento de torcidas organizadas gospel, traz uma nova área de atuação dos evangélicos na sociedade. A torcida gospel do Coritiba F.C., pelo que se tem registro, foi a primeira a ser fundada. Intitulada “Torcida Evangélica do Coritiba”, reúne torcedores que levam faixas aos estádios com dizeres que fazem referência à fé e à paz nos estádios.

A ideia se espalhou, fazendo surgir iniciativas semelhantes, como as torcidas evangélicas de grandes clubes como Flamengo, Vasco, Fluminense, São Paulo, Sport, entre outros, como o Botafogo, que possui uma torcida organizada com site e pastor-fundador, e além de se reunir nos estádios, também promove cultos, em que os torcedores vão vestidos com suas camisas do clube do coração. “A Fogospel é uma torcida que nasceu para apoiar o Botafogo e promover a paz nos estádios e nos corações alvinegros”, descreve o site.
A GospelFla também reúne torcedores evangélicos fãs do Flamengo, considerado o clube de maior torcida do país. No Facebook, a fanpage da organizada afirma que os integrantes estão “unidos pelo mais querido do Brasil e pelo desejado de todas as nações”, fazendo alusão à Jesus Cristo.


Outras torcidas evangélicas ligadas a clubes não demonstram tamanha organização em termos de mídia, porém, continuam reunindo seus integrantes com o intuito de vincular a fé e os princípios cristãos com a tarefa de combate à violência nos estádios, além de torcer por seus times.

A inegável paixão do povo brasileiro pelo futebol parece não ter sido atingida pelas doutrinas da maioria das igrejas. Tempos atrás, as doutrinas de igrejas pentecostais mais tradicionais não permitiam que um fiel se mantivesse torcedor de um clube de futebol, e argumentavam usando a mensagem bíblica contrária à idolatria.

Atualmente, as igrejas tornaram-se mais liberais em relação ao assunto, desvinculando o esporte da fé, e inclusive, diversos líderes assumem serem fãs de futebol e revelam suas preferências.

Porém, ainda há uma questão capaz de levantar polêmicas sobre o assunto, pois há quem entenda que embora os dois temas não comprometam um ao outro, eles também não devem ser misturados.
O crescimento de torcidas organizadas gospel pode trazer à tona um novo debate entre os evangélicos, e também a busca por respostas sobre os limites da atuação dos fiéis em circunstâncias como essas, além da discussão sobre a adoração à Deus e a devoção ao clube do coração.

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 12 de março de 2012

Movimento de homossexuais quer impedir atuação de Capelanias Evangélicas

O movimento defensor das causas homossexuais, o LGBT (Lésbias, Gays, Bissexuais e Travestis), tem tentado impedir a atuação das Capelanias Evangélicas em hospitais. O grupo tem realizado acusações difamatórias à Associação de Capelania Evangélica Hospitalar, principalmente à capela Eleny Vassão de Paula Aitken, que atua no Centro de Referência e Treinamento em DST-AIDS (CRT-AIDS), e no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na cidade de São Paulo.

Artigos e comentários publicados na internet referem-se ironicamente ao trabalho realizado pelas capelanias evangélicas, em um dos textos, de Cláudio Celso Monteiro Jr. cita, traz o título “A homofobia (institucional) nossa de cada dia”, e outro, “Fundamentalismo religioso invade hospitais brasileiros”, de Ricardo Aguieiras. Também foram dirigidas críticas à Igreja Presbiteriana do Brasil, ao ser citado o livro “A missão da igreja gente a AIDS”, publicado pela Editora Cultura Cristã, há quase 20 anos.

Nos textos os grupos evangélicos são acusados de “homofobia”, “atendimento espiritual de maneira invasiva” e até de “sérias falhas em questões de biossegurança”. Mas, além da manifestação realizada através dos artigos as acusações já foram também realizadas verbalmente, direcionadas às diretorias dos hospitais que recebem assistência das capelanias evangélicas.

Desta forma, o trabalho dos evangélicos nos hospitais está correndo risco de ser interrompido, já que a Coordenação de Políticas para a Diversidade Sxual e Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania da vidade de São Paulo tem apoiado o posicionamento dos grupos LGBT.

Com um tradicional trabalho de mais de 30 anos e atuante em mais de 200 hospitais brasileiros, a Associação de Capelania Evangélica Hospitalar, numa tentativa de se defender seu trabalho e também de alertar a igreja brasileira sobre a situação, lançou uma nota em seu site convocando todos para um abaixo-assinado virtual, como apoio à instituição.

Para assinar o abaixo-assinado é só acessar o site www.peticaopublica.com.br

 Fonte: Gospel+

Associação de ex-homossexuais publica nota defendendo o pastor Silas Malafaia

Diante das declarações do procurador federal Jefferson Aparecido a respeito do pastor Silas Malafaia, a Associação Brasileira de Ex-LGBTT (Abex), emitiu um comunicado oficial no qual declarou repúdio às declarações do procurador, definidas pela associação como perseguição religiosa.

Presidida pelo ex-travesti Joide Miranda, a Abex é formada por ex-homossexuais e afirma, em sua notam “que não aceitará qualquer ato de perseguição contra qualquer pessoa que pacificamente se posicione contra a homossexualidade”.

Assinada por Joide Miranda e pelo Dr. Matheus Sathler em 10 de março de 2012, a nota afirma que a associação “está tomando as devidas medidas legais junto ao Conselho Nacional do Ministério Público para dar início a um pedido de abertura de processo administrativo disciplinar em relação à atuação do procurador Jefferson Aparecido Dias para que explique na ótica do direito positivo pátrio de onde tirou a tipificação alienígena de ‘declaração homofóbica’ em relação à fala do pastor Malafaia”.

O documento critica também o Ministério Público, por causa de inquérito instaurado contra Malafaia: “É extremamente preocupante uma autoridade da República Federativa Brasileira, livre e democrática, estar aparentemente utilizando um órgão tão estimado como o Ministério Público para atuar em prol de um pequeno grupo intolerante e que não aceita as diferenças de opiniões com relação à homossexualidade”.

“O que nos parece é que uma doutrinação totalitária da sociedade brasileira está aos poucos tentando ser implementada. Mas que com a atuação de homens de coragem, que não temem a própria morte e não se curvam frente ao mal, não evitarão esforços para impedir que tal doutrinação sem base racional e científica venha a ocorrer”, finaliza o documento.

Fonte: Gospel+

Diretor do Big Brother Brasil, Boninho, diz, “no Big Brother Deus não existe”

Boninho, diretor do Big Brother Brasil, fez uma declaração polêmica esta semana sobre uma manifestação religiosa dos participantes do programa , o episódio aconteceu quando , antes de uma prova do reality show, os integrantes começaram a rezar, Boninho se manifestou dizendo, “não adianta rezar, porque no Big Brother Deus não existe”.

Ainda como retaliação à atitude dos jogadores que estavam na casa, o diretor do programa ainda deu ordens para que o sim do pay-per-view fosse cortado.

A edição 2012 do Big Brother foi muito criticada, principalmente depois das acusações de abuso sexual dentro da casa, Boninho ignorou o episódio, porém o público reagiu e fez vários protestos contra o ocorrido, que também se tornou um caso judicial.

O Big Brother Brasil estreou no ano de 2002, e se tornou um programa de destaque na TV Globo, porém nos últimos anos, a crítica do público tem aumentado e muitos deixaram de assistir o programa.

Fonte: Gospel+

Projeto que facilita o aborto é aprovado e Marco Feliciano ataca: “Lutaremos, obstruiremos, faremos manifestação e o que for preciso e possível.”

O aborto tem sido um tema amplamente discutido nos últimos anos e se tornou fonte de muitas polêmicas no meio jurídico, político e religioso. Os evangélicos estão entre os grupos da sociedade que lutam contra sua liberação dessa prática, mas, esta semana ocorreu um fato muito preocupante, o projeto que facilita o aborto foi aprovado. De imediato evangélicos se pronunciaram a repeito, o Deputado Marco Feliciano escreveu em seu twitter farão o que for possível para que o aborto não seja aprovado, “Lutaremos, obstruiremos, faremos manifestação e o que for preciso e possível”.

Na comissão criada para fazer o anteprojeto que reformula o Código Penal, que é o diploma que rege sobre a questão do aborto, foi apresentado um novo texto que amplia as causas nas quais as práticas abortivas porem ser realizadas impunemente. Em votação na comissão texto foi aprovado quase que por unanimidade, com 16 votos a favor e apenas 1 contra.


O texto do anteprojeto do Código  diz que, “Não será criminalizado o aborto durante os três primeiros meses de gestação sempre que um médico constatar que a mulher não apresenta condições psicológicas de arcar com a maternidade”. O Deputado Marco Feliciano também rebateu a proposta, “Usam a bandeira dos Direitos das mulheres p legitimar o aborto, e o direito do nascituro? E o bebê q ñ pode se defender? Que culpa tem ele?”.

Gilson Dipp, ministro do Supremo Tribunal de Justiça, citou após a audiência que haverá permissão para o aborto: quando a mulher for vítima de inseminação artificial com a qual não tenha concordância; quando o feto estiver irremediavelmente condenado à morte por anencefalia e outras graves doenças físicas ou mentais.

A comissão trabalha desde 2011 na reformulação do Código Penal Brasileiro, que foi criado em 1940, nele o aborto é permitido quando a saúde da gestante estiver em risco ou quando ela for vítima de violência sexual. O prazo de entrega do anteprojeto é dia 25 de maio, após isso, ainda será avaliado pelo Senado e pela Câmara dos Deputados.

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