terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Quero tanto agradecer

Soraya Moraes // Abraca-me, Senhor (Clipe Oficial)

Jornalista acredita que em breve o mundo poderá ver imagens da Arca da Aliança

A Arca da Aliança era o obejto mais sagrado do povo hebreu, e continha, segundo a Bíblia, as tábuas da lei que foram entregues a Moisés por Deus, a vara de Arão e maná, o alimento enviado todos os dias ao povo em êxodo. Teólogos e historiadores acreditam que desde a invasão de Israel pela Babilônia, o precioso objeto estaria desaparecido. Os judeus acreditam que o Profeta Jeremias foi o responsável por escondê-la.

Há uma igreja na Etiópia que reivindica a posse da Arca desde 1960. Os cristãos ortodoxos da localidade, embora nunca tenham mostrado a Arca da Aliança, afirmam que ela estaria guardada na capela da cidade de Aksum. Segundo os moradores do local, um monge é o responsável por zelar da Arca, e teria assumido o compromisso de nunca sair do terreno da igreja.

A novidade nessa história está no fato de que as fortes chuvas da região danificaram o teto da “capela das tábuas da lei”, como é conhecida, e agora, é necessário uma reforma no local, o que obrigaria a remoção do objeto, que segundo a Bíblia, mede 1,30 metro de comprimento, 80 centímetros de altura e 80 centímetros de largura, e é coberta de ouro.

Atualmente a capela foi coberta com uma lona, que impede que mais água infiltre o já frágil teto. Tim Makins, jornalista e fotógrafo britânico, acredita que se realmente for necessário mover a Arca de lugar para uma reforma, essa seria a melhor oportunidade para o mundo ver o objeto. “Durante a minha visita mais recente à igreja, fiquei surpreso ao ver o terreno ao lado da capela sendo limpo e nivelado por trabalhadores. Há uma grande quantidade de pedras usadas para construção empilhadas nas proximidades”, afirmou Makins em entrevista ao Daily Mail.

Tim Makins aguarda ansioso pela oportunidade de fotografar o objeto que é guardado na capela, afim de saber se realmente trata-se da Arca da Aliança, e para isso, torce para que a construção da capela provisória (que está sendo feita ao lado da “capela das tábuas da lei” para abrigar o objeto durante a reforma do teto) termine logo: “Quando o trabalho for concluído, a Arca da Aliança terá de ser levada para esse novo local. Isso muito dificilmente poderá ser feito apenas pelo monge que a guarda. É improvável que ela seja carregada apenas por uma pessoa. As Escrituras dizem que existem duas varas que são encaixadas na lateral da Arca para carregá-la e são necessárias duas pessoas”.
Se ele estiver certo em suas expectativas, em breve poderá ser feita uma imagem da Arca da Aliança. Resta saber se o objeto guardado pelos etíopes é a verdadeira Arca.

Fonte: Gospel+

Revista Época elege o Pastor Silas Malafaia como uma das 100 personalidades mais influentes do Brasil em 2011

O Pastor Silas Malafaia foi citado pela Revista Época como uma das personalidades mais influentes do Brasil em 2011. Listado na categoria “Líderes”, Malafaia entrou na lista que contém figuras ilustres como o apresentador Jô Soares, e políticos emergentes, como o ativista gay Jean Wyllys.

Esse tipo de lista é famoso em todo o mundo, e talvez a publicação mais reconhecida nesse sentido seja a da Revista Times. Há ainda a lista das pessoas mais ricas do mundo, que todo ano é publicada pela Revista Forbes.

Não foram divulgados detalhes dos critérios que são usados na escolha das 100 pessoas mais influentes do país, mas o engajamento do pastor Silas Malafaia para que o PL 122 não seja aprovado, certamente foi um dos motivos que o creditaram para estar nessa lista.

O pastor, que também é empresário e apresentador de um programa de TV, tem atraído atenção da mídia por suas declarações contundentes contra o movimento gay. Recentemente, Silas Malafaia foi convidado a discursar na audiência pública que discutia alterações no projeto que censura críticas a homossexuais.
O conceituado jornal “The New York Times” também deu destaque ao pastor publicando uma entrevista em que Silas se referiu à jornalista Eliane Brum como “vagabunda”, por sua opinião a respeito da intolerância dos evangélicos em relação aos ateus. Dias depois o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo pediu desculpas públicas pelo Twitter à jornalista, que afirmou que Silas havia dado prova da intolerância mencionada por ela com as declarações ao NYT.

Na descrição do personagem, a revista convocou um outro pastor para fazer a apresentação. Ronaldo Didini, pastor e assessor da Igreja Mundial do Poder de Deus descreve Malafaia como um homem “convicto, coerente, direto e sincero. Incansável na luta para tirar as ovelhas da boca de seus predadores!”.
Fonte: Gospel+

Cientistas anunciam estar perto do bóson de Higgs, a “partícula de Deus”

Os físicos que buscam o misterioso bóson de Higgs acreditam ter localizado o lugar onde se esconde o elemento que falta ao quebra-cabeças das partículas elementares, anunciaram nesta terça-feira (13), em Genebra, os pesquisadores do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern).

“Ainda é muito cedo para tirar conclusões definitivas. Precisamos de mais dados, mas estabelecemos sólidas fundações para os apaixonantes meses pela frente”, declarou Fabiola Gianotti, chefe da experiência Atlas no Grande Colisor de Hádrons (LHC), em um seminário do Cern, transmitido pela internet.

Duas experiências separadas - o Atlas e o CMS - têm feito buscas independentes pelo  bóson de Higgs com aceleradores de partículas como o LHC. No seminário, os chefes do Atlas e do CMSafirmaram ter encontrado ”picos” em uma mesma massa: de 124 a 125 giga elétron-volts (GeV). Ou seja, este é provavelmente o endereço do tesouro que os cientistas tanto buscam.

O bóson de Higgs é uma partícula ainda hipotética, fundamental para entender a construção do universo. Ele também é considerado o pedaço que falta na principal teoria conhecida como Modelo Padrão – que descreve como partículas e forças interagem.

Segundo essa tese, o universo foi resfriado após o Big Bang, quando uma força invisível, conhecida como Campo de Higgs, formou-se junto de partículas associadas, os Bósons de Higgs, transferindo massa para outras partículas fundamentais.

O físico britânico Peter Higgs postulou em 1964 a existência dessa partícula que leva seu nome

O VERBO

"Não restam dúvidas de que cunhado matou Bianca Consoli", diz delegado


R7.COM

O DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa) informou, no início da noite desta terça-feira (13), que concluiu o inquérito sobre a morte da jovem Bianca Consoli. Para a polícia o crime foi premeditado e cometido por Sandro Dota, cunhado da vítima, possivelmente por motivação sexual.

- Não restam dúvidas de que o cunhado matou Bianca Consoli.

A afirmação foi feita pelo delegado Maurício Guimarães após o depoimento de Dota, feito nesta tarde. Segundo o delegado, o motoboy não respondeu a nenhuma das perguntas feitas pela polícia no depoimento e disse apenas que era inocente. A frase foi novamente dita à imprensa por Dota quando ele saia do DHPP com destino ao presídio, por volta das 17h10. Ele foi indiciado por homicídio triplamente qualificado.

"Sou inocente", diz Sandro Dota

Roubo

O delegado Mauricio Guimarães, que participa das investigações do caso, disse na manhã desta terça-feira que também é possível que Dota tenha entrado na casa da jovem para praticar um roubo e teria acabado assassinando Bianca.

- Havia dinheiro na casa da vítima, ele tinha bronca do sogro. Pode ter sido só o roubo, só a motivação sexual ou as duas coisas.

Para entrar na casa da vítima, o suspeito tinha uma cópia da chave, que teria sido feita dias antes do crime. De acordo com a polícia, o motoboy havia pedido a chave para a avó de Bianca com a desculpa de que precisava usar a máquina de lavar roupa da casa.

Ainda de acordo com a polícia, o mesmo tipo de saco plástico encontrado na garganta de Bianca durante o exame do IML (Instituto Médico Legal) foi achado na casa de Dota.

Exame

 De acordo com Guimarães, o exame que comprovou que a pele embaixo da unha de Bianca era geneticamente compatível com o sangue de Dota foi definitivo para colocá-lo como principal suspeito. O sangue estava na calça que o motoboy usava no dia do crime.

 - A calça foi entregue pela esposa dele [irmã da vítima] por livre e espontânea vontade. Tiramos até foto para mostrá-la entregando.

A Polícia Civil prendeu Sandro Dota no início da noite da segunda-feira. A versão contada pelo suspeito no dia do assassinato foi desarticulada. Segundo o delegado, Dota não esteve com sua mulher em uma feirinha, e mentiu ao dizer que o ferimento que ele tinha na perna foi causado em uma reforma na casa de sua tia.

- Ele havia dito que se machucou com uma caibro de madeira. Mas a viga tinha 40 cm e o machucado 29 cm. No crime, tudo leva a crer que teve luta corporal.

Além disso, a tese do ferimento em uma obra foi negada por um pedreiro que prestou depoimento  à polícia.

Crime 
 
O corpo de Bianca foi achado pela mãe dela, caído próximo à porta de saída da casa onde moravam, no dia 13 de setembro deste ano. Segundo a polícia, a jovem foi atacada quando havia acabado de tomar banho e se preparava para ir para a academia.

Na cama, os investigadores encontraram a toalha usada por ela, ainda molhada. A garota teria reagido à presença de um criminoso e começado uma luta escada abaixo. Foram encontradas mechas de cabelo pelos degraus. dentro da garganta da jovem, a polícia encontrou um saco plástico.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Aumenta o número de casamentos no Brasil feitos em centro de umbanda e candomblé

A revista Raça Brasil publicou uma extensa matéria em sua edição deste mês sobre o crescimento dos casamentos nos espaços sagrados das religiões de matriz africana. A reportagem chamou atenção para um fato pouco conhecido, a dificuldade de reconhecimento, pelas autoridades, de cerimônias de casamentos não cristãs. Embora não signifique que as religiões afro sejam praticadas apenas por descendentes de escravos, mas estatisticamente  eles ainda são a maioria.

O babalorixá Jorge Kibanazambi explicou que na cultura ioruba, oriunda da África, a família é “a base fundamental da sociedade e o pilar que dá condição para a prosperidade do ser humano”.
Ele diz que mesmo sem o conhecimento da cerimônia pela sociedade em geral, “Existe todo um ritual para a o casamento, com preparativos até a consumação da união… Dentro da comunidade de terreiro… acreditamos que a benção dos pais, da família, dos amigos é importante para a felicidade dos noivos. Através de cerimônia/ritual, invoca- se a energia conhecida como Orixá Oxalá para contemplar o casal que constituirá a nova família de ‘coisa’ boa, filhos, enfim, riquezas que o ser humano não tem condições de conceder. Os familiares e amigos expressam por meio dos presentes oferecidos ao casal os desejos de felicidade, em que cada objeto tem seu significado específico.”

No Brasil, devido à miscigenação de raças, os costumes e hábitos dos escravos africanos foram modificados pela influência das muitas culturas que formam a população. Isso inclui as questões religiosas. O que sempre predominou foi o ensinamento da Igreja Católica Romana. Só deixou-se de considerar o catolicismo como a religião oficial do país depois da proclamação da República. Até então, todos os que ensinavam algo que diferente dos preceitos católicos não tinham o reconhecimento oficial de sua validade.

Jorge Kibanazambi lembra que desde o período colonial os sacramentos só eram aceitos se fossem oriundos do catolicismo. Isso ficou tão inserido na cultura das pessoas que, mesmo após a permissão e o reconhecimento da Constituição Federal de 1988, continua sendo hábito da maioria dos seguidores de religiões afro consumar os batizados e casamentos na igreja católica.

Isso ocorre por que “Muitos têm a percepção que é a única Instituição ainda em condições legais para realizar tais atos… Mas cada religião tem seus rituais e suas cerimônias para todas as necessidades de seus fiéis. E as de matriz africana incluíram-se nessa colocação”.

Marcio Marins, coordenador de articulação política do Fórum Paranaense das Religiões de Matriz Africana, entende que continua difícil separar a ligação do catolicismo com a religião afro. “Até mesmo babalorixás e yalorixás se casam fora dos terreiros. Essa ação nos ajuda a fortalecer a religião para que possamos reconhecer que somos de matriz africana com vários nomes, mas não precisamos recorrer a outras entidades religiosas para realizar a cerimônia de casamento”.

Para Marcio, a união matrimonial celebrada no candomblé aumenta a autoestima da população de terreiro e faz com que cada vez mais as pessoas busquem e reivindiquem seus direitos civis.
Isso nem sempre é fácil, em 2002, Gorete Dorneles Machado ficou viúva e tentou provar a validade de sua união com Renato Fernando Guedes, realizada num terreiro de Umbanda em 1983. Gorete solicitou a pensão pós-morte do marido ao INSS, mas ela foi negada. O motivo alegado foi que ela não tinha uma união estável.

Quando apresentou uma certidão de casamento emitida pela Federação de Cultos Afros, recebeu a informação de que ela não tinha validade. Foi preciso recorrer ao poder judiciário.
Com o apoio do babalorixá Dyba e da ONG CEERT (Centro de Estudos do Trabalho e Desigualdades), que luta pelos direitos da comunidade afro, a viúva percebeu que conseguira a ajuda necessária. O julgamento ocorreu na 8ª Vara Civil do TJ/RS e o resultado foi favorável à Gorete, por unanimidade.
“Daria um filme aquele julgamento, fiz a sustentação oral num tribunal repleto de pessoas de religião de matriz africana com atabaques, com as indumentárias, lutando por seus direitos. Pela primeira vez o judiciário brasileiro reconhecia a validade do casamento nas religiões de matriz africana, afirmando que o casamento no terreiro tem a mesma validade que o casamento na catedral, na mesquita, na sinagoga… ”, declara Hédio Silva Junior, diretor executivo da CEERT e advogado de Gorete na ocasião.
Embora não haja números oficiais, as associações que defendem os direitos das religiões afro-brasileiras acreditam que o número de casamentos cresce não só dentro dos terreiros, mas também dentro de igrejas católicas, que passaram a fazer referências ao candomblé.

Silvana Veríssimo integra o Conselho Nacional de Direitos da Mulher e é seguidora da religião afro. Em 2009, relembra, foi realizado no interior de São Paulo, um dos primeiros casamentos em um terreiro.
“Foi uma experiência maravilhosa, o terreiro encheu de gente, mesmo de não adeptos das religiões de matrizes africanas, que demonstraram o respeito pela religião e por seus adeptos. Compareceram tanto a família da noiva quanto do noivo. O casamento torna-se uma oportunidade para que as pessoas conheçam mais o funcionamento de um terreiro e isso faz com que quebre preconceitos por falta de conhecimento”, afirma.

A lei brasileira exige que alguns detalhes devam ser observados para que a cerimônia seja reconhecida:
● É válido o andamento da documentação antes ou depois da cerimônia. Quando posterior, o prazo é de 90 dias. Os documentos devem ser entregues no cartório que irá constituir a equiparação do casamento civil
● No lugar de um juiz de paz, a união é realizada por um sacerdote da religião. O templo deve estar regularizado, e o sacerdote constituído de poderes para exercer sua função.
● O terreiro deve ter o seu estatuto e atas, onde uma diretoria constituída reconhece o sacerdote como representante. A partir disso, nem o presidente da República pode dizer que não há a devida validade. O Estado não exige formação para o sacerdote religioso, mas tem que haver uma organização que o reconheça como autoridade.
● No terreiro também deve existir um livro de registros para a expedição de uma certidão, que posteriormente é levada pelos noivos ao cartório. Outro item é a presença de testemunhas na cerimônia
● A forma do ritual não é relevante na questão jurídica. O casamento tem as mesmas características que nas demais religiões e segue as mesmas questões de validade, ou seja, entre pessoas de sexos distintos e as que ainda não foram casadas.

Com informações Raça Brasil
http://noticias.gospelprime.com.br/aumenta-o-numero-de-casamentos-no-brasil-feitos-em-centro-de-umbanda-e-candomble/