sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Ariely Bonatti - Metade do Filho - Clip Exclusivo c/ Filme Rei Salomão

domingo, 23 de outubro de 2011

Desculpas vazias quanto ao dízimo



O dízimo é o recurso que Deus estabeleceu para o sustento de missionários, obreiros, aquisição de terrenos, compra de literatura, assistência social, bem como toda a manutenção e extensão da obra de Deus sobre a terra.
Se no judaísmo os adoradores traziam 10% de tudo o que recebiam para a manutenção da Casa de Deus e dos obreiros pobres, bem como para atender às necessidades dos pobres, muito agora, que a Igreja tem o compromisso de fazer discípulos de todas as nações.
Nesta reflexão, veremos algumas desculpas vazias quanto ao dízimo:


1) A primeira desculpa é a justificativa teológica – O dízimo é da lei. Sim, o dízimo é da lei, é antes da lei e também depois da lei. Ele existiu no sacerdócio de Melquisedeque, no sacerdócio levítico e no sacerdócio de Cristo. A graça vai sempre além da lei (Mt 23.23). Se a lei nos isenta do dízimo, então também nos isentará da justiça, da misericórdia e da fé, pois estas também são da lei. Ainda que o dízimo fosse uma prática exclusiva da lei, mesmo assim, deveríamos observá-lo, pois também o decálogo é da lei e nem por isso sentimo-nos desobrigados de obedecê-lo.

2) A segunda desculpa é a justificativa financeira – O que eu ganho não sobra. Dízimo não é sobra, é primícia. Deus não é Deus de sobra, de resto. A sobra nós damos para os animais domésticos. A ordem de Deus é: “Honra ao Senhor com as primícias da tua renda” (Pv 3.9). Os homens fiéis sempre separaram o melhor para Deus, ou seja as primícias (Ex 23.19; 1Cr 29.16; Ne 10.37). Se não formos fiéis, Deus não deixa sobrar. O profeta Ageu diz que o infiel recebe salário e o coloca num saco furado, vaza tudo. Hoje os cristãos gastam mais com cosmético do que com o Reino de Deus. Investem mais em coisas supérfluas do que com a salvação dos perdidos. Gastamos mais com aquilo que perece do que com a evangelização do mundo.

3) A terceira desculpa é a justificativa matemática: “Eu não entrego o dízimo, porque tem crente dizimista pobre”. Não basta apenas ser dizimista, é preciso ter motivação correta. É um ledo engano pensar que as bençãos de Deus limitam-se apenas às coisas materiais. As pessoas mais ricas e mais felizes do mundo foram aquelas que abriram mão do que não podiam reter, para ganhar o que não podiam perder. Dízimo não é barganha nem negócio com Deus. Precisamos servir a Deus por quem Ele É e não pelo que vamos receber em troca. Se o seu coração está no dinheiro, você ainda precisa ser convertido. Jesus disse que a vida de um homem não consiste nas riquezas que ele possui. Nada trouxemos para este mundo, nada levaremos dele. O máximo que o dinheiro pode oferecer ao homem é um rico enterro. Riqueza sem salvação é a mais consumada miséria.

4) A quarta desculpa é a justificativa sentimental: “Eu não sinto que devo entregar o dízimo”. Pagar o dízimo não é questão de sentimento, mas de obediência. O cristão vive pela fé e fé na Palavra. Não posso chegar diante diante do gerente e dizer que não sinto vontade de pagar a dívida no banco. Não posso encher o meu carrinho de compra no supermercado e depois dizer para o caixa: “eu não sinto vontade de pagar essa dívida”. Apropriar-se do dízimo é desonestidade, é roubo, é subtrair o que não nos pertence.

5) A quinta desculpa é a justificativa da consciência: “Eu não sou dizimista, mas dou oferta”. Dízimo é dívida, oferta é presente. Primeiro, você paga a dívida, depois dá o presente. Não posso ser honesto com uma pessoa, se devo a ela dois mil reais, e chego com um presente de seiscentos reais, visando, com isso, liquidar a dívida. Não podemos subornar a Deus. Ele não pode ser comprado nem enganado. Deus requer fidelidade.

Nele, Pr Marcelo Oliveira



Bibliografia: Baldwin, Joyce. Ageu, Zacarias e Malaquias. Ed. Vida Nova

Filho, Isaltino Gomes. Malaquias, nosso contemporâneo. Ed. Juerp

Lopes, Hernandes Dias. Malaquias. Ed. Hagnos


Fonte: http://www.davarelohim.com.br

PARA AS PESSOAS QUE ACHAM QUE ESTÃO SOZINHAS!!! Antônia Gomes-Eu vou seguir em frente

Morre menina ignorada após atropelamento na China





Uma menina que foi atropelada por dois veículos na China e ignorada por 18 pessoas que passaram a seu lado morreu em decorrência dos ferimentos.




O hospital onde Yue Yue, de dois anos, estava internada disse que ela sofreu falência múltipla dos órgãos. Imagens divulgadas pela TV chinesa mostraram a menina sangrando, desmaiada, em uma rua movimentada da cidade de Foshan e causaram choque e revolta no país.


As imagens, captadas por uma câmera de segurança no local, registraram o momento em que a menina caminhava pelo mercado, antes de ser atingida por um furgão.


O furgão para por um momento, mas continua sem dar assistência à menina, que fica caída no chão. Ao longo de sete minutos, ela é ignorada por 18 pessoas que passam pelo local e ainda é atropelada por um segundo veículo. A menina foi finalmente resgatada por uma catadora de lixo e levada a um hospital, gravemente ferida.


Sua situação chegou a se estabilizar, mas os médicos já haviam diagnosticado morte cerebral. A polícia prendeu os motoristas dos veículos, que disseram não ter visto a menina. Os pais da menina são proprietários de uma loja no mercado. Segundo o jornal chinês China Daily, a menina teria se afastado da mãe enquanto ela ia a uma lavanderia.


Internet


O caso, que ocorreu na quinta-feira da semana passada, provocou milhões de mensagens e discussões na internet na China e ao redor do mundo. Muitas delas questionam os valores morais dos chineses. "A sociedade está seriamente doente. Nem mesmo gatos e cachorros deveriam ser tratados dessa maneira", diz um comentário no microblog chinês Weibo.


Outros comentários sugeriram que os transeuntes temeriam ser responsabilizados pelo ocorrido se ajudassem a menina. Eles citam o caso de um homem que tentou ajudar uma idosa que sofreu um tombo e acabou sendo processado, aparentemente porque sua intervenção teria violado as regras do governo sobre como lidar com vítimas de acidentes.


Mudança de lei


Depois do caso de Yue Yue, o governo da província de Guangdong, sul da China, está discutindo a introdução de uma lei que tentaria forçar a solidariedade ao obrigar as pessoas a ajudar outras em situação de sofrimento.


Segundo o correspondente da BBC em Pequim, Michael Bristow, a discussão da medida mostra o nível de indignação que o caso gerou na China, mas pesquisas de opinião online sugerem que a maioria é contra a introdução da lei.


As organizações em Guangdong também estão buscando outras formas de estimular as pessoas a agir com mais compaixão em situações de emergência. O comitê jurídico e de governo da província está usando sua página de microblogging para reunir opiniões sobre como "guiar atos de coragem para causas justas" e promover a "moral social".


Assista ao vídeo:







BBC/ ULTIMO SEGUNDO