sábado, 22 de outubro de 2011

Pastor Marco Feliciano faz homenagem a Xuxa e a Ministra dos Direitos Humanos em discurso na Câmara


O Pastor e Deputado Federal Marco Feliciano, homenageou a apresentadora Xuxa Meneghel e a Ministra da Secretaria dos Direitos Humanos Maria do Rosário, em sessão da Câmara dos Deputados, ontem, 20/10/2011.
Feliciano fez uso da tribuna para discursar ressaltando a assinatura de um acordo entre Xuxa e a Ministra Maria do Rosário, no Rio de Janeiro, para o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo.
A assinatura do documento que combate o chamado “turismo sexual” aconteceu no “39º Congresso Brasileiro de Agências de Viagens”. O Pastor afirmou ainda que “é de conhecimento geral que as vítimas… se sujeitam a tal situação por extrema necessidade”.
Leia abaixo a íntegra do discurso do Deputado, publicada em seu site:


Senhor Presidente,

Senhoras e Senhores Deputados.


Uso desta tribuna para parabenizar a Ministra da Secretaria dos Direitos Humanos, Maria do Rosário e a apresentadora da Rede Globo, Xuxa Meneghel, pela assinatura nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro, do pacto de Enfrentamento à Exploração Sexual de crianças e adolescentes no Turismo.


O ato deu-se durante o 39º Congresso Brasileiro de Agências de Viagens. O tema central da edição deste ano desse congresso é “Brasil bem sucedido, novas oportunidades e atitudes para o Turismo”. Congratulo-me com iniciativas desse tipo, que coloca nosso País no rol de nações que se preocupam em combater o chamado turismo sexual que tanto macula nossa imagem no exterior.


É de conhecimento geral que as vitimas de tais abusos são crianças e adolescentes, frutos de famílias que vivem em extrema pobreza e que se sujeitam a tal situação por extrema necessidade.


Concomitantemente com tal programa também devemos como homens e mulheres que militamos na vida pública procurar meios para amparar esses jovens e suas respectivas famílias, com efetiva política de integração social, aproveitando os programas já em curso do governo Federal e aprimorando para não como paliativo, mas para solução definitiva desse flagelo social que é a exploração sexual.


Finalizo pedindo a Deus que abençoe a todos que não medem esforços para minorar o sofrimento desses nossos irmãos mais necessitados.






Fonte: Gospel+

Bactéria pode ter causado a quinta morte no Distrito Federal


Um pastor, de 54 anos, morreu no último dia 15 no Hospital de Taguatinga. 
Vítima foi levada para hospital depois de ter cortado dedo em pescaria.






A bactéria Streptococcus pyogenes pode ter feito a quinta vítima no Distrito Federal. Um pastor, de 54 anos, morreu no último dia 15 no Hospital Regional de Taguatinga. Ele foi levado para o hospital depois de ter cortado o dedo durante uma pescaria.




O ferimento evoluiu para a necrose do dedo e o pastor acabou morrendo. Parentes da vítima disseram que ninguém soube explicar as causas da complicação. Eles disseram que a informação que tiveram é que a bactéria Streptococcus pyogenes pode ter levado o pastor à morte.

A Secretaria de Saúde confirmou a informação e disse que o Laboratório Central de Saúde Pública está analisando os exames. A secretaria informou que em até 30 dias o laudo deve ser concluído.

A secretaria reforçou que não há risco de epidemia ou surto da bactéria no DF.




g1.com

Famosa funkeira Perlla se converte ao cristianismo e abandona carreira secular


A cantora e funkeira Perlla abandonou a carreira por um pedido do marido, o músico evangélico Cassio Castinhol. Segundo informações do jornal Extra, Cassio teria dito à cantora para abandonar a carreira no funk: “Ou sua carreira, ou eu”.
“Funk é coisa do demônio, não coisa de Deus”. Com afirmações como essa Cassio convenceu Perlla a abandonar o funk e já ajuda sua esposa a planejar uma carreira gospel. Ainda segundo o jornal, quando Cassio ia aos shows de Perlla, ele ficava orando.
Perlla, que está grávida do primeiro filho, Calebe, e dará à luz em Dezembro. Ela ainda faz algumas apresentações de funk, devido a contratos já assinados, porém não tem demonstrado muita empolgação durante os shows. A cantora demitiu sua assessoria de imprensa justamente por causa de sua intenção de abandonar a carreira do funk.
Recentemente, foram divulgados vídeos da cantora em um culto, cantando músicas gospel ao lado de seu marido. Os vídeos foram gravados na Igreja Batista Oliveira Verdadeira.
Assista aos vídeos da cantora:
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A verdade sobre símbolos religiosos, tatuagem e piercing


Livreto Ferramenta - Combatendo Seitas e Heresias II - pgs.: 33, 34 e 35
Vivemos uma época permeada por símbolos, enraizados no ocultismo e em crenças pagãs da antiguidade. Transmitem mensagens e imprimem padrões comportamentais. Confronte-os com a Bíblia

SÍMBOLOS DA NOVA ERA

O grego symbállein dá a idéia de reunir realidades: "Se o símbolo se identificar completamente com aquilo que representa ele será adorado, como no caso da cruz."

Analise alguns à luz da Bíblia:

1. Arco-íris pela metade - pretende ligar o homem a Lúcifer.

Conduz ao inferno (Is 14.12-15; Ap 20.1-3, 10; Ez 28.11-19; Lc 10.18)

2. Fitas entrelaçadas - união infinita amarrada às forças cósmicas.

O cosmos será destruído (Is 24.19-20; 51.6-8; II Pe 3.7,10,12; Ef 1.10)

3. Yin Yang - coexistência pacífica, equilibrada entre o bem e o mal.

O bem está acima do mal (Lc 10.18; Is 5.20, 24; 1 Ts 5.4-11; 1 Jo 1.5)

4. Urano - rege a harmonia da pessoa com a mente universal aquariana.

A consulta aos astros leva à ruína (Is 47.13-14; Jr 8.2; Dt 17.2-5)

5. O olho da pirâmide - representação da divindade sobre a terra.

É abominação (Ez 20.7; 30.13; Is 19.3; 31.1-3; 2.12-18; Jr 43.12-13)

6. Cruz de Nero - pé de galinha (logo do movimento hippie), símbolo da paz sem Cristo.

Temos paz em Cristo (Jo 14.27;16.33; Is 9. 6; Fp 4. 7; CI 1.20; Rm 14.17)

7. Estrela de seis pontas - simboliza a evolução e involução.

Não há reencarnação (Hb 9.27; Jo 11.25, 26; 5.24; IJo 5.11-13) "'


CAMISETAS, ADESIVOS, TÉNIS E BONÉS COM SÍMBOLOS

1. Desenho de escorpião, serpentes e dragões (Lc 10.18-19; Ap 20.2)

2. Figuras egípcias (Ez 20.7; 30.13; Is 19.3; 31.1-3; Jr 43.12-13; 44.8)

3. Formas sensuais (I Pe 2.16; Mt 5.28; Ef 5.3; Cl 3.5-6; Is 57.8 e 17)

4. Magos e figuras esotéricas (Ez 8.5-18;13.18-21;Is 57.1-13; Lv 19.31)

5. Estampas de astros e signos (Is 47.13-14; Jr 8.2; Dt 4.19; 17.2-5)

6. Expressão de anjos e demônios (Ex 20.4; I Co 10.20, 23; I Ts 5.1-11)

7. 666 e símbolos satânicos (Ap 16.13; Ap 19.20; I Cor 10.20)

8. Gestos obscenos e maliciosos (I Pe 2.16; Ef 4.31; Ti 3.3-4; I Ts 5.22)

9. Caveira, morte e trevas (Jo 10.10; 3.19-21; Lc 23.33; Ez 37.1-12)

10. Danças ritualísticas (Analise Cl 3.17; I Pe 1.15; II Pd 3.9-12)


O SIMBOLISMO E OS PERIGOS DA TATUAGEM

O Dicionário de Símbolos de J.E. Cirlot diz que "o simbolismo genérico engloba tatuagem e ornamentação como atividade cósmica, incluindo sentido sacrificial, místico e mágico. Veja alguns pontos:

1. A tatuagem pode ser um sinal de propriedade e pacto místico

No oriente (China, Japão), a tatuagem estava vinculada às divindades configuradas no símbolo. Os líbios tatuavam-se para a deusa Neit, os egípcios para Atargatis e na Síria para deuses diversos.

"Na antiguidade, a tatuagem associava-se ao culto dos deuses-demoníacos e era praticada durante ritos dedicados por feiticeiros. O sangue que brotava das feridas, o qual, segundo criam, levava consigo os espíritos malignos." "Dá idéia de consagração." O pacto era feito para se incorporar a entidade do desenho: escorpião, demônios (I Co 10.20-21)

2. A tatuagem pode identificar o grupo e ser usada como talismã.

Na Polinésia identificava o clã e a hierarquia. Na Europa do séc. XVII ela passou a ser propagada pelos marujos como talismã, distinguindo-os dos demais. A máfia japonesa, yakuza, surfistas, metaleiros, presidiários, fazem o mesmo. Os nazistas tatuavam judeus para ofenderem sua fé (I Co 3.16-17; 6.19-20; I Ts 5.5).

3. A tatuagem pode expressar anarquismo e rebeldia

A palavra tattoo, propagada por James Cook, refere-se ao som dos ossos finos usados na aplicação da tatuagem. A máquina elétrica foi patenteada por Samuel O'Relly em 1891, em Nova York, e chegou ao Brasil em 1959. A onda atual que inclui o piercing vem dos hippies e punks e da influência do rock pesado. Essa herança comunica rebeldia a Deus, à família e às autoridades. Defende a liberdade sexual e a Nova Era (Ef 5.6-13; I Ts 5.22; Cl 3.17; 2.6).


OS PERIGOS DA TATUAGEM E A BÍBLIA

Este estudo fala apenas da origem da tatuagem. Muitos a usam por razões próprias (I Co 8.9; Rm 14.12). Mas, há riscos de contrair o vírus HIV, hepatite, infecções bacterianas e virais. Se você fez a tatuagem sem orientação, a liderança da Igreja local lhe dirá como agir.

"... e escrita de tatuagem não porei em vós" (A Torá -tradução judaica). "Não façam cortes no corpo por causados mortos, nem tatuagens em si mesmos" (Lv 19.28 - NVI - Nova Versão Internacional da Bíblia).


O SIMBOLISMO E OS PERIGOS DO PIERCING 

A revista Época de 25/02/2002 aponta diversos perigos do piercing:

Língua - Pode provocar fendas nos dentes e infecção geral.

Sobrancelha - Inchaço e dor impedem a higienização correta do local e abre caminho para infecções.

Umbigo - A pele pode ficar irritada com reações alérgicas.

Nariz - Danifica os vasos sanguíneos e produz cicatrizes."'

Em Ex 21.6 perfurar a orelha simbolizava um pacto de escravidão. Roland de Vaux, ex-diretor da École Biblique de Jerusalém, diz:

"As leis antigas da Mesopotâmia presumem que o escravo seja marcado, como uma rês, com uma tatuagem, um estigma feito com ferro em brasa ou ainda com unia etiqueta presa a seu corpo (Dt 15.17). ...Sinal de identidade. como as tatuagens dos cultos helenísticos."


UM SINAL DE ESCRAVIDÃO

Deus aprovaria algo que chega a mutilar o templo do Espírito Santo? Veja o alerta que a Bíblia faz em I Cor 3.16-17. Existe a tese de que os locais mais perfurados estejam relacionados à salvação e que, como certos adornos, o piercing constitui uma tranca que aprisiona a alma (Ez 13.18-21). Um sinal visível de escravidão espiritual. Leia os textos abaixo, faça sua própria avaliação e tire suas conclusões:

1. Nariz - fôlego de vida (Gn 2.7; 7.22-24; Is 2.22, 42.5; Ec 3.19, 21)

2. Boca - confissão (Rm 10.8-9;IJo 1.9; Mt 15.18;21.16; Tg 3.10; Pv 21.23) 

3. Sobrancelhas (olhos) - mente (Mt 6.22-23; Ef 1.17-18, 4.18; II Co 4.4)

4. Orelha - ouvir e crer (Rm 10.14-18; Hb 3.15; Is 6.10; Jr 17.23; Ap 3.6) 

5. Umbigo (ventre) - sede da vida (Jo 7.38-39; 4.14; Fp 3.19; Rm 16.18)

Segundo a Clínica Mayo (EUA), numa pesquisa feita com 454 estudantes, um em cada dez usuários do piercing sofreu infecção. A Universidade de Yale informou que uma garota de 22 anos sofreu infecção no cérebro, causada por um piercing de língua. As bactérias da boca chegaram ao cérebro pelo sangue. Você sabia que a lei 9.828/97(SP) proíbe essa prática para menores e que A. La Vey, fundador da Igreja de Satanás, defendia a tatuagem e o piercing, por entender que são rejeitados em Lv 19.28 e Dt 14.1-2, e que certas tatuagens são propagandas do mal ?(Lc 10.18-20; 10.3; 20.2). O que você diz de Is 3.18-21,1 Cor 3.16.17; 6.19-20, Rm 12.1-2?


O CRISTÃO DEVE USAR PIERCING OU TATUAGEM?

O pluralismo corrói insidiosamente o cristianismo. Para muitos o piercing e a tatuagem é apenas uma questão cultural. Entretanto, "o Evangelho nunca é o hóspede da cultura; ele é sempre seu juiz e redentor," pois parte dela é demoníaca.'' O cristão está na
contramão (Tg 4.4; I Jo 2.15; Rm 12.1-2). Que prática você deve rejeitar?

1. Se traz escândalo ou fere a consciência alheia (Mt 18.7; Rm 14.21)

2. Se deforma a dignidade humana (II Cor 4.2;C13.17; I Cor 6.12)

3. Se a natureza da prática dá lugar à carne, envolve magia, ocultismo, idolatria, exploração, malignidade (Gl 5.13;Cl 3.17;IPd 1.14-25)

4. Se apresenta alguma aparência do mal (I Ts 5.22; Ef 5.8; Mt 5.13-16)

5. Se viola a autoridade dos pais, pastor, governo (Rm 13.2; Tt 1.9-10)

6. Se traz dúvidas ao coração ou à consciência (Rm 14.22; I Jo 3.20)

7. Se não traz edificação ou a glória de Deus (I Cor 6.19-20; 10.23)

Para J.R. Stott "somos diferentes de tudo no mundo que não é cristão e esta contra-cultura cristã é a vida do Reino de Deus." Por fim, H.R. Niebuhr apresenta Cristo como o transformador da cultura.


É VERDADE QUE A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS? 

A Moda, a Liberdade e a Cultura da Imagem

Fausto Rocha responde: A voz do povo não é a voz de Deus" Foi o povo que gritou: Fora com este (Jesus). Crucifica-o! (Lc 23.18-23) Não é porque bilhões de moscas visitam o lixo diariamente que você fará o mesmo. A realidade virtual explorada nos veículos culturais (TV, internet, cinema e a arte), comandada por inteligência artificial transformou-se na própria cultura. Dita a moda, valores e padrão de vida, aversos a Deus. As perguntas abaixo guiarão você:

1. Isto prejudicará outros ou fará mal ao meu corpo? (I Cor 8.9-13)

2. Em meu lugar, o que faria Jesus? (I Pd 2.21;1 Jo 2.6;C12.6;Jo 13.15)

3. Posso testemunhar da minha fé enquanto faço isso? (I Pd 3.15)

4. Minha consciência terá paz se eu fizer assim? (ITm 1.19;1 Jo 3.10)

5. Meu pastor está de acordo com essa atitude? (Hb 13.7,17; Rm 13.2)

Conforme a confissão de Westminster, "Todo o conselho de Deus concernente a todas as coisas necessárias para a glória Dele e para a salvação, fé e vida do homem, ou é expressamente declarado na Escritura ou pode ser lógica e claramente deduzido dela."http://www.jesussite.com.br

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Igreja é acusada de orientar fieis a trocarem medicação contra AIDS por água ungida


Uma igreja de Londres está oferecendo água ungida para fieis que são portadores do vírus HIV com a promessa de que eles serão curados. As autoridades inglesas estão atentas ao caso, pois foram registradas mortes de pacientes que pararam de tomar suas medicações sob orientação dos líderes religiosos.
“Eu tenho uma amiga que procurou um pastor. Ele recomendou que minha amiga parasse de tomar a medicação, que Deus iria curá-la. Ela acreditou nisso, parou de tomar a medicação e acabou falecendo”, conta a nigeriana Jane Iwu, 48 anos e portadora do vírus HIV.
Segundo a BBC, o ex-ministro da Saúde da Inglaterra, Sr. Lord Flower se manifestou contra esse tipo de orientação. “É simplesmente errado, é um mal que deve ser combatido”, afirmou Flower, que nos anos 80 coordenou uma campanha de prevenção contra a AIDS.
Jane Anderson, diretor do Centro para o Estudo da Saúde Sexual e HIV, conta que tratou uma pessoa soropositiva que faleceu pois tinha resolvido seguir os conselhos de um pastor e havia parado de tomar a medicação: “Eu só vi isso uma vez, mas sei que tem acontecido”.
O Chefe do Comitê Africano de Política de Saúde, Francis Kaikumba, afirma que existem diversas igrejas em Londres que oferecem a oração que “cura todas as doenças”.
A principal suspeita recai sobre a Igreja Sinagoga de Todas as Nações, sediada na Nigéria, mas com templos em diversas regiões do Reino Unido. No site da filial da igreja em Londres, há uma seção chamada “Fila de Oração”, onde a igreja solicita aos fiéis que levem exames médicos para que a cura seja comprovada: ”Se você tem um problema de saúde, é importante trazer um relatório médico para fins de registro e testemunho”. A igreja ressalta os testemunhos de pessoas que alegam terem sido curadas de diversas doenças, como artrite, asma, esquizofrenia, além da própria AIDS, após receberem a “água ungida”.
“Disseram que qualquer doença pode ser curada através da oração, inclusive o HIV”, contou Mary Buhari, de 44 anos, que certa vez ligou para a igreja e falou com um atendente. Porém, quando a reportagem questionou o porta-voz sobre o relato, ele afirmou que “nós não curamos. Deus é quem cura. Não há doença que Deus não possa curar. Mas nós não pedimos às pessoas que parem de tomar a medicação”.
Em nota recente, o Comitê para Conscientização sobre HIV da Câmara dos Lordes afirmou que é importante a parceria com líderes religiosos: “É essencial que líderes religiosos se envolvam com o problema do HIV e ofereçam um apoio eficaz e verdadeiro para tratarmos desse assunto”. As autoridades ainda investigam se as igrejas orientam ou não os fiéis para que parem de tomar suas medicações antirretrovirais.
Fonte: Gospel+

Para você os mórmons podem ser classificados como Cristãos? Maioria dos Pastores acreditam que não


A LifeWay Research, afiliada com a Covenção Batista do Sul, divulgou uma pesquisa no domingo perguntando aos pastores protestantes americanos se eles concordam com a afirmação, “eu pessoalmente considero que os Mórmons (Igreja dos Santos dos últimos Dias) são Cristãos”.
Três quartos ou 75 por cento discordaram com a afirmação, incluindo 60 por cento que fortemente descorda e 15 por cento que discordam parcialmente. Somente 11 por cento concordaram parcialmente, 6 por cento concordaram e 9 por cento não sabiam.
Ed Stetzer, presidente da LifeWay Research, disse em um comunicado, “Uma pessoa pode respeitar um grupo religioso e até mesmo apreciar o seu compromisso com os valores morais sem igualar suas crenças com a ortodoxia cristã”.
A pesquisa foi lançada na esteira de uma polêmica que surgiu quando o Pastor Robert Jeffress disse na Reunião da Cúpula de Valores do Eleitor que o mormonismo é um “culto”. Jeffress fez um comentário no evento onde os candidatos à presidência do Partido Republicano Mitt Romey, um mórmon, estava participando.
Jeffress apoia a campanha do governador do Texas Rick Perry, dizendo a Jim Acosta da CNN, “Eu acho que Mitt Romey é bom, homem de moral, mas eu acho que aqueles de nós que são seguidores de Cristo, nascidos novamente devem sempre preferir um competente Cristão do que um não Cristão como Mitt Romey”.
A questão de se os Mórmons são Cristãos é mais do que um problema nessa eleição porque não somente um, mas dois candidatos à presidência do Partido Republicano são Mórmons. Além de Romey, o ex-governador de Utah, John Hunstaman também é um Mórmon.
Uma pesquisa da Gallup no início deste ano encontrou que 76 por cento dos americanos disseram que votariam em uma pessoa bem-qualificada, que passe a ser um Mórmon para presidente.
Mas na mesma pesquisa, foi dado ao público outras opções hipotéticas sobre se eles votariam em um negro, católico, batista, judeu ou hispano para presidente; todos esses grupos tiveram melhor qualificação do que um Mórmon para presidente. As duas categorias que foram piores foram para gays, lésbicas e ateus para presidentes.
De acordo com o estudo de 2009 pela Pew Research Center, os Mórmons compõem 1,7 por cento da população adulta dos EUA. Comparado a isto, os protestantes evangélicos representam 26 por cento e católicos romanos representam 24 por cento da população. Utah é o estado com a maior população de Mórmon, com 56 por cento da população geral. Além de Romey e Huntsman, outros Mórmons nos EUA incluem o Líder da Maioria do Senado dos EUA, Harry Reid e Glenn Beck, apresentador conservador de talk show.
A pesquisa LifeWay Research foi conduzida por telefone de 7 a 14 de outubro, 2010.
gospelmais

Dia da Vida: Evangélicos farão evangelismo durante o feriado do dia de finados


Dia 02 de novembro – Dia de Finados: Enquanto muitos estarão chorando por aqueles que já partiram, evangélicos de todo o País estarão proclamando o Dia da Vida. O Projeto 2.11, como também é chamado, foi idealizado pelo pastor Maycon Barroco, da Igreja do Reino, em Cabo Frio (RJ).
De acordo com o pastor Maycon, o Projeto 2.11 surgiu depois de um momento de oração. Segundo ele, o Senhor o direcionou a criar o projeto e lhe mostrou a data específica e seu significado. “Enquanto muitos estarão lamentando pela perda e pela morte, nós apresentaremos Jesus Cristo, o Autor da Vida”, declara.
Segundo o pastor, o Dia da Vida será uma manifestação para o avanço da obra evangelística no Brasil. “Imagine como seria se todas as igrejas evangélicas do Brasil fossem para as ruas proclamar o Reino de Deus num único dia? Oro e creio na unidade da Igreja de Cristo!”.
E a mobilização já tem sido grande. Centenas de igrejas em todo o País já estão se mobilizando para o Projeto 2.11 e se cadastrando através do site que foi criado para divulgar o Projeto. “Fiquei surpreso e feliz com a aceitação das igrejas. Creio que a igreja está entendendo que o evangelismo não é uma sugestão, mas sim, um mandamento de Jesus Cristo expressado na Grande Comissão”, lembra o pastor, citando Mt 28.19-20.
Pastor Maycon afirma que o objetivo deste primeiro ano é alcançar 800 mil vidas. “Sei que não vamos alcançar todas as igrejas do Brasil, mas acreditamos que para muitas será um despertamento na área evangelística. Esse projeto é um desafio de evangelização e unidade da Igreja de Cristo. Estamos vivendo dias maus, mas precisamos enxergar como Jesus enxergou quando disse: ´Vejam os campos, eles estão brancos, prontos para a ceifa´. Amados, o povo está sedento e faminto pela Palavra da Verdade. Deus não quer mais usar mulas e pedras. Ele quer usar a minha e a sua vida para uma transformação relevante nesses dias. Deixo esse desafio a vocês, no dia 02 de novembro de 2011 vamos para as ruas proclamar a Palavra de Deus e levar vida aos que estão mortos”, conclama pastor Maycon.
Fonte: Creio / GOSPEL+

Festival Promessas será exibido dia 18 de dezembro como especial de fim de ano da Globo


Acontecerá no dia 10 de dezembro no Aterro do Flamengo a gravação doFestival Promessas, evento promovido pela Rede Globo, que contará com a presença de grandes nomes da música gospel como Diante do Trono, David Sacer, Fernanda Brum, Fernandinho, Regis Danese, Damares, Ludmila, Pregador Luo e Eyshila. O programa será exibido em rede nacional pela Globo no dia 18 de dezembro como parte da programação de fim de ano da emissora.
Segundo o diretor de núcleo da Rede Globo, Luiz Gleisler, o gênero gospel já está nos principais programas da emissora como Doming~]ao do Faustão e TV Xuxa mas o objetivo do festival é “mostrar um arco mais abrangente da diversidade e força dessa música aos nossos telespectadores.
O festival será exibido na programação da Rede Globo no dia 18 de Dezembro como uma das atrações de fim de ano da emissora.
O site da Rede Globo destacou o Festival Promessas e trouxe um perfil de cada um dos cantores e ministérios que estarão presentes. Confira abaixo:
Damares
Reconhecida no Brasil e no exterior. Em 13 anos de carreira, gravou sete CDs e um DVD e tem em seu currículo dois discos de ouro, um de platina e um de platina duplo. Ganhadora do “Trofeu Talento” como cantora Revelação 2008, seu penúltimo CD “Apocalipse” foi um marco em sua carreira, com mais de 600 mil cópias vendidas.
Davi Sacer
A partir dos ensinamentos recebidos de seus pais, Davi Sacer começou a sua carreira musical aos oito anos. Aos 17 anos ingressou na JOCUM (Jovens com Uma Missão), onde participou da gravação do CD “Minha Porção”. No final de 2008, lançou o seu primeiro CD solo chamado “Deus não Falhará”. No ano passado lançou seu segundo CD solo, Confio em Ti, e em maio deste ano assinou com a gravadora Som Livre.
Diante do Trono
Criado em 1997, o Diante do Trono tornou-se referência musical não só entre os evangélicos, como também entre adeptos de outras religiões. Um dos mais bem sucedidos da história da música nacional, o grupo já vendeu mais de 10 milhões de CDs e mais de 2 milhões de DVDs, levando-os a serem equiparados a grandes nomes da música nacional.
Eyshila
A cantora nasceu em Fortaleza. Com as influências do pai evangelista e da mãe cantora, ela conta com 15 anos de carreira solo e figura como uma das mais importantes cantoras gospel, com oito CDs solos, um em espanhol, sete com o grupo Voices e dois com Fernanda Brum, no projeto Amigas, além de duas indicações ao Grammy Latino.
Fernanda Brum. Dona de uma bela voz grave – timbre pouco explorado no mercado gospel –, Fernanda se entrega a cada interpretação com liberdade. Com muita autenticidade, a cantora é uma das mais queridas e populares do segmento, com mais de quatro milhões de álbuns vendidos em 16 anos de carreira. Seu mais recente álbum, Glória, conquistou disco de ouro em menos de um mês. Foi indicada ao Grammy Latino 2008, com o CD “Cura-me”.
Fernandinho
Fernando Jerônimo dos Santos Junior nasceu em Aracaju. Aos 15 anos mudou-se para o Rio de Janeiro, onde frequenta até hoje a 2° Igreja Batista, em Campos dos Goytacazes. O cantor possui sete álbuns que já venderam milhares de cópias e as suas canções estão entre as favoritas em muitas rádios Cristãs. A música de Fernandinho possui toques bem agitados e muito violão.
Ludmila Ferber
Grande referência no mundo gospel. Autora de fortes canções, ao longo da carreira que está completando 17 anos, a Pastora soma 14 CDs solos, além de diversas participações em outros trabalhos. Como compositora, tem suas canções emplacadas, tanto em seus próprios trabalhos como no de muitos cantores evangélicos que as solicitam.
Pregador Luo
O rapper é líder e fundador do grupo Apocalipse 16 e proprietário do selo independente 7 Taças, pelo qual lançou seus treze títulos. Tem 20 anos de carreira, sendo 15 com o Apocalipse 16. É responsável por temas de entrada dos principais atletas de MMA em campeonatos nos EUA (UFC), Europa e Japão, como Anderson Silva, Vitor Belfort, Maurício Shogun, Lyoto Machida e Rogério Minotouro. Já contou com colaborações de diversos artistas em seus álbuns, entre eles Chorão do “Charlie Brown Jr”, Simoninha, Exaltasamba e Racionais MC’s.
Regis Danese
Um dos maiores cantores de música gospel brasileira. Seu álbum intitulado “Compromisso” já vendeu mais de um milhão de cópias. Foi o único artista de música gospel a ficar em primeiro lugar em rádios e TVs seculares de todo o Brasil, um fato inédito para a música gospel. Regis foi indicado ao Grammy Latino 2009 na categoria Melhor Álbum Cristão em Português.
Fonte: Gospel+
Com informações de Rede Globo

Filme que será lançado em 2012 mostra pastor evangélico e ex-prostituta em um triângulo amoroso


Um filme que tem a estréia prevista para 2012, com a atriz Camila Pitanga, promete ser polêmico. “Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios” mostra um triângulo amoroso entre uma ex-prostituta, um Pastor e um fotógrafo, na Amazônia.
O filme é baseado no livro de mesmo nome, e foi exibido recentemente no Festival do Rio. Camila Pitanga vive a ex-prostituta Lavínia, uma mulher casada com um Pastor evangélico que desenvolve um trabalho social e que a tirou das drogas. Na história, Lavínia se envolve com um fotógrafo que está de passagem pelo interior do Pará.
Segundo o site Cinema em Cena, o pai da atriz, Antonio Pitanga, não vê problemas nas cenas sensuais protagonizadas pela filha. “Já tinha feito novela e teatro com ela e é sempre emocionante. Não vejo as cenas sensuais como nudez”, afirma o Pitanga, que também é ator e fez uma participação no filme como um Pastor. Antonio Pitanga é casado com a ex-governadora do Rio de Janeiro, Benedita da Silva, que é evangélica.
O autor do livro que deu origem ao filme, Marçal de Aquino, conta que a história passa por temas como machismo e homossexualidade, com diálogos feitos para causar reflexão e despertar o erotismo. “É uma história amorosa/sexual, e o filme traduz isso à perfeição com os atores. O livro é marcado por esses encontros físicos da personagem. É um triângulo amoroso inusitado” afirma Aquino.
Fonte: Gospel+

Cantora mirim se recusa a cantar música secular em programa de TV e vira destaque na internet


O Programa Raul Gil, famoso por dar espaço a novos talentos, foi palco para uma cena inusitada: a cantora mirim Milena, que é cristã, se recusou a cantar e dançar a música “Rebolation” do grupo de axé Parangolé.
No vídeo, o apresentador pede à menina que cante a música junto às outras artistas mirins que estão no palco. “Essa eu não posso. Não é de Jesus. Sabe o que eu posso cantar Raul Gil? Eu só canto música gospel”, afirma Milena, para delírio do auditório.
Raul Gil ainda tentou convencer a menina, convidando uma dançarina, porém, ao ver a cena, Milena permanece irredutível: “Olha como ela rebola”. Quando a dançarina inicia a coreografia, Milena se desespera: “Não, ela vai ser castigada!”. A dançarina sorri e pede a Milena que ore por sua vida: “ore pela minha vida, Papai do céu cuida de todos nós. O rebolation não tem nenhum problema não, é só divertimento, curtição”. Para que a menina não fique tão impressionada, Raul Gil encerra o episódio: “não fique triste, fique feliz, ela vai pro céu”.
Segundo o site AdonaiNews, as músicas de duplo sentido atraem as crianças por suas coreografias. Porém, mesmo sem saber, as crianças acabam sendo encaminhadas para uma iniciação sexual precoce. Psicopedagogos e psicólogos já se manifestaram contra esse tipo de música para criaças, por serem inadequadas.
Fernanda Petrucci, 28 anos, tem um filho na mesma idade de Milena e o convenceu de que ele não deve músicas de duplo sentido. “Acho que esse tipo de letra acaba influenciando as crianças a coisas erradas, até a falar errado pra ser mais precisa. Quando digo coisas erradas, são músicas com apologia ao mau-caratismo, a não trabalhar, a exposição ao sexo, essas coisas”, afirma Fernanda.
Assista:

Fonte: Gospel+

terça-feira, 18 de outubro de 2011

STF reconhece relação homoafetiva de funcionários


São Paulo - Funcionários do Supremo Tribunal Federal (STF) que mantêm relacionamento homoafetivo já podem requerer o reconhecimento da união estável. Uma instrução normativa baixada em agosto pela Corte considera como entidade familiar casais heterossexual e homossexuais.
Ao solicitar benefícios, o servidor deve comprovar que tem uma convivência pública, contínua e duradoura. Para tanto, precisa apresentar uma declaração, os documentos do companheiro e pelo menos três provas do relacionamento, que podem ser a declaração conjunta de Imposto de Renda (IR), a comprovação de residência em comum por período igual ou superior a três anos e a prova da existência de uma conta bancária conjunta.
Entre os direitos garantidos está a pensão vitalícia em caso de morte do servidor do STF. Mas esse benefício somente será concedido ao companheiro do funcionário falecido se houver uma expressa manifestação de vontade nesse sentido.
A instrução normativa foi baseada na Constituição, em leis e num julgamento ocorrido em maio no qual o plenário do STF reconheceu a união estável para casais do mesmo sexo. A decisão foi tomada durante a votação de ações movidas pela Procuradoria Geral da República e pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.

Pr. Silas Malafaia - "Ânimo, o agente ativador do ser"

TENHA ÂNIMO IRMÃOS  E PERSEVEREM EM CRISTO JESUS!!!

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Divulgação do blog Desafiando Limites.

domingo, 16 de outubro de 2011

Entrevista: 'Nunca imaginei conseguir perdoar quem tentou me matar'

Sobrevivente do genocídio de Ruanda, em 1994, Immaculée Ilibagiza conta ao site de VEJA como superou o trauma de perder a família da maneira mais trágica 

Immaculée Ilibagiza, sobrevivente do genocídio em Ruanda, durante palestra sobre o livro "Sobrevivi para Contar" no teatro Tuca, São Paulo
Immaculée Ilibagiza: seu sobrenome significa 'bela e brilhante de corpo e alma'
"O pior mesmo era não saber o que viria amanhã. A dor no espírito é que me fazia mal. A imaginação fértil de como teriam matado meus pais e irmãos e poderiam me matar a qualquer momento. O sentimento de que a morte podia chegar a qualquer momento. De não estar em paz em um só minuto."
Um dos menores e mais pobres países da África, Ruanda já esteve entre os mais densamente povoados do continente. Lá, cada membro de uma família tinha sobrenome diferente, que refletia os sentimentos do pai e da mãe ao ver pela primeira vez o bebê. Na língua nativa, kinyarwanda, o de Immaculée Ilibagiza significa "bela e brilhante de corpo e alma". Nascida em 1972, em Kibuye, uma província da Ruanda Ocidental, Immaculée era filha de católicos fervorosos, que faziam de tudo para poupá-la das mazelas do mundo. Por isso, até entrar para a escola, não tinha consciência de que as pessoas pertenciam a grupos e raças diferentes. Jamais havia escutado palavras como tutsi, hutu e twas - as tribos que povoavam sua aldeia, Mataba, e todo o país. A maioria era hutu, uma minoria, tutsi, e um número insignificante, twas. Só mais tarde ela compreendeu que os colonizadores alemães - e depois os belgas, que os substituíram - tinham convertido a estrutura social local. A antiga monarquia de reis tutsis, que por séculos zelou pela paz e harmonia, tornara-se um sistema discriminatório de classes. Mas na casa de Immaculée era diferente. Qualquer um era bem-vindo, independentemente de raça, religião ou tribo. Afinal, hutus e tutsis falavam o mesmo idioma e tinham toda uma história em comum. As culturas também tinham muitos pontos em comum: cantavam as mesmas canções, cultivavam a mesma terra, frequentavam as mesmas igrejas e cultuavam o mesmo Deus. Viviam nas mesmas aldeias, ruas e, ocasionalmente, nas mesmas casas. Até que, na década de 1990, essa convivência pacífica foi destruída.
Immaculée Ilibagiza era da tribo tutsi e tinha 22 anos quando sobreviveu a um massacre de proporções que ninguém podia prever (relembre o genocídio de 1994 no quadro abaixo). Em plena comemoração da Páscoa, ela passava férias na casa dos pais e viu dali sua família se separar para sempre. Vizinhos, colegas de escola e até amigos próximos hutus se transformaram em caçadores, treinados para matar a qualquer custo e torturar todos os tutsis que encontrassem pela frente. Assim, conflitos étnicos ancestrais culminaram em um verdadeiro holocausto que deixou quase de 1 milhão de mortos, em ataques de violência brutal. A mãe de Immaculée, Rose, foi uma das primeiras a morrer. Ela estava escondida no quintal de uma vizinha quando percebeu que alguém seria morto ali perto. Pensando se tratar de um de seus filhos, saiu pela rua gritando: "Não matem Damascene". Mas ele não era a vítima, e ela passou a ser perseguida. Disseram-lhe que se desse dinheiro, a deixariam em paz. Ela concordou e foi pedir ajuda a uma amiga hutu, que não só a expulsou como pediu aos assassinos que a matassem na rua para que não sujassem seu quintal. Outros familiares de Immaculée também foram alvo de traição. Seu pai, por exemplo, foi pedir ajuda a um funcionário do governo - que ele acreditava ainda ser seu amigo - para um local onde milhares de refugiados não comiam havia dias. O hutu, porém, chamou-o de idiota e mandou os soldados arrastá-lo para fora. Foi fuzilado. Dos três irmãos, apenas um sobreviveu, Aimable, que estava estudando no Senegal.


Esconderijo e fuga - Immaculée conseguiu asilo na casa de um generoso pastor hutu. Para se esconder, compartilhou um pequeno banheiro de 1,5 por 1 metro com outras sete mulheres. Elas se comunicavam em silêncio, por sinais, e mal conseguiam se mover. Dali, escutava transmissões de rádio em que as próprias autoridades do governo declaravam: "Quando todos os tutsis estiverem mortos, vai ser como se nunca tivessem existido". Depois de seus pais e irmãos, Immaculée seria a próxima vítima. "Eram muitas vozes, muitos assassinos. Eu podia vê-los com os olhos da mente: meus amigos e vizinhos, que sempre me haviam recebido com amor e bondade, andavam pela casa munidos de lanças e facões e chamavam por meu nome", recorda ela, que conta detalhes de como conseguiu se salvar no livro Sobrevivi para Contar (Editora Fontanar), escrito em parceria com o jornalista americano Steve Erwin e traduzido para 27 idiomas.
Hoje, vive nos Estados Unidos com o marido e os dois filhos, e direciona seus esforços à organização que criou, Fundação Ilibagiza, para amparar sobreviventes de guerras e genocídios. Também faz palestras pelo mundo contando sua experiência e exaltando sua fé - que, segundo ela, a ajudou a superar os traumas que a tragédia marcou em sua vida. Esta semana, esteve no Brasil. Com uma imagem delicada e deslumbrante ao mesmo tempo - vestida de longo verde claro e levemente brilhante, unhas vermelhas, cabelos alisados e anéis em vários dedos -, entrou no Teatro Tuca de São Paulo, superlotado. Ouvia-se do público frase como: "Foi a fé dela que fez com que as coisas se transformassem para o bem". Ao falar sobre o genocídio, sua voz vacila, mas ela não cai no choro. Fica grande parte do tempo com um rosário na mão direita. "Nunca imaginei perdoar quem já tentou me matar, contou ela à reportagem do site de VEJA, com quem conversou logo após o evento. Confira a entrevista abaixo:
Aline Lata
Immaculée Ilibagiza, sobrevivente do genocídio em Ruanda, durante palestra sobre o livro "Sobrevivi para Contar" no teatro Tuca, São Paulo
Immaculée Ilibagiza, sobrevivente do genocídio em Ruanda, durante palestra em São Paulo

Quando a senhora era criança, seus pais escondiam a dura realidade de discriminação e disputa entre tutsis e hutus em Ruanda. Foi melhor assim? Acho que eles fizeram bem ao evitar que meus irmãos e eu olhássemos para membros de outras tribos como inimigos. Não se deve colocar todos os hutus “num mesmo saco”. São pessoas como nós, que frequentavam nossa casa e eram nossos amigos. Meu pai, especialmente, sempre me ensinou a olhar o lado bom das pessoas, mesmo sem deixar de me proteger. Também cresci ouvindo que há injustiças na vida, mas que o amor supera todas elas. Por isso, não se deve imitar ou se vingar daqueles que nos fazem mal, apenas nos proteger deles quando necessário. Se alguém é gentil, não importa que seja de outro país, etnia ou religião.

No momento em que a guerra entre hutus e tutsis se intensificou, a senhora acabou sendo considerada inimiga por vizinhos próximos e colegas de escola hutus, inclusive amigos íntimos. Alguns chegaram a querer vê-la morta... Sim. Foi horrível saber que qualquer pessoa é capaz de trair em nome de um sentimento de ódio coletivo - e isso me dói ainda hoje. Senti que, se não somos prudentes, podemos acabar nos rendendo ao mal e também machucar as pessoas. Todos estão sujeitos a isso. Por outro lado, essas traições também me ajudaram a crescer muito. Hoje, não deixo de dar um voto de confiança às pessoas, embora já não espere mais tanto delas. Para mim está claro que o mal pode vir de qualquer um, então, trato de me proteger.

A senhora teve que se esconder em um banheiro minúsculo, com outras sete mulheres. Ali, o que era pior: a falta de espaço, o mau cheiro, não poder falar ou escutar e ver o que não queria? Acredita que não me lembro de nenhum mau cheiro? Eu tinha 30 quilos quando saí do banheiro. Nada físico chegava a me incomodar lá dentro. Só me dei conta de que estava subnutrida quando saí do cômodo e não conseguia ficar de pé. O pior mesmo era não saber o que viria amanhã. A dor no espírito é que me fazia mal. A imaginação fértil de como teriam matado meus pais e irmãos e poderiam me matar a qualquer momento. O sentimento de que a morte podia chegar a qualquer momento. De não estar em paz em um só minuto. Somente quando eu orava conseguia me sentir um pouco melhor. O rosário que meu pai me deu em nossa despedida era minha principal ferramenta para chegar a Deus: rezava 27 vezes por dia.

Começar a aprender inglês no banheiro também lhe ajudou a esquecer um pouco os problemas? Os estudos me ajudaram muito a ter esperança e crer que tudo iria dar certo no final. Ao aprender inglês, imaginava meu futuro chefe (sonhava em trabalhar nas Nações Unidas) me fazendo perguntas. Logo descobri como dizer como me chamava, de onde vinha, o que tinha se passado. Formulava as frases e decorava palavras-chaves com esse mesmo objetivo. Isso me ajudou a não pensar "por que", mas sim "o que fazer agora".
Immaculée Ilibagiza, sobrevivente do genocídio em Ruanda, durante palestra sobre o livro "Sobrevivi para Contar" no teatro Tuca, São Paulo
Immaculée: exemplo de fé e perdão
Como foi saber que seu nome estava na lista dos que seriam mortos em breve pelos hutus e até mesmo ouvir seu nome pronunciado por assassinos com quem a senhora havia tido relações amigáveis no passado? Foi surpreendente. Não imaginava que uma coisa dessas poderia acontecer, ainda mais vinda de pessoas que sempre foram gentis comigo. Enquanto eu estava escondida no banheiro, alguém gritava ter matado 399 pessoas e repetia que eu seria a 400ª. E eu reconheci aquela voz: era um antigo amigo! Nesse momento, tive a completa noção de que tudo de pior poderia me acontecer.

A senhora admite que, em muitos momentos, chegou a sentir raiva e cogitou vingança na mesma moeda. Quando foi isso? Durante muito tempo em que estava escondida no banheiro, carregava muito ódio no coração. E pensava ter razão de sentir isso, por tudo o que estava passado. Em meio às minhas orações, me dei conta de que não estava seguindo um trecho que tanto repetia no Pai Nosso: "Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido...". Estava mentindo para Deus, pois o perdão não era o que eu de fato sentia. Então, comecei a ignorar essa parte da oração. Rezava todo o restante e, quando chegava nessa parte, pulava. Nunca imaginei perdoar quem já tentou me matar. Pensava em me tornar um soldado e matar todos da outra tribo.

E como finalmente conseguiu superar? Ao omitir o trecho da oração, sentia que estava sendo sincera, mas aquilo me incomodava. Então, decidi pedir a Deus força para superar toda aquela raiva. Como sempre acontece quando desejo muito qualquer coisa grande, a solução chegou. Logo me lembrei do que Jesus disse a Deus antes de morrer: "Pai, perdoai-os, porque não sabem o que fazem". Era o sentido que eu esperava para finalmente conseguir perdoar. Os hutus estavam fora de si, tinham perdido a razão e faziam mal a si mesmos, a sua consciência. Claro que a tentação de se vingar existe, mas nós que estamos em sã consciência devemos apenas nos proteger e perdoar. A principal coisa de que devemos nos defender é o ódio - ele destrói amizades, famílias e até países. Já o amor salva e permanece. Se eu consigo sorrir depois de tudo, foi graças à fé e ao perdão.

Capa do livro 'Sobrevivi para Contar'Sobrevivi para Contar
O livro Sobrevivi para Contar - o poder da fé me salvou de um massacre (224 páginas) conta a história de uma ruandesa que descreve os piores momentos que viveu durante um dos mais sangrentos genocídios da história.
Autor: ILIBAGIZA, IMMACULÉE (com Steve Erwin)
Editora: FONTANAR

Logo que teve a oportunidade, a senhora quis saber detalhes da morte de seus parentes. Por quê? Até certo momento, fechei os olhos para uma série de coisas, também porque não me sentia no direito de chorar no banheiro, na frente das outras mulheres. Quando saí, no entanto, não queria continuar a me iludir sobre a situação de minha família. Sem saber a verdade, nunca poderia me libertar. Então, decidi que precisava descobrir o que tinha acontecido, mesmo que isso me fizesse chorar. Era necessário pensar logo no que eu iria fazer depois, sem me apegar a ilusões.

A senhora acredita que, se as Nações Unidas tivessem intervindo em Ruanda em 1994, a história do seu país seria outra? Se a ONU e as grandes potências do mundo, especialmente os Estados Unidos, pelo menos tivessem chamado a atenção para o genocídio e pedido para que a guerra parasse, isso já teria feito uma grande diferença. A intervenção na Líbia, por exemplo, foi importante para impedir a morte de milhares de pessoas, mesmo que esteja durando mais do que o previsto. No caso de Ruanda, acredito que uma intervenção impediria o massacre quase que instantaneamente, mas somente com ameaças e palavras, os hutus já vacilariam. E a comunidade internacional apenas deixou continuarem as matanças até a morte de quase um milhão de pessoas. É difícil para você imaginar, mas a cada metro do país havia corpos. Até hoje quando se anda pelas ruas, é possível ver ossos dos mortos no massacre.

Notícias cristãs com informações da Veja

. Extraído do site NOTÍCIAS CRISTÃS: http://news.noticiascristas.com/2011/10/entrevista-nunca-imaginei-conseguir.html#ixzz1azmh23Lz