sábado, 19 de março de 2011

Sarando a Terra Ferida NI - Espírito Santo (Exclusiva)

sexta-feira, 18 de março de 2011

Polêmica da Maçonaria entra nas igrejas evangélicas. Maçom revela haver muitos batistas e presbiterianos nas reuniões

Em matéria realizada pela revista Cristianismo Hoje, a polêmica dos maçons evangélicas fica cada vez mais evidente. Muitos já veem como algo comum no meio e creem que não há problemas ou divergências dentre as duas crenças, visto que muito do que é dito sobre a Ordem Maçonica seria mentira. Abaixo você confere a matéria completa da revista:




Ela costuma causar nos crentes um misto de espanto e rejeição. Pudera – com origens que se perdem nos séculos e um conjunto de ritos que misturam elementos ocultos, boa dose de mistério e uma espécie de panaceia religiosa que faz da figura de Deus um mero arquiteto do universo, a maçonaria é normalmente repudiada pelos evangélicos. Contudo, é impossível negar que a história maçônica caminha de mãos dadas com a do protestantismo. Os redatores do primeiro estatuto da entidade foram o pastor presbiteriano James Anderson, em Londres, na Inglaterra, em 1723, e Jean Desaguliers, um cristão francês. Devido às suas crenças, eles naturalmente introduziram princípios religiosos na nova organização, principalmente devido ao fim a que ela se destinava: a filantropia. O movimento rapidamente encontrou espaço para crescer em nações de tradição protestante, como o Reino Unido e a Alemanha, e mais tarde nos Estados Unidos, com a colonização britânica. Essa relação, contudo, jamais foi escancarada. Muito pelo contrário – para a maior parte dos evangélicos, a maçonaria é vista como uma entidade esotérica, idólatra e carregada de simbologias pagãs.



Isso tem mudado nos últimos tempos. Devido a um movimento de abertura que atinge a maçonaria em todo o mundo, a instituição tem se tornado mais conhecida e perde, pouco a pouco, seu aspecto enigmático. Não-iniciados podem participar de suas reuniões e cada vez mais membros da irmandade assumem a filiação, deixando para trás antigos temores – nunca suficientemente comprovados, diga-se – que garantiam que os desertores pagavam a ousadia com a vida. A abertura traz à tona a uma antiga discussão: afinal, pode um crente ser maçom? Na intenção de manter fidelidade à irmandade que abraçaram, missionários, diáconos e até pastores ligados à maçonaria normalmente optam pelo silêncio. Só que crentes maçons estão fazendo questão de dar as caras, o que tem provocado rebuliço. A Primeira Igreja Batista de Niterói, uma das mais antigas do Estado do Rio de Janeiro, vive uma crise interna por conta da presença de maçons em sua liderança. A congregação já estuda até uma mudança em seus estatutos, proibindo que membros da sociedade ocupem qualquer cargo eclesiástico.



Procurada pela reportagem, a Direção da congregação preferiu não comentar o assunto, alegando questões internas. Contudo, vários dos oficiais da igreja são maçons há décadas: “Sou diácono desta igreja há 28 anos e maçom há mais de trinta. Não vejo nenhuma contradição nisso”, diz o policial rodoviário aposentado Adilair Lopes da Silveira, de 58 anos, mestre da Loja Maçônica Silva Jardim, no município de mesmo nome, a 180 quilômetros da capital fluminense. Adilair afirma que há maçons nas igrejas evangélicas de todo Brasil, dezenas deles entre os membros de sua própria congregação e dezesseis entre os 54 membros da loja que frequenta: “Por tradição, a maioria deles é ligada às igrejas Batista ou Presbiteriana. Essas são as duas denominações em que há mais a presença histórica maçônica”, informa.



Um dos poucos crentes maçons que se dispuseram a ser identificados entre os 17 procurados pela reportagem, o ex-policial acredita que a sociedade em geral, e os religiosos em particular, nada têm a perder se deixarem “imagens distorcidas” acerca da instituição de lado. “Há preconceito por que há desconhecimento. Alguns maçons, que queriam criar uma aura de ocultismo sobre eles no passado, acabaram forjando essa coisa de mistério”, avalia. “Já ouvi até histórias de que lidamos com bodes ou imagens de animais. Isso não acontece”, garante. Segundo Adilair, o único mistério que existe de fato diz respeito a determinados toques de mão, palavras e sinais com os quais os maçons se identificam entre si – mas, segundo ele, tudo não passa de zelo pelas ricas tradições do movimento, que, segundo determinadas correntes maçônicas, remontam aos tempos do rei hebreu, Salomão. E, também, para relembrar tempos difíceis. “São práticas que remontam ao passado, já que nós, maçons, fomos muito perseguidos ao longo da história”.



Adilair adianta que não aceitaria uma mudança nos estatutos da igreja para banir maçons da sua liderança. Tanto, que ele e seus colegas de diaconato que pertencem ao grupo preparam-se para, se for o caso, ingressar na Justiça, o que poderia desencadear uma disputa que tende a expor as duas partes em demanda. Eles decidiram encaminhar uma cópia da proposta do regimento ao presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Luiz Zveiter. “Haverá uma enxurrada de ações na Justiça se isso for adiante, não tenho dúvidas”, afirma o diácono. A polêmica em torno da adesão de evangélicos à maçonaria já provocou até racha numa das maiores denominações do país, a Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), no início do século passado (ver abaixo).



O pastor presbiteriano Wilson Ferreira de Souza Neto, de 43 anos, revela que já fez várias entrevistas com o intuito de ser aceito numa loja maçônica do município de Santo André, região metropolitana de São Paulo. O processo está em andamento e ele apenas aguarda reunir recursos para custear a taxa de adesão, importância que é usada na manutenção da loja e nas obras de filantropia: “Ainda não pude disponibilizar uma verba para a cerimônia de iniciação, que pode variar de R$ 1 mil a cinco mil reais e para a mensalidade. No meu caso, o que ainda impede o ingresso na maçonaria é uma questão financeira, e não ideológica” diz Wilson, que é mestre em ciências da religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e estuda o tema há mais de uma década.



“Pessoas próximas sabem que sou maçom e isso inclui vários membros de minha igreja”, continua o religioso. “Alguns já me questionaram sobre isso, mas após várias conversas nas quais eu os esclareci, tudo foi resolvido”. Na mesma linha vai outro colega de ministério que prefere não revelar o nome e que está na maçonaria há sete anos. “Tenho 26 anos de igreja, seis de pastorado e posso garantir que não há nenhuma incompatibilidade de ser maçom e professar a fé salvadora em Cristo Jesus nosso Senhor e Salvador”, afirma. Ele ocupa o posto de mestre em processo dos graus filosóficos e diz que foi indicado por um pastor amigo. “Só se pode entrar na maçonaria por indicação e, não raro, os pastores se indicam”. Para o pastor, boa parte da intolerância dos crentes em relação à maçonaria provém de informações equivocadas transmitidas por quem não conhece suficientemente o grupo.



“Sem caça às bruxas”

Procurados com insistência pela reportagem, os pastores Roberto Brasileiro e Ludgero Bonilha, respectivamente presidente e secretário-geral do Supremo Concílio da IPB, não retornaram os pedidos de entrevista para falar do envolvimento de pastores da denominação com a maçonaria. Mas o pastor e jornalista André Mello, atualmente à frente da Igreja Presbiteriana de Copacabana, no Rio, concordou em atender CRISTIANISMO HOJE em seu próprio nome. Segundo ele, o assunto é recorrente no seio da denominação. “O último Supremo Concílio decidiu que os maçons devem ser orientados, através do Espírito Santo, sem uso de coerção ou força, para que deixem a maçonaria”, conta Mello, referindo-se ao Documento CIV SC-IPB-2006, que trata do assunto. O texto, em determinado trecho, considera a maçonaria como uma religião de fato e diz que a divindade venerada ali, o Grande Arquiteto do Universo, é uma entidade “vaga”, sem identificação com o Deus soberano, triúno e único dos cristãos.



O pastor, que exerce ainda o cargo de secretário de Mocidade do Presbitério do Rio, lembra que, assim como as diferentes confissões evangélicas têm liturgias variadas e suas áreas de conflito, as lojas maçônicas não podem ser vistas em bloco – e, por isso mesmo, defende moderação no trato da questão. “Vejo algum exagero na perseguição aos maçons, pois estamos tratando de um problema de cem anos atrás, deixando de lado outros problemas reais da atualidade, como a maneira correta de lidar com o homossexualismo”. O pastor diz que há mais presbíteros do que pastores maçons – caso de seu pai, que era diácono e também ligado à associação. “Eu nunca fui maçom, mas descobri coisas curiosas, como por exemplo, o fato de haver líderes maçons de várias igrejas, inclusive daquelas que atacam mais violentamente a maçonaria. “Não acredito que promover caça às bruxas faça bem a nenhum grupo religioso”, encerra o ministro. “Melhor do que aprovar uma declaração contra alguém é procurá-lo, orar por ele, conversar, até ganhar um irmão.”



O presidente do Centro Apologética Cristão de Pesquisa (CACP), pastor João Flávio Martinez, por sua vez, não deixa de fazer sérios questionamentos à presença de evangélicos entre os maçons. “O fato é que, quando falamos em maçonaria, estamos falando de outra religião, que é totalmente diferente do cristianismo. Portanto, é um absurdo sequer admitir que as duas correntes possam andar juntas”. Lembrando que as origens do movimento estão ligadas às crenças misteriosas do passado, Martinez lembra o princípio bíblico de que não se pode seguir a dois senhores. “Estou convencido de que essa entidade contraria elementos básicos do cristianismo. Ela se faz uma religião à medida que adota ritos, símbolos e dogmas, emprestados, muitos deles, do judaísmo e do paganismo”, concorda o pastor batista Irland Pereira de Azevedo.



Aos 76 anos de idade e um dos nomes mais respeitados de denominação no país, Irland estuda o assunto há mais de três décadas e admite que vários pastores de sua geração têm ou já tiveram ligação com a maçonaria. Mas não tem dúvidas acerca de seu caráter espiritual: “Essa instituição contraria os mandamentos divinos ao denominar Deus como grande arquiteto, e não como Criador, conforme as Escrituras”. Embora considere a maçonaria uma entidade séria e com excelentes serviços prestados ao ser humano ao longo da história, ele a desqualifica do ponto de vista teológico e bíblico. “No meu ponto de vista, ela não deve merecer a lealdade de um verdadeiro cristão evangélico. Entendo que em Jesus Cristo e em sua Igreja tenho tudo de que preciso como pessoa: uma doutrina sólida, uma família solidária e razão para viver e servir. Não sou maçom porque minha lealdade a Jesus Cristo e sua igreja é indivisível, exclusiva e inegociável.”



Ligações perigosas

Crentes reunidos à porta de templo da IPI nos anos 1930: denominação surgiu por dissidência em relação à maçonaria.



As relações entre algumas denominações históricas e a maçonaria no Brasil são antigas. Os primeiros missionários americanos que chegaram ao país se estabeleceram em Santa Bárbara (SP), em 1871. Três anos depois, parte desses pioneiros, entre eles o pastor Robert Porter Thomas, fundou também a Loja Maçônica George Washington naquela cidade. O espaço abrigou, em 1880, a reunião de avaliação para aprovação ao ministério de Antônio Teixeira de Albuquerque, o primeiro pastor batista brasileiro. Tanto ele quanto o pastor que o consagrou eram maçons.



Quando o missionário americano Ashbel Green Simonton (1833-1867) chegou ao Brasil, em 12 de agosto de 1859, encontrou, na então província de São Paulo, cerca de 700 alemães protestantes. Sem ter onde reuni-los, Simonton – que mais tarde lançaria as bases da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) – aceitou a oferta de maçons locais que insistiram para que ele usasse sua loja, gratuitamente, para os trabalhos religiosos. A denominação, que abrigava diversos maçons, sofreu uma cisão em 31 de julho de 1903. Um grupo de sete pastores e 11 presbíteros entrou em conflito com o Sínodo da IPB porque a denominação não se opunha a que seus membros e ministros fossem maçons. Foi então fundada a Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (IPI).



Ultimamente, a IPB vem reiteradamente confirmando a decisão de impedir que maçons exerçam não só o pastorado, como também cargos eclesiásticos como presbíteros e diáconos. As últimas resoluções do Supremo Concílio sobre o assunto mostram o quanto a maçonaria incomoda a denominação. Na última reunião, ficou estabelecida a incompatibilidade entre algumas doutrinas maçons e a fé cristã. Ficou proibida a aceitação como membros à comunhão da igreja de pessoas oriundas da maçonaria “sem que antes renunciem à confraria” e a eleição, ao oficialato, de candidatos ainda ligados àquela entidade.



Fonte: Cristianismo Hoje / GOSPEL MAIS

Deputado Pastor Marco Feliciano realiza encontro com o polêmico vice-presidente Michel Temer

O Pastor Marco Feliciano, eleito deputado federal por São Paulo, se encontrou com o vice-presidente do Brasil, Michel Temer, para uma reunião com tema não divulgado.




A reunião aconteceu nesta semana em Brasília e foi anunciada pelo próprio site do Pastor, onde exibe uma foto dos políticos juntos.



Marco Feliciano também anunciou que fará parte de três comissões da Câmara Federal: Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania, Comissão de Educação e Cultura e Comissão de Seguridade Social e Família.



Michel Temer é constantemente ligado ao satanismo e a maçonaria, embora não existam provas verídicas da ligação. O vice-presidente também é grande desafeto dos cristãos por suas afirmações e defesas de bandeiras geralmente combatidas pelo frente parlamentar evangélica. Em 2010, durante as eleições, foi a uma tv evangélica e falou sobre Deus, na ocasião também fez campanha e defendeu Dilma Rousseff das críticas.



Fonte: Gospel+

Evangélicos japoneses no Brasil fazem campanha e oração pelo Japão

Depois da tragédia do terremoto, seguido por um tsunami que devastou as regiões da costa nordeste do Japão, um dos diretores da Igreja Holiness do Brasil, Eduardo Goya, comunicou que estão fazendo campanha de oração e jejum, além de levantamento de fundos para os afetados pela tragédia e membros das Igrejas no Japão. “Estamos organizando uma campanha de oração e vamos tentar levantar fundos para enviar para lá”, disse Eduardo Goya. A Igreja Holiness é uma das maiores denominações evangélicas no Japão, e possui mais de 38 Igrejas no Brasil voltadas para a colônia japonesa do país.




Goya informou que, de um modo geral, os Cristãos da Igreja brasileira e japonesa não foram afetados diretamente, entretanto algumas Igrejas japonesas da denominação que estão próximas à região do desastre, tiveram eventualmente seus tetos desabados. “Não temos informações muito detalhadas, porque a comunicação está limitada lá dentro, mas as informações que temos recebidos, eram de que algumas Igrejas teriam sido afetadas com tetos que desabaram. Mas em geral não foram diretamente afetadas”. Algumas Igrejas Holiness Brasileiras (de Kawasaki e Yokosuka-Oppama) próximas à região de Tóquio, são as mais afetadas, segundo o diretor. “Eles estão tendo alguns problemas como abastecimento, falta de alimentos básicos, locomoção, entre outros”, informou ele.



Ele citou também problemas relacionados à energia, combustível e fábricas que suspenderam o trabalho. “Como são trabalhadores que ganham por hora, então estamos prevendo que haverá um grau de dificuldade posterior,” disse ele.



Desta maneira, Goya disse que a Igreja está preparando uma campanha para ajudar nesse sentido. Segundo ele, também, os brasileiros estão muito assustados com a tragédia. “Há um sentimento de muita tensão, pois nenhum dos nosso brasileiros foram afetados assim. [Eles] nunca viram algo assim, eles ficaram muito assustados,” declarou Goya.



O terremoto e do tsunami que abalaram o Japão no último dia 11 continuam a ter consequências e ainda não se sabe a magnitude que tomarão. Segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) , nesta terça-feira, foi confirmado que houve mesmo uma explosão no reator 2 da usina nuclear de Fukushima.



Fonte: Christian Post / GOSPEL +

Evangélica, ex atriz pornô tenta pregar para ex colega de profissão que tentou suicídio após noite com o ator Charlie Sheen

Uma ex-atriz pornô tem uma mensagem para a estrela do cinema adulto Kacey Jordan, que foi ligada a Charlie Sheen por seus serviços sexuais no início deste ano. Jordan teria tentado se matar na segunda-feira.



Embora alguns relatórios indiquem que as mensagens suicidas de Jordan no Twitter tenham sido apenas um golpe publicitário, Shelley Lubben (foto) está segura que ela não está apenas tentando conseguir a atenção das pessoas, mas também pedindo desesperadamente por ajuda.



Um dos tweets se lê: “Eu tomei um monte de pílulas … bebi uma garrafa de Jack tamanho hotel … parei no banheiro para me pesar ……… 39 Kg.”



Quanto ao “tweets,” Lubben disse a reportagem, “Ela está on-line o tempo todo gritando por ajuda. Precisamos ajudá-la, precisamos tirá-la dessa situação e levá-la para um lugar seguro.”



Quando a polícia de Chicago chegou ao quarto do hotel da Jordânia, na segunda-feira, encontraram-na com garrafas pílula de prescrição, vidro quebrado e álcool. Eles também encontraram cortes e arranhões nos pulsos e braços. Para Lubben, nada disto é surpreendente.



A ex-estrela pornô sinceramente quer que Jordan esteja consciente de que ela “tem sido colocada no cenário de Hollywood, porque está conectada a Charlie Sheen, ela teve um aborto recentemente, está traumatizada, [e] precisa de ajuda.”



Durante a overdose de cocaína de Sheen em janeiro, Jordan relatou ter tido um breve encontro sexual com o ator. Ela descobriu que ele era “a pessoa mais auto-destrutiva que já conheci,” de acordo com uma entrevista com GQ.



Ela recentemente tuitou sobre Sheen, “essas 16 horas que eu estava com Charlie Sheen … me estraguei … Eu não consigo tirar essa imagem da minha cabeça … Eu acho que eu fico tentando sentir a sua dor.”



Como uma mulher que viu indústria pornô em primeira mão, Lubben quer ajudar a moça de 22 anos de idade. Mas ela está incitando o público primeiro, para deixar de contribuir para a indústria pornográfica vendo pornografia e, segundo, parar de pensar que a pornografia é um mundo fascinante como a maioria faz parecer.



Como a ex-estrela pornô, ela sabe o trauma que resulta do trabalho na indústria.



“Eu fui diagnosticada com transtorno bipolar, eu estava realmente doente, mentalmente e emocionalmente do meu tempo na indústria pornô. Todas as estrelas pornô são assim,” disse ao CP.



Ela acrescentou: “A indústria pornô tenta esconder [isso].”



“é comum para estrelas pornô fazerem abortos, é muito comum para elas terem o transtorno de estresse,” explicou ela. “E eu sei porque não só eu estava lá, mas agora eu tenho uma organização sem fins lucrativos chamada Pink Cross Foundation, que ajuda as mulheres e os homens a saírem da pornografia que tiveram problemas de abuso de drogas ou algum tipo de distúrbio mental.”



Seu conselho para Jordan é retirar-se de tudo e de todos ligados à indústria, ir a um centro de desintoxicação onde ela pode ser limpa de todo o álcool e as drogas que ela tomou, e então procurar um trauma terapeuta e aprender habilidades de enfrentamento de ex-estrelas pornôs.



“Ela apenas teve um aborto, então seus hormônios femininos estão todos loucos agora. Ela precisa ser retirada do ambiente muito rapidamente e ser colocada em segurança, onde um profissional possa chegar até ela,” pediu Lubben.



“As pessoas como Kacey Jordan entram e saem o tempo todo, e algumas delas cometem suicídio. Ela tem sorte de estar viva.” Lubben, uma seguidora de Cristo, tem trabalhado em anos de pesquisa que tenta derrubar a indústria pornográfica do pedestal.



De acordo com o seu livro, A Verdade por trás da Fantasia da Pornografia, ela observa que uma atriz pornô morre a cada mês e que a pornografia deve ser considerada tráfico sexual, devido à alta demanda e os pedidos de estrelas pornôs. “Espero que as pessoas da indústria pornô comecem a ouvir a voz da razão e a voz da verdade,” disse.



Em seu próprio testemunho, ela disse, “Jesus Cristo, recebe toda a glória. Eu não estaria viva se não me salvasse. Precisamos estar orando por elas, precisamos alcançá-las.”



Fonte: Christian Post / GOSPEL +

Pastora evangélica pentecostal, mãe da polêmica cantora Katy Perry, lançará livro sobre a vida da filha

Mary Hudson Perry é mãe da cantora pop Katy Perry. Pastora de uma igreja pentecostal, Mary escreveu recentemente um livro com temática cristã chamado Joyful Mother [Mãe Cheia de Alegria], que deve ser lançado em breve pela editora Destiny Image. Agora está preparando um livro sobre como a filha famosa influenciou o ministério de Mary e seu esposo Keith. Trabalhando há 30 anos como evangelistas de tempo integral, eles viajaram por todos os Estados Unidos e para vários outros países.



O casal já declarou anteriormente que sentem-se profundamente envergonhados ao ver Katy “promover o pecado”. Eles condenaram de modo especial o primeiro sucesso da filha, “I Kissed A Girl” [Eu beijei uma garota], que para eles, promove a homossexualidade com uma mensagem vergonhosa e nojenta.



Mary descreve sua família como sendo “muito verdadeira”e considera que Katy se deixou levar pela indústria da música. Em uma entrevista quando sua filha começou a fazer sucesso, disse: “Katy é nossa filha. Nós a amamos, mas reprovamos fortemente da forma como ela está fazendo as coisas neste momento. Não podemos eliminá-la de nossa vida. Sendo nossa filha, ela sabe que discordamos veementemente do que ela está fazendo e a mensagem que ela está promovendo. A Bíblia diz claramente que a homossexualidade é um pecado. Mas a Bíblia também ensina a compreensão e o perdão, eu não me esqueço disso. O sucesso dela influenciou tanto positiva quanto negativamente nosso ministério”. Em outra entrevista, disse ainda que se orgulha da filha, mas lamenta pelas escolhas que ela fez em sua carreira. Isso inclui o casamento com o ator inglês Russel Brand, que já declarou ser viciado em sexo.



A proposta de Mary para o livro, que será co-escrito com T L Gray, é “esclarecer as coisas”. “Não é um livro para fazer proselitismo ou para escancarar tudo sobre a infância de Katy Perry . É a história de Mary Perry Hudson”, conclui. Katy usava o Hudson quanto gravava músicas gospel, mas adotou o nome de solteira da mãe em sua nova fase de cantora pop.



Fonte: Livros e Pessoas

IBGE revela que espíritas tem mais renda e escolaridade que evangélicos pentecostais no Brasil

As famílias chefiadas por uma pessoa que segue religião espírita têm maior rendimento médio mensal (R$ 3.796) do que as mantidas por um evangélico pentecostal (R$ 1.271), segundo Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2002-2003, divulgada nesta quarta-feira, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).




O analista socioeconômico do IBGE, José Mauro de Freitas Júnior, diz que a escolaridade entre as religiões influenciou nos resultados.



“Os maiores rendimentos são dos espíritas muito provavelmente, porque eles têm um grau de escolaridade maior do que os evangélicos pentecostais, que ficaram com a menor renda. Também temos que levar em consideração que as famílias espíritas têm menor concentração de integrantes, 2%, enquanto que as evangélicas de origem pentecostal representam cerca de 11%”, afirmou Freitas.



Em relação às despesas, a pesquisa apontou que as famílias com maiores gastos total também foram aquelas chefiadas por espírita (R$ 3.617), enquanto as com menores gastos foram as evangélicas pentecostais (R$ 1.301).



A maior proporção de famílias (74%) são da religião católica apostólica romana, e seu rendimento médio é de R$ 1.790. Os evangélicos, em geral, atingiram um rendimento médio familiar de R$ 1.500 e representou 17% do grupo familiar entrevistado.



O estudo também se referiu ao item de gastos com pensões, mesadas e doações para as respectivas religiões. As famílias de origem evangélica pentecostal atingiram 21,4 % de despesas com doações (R$ 23), as pertencentes a evangélica de missão atingiram 21,9% (R$ 58) e as outras evangélicas 34% (R$ 59).



Outro destaque da pesquisa foi com o item impostos, cuja referência espírita investiu 44,2% (R$ 236), cerca de três vezes a média do Brasil (R$ 79), brasileiros de outras religiões gastaram 42,9% e os que se declaram sem-religião e não-determinada 42,7%.



O IBGE considera evangélico pentecostal as igrejas Assembléia de Deus, Universal do Reino de Deus, Nova Vida, Cadeia da Prece, Deus é Amor, Evangélico Quadrangular.



A pesquisa aponta as famílias chefiadas por homem têm rendimento 21% do que as mantidas por mulheres, R$ 1.900 contra R$ 1.573, respectivamente.



De acordo com a pesquisa, um outro determinante do rendimento das famílias é a cor ou raça da pessoa de referência. A POF 2002-2003 mostra que famílias chefiadas por brancos possuem um rendimento médio de R$ 2.282, contra R$ 1.264 das mantidas por negros e R$ 1.242 das sustentadas por pardos.



Fonte: Folha / GOSPEL +

Mercado ou ministério? Entenda nessa matéria o crescimento da música gospel no Brasil

Por Mauricio Zágari



Já vai longe o tempo em que música religiosa cristã era uma expressão artística restrita a celebrações religiosas e santuários e que encontrava seus entusiastas apenas entre os fiéis. Na era da música digital e da cultura de consumo, os hinos clássicos foram substituídos pela música da moda. Os maestros e organistas de catedral cederam lugar para artistas com fã clubes e cortes de cabelo moderninhos, e as igrejas abriram espaço para os auditórios de programas de TV. O termo “música sacra” parece coisa de museu, já que a palavra que define as novas tendências é o gospel – e, a reboque, as motivações de muitos que atuam nesse meio tornaram-se essencialmente financeiras. Fato é que o chamado mercado gospel tornou-se um negócio suculento, que movimenta milhões de reais por ano. Com isso, gravadoras seculares passaram a trazer para dentro de seus quadros músicos religiosos, rompendo com o antigo tabu evangélico de que não se pode misturar louvor com nada que seja, no jargão crente, “do mundo”. De olho na gorda fatia do mercado cristão, antigos pesos-pesados da indústria fonográfica, como a Sony Music e a Som Livre, embarcaram na onda gospel e estão apostando suas fichas em todo o lucro que esse nicho pode proporcionar.



O exemplo mais visível dessa penetração é o Ministério de Louvor Diante do Trono, formado por membros da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte (MG). O grupo, celebrado como ícone do estilo louvor e adoração, fechou contrato de distribuição com a Som Livre, empresa que pertence às organizações Globo – e justamente a Globo, normalmente demonizada por tantos evangélicos. O cast da empresa é bastante ecumênico e inclui ainda os padres cantantes Robson e Fabio de Mello. O objetivo, diz comunicado do ministério, é ampliar a atuação do grupo no mercado fonográfico. Mas a parceria abriu para o conjunto espaços ambicionados por qualquer artista pop do país, como vinhetas durante a programação da emissora e até uma aparição no programa Domingão do Faustão, exibido nas disputadas tardes de domingo. “É a possibilidade de chegar a lugares que ainda não atingimos com nossa mensagem”, disse a pastora e cantora Ana Paula Valadão, líder do grupo, na época da assinatura do contrato. “A ideia é reunir a excelência que temos nas nossas produções à que a Som Livre tem na distribuição.”



O acerto sintetiza na prática o que muitos artistas cristãos de primeira linha e empresas seculares buscam. Os primeiros encantam-se com a possibilidade de ter acesso a um esquema profissional de produção e distribuição – além, é claro (e quase ninguém hoje tem pudores de esconder isso), de auferir lucro. Já no caso das grandes empresas seculares, a conversa é mais direta: o foco é no filão evangélico, que não para de crescer no Brasil. Só no ano passado, o setor da música gospel movimentou algo em torno de R$ 500 milhões. Basta ver que o programa do apresentador Fausto Silva que levou ao ar Ana Paula e a equipe do Diante do Trono deu um pulo de 3 pontos de audiência só em São Paulo. Estima-se que, durante os 15 minutos em que a banda entoou seus louvores, mais de um milhão de pessoas se ligaram na telinha na cidade.



Depois foi a vez da pastora e compositora Ludmila Ferber ir ao programa de Fausto Silva. Numa tarde de domingo em novembro, ela divulgou no ar seu novo CD pela Som Livre, dividindo o microfone com o padre Fábio de Melo e o palco com as tradicionais dançarinas do programa, todas em trajes bem sumários e esbanjando sensualidade. Sua presença repercutiu nas redes sociais da internet (ver abaixo). A estrela pentecostal Cassiane foi ao Programa Raul Gil, do SBT, para divulgar seu CD Viva. E para fechar o ano – literalmente –, foi a vez de Aline Barros participar do Show da virada, exibido pela Globo no último dia de 2010.



O diretor executivo do Departamento de Gospel da Sony Music, Maurício Soares, confirma o interesse das empresas seculares no segmento. “A Sony já acompanhava à distância o desenvolvimento do mercado de música gospel no Brasil. Nos Estados Unidos, ela é, por meio do selo Provident-Integrity, a principal player do mercado cristão”, comenta. Segundo ele, que já teve passagens por algumas das principais gravadoras evangélicas, a implantação de um núcleo de música cristã é a culminância de um processo de aproximação da Sony com esse nicho. Já foram fechados 13 contratos com cantores e grupos, aí incluídos Cassiane, a banda Renascer Praise, Elaine de Jesus, Damares, Resgate – grupo formado por ex-bispos da Igreja Renascer –, Marcelo Aguiar, DJ Alpiste, Rayssa & Ravel e até o veterano Álvaro Tito. O resultado n”ao se fez esperar : em menos de um ano de atividades, a Sony Music passou a figurar entre as três empresas de maior faturamento no mercado gospel.



PROFISSIONALIZAÇÃO



Na esteira de um crescente e profissionalizado sistema de produção, distribuição e divulgação que envolve rádios, eventos e parcerias com pontos de venda e mídia, a música evangélica brasileira dá crescentes sinais de fôlego em meio a um mercado em crise. Segundo a Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD), artistas crentes são destaque entre os 20 álbuns mais vendidos do país em 2009 e responsáveis por um crescimento anual da ordem de 8%. É gente como Regis Danese, cujo CD Compromisso já vendeu mais de um milhão de cópias. Egresso do grupo de pagode Só pra Contrariar, ele tornou-se nacionalmente conhecido através do hit Faz um milagre em mim.



E a visibilidade dos artistas (ou adoradores, como a maioria deles prefere ser chamada) tende a aumentar ainda mais fora dos arraiais evangélicos. Em abril, acontece a primeira edição da Expo Music Gospel – Feira Internacional de Artistas, Ministérios e Produtos Musicais Cristãos no Anhembi, em São Paulo. Promovida pela agência MR1, especializada em black music gospel, o evento pretende reunir a nata da música evangélica nacional. “Teremos a presença de cantores, gravadoras, produtores, músicos, distribuidores e do público evangélico”, antecipa Luciana Mazzarelli, diretora da MR1. “A música gospel brasileira já compete com os cantores e bandas seculares em igualdade de condições. Prova disso é o sucesso que alguns de nossos artistas têm feito fora do âmbito estritamente religioso.”



Ao menos no discurso, a chegada dos pesos-pesados ao setor não tem incomodado as gravadoras tradicionais do gênero. “Do ponto de vista comercial, a entrada de novas empresas no mercado é sempre boa. Faz com que sejamos melhores profissionalmente”, pondera Ana Paula Porto, gerente executiva da Graça Music. Ela atribui o fenômeno ao advento da pirataria e dos downloads ilegais de música, com a consequente queda nas vendas. “As grandes gravadoras, como a Sony e a Som Livre, começaram a enxergar no gospel uma porta de escape para seus negócios. Enquanto no secular a pirataria atinge astronômicos 40% a 50% das produções, no gospel essa taxa não passa de quinze por cento”, explica. Odiretor geral da Line Records, Sérgio Lima, faz eco: “Em geral, a concorrência acaba sendo boa para o aprimoramento das empresas. Como o nosso objetivo é levar a Palavra de Deus através da música, não nos importamos se outros queiram também investir nisso”.



Para o pastor, cantor e compositor André Valadão, a queda nas vendas preocupa a todos. Com seis anos de carreira, desde que despontou no Diante do Trono – é irmão de Ana Paula –, ele acredita que sua visibilidade tem garantido uma boa posição: “Meus trabalhos têm vendido sempre um pouco mais a cada lançamento”, diz. Sobre o atual momento, Valadão está otimista. “A Igreja tem alcançado muito mais pessoas. O Brasil é um país multicultural, onde os estilos musicais e ritmos pipocam por todos os lados”. Esse crescimento da relevância da música evangélica – mesmo entre aqueles que apenas apreciam o gênero, sem qualquer envolvimento de fé – tornou de certo modo previsível a entrada de empresas seculares nesse nicho, na opinião do diretor-presidente da Onimusic, Nelson Tristão: “É algo natural”. Ele também não considera essa tendência um problema. “Se alguém está realmente fazendo a obra de Deus, então essa pessoa ou empresa é mais uma cooperadora, e não um concorrente – porque, em última análise, trabalhamos todos para o Senhor.”



“PODER DO DINHEIRO”

A verdade é que quem dá voz e fôlego à música cristã adota discurso cauteloso em relação a essa aproximação. O violonista Cláudio Tupinambá, pastor da Assembleia de Deus e músico profissional, diz que a chegada das multinacionais da música ao meio artístico evangélico pode até ter um significado espiritual. “Se Deus usou ímpios como Ciro para cumprir seus desígnios e edificar sua obra, não vejo por que isso não possa acontecer agora”, aponta, lembrando a história bíblica do soberano persa que permitiu que o povo de Israel reconstruísse sua nação.



Apreocupação de grande parte dos músicos mais antigos, que começaram a carreira antes da explosão da indústria fonográfica gospel no Brasil, é com a espiritualidade dos artistas contratados. O pastor e músico Guilherme Kerr, um dos ícones do ministério Vencedores por Cristo – a principal referência da música evangélica nacional entre os anos 1960 e 70 –, afirma ver o fenômeno “sem medo”. “Mas o poder do amor ao dinheiro é muitas vezes cruel”, assinala. Ele lembra que, muitas vezes, o artista cristão tem de ter sempre em mente que o seu objetivo maior pode ser justamente o extremo oposto dos objetivos das grandes corporações. “Pode-se dar vazão a um oportunismo perigoso”, alerta, por sua vez, o cantor e compositor Gerson Borges, outro nome intimamente ligado ao desenvolvimento da música evangélica no país.



Com dez anos de estrada, a cantora evangélica Day Dominguês é bem enfática em sua análise: “Para a gravadora em questão, é óbvio que seu único compromisso é com a vendagem de CDs e os consequentes lucros obtidos através disso”. Ela questiona eventuais compromissos com o Evangelho de empresas que têm investido na música religiosa. “Elas buscam levantar artistas que vão, em nome de Cristo, dar autógrafos, ser aplaudidos e vender discos”. Questionamento semelhante faz o músico Carlinhos Veiga. Com formação teológica e pastor presbiteriano, ele canta há 25 anos – seis álbuns lançados – e teme que muitos colegas de ministério artístico possam negociar suas vocações em nome de bons contratos: “Com esse tipo de assédio, será que continuarão fiéis aos ministérios que um dia receberam de Deus ou serão motivados a realizar apenas aquilo que lhes dê lucro e visibilidade?”.



Conhecido por sua postura mais crítica em relação ao mercado gospel, o cantor e compositor João Alexandre preocupa-se quando vê os interesses financeiros tendo muita prioridade no trabalho dos artistas cristãos. “Essa aproximação com as empresas seculares pode ser produtiva, desde que o lucro não seja o objetivo, mas a consequência”. O artista, autor de sucessos como Essência de Deus,É proibido pensar e Pra cima Brasil, chama a atenção para outro aspecto da questão: “Convém lembrar que o que a indústria fonográfica gospel produz acaba sendo cantado na esmagadora maioria das igrejas evangélicas. Deixar esse repertório a critério de gravadoras sem compromisso com as verdades bíblicas e sujeitas às pressões de mercado é, no mínimo, algo para se refletir”, pondera.



O produtor musical Mauricio Barbosa, que já trabalhou com artistas de peso no meio evangélico, como Aline Barros, Claudio Claro, Sérgio Lopes e Cassiane, defende o equilíbrio, inclusive na delimitação da fronteira entre o que é validou ou não em termos de música. “Há músicas seculares que falam da graça comum, que mostram os traços de Deus na humanidade. Há letras boas, que falam de amor, da natureza, de sentimentos genuínos. E a verdade é que nem toda musica gospel dá para se ouvir”, alfineta. Atualmente trabalhando como produtor do AD Studios, ele lembra que, quando se converteu ao Evangelho, jogou todos seus LPs de música secular fora. É que seus pastores, na época, o convenceram de que tudo aquilo tinha influência satânica. Hoje, mais maduro, pensa diferente. “Não existe mi menor pecador ou dó maior que seja cheio do Espírito. Ou seja, música é música. O que a torna boa ou ruim é o ser humano.”



Twitou geral


A presença de grupos e cantores gospel em programas de TV como oShow da virada e o Domingão do Faustão tem gerado uma grande polêmica nas redes sociais da internet. De um lado, há quem defenda o fato como um sucesso evangelístico. De outro, muita gente enxerga apenas uma ação de marketing. No twitter, que permite interação em tempo real, a presença da pastora e cantora Ludmila Ferber no programa, em novembro, gerou comentários de êxtase e de desaprovação. Na linguagem direta que caracteriza esse tipo de comunicação, um pastor da Igreja Quadrangular escreveu: “Cantora Ludmila Ferber foi bem, mandou bem, sua carreira vai crescer bastante, seu cachê nem se fala. Para o Reino de Deus? Irrelevante”. O comentário resultou numa reação imediata, que levou a diversas réplicas e tréplicas. O internauta identificado como @spaceeeh traduziu o pensamento de muitos:“Foi bênção demais, creio que vidas foram transformadas através das palavras da serva”.



Ana Paula Valadão, cantora do Ministério de Louvor Diante do Trono – grupo que também já pisou no palco do Domingão –,postou uma série de textos durante a apresentação de Ludmila e celebrou que o nome “Ferber” era a quinta palavra mais mencionada do twitter naquele momento. E escreveu: “@pastoraludmila liberando VIDA, ESPERANCA e PODER de TRANSFORMACAO! Aleluia!”. Já @willrp16 fez a contrapartida: “ECUMENISMO BARATO!!!!!”.Prova de que a presença de artistas cristãos em solo que não é santo ainda está longe de ser uma unanimidade.




Números do setor de música gospel no Brasil



R$ 500 milhões é o faturamento anual



8% é o crescimento anual do segmento



15% são as perdas com pirataria. Na música secular, o índice atinge 50%



Fonte: Cristianismo Hoje/ GOSPEL +

Silas Malafaia anuncia que vendeu um de seus carros no valor de R$200 mil e doou dinheiro para a igreja

Seguindo a maratona de expansão da Igreja Vitória em Cristo, mais um templo será inaugurado em breve, este na capital paranaense: Curitiba. Ao todo a denominação prevê inaugurar 250 templos nos próximos cinco anos e assim ser a próxima super potência evangélica, mas para isso até o Pastor presidente Silas Malafaia teve que sacrificar um pouco do que tem.



Segundo a denominação, as reformas do templo em Curitiba excedeu o orçamento oficial. A estrutura do teto precisou ser refeita e o galpão exigiu reparos para estar de acordo com o padrão de templos determinado pela ADVEC. O novo templo de Curitiba comportará até três mil pessoas. Ao fim de 2010 muitos membros da igreja atenderam a um pedido do pastor Silas Malafaia para participarem da Campanha Curitiba Urgente para arrecadas dinheiro afim de cobrir o gasto com as reformas.



O próprio pastor presidente da ADVEC decidiu participar e dar um pouco do que tem para a sua igreja. Silas Malafaia doou à igreja o valor da venda do seu carro, avaliada em 200 mil reais, e anunciou a ação durante o culto da Santa Ceia realizado no dia 6 de março no templo sede da denominação.



Segundo o Pastor Silas Malafaia foi fácil dar um de seus carros para a Igreja Vitória em Cristo: “Sou desprendido quanto a semear no Reino de Deus porque sei que, muito mais do que ajudar a obra, essa semeadura vai voltar em uma colheita abundante na área que Deus desejar abençoar.”, segundo o Pastor não é a primeira vez que realiza um ato desses: “Tenho experiências desse tipo, e uma das coisas por que sempre oro a Deus é para eu não ser apegado a nenhum bem material, por isso doei o Mercedes”.



O Pastor encerra esperando que o ato seja feito também pelos milhões de membros da Igreja Vitória em Cristo: “A Bíblia diz que devemos imitar a fé dos pastores, portanto tudo o que Deus vai fazer nessa igreja virá por meio dos membros. Debaixo dessa palavra profética, prepare-se para o que Deus vai realizar em nosso meio, conforme a nossa fé”.



Fonte: Gospel+

Igreja Renascer faz “Santa Segunda” em bar de rock e balada para paqueras e evangelismo

A Igreja Renascer é famosa pelas suas formas de evangelização, visto as noites de vale-tudo onde um ringue de luta é montado nas igrejas, e em seu aniversário de 25 anos não poderia deixar de continuar abrangendo suas formas de evangelismo, as novas idéias são a “Santa Segunda” para roqueiros e metaleros e a “Balada L.O.V.E.” com temática romântica para jovens não cristãos e cristãos que querem paquerar e namorar.




Os eventos são comandados por pastores e membros da denominação, endossados pelo Apóstolo Estevam Hernandes e divulgados pela própria Igreja Apostólica Renascer em Cristo que inclusive sede o espaço de suas igrejas para realizar os evangelísticos. Segundo a denominação milhares de vidas já foram salvas nesses eventos temáticos.



Santa Segunda em bar de rock

A Santa Segunda é um evento que acontecerá no Manifesto Rock Bar, conhecido pelos shows de famosas bandas de rock como Angra, Paul Di’anno (ex-Iron Maiden) e muitos outros. O evento tem a coordenação de Paulinho Makuko, vocalista da banda Katsbarnea.



A idéia é falar de Deus diretamente aos roqueiros e foi inspirada em um projeto criado pelo próprio Apóstolo Estevam Hernandes na década de 1990, a “Terça Gospel”, onde na casa de shows Dama Choc tocava-se rock para centenas de cabeludos. Foi nesse palco e evento que surgiram para o Brasil bandas como o Oficina G3 e outras. Paulinho Makuko lembra das terças de muito louvor e rock secular: “Foi um negócio inédito no Brasil. Tocávamos musicas das principais bandas de rock do Brasil. Tinha Titãs, Barão Vermelho, Cazuza e muitos outros. (…) foi a maior revolução. Bombou”.



O primeiro Santa Segunda acontecerá no Manifeto Rock Bar, São Paulo, no dia 11 de Abril às 20 horas com a presença do Apóstolo Estevam Hernandes, do próprio Katsbarnea e de um ministério de louvor da Igreja Renascer, além da exibição de um filme e uma peça de teatro.



Balada L.O.V.E no Renascer Hall

Voltado mais para os jovens e adolescentes a Balada L.O.V.E será realizada dentro do Renascer Hall e terá a temática de romance com show de luzes, painel de vídeo em alta resolução, efeitos especiais e interatividades com os participantes. A idéia é evangelizar e falar sobre amor e namoro cristão de acordo com as bandeiras que a Igreja Renascer defende.



As baladas da Igreja Renascer são criadas pelo Projeto Amar, um dos ministério da denominação. O nome L.O.V.E. vem das siglas que representam as quatro ações que os jovens deveriam fazer segundo a Igreja: Louvar, Orar, Vigiar e Evangelizar. “L.O.V.E. significa amor. Não somente o amor da paixão, mas o amor a vida, aos amigos, aos irmãos, ao chamado e principalmente o amor a Deus. É necessário termos amor uns pelos outros, por nós e acima de tudo por Deus, senão a vida tem sabor amargo”, afirma o DJ MP7. Até o fim do ano já estão programadas outras 3 baladas na Igreja Renascer: Sky, Connection e Fantasy, que contarão com as presenças até agora confirmadas de famosos artistas gospel como PG, Rodolfo Abrantes, Dj Alpiste e outros.



A Balada L.O.V.E., primeira do ano, acontecerá no dia 26 de março em São Paulo com apresentações do Pregador Luo, Apocalipse 16, Tribo de Louvor, outras bandas da Renascer e de um DJ para animar a noite. Os convites já estão a venda.



Fonte: Gospel+