sábado, 15 de janeiro de 2011

Cristão pode fazer tatuagem? Teólogos e pastores discutem se é pecado ou não


“Hoje eu não faço mais tatuagem e não aconselho ninguém a fazer”. Poucas pessoas associariam essa afirmação a Rodolfo Abrantes. Com os braços quase cobertos por tatuagens, muitas do período em que atuou como vocalista da banda secular Raimundos, e a imagem de um candelabro tatuada no pescoço, feita após sua conversão, o músico conta que tatuar-se era algo habitual: “Quando eu me converti, eu continuei fazendo tatuagem porque já fazia muito e eu confesso que não sentia muita paz nisso. Durante meu processo de conversão, senti Deus falar comigo que eu não precisava mais daquilo. Quando decidi parar, senti muita paz. Desde então, nunca mais fiz tatuagem alguma. Quando eu continuei me tatuando depois de convertido, só transferi uma coisa que eu já era para dentro da minha nova vida. E realmente eu não precisava mais disso”.
Em entrevista ao Portal Guia-me, Rodolfo expressou o que pensa hoje sobre tatuagem: “Na real, eu acho que tatuagem é uma grande ‘duma vaidade”. “As pessoas dizem: ‘Eu vou para Jesus, mas eu vou levar tudo o que eu gosto’. Mas têm certas coisas que talvez Deus queira simplesmente tirar do teu coração. Eu interpreto da seguinte forma: quando eu senti que era Deus falando comigo, que era para eu parar de fazer tatuagem, creio que era uma ordem simples, que se eu conseguisse obedecer, eu conseguiria obedecer a ordens maiores também. Eu cumpri e senti uma paz tremenda. Toda vez que eu obedecer a Deus, vou sentir Paz”, explica o cantor.
Vista como forma de expressão, símbolo de rebeldia e juventude, a tatuagem possui diferentes estilos, que vão do tradicional ao maori, estilizado, psicodélico, religioso, tribal, entre outros. Seus temas variam tanto quanto as personalidades das pessoas que as fazem. As imagens escolhidas podem ser definidas pelo contexto histórico, influências musicais, modismos, ideologias e crenças. Crenças que chegaram à igreja e dividem opiniões. Aceita por algumas denominações e pastores, condenada por igrejas e lideranças, a “tatoo” divide opiniões até mesmo em interpretações de trechos bíblicos, como o de Levítico 19:28 – “Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o Senhor”.
Para o professor de teologia Carlos Vailatti, o versículo faz parte de um contexto maior, um “código de santidade”: princípios para demonstrar ao povo de Israel elementos indispensáveis ao relacionamento com Deus. Na opinião de Valilatti, é importante destacar também a palavra ‘marca’: “Esta palavra é derivada do hebraico qa´aqa´, cujos significados básicos são: ‘incisão, tatuagem’. Já na Septuaginta (a tradução grega do Antigo Testamento hebraico – datada do III século a.C.), a palavra ‘marca’ é a tradução do grego stikta, palavra esta derivada do verbo stizo, ‘fazer um sinal com um instrumento agudo ou candente; pintar, tatuar; fazer sinais com golpes’ [...] Deus não quer que Israel pratique esses hábitos pagãos e se comporte como as demais nações que vivem ao seu redor. Deus quer que Israel seja uma nação santa, isto é, uma nação separada para servi-lo e que tenha um estilo de vida diferente das demais”. Para o teólogo, o trecho inicial do versículo de Levítico 19:28, relaciona-se a 1 Reis 18:28: “No confronto entre Elias e os adoradores de Baal no monte Carmelo, onde vemos que estes últimos ‘se retalhavam com facas e com lancetas, conforme o seu costume, até derramarem sangue sobre si”.
No entanto, Sandro Baggio, líder do Projeto 242, igreja que há mais de dez anos trabalha com pessoas da cultura alternativa e dedica-se a missões urbanas, entende que o trecho de Levítico não pode ser aplicado à tatuagem. “Trata-se de uma lei específica direcionada a um povo em particular. Aqueles que querem aplicar essa lei para o contexto de hoje (usando este versículo para proibir as pessoas de fazer tatuagem) precisam estar dispostos a aplicar também os versículos anteriores que proíbem vestir roupas de tecidos diferentes, plantar sementes de diferentes espécies no mesmo jardim e aparar a pontas do cabelo e da barba. As pessoas não estão fazendo tatuagem por causa de qualquer ritual relacionado a mortos, mas como expressão estética”, explica o líder.
Baggio fez a primeira tatuagem em 1988, logo após sua formação no seminário teológico. Para ele, tatuar-se é uma forma de expressão corporal e cultural: “Antes era particular de alguns povos e culturas, mas como o mundo se tornou uma aldeia global, a tatuagem (assim como outras expressões culturais) ganhou espaço nos mais diversos meios e contextos. A única diferença entre fazer uma tatuagem e uma pintura ou mesmo corte de cabelo é que a tatuagem tem uma característica mais permanente e não pode ser removida facilmente. Portanto, exige-se que se pense muito mais antes de se fazer uma tatuagem do que, por exemplo, antes de tingir os cabelos ou fazer dreads neles”.

Símbolo de rebeldia?

Tattoo, do taitiano tatau, significa marcar. O nome foi dado por James Cook, o capitão inglês que descobriu o surfe e, em 1769, ficou admirado ao chegar ao Taiti e ver a população local coberta de desenhos em vez de roupas. A população da região era conhecida como maohis, ou maoris na Nova Zelândia, povo que tatuava-se em rituais ligados à religião. As imagens significavam status e poder, marcavam a passagem da infância para a maioridade, ou contavam as histórias da família e da tribo. Mas, os primeiros registros de pigmentação com tintas sobre a pele remetem há pelo menos 5 mil anos. No Egito, também foram encontradas múmias tatuadas, que datam do período entre 4000 e 2000 a.C.
Na América,tatuar-se também era prática das civilizações maia e asteca. No Japão feudal, criminosos eram marcados para que fossem identificados como maus elementos. Tempos depois, em meio a um forte clima de opressão dos governantes, organizações ostentavam tatuagens como símbolo de transgressão ao poder vigente. Assim, surgiu o famoso dragão da Yakusa, a máfia japonesa, imagem comum de muitas tatuagens no mundo.
Com todo esse contexto histórico, a tatuagem é vista, ainda hoje, como símbolo de rebeldia. O pastor Eduardo Silva, conhecido como pastor Edu, conviveu com muitos “irmãos tatuados” até gravar uma mensagem em seu braço e conta que recebeu com isso muitas críticas. Membro da igreja Renascer em Cristo, foi o primeiro a escrever em seu corpo, a frase “Renascer até morrer”. “A minha motivação veio num momento em que a Igreja sofreu um forte ataque. A intenção dos que nos atacavam era na verdade o fechamento e extinção da Igreja Renascer, como se as portas do Inferno pudessem prevalecer contra a Igreja de Cristo. Muitas pessoas comentavam que a Igreja não sobreviveria a esse momento, isso foi em fevereiro de 2007. Sou pastor desde janeiro de 1993, mas atuo no ministério desde jovem”, conta o Pr. Edu, que revela que a atitude trouxe grande repercussão: “Algumas positivas, outras violentamente negativas. O que me causa estranheza, é que a tatuagem afeta tão somente a minha vida. No que diz respeito à minha comunhão com Deus ou santidade, não aumenta ou diminui. Mas, muitos foram contumazes em dizer que essa atitude era fruto de uma alienação, que éramos como gado marcado etc. Apenas entendo que não devemos julgar para não ser julgados!”. Ele explica a iniciativa narrando a passagem bíblica de II Samuel 15:21: “Em meio à guerra, Davi contava com homens valentes como Itaí (II Sm 15,21), que estavam em aliança, para vida ou para a morte. Não adianta estar em aliança apenas quando tudo vai bem. Baseado nesse princípio é que muitos de nós escolhemos essa frase. A igreja, corpo de Cristo, estava sendo atacada, o rebanho precisava ser protegido e pastoreado e algumas pessoas e instituições se esqueceram desse conceito de corpo! Como pastor, senti o desejo de deixar clara a minha posição em favor do rebanho”.
Para o reverendo Baggio, pessoas que consideram tatuagens símbolos de rebeldia estão “estacionadas no tempo”. ” Hoje em dia, tatuagem não tem absolutamente nada a ver com rebeldia, mas sim com estética. Sem dúvida que há preconceitos por parte de algumas pessoas (religiosas ou não), mas qualquer coisa pode ser passível de preconceito, principalmente expressões culturais. Preconceito é fazer um juízo superficial a partir de idéias ou conceitos pré-estabelecidos. O profeta Samuel fez um ‘pré-conceito’ ao procurar ungir o futuro rei de Israel. Cristãos que seguem a Bíblia não deveriam fazer ‘pré-conceitos’ com relação à aparência das pessoas, mas infelizmente não é isso o que acontece. Pessoas sofrem preconceitos por se vestirem de certa maneira, por causa do seu penteado (ou por não ter nenhum penteado) de cabelo, pelo modo como falam (se sua linguagem não for cheia de chichês evangeliquês, não é espiritual) etc. Eu já sofri preconceitos por todas as coisas, mas geralmente depois que as pessoas me conhecem, elas percebem que tais coisas são superficiais e acabam deixando o preconceito de lado”, narra o reverendo. A segunda tatuagem de Baggio veio para cobrir a primeira. “Aquela velha tatuagem era bem “old school” e no ano passado decidi cobri-la com um novo desenho. A velha tatuagem foi feita com um desenho de uma pomba e uma cruz e eu estava pensando do texto bíblico que diz que Cristo estabeleceu a paz por meio da cruz. A nova tatuagem é um desenho celta do ganso selvagem, o símbolo celta do Espírito Santo. O que esse desenho expressa para mim é a afirmação de que fui selado pelo Espírito e meu desejo profundo de viver a grande aventura da vida guiada por Ele”, expõe o líder do Projeto 242.
Mas, para o professor Carlos Vailatti, a tatuagem pode ser compreendia como elemento de rebelião: “Ela pode representar a aderência aos movimentos da contra-cultura, como, por exemplo, o movimento punk da década de 80, o qual estava associado com formas de protesto social e anarquismo. Além disso, ela também pode ser vista como um símbolo anárquico dentro da própria igreja, de acordo com postura que certas denominações adotam com respeito a ela”.
Fazer-se igual para ganhar os diferentes?
Líder do Projeto 242, que tem como alvo missionário evangelizar pessoas marginalizadas socialmente, como: mendigos, prostitutas e dependentes químicos, Sandro Baggio não compreende a tatuagem ou outros visuais como agentes de evangelização. “Isso depende muito mais do testemunho de vida e caráter, no poder do Espírito Santo, do que na aparência”, aponta.
“Creio ainda que existem tatuagens que são puramente estéticas e muitos irmãos tatuados, são instrumentos para alcançar essas tribos ou grupos alternativos. Muitas pessoas que me perguntavam a respeito da tatuagem acabaram ouvindo a respeito da fé em Jesus e da obra que ele realizou em minha vida. Mas não quero usar esse argumento. Creio que devemos ter acima de tudo respeito e amor. Só pra constar assim que possível vou fazer outra. Tatuados ou não, cabeludos ou não, com maquiagem ou sem, com brinco, com piercing, pentecostal ou tradicional, o que conta mesmo é sermos novas criaturas. No mais, vivamos em paz uns com os outros (I Ts 5,13)”, expressa o pastor da igreja Renascer em Cristo, Edu.
Para o cantor Rodolfo Arantes, o fato de ter tatuagens só o aproxima de outras pessoas tatuadas ou grupos alternativos, à medida que elas o enxergam com uma pessoa mais parecida com Cristo.”Cara, se tem alguma coisa em mim que possa ter atraído alguém, é mais pelas as pessoas que estão fora da igreja e estão vendo: ‘Pô, aquele cara todo tatuado tá pregando. Aquele cara todo tatuado tá fazendo a obra de Deus, aquele cara todo tatuado está adorando Jesus com a guitarra na mão. Quer dizer que eu também posso?’. Eu creio que numa hora dessas, se tem algo que eu possa aproveitar, é mais por poder mostrar que Jesus Cristo renova todas as coisas e que não interessa quem você é, o que você fez, não interessa as marcas que você carrega. Se você entregar sua vida para Deus, ele vai te usar [...] O link que a gente tem que ter com essas pessoas perdidas, com as pessoas que a gente quer alcançar, é o link do amor. Amar as pessoas independentemente das diferenças delas. Às vezes nos afastamos das pessoas que são diferentes, que estão afundadas em trevas, como se a gente tivesse que manter distância, como se fosse contagioso e não é, a gente é que é contagioso, é o nosso amor que vai mostrar se a gente é de Jesus ou não, eu acho que é muito mais por aí”, explica Rodolfo. Para ele, quem busca Jesus está procurando novidade de vida: “Em tudo que eu já li a respeito de Jesus na Bíblia, eu nunca ouvi dizer que ele precisou se parecer com as prostitutas para falar do amor de Deus para elas. Eu nunca o vi tendo que se parecer com o endemoninhado gadareno para falar de Jesus para ele. Tudo o que ele fazia é ser luz nas trevas, é isso o que a gente precisa. Quem faz a diferença na vida de uma pessoa é a Palavra de Deus e não qualquer artifício. Isso é uma estratégia humana muito da ‘mixuruca’ perto do que é o poder de Deus”.
Da mesma forma, o teólogo Vailatti entende que Jesus também interagiu com grupos alternativos e marginalizados de sua época, mas comportou-se de forma diferente. “Acredito que a tatuagem pode sim auxiliar na evangelização de tais grupos, tomando como hipótese que aquele que os evangeliza também está tatuado. Isso cria uma identificação entre ambos. Porém, uma vez que o exemplo a ser seguido pelos cristãos é Cristo (cf. 1 Jo 2.6), temos que ter em mente que o que havia em Jesus que atraía as pessoas era justamente o fato dele ser “diferente”, e não “igual” aos demais. Dito de outra forma, se Jesus vivesse em nossos dias ele certamente não precisaria se tatuar para evangelizar pessoas tatuadas, pelo mesmo motivo pelo qual também não precisou se tornar mendigo para proclamar o evangelho a estas pessoas. Aliás, Jesus também interagiu com os “grupos alternativos” de sua época, tais como “as prostitutas, os leprosos, os mendigos e os coletores de impostos”, dentre outros, os quais, assim como os grupos alternativos de hoje, também eram marginalizados pela sociedade. Todavia, o que atraía as pessoas em Jesus, entre tantas outras coisas, era o seu amor incondicional por elas, o seu respeito pelos excluídos da sociedade e a sua falta de preconceitos para com todos. Jesus conquistava pessoas de todas as camadas sociais não porque se adaptasse a cada uma delas, mas sim porque ele continuava a ser ele mesmo dentro do pluralismo religioso, cultural e social de sua época. Acredito que o nosso maior desafio nos dias de hoje seja evangelizar tais “grupos alternativos” (seja lá quais forem) sem, contudo, perder ou anular a nossa própria identidade”.
Fonte: Gospel+
Com informações de WhiplashGuia-me e Portal Tattoo

“Entre a fé e a razão” novo álbum do Trazendo a Arca já é disco de ouro


Entre a fé e a razão o novo trabalho do ministério Trazendo a Arca, e primeiro pela gravadora Graça Music, já alcançou a marca de 40 mil cópias vendidas recebendo o disco de ouro pelo feito.
O trabalho é o primeiro sem Davi Sacer, que desligou-se do grupo em 2010, e traz o grupo de volta a uma gravadora depois de atuarem de forma independente.
As músicas do álbum foram compostas durante uma viagem a Eurpopa no meio de 2010, e foram produzidas por Ronald Fonseca que comemorou a marca alcançada e declarou:
Ficamos felizes com a notícia do Disco de Ouro. É sempre uma alegria ver que o nosso trabalho já alcançou tantas pessoas em tão curto tempo. Agradeço a todos que oram por nós, intercedem pelo nosso ministério e vibram conosco a cada vitória. Muito obrigado!
Os planos para 2011 incluem a gravação do DVD e a distribuição dos títulos anteriores do grupo, cuja marca é Toque no Altar.
Fonte: Gospel +
Com informações de Graça Music

Aline Barros: CD “Extraordinário” já está em pré-venda


A gravadora MK Music anunciou que já disponibilizou a pré-venda do novo CD deAline Barros“Extraordinário”. O álbum não chegou da fábrica, mas será enviado assim que a gravadora os receber para todos aqueles que comprarem em primeira mão no seu canal de vendas.
“Extraordinário” já é um sucesso de vendas – em dois dias o produto já apareceu como esgotado no site MK Shopping três vezes.
O CD contém 14 faixas onde a cantora explorou o seu conhecido estilo pop com muito louvor e adoração. A produção ficou a cargo dos membros do grupo Roupa Nova Ricardo Feghai e Cleberson.
Para adquirir o CD “Extraordinário”, de Aline Barros, na pré venda, acesso o site da MK Shopping clicando aqui.
Fonte: Gospel+
Com informações da gravadora MK Music

Damares: clipe de “Um Novo Vencedor” já está gravado


A cantora gospel pentecostal Damares gravou na semana passada de um dos maiores hits de seu novo CD: “Um Novo Vencedor”. A música faz parte do álbum“Diamante”, lançado recentemente por sua nova gravadora, a Sony Music Gospel.
O clipe foi gravado em Curitiba, no Paraná. A direção ficou a cargo de Bruno Fioravanti, um conceituado e requisitado diretor.
A gravadora anunciou que o clipe de “Um Novo Vencedor” será lançado na segunda quinzena de fevereiro.
Fonte: Gospel+
Com informações da gravadora Sony Music Gospel

Cassiane lançará DVD em 2011


A cantora gospel Cassiane teve um grande 2010 – assinou contrato com a gravadora Sony Music Gospel, lançou o CD “Viva” e recebeu Discos de Ouro e Platina por este trabalho. E 2011 também promete ser um excelente ano para cantora – dentre as novidades está o lançamento de um DVD e um disco de músicas inéditas em parceria com seu esposo, Jairinho.
O DVD de Cassiane também se chamará “Viva” e tem lançamento previsto para o primeiro trimestre deste ano. Este será o primeiro DVD da cantora em sua nova gravadora.
Para aqueles que são fãs da dupla Cassiane e Jairinho, a gravadora Sony Music Gospel anuncia – o casal de cantores lançará um CD de músicas inéditas após um longo período sem nenhuma novidade.
Após ter um 2010 onde lançou sua autobiografia, fez shows em todo o Brasil e também na Europa e EUA, 2011 terá a comemoração dos 30 anos do ministério de Cassiane – a comemoração será o lançamento de um DVD gravado em grande estilo e contendo o pentecostal já famoso na voz da cantora.
Fonte: Gospel+
Com informações da gravadora Sony Music Gospel

Modelo tortura, castra e mata jornalista português para livra-lo “dos demônios da homossexualidade”


O modelo português Renato Seabra, 21, foi acusado pelo assassinato do jornalista português Carlos Castro, 65, disse um porta-voz da polícia nesta segunda-feira. Castro foi encontrado castrado e espancado até a morte em um quarto de hotel de luxo em Nova York.
A causa da morte foi traumatismo craniano e estrangulamento, segundo o escritório responsável pela perícia médica, que não confirmou se Castro tinha sido mesmo castrado.
Seabra foi indiciado por uma acusação de assassinato em segundo grau e é mantido em um hospital psiquiátrico de Bellevue, em Nova York, enquanto aguarda uma possível aparição na corte.
Segundo o jornal “Daily News”, Seabra confessou o crime depois de ter sido atendido por cortes no pulso, feitos por ele mesmo, no hospital Roosevelt, aonde foi a pé após deixar o hotel.
Já o “New York Post” informa que o jovem confessou ter torturado o jornalista por mais de uma hora e, depois, tê-lo castrado com um saca-rolhas para “livrar-se dos demônios” da homossexualidade.
Seabra participou, no ano passado, de um reality show português chamado “À Procura do Sonho”, que busca novos modelos.
Ele não foi o vencedor, mas conseguiu assinar um contrato com uma agência criada por Fatima Lopes, que criou o programa de TV e era jurada.

Crime

Funcionários do hotel InterContinental na Times Square descobriram o corpo mutilado de Carlos Castro, 65, em seu quarto por volta das 19h da sexta-feira.
Castro chegou aos EUA no final do dezembro junto com seu jovem namorado, o modelo Renato Seabra, para assistir a espetáculos da Broadway e passar o Ano-Novo na Times Square, segundo um amigo da família.
Houve desentendimentos entre os dois no final da viagem, mas nada que sugerisse que algo horrível estava prestes a acontecer, disse o amigo, Luis Pires, editor do jornal em português “Luso-Americano” em Newark, New Jersey.
“Acho que eles estavam um pouco chateados um com o outro, por motivos de ciúmes”, disse Pires.
O casal assistiu ao musical “Homem Aranha”, alugaram o filme “Cisne Negro” e tinham combinado de encontrar com a filha de Pires para jantar na sexta-feira, quando Seabra repentinamente apareceu no saguão agindo de forma estranha, segundo Pires.
“Ele disse à minha filha: ‘Carlos nunca mais deixará o hotel novamente’”, segundo Pires. Ele disse que sua filha procurou um gerente do hotel, e seguranças abriram a porta do quarto, encontrando o corpo de Castro.
Fonte: Gospel+
Com informações de Folha

Bispo católico afirma haver uma conspiração da Unesco para transformar metade do mundo em gays

Através de programas voltados à ideologia de gênero, a Unesco quer converter, em 20 anos, metade da população mundial em homossexuais, disse o ministro da Família do Vaticano, Ennio Antonelli.
A teoria da conspiração global inferida pelo cardeal foi mencionada pelo bispo Demetrio Fernández, de Córdoba, Espanha, na homilia da missa da Sagrada Família, em 26 de dezembro passado.
A ideologia de gênero já está presente nas escolas da Espanha, lembrou Fernández. Segundo essa ideologia, explicou na missa, “não se nasceria homem ou mulher, mas escolhe-se segundo sua vontade e poderá mudar de sexo quando quiser, segundo o seu desejo”.
Considerado um dos bispos mais conversadores do episcopado espanhol, Fernández reportou-se à doutrina católica sobre a família, destacando que ela “consiste na união estável de um homem e de uma mulher, que se amam e se professam amor por toda a vida.”
A sexualidade, ensinou, não pode ser entendida “como um jogo do prazer” e nem o prazer que acompanha a relação sexual pode se converter em valor absoluto das relações do homem e da mulher.
“Quando o único que se persegue é o prazer, a satisfação de si mesmo, o outro se converte em objeto, e o amor se converte em egoísmo. A sexualidade é, então, a linguagem do egoísmo, do egoísmo mais terrível, porque utiliza o outro para proveito próprio”, disse.
Deus fez a sexualidade humana como expressão do amor autêntico e não como linguagem do mais puro egoísmo, agregou.
Frisou, ainda, que as facilidades para o divórcio, todas as formas de anticoncepção, inclusive o aborto, “são outros tantos ataques à família, ao projeto amoroso de Deus sobre a família e a vida”.
Fonte: Gospel+
Com informações de ALC

Investigação sobre utilização de evento evangélico para angariar dinheiro para governador é extinta


O corregedor em exercício do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE), desembargador Juvenal Pereira da Silva, extinguiu ação proposta pela coligação encabeçada pelo candidato ao governo, Mauro Mendes (PSB), contra o governador Silval Barbosa (PMDB) e do vice Chico Daltro (PP). O pedido foi protocolizado fora do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.
A coligação solicitou, em 30 de dezembro do ano passado, que fosse apurada suposta captação ilícita de recursos ocorrida durante o Congresso Seminário Ministros Labaredas de Fogo, realizado entre 20 e 22 de agosto de 2010, no bairro do Porto, em Cuiabá. A ação poderia ter sido ajuizada até a data da diplomação, que ocorreu no dia 16 de dezembro passado.
O magistrado determinou ainda o desmembramento da ação, com extração de cópia integral para distribuir, por meio de sorteio, a um dos juízes membros do Pleno, a quem compete processar e julgar a representação no que diz respeito à arrecadação e gastos de recursos de campanha.
A coligação de Mendes acusa Silval de fazer propaganda política em desacordo com as normas eleitorais. De acordo com a coligação, o então candidato praticou irregularidade na arrecadação e aplicação de recursos de campanha eleitoral por meio de recebimento de doação ilícita e sem emissão de recibo eleitoral, com a participação em evento com presença de artistas e cantores evangélicos.
“Esta ação não se refere a simples realização de evento (showmício) transfigurado de culto religioso, ou a exposição propagandística em local vedado pela legislação eleitoral. Não é isso. Tratamos aqui da efetiva propaganda eleitoral efetivada pela Igreja do Evangelho Quadrangular, em evidente violação à regra de regência, em prol da candidatura dos requeridos”, diz um trecho da petição.
Os advogados da coligação alegam que houve grande exploração do impactante evento, que acontece em todo o país e goza de grande poder midiático e religioso, com a apresentação de shows musicais, adorações coletivas, pregações de pastores de renome nacional, entre outras atrações, para milhares de pessoas.
Fonte: Gospel+
Com informações de Olhar Direto