sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Dr Pedrosa - Chip: Marca da Besta ou Tecnologia a serviço do Homem? [1/8]

Dr Pedrosa - Chip: Marca da Besta ou Tecnologia a serviço do Homem? [2/8]

Dr Pedrosa - Chip: Marca da Besta ou Tecnologia a serviço do Homem? [3/8]

Dr Pedrosa - Chip: Marca da Besta ou Tecnologia a serviço do Homem? [4/8]

Dr Pedrosa - Chip: Marca da Besta ou Tecnologia a serviço do Homem? [5/8]

Dr Pedrosa - Chip: Marca da Besta ou Tecnologia a serviço do Homem? [6/8]

Dr Pedrosa - Chip: Marca da Besta ou Tecnologia a serviço do Homem? [7/8]

Dr Pedrosa - Chip: Marca da Besta ou Tecnologia a serviço do Homem? [8/8]

Entrevista com Dr. Pedrosa - parte1 de 4

Entrevista com Dr. Perdrosa - parte2 de 4

Entrevista com Dr. Perdrosa - parte3 de 4

Entrevista com Dr. Perdrosa - parte4 de 4

Google Earth revela estrela de Davi no Irã




Uma imagem de satélite da sede das Forças Aéreas do Irã tem causado fúria ao governo iraniano devido a uma imagem da estrela de Davi aparentemente pintada no topo do prédio.

Autoridades do Irã já solicitam a retirada do símbolo, que tem grande importância para a comunidade judaica. As imagens podem ser vistas pelo Google Earth.

Especulações indicam que o símbolo foi colocado no prédio durante sua construção, que ocorreu antes da Revolução Islâmica de 1979.

Ainda não se sabe se a imagem é genuína, mas a mídia iraniana afirma que o prédio foi construído por engenheiros israelenses, quando a relação entre os dois países ainda era amigável.

Os impasses entre Irã e Israel começaram logo após a revolução e continuam até hoje, com o país muçulmano apoiando grupos terroristas como o Hezbollah para intensificar os desejos da região para a remoção do Estado de Israel.

Fonte: O Verbo / Info

Jesus no Bar: movimento de bandas cristãs realiza cultos em um bar de Porto Alegre (RS)


Já faz cerca de seis meses que alguns irmãos de Porto Alegre e região começaram a se reunir para conversar sobre uma forma de intervir de maneira contundente na sociedade com o Evangelho, atingindo, sobretudo as tribos emergentes urbanas.

A partir das primeiras reuniões, surgiu a nomenclatura MUC – Movimento Underground Cristão – que previa a realização de eventos em que bandas cristãs pudessem interagir com bandas seculares, visando criar uma aproximação da galera pelo gosto comum, a música.

Os primeiros eventos foram realizados e atingiram seus objetivos, ou seja, um vínculo de amizade foi criado entre o MUC e o BIL – Bandas Independentes Locais – um movimento consolidado e que visa fortalecer ocenário das bandas independentes do Rio Grande do Sul, realizando diversos shows, e lançando 3 CDs de coletâneas em seus 5 anos de existência.

Num dos shows, realizado no Entrebar, casa conhecidíssima por abrigar e dar palco para bandas independentes sem custo, um dos participantes do movimento sentiu que deveria iniciar uma reunião ali, em que houvesse objetivamente a pregação do Evangelho, em um momento devocional e de oração, no qual as pessoas pudessem ter contato com nosso Jesus.

Na mesma noite, agendou com os donos da casa e na semana seguinte, deu-se início ao Culto no Bar, com a presença de vários irmãos e muitos convidados, inclusive os próprios donos do Entrebar, que têm participado sempre que têm tempo para isso, visto que estão no ambiente de trabalho deles.

Inicialmente, as reuniões não tinham data fixa e com o tempo, vimos a necessidade de estabelecer um dia de cada semana para estar compartilhando com as pessoas, pois ali estava se tornando o ponto de encontro de muitos com Jesus, os quais não participavam de nenhuma igreja. O bar onde elas já iam para se divertir, para buscar conforto com seus amigos, tomar sua cerveja e ouvir sua música, agora, está se tornando um lugar de encontro com uma nova vida, numa nova espiritualidade, envolvendo um relacionamento direto com a pessoa de Jesus, sem escalas.

Com a experiência do Entrebar, temos sentido o desejo do coração de Jesus em relacionar-se diretamente com as pessoas e, além disso, nos tem sido revelado que as muitas instâncias criadas pela religião, têm roubado essa acessibilidade ao Senhor. Todos os dogmas e sacramentos humanamente estabelecidos acabaram se tornando grandes empecilhos para que um indivíduo pudesse participar da comunhão com o Corpo de Cristo” – diz Pastor Rafael, que faz parte do movimento.

No bar, a última coisa que as pessoas pensam em encontrar é algo que as religue a Deus. Contudo, o bar é a religião de uma infinidade de pessoas que encontram sentido para sua vida numa bebida, num baseado, numa música de sua banda favorita, num companheiro casual para o sexo ou num simples bate papo entre amigos. Indo até lá, mudamos o conceito teológico enganoso que condena como profano o ambiente. Assim, o santificamos, introduzindo a mensagem e a vida de Cristo em um lugar que aquelas pessoas já gostam de frequentar” – conclui.

Talvez a principal marca do Culto no Bar seja o total desprendimento que o movimento tem com o desejo de estabelecer um trilho regulador para a vida das pessoas que tem participado e se agregado à reunião. O simples fato de estar juntos e tirar um tempo para que Jesus participe daquele momento é a total diferença nessa experiência. Não existe ali a ambição de se fundar uma nova igreja, pelo contrário, a própria reunião é uma manifestação natural da Igreja. Parece vanguardista, mas é simplesmente uma face diferente de algo que tem se repetido em cada geração desde 2000 anos até agora.

Não é a captura de pessoas para a adesão ao movimento, é a própria Igreja em movimento no rumo das vidas onde elas estão vivendo.

Confira abaixo um vídeo de uma das reuniões do Culto no Bar:


Veja fotos das reuniões do Culto no Bar:

Fonte: Gospel+

Matéria de Rafael Cardoso

Parque de diversões Cristão terá réplica da Torre de Babel e Arca de Noé em tamanho real


Uma réplica da Arca de Noé em escala real será a maior atração de um parque temático do Criacionismo. A previsão é que seja terminado até 2014 e ficará no norte do estado americano de Kentucky, anunciou esta semana o governador Steve Beshear.

O parque, que custará 150 milhões de dólares, será financiado por um grupo chamado Ark Encounter LLC, o mesmo que atua uma parceria com o ministério cristão fundamentalista Answers in Genesis. Trata-se do mesmo grupo que já mantém o Museu da Criação, onde funcionam exibições em tamanho real de histórias da Bíblia.

A escolha do local ainda não está decidida oficialmente, mas os organizadores podem optar por uma área de 800 hectares, distando cerca de 70 km do Museu da Criação, que já funciona perto da divisa de Kentucky e Ohio.

“Trazer novos empregos para Kentucky é minha prioridade, e com os 900 empregos este projecto vai criar, estou feliz com o impacto econômico que terá na região Norte do Estado,” disse Beshear em pronunciamento esta semana.

Ken Ham, presidente do ministério Answers In Genesis [Respostas em Gênesis], cita uma pesquisa que indica o interesse de 63% de americanos em visitar uma réplica em tamanho real da Arca de Noé. Por isso, acredita-se que o parque poderá atrair 1.6 milhão de visitantes por ano, segundo esse estudode viabilidade da America Research Group.

Além da arca, que seguirá as proporções bíblicas, o complexo incluirá uma cidade cercada de muros, uma mostra de animais vivos dentro da Arca, com área infantil interativa, uma réplica da Torre de Babel, um cinema com efeitos especiais (5D) com 500 lugares, um roteiro de viagem através da Bíblia e uma reprodução de uma aldeia típica do Oriente Médio nos tempos de Jesus. O espaço utilizado pelo Parque “Arca do Encontro” será pouco maior que o da Disneylândia.

Parte do financiamento está sendo promovido pelo ministério em seu site AQUI, onde voluntários podem “adotar”, com doações entre 100 e 5.000 dólares, pedaços da Arca. Cerca de 113 mil já foi arrecadado na primeira semana.

O apoio formal do Estado à construção de um parque temático religioso já tem atraído controvérsias. O governo assumiu 1/4 dos custos. Embora não seja ilegal, Ed Kagin, procurador do Estado considerou o esforço “questionável”.

Por outro lado, o deputado democrata Royce Adams declarou seu apoio e afirmou: “Além dos 900 empregos gerados, a atração será um marco para aqueles que compartilham de nossa fé”. Enquanto o juíz do Conmdado Darrel Link, declarou: “Com a arca virá um arco-íris, e no final de cada arco-íris tem um pote de ouro”.

A administração do Museu da Criação, que será a mantenedora do parque, acredita que essa construção também atrairá muitos desses visitantes para o Museu. Desde que foi inaugurado em 2007, o Museu já recebeu quase um milhão e meio de visitantes. O Museu da Criação foi criado para divulgar o Cristianismo e sempre gerou controvérsias por defender uma interpretação literal do Livro de Gênesis, questionando a teoria da evolução e mostrando que seres humanos conviveram com dinossauros.

Fonte: MSNBC e NEWS5 / Gospel+ Tradução: Jarbas Aragão Via: Pavablg

Atriz Danielle Winits escolhe pastor evangélico para celebrar casamento


O padrastro de Jonatas Faro é quem vai celebrar o casamento dele com Danielle Winits, informou a coluna “Retratos da Vida” do jornal “Extra” desta quinta-feira.

De acordo com a publicação, a cerimônia acontecerá na próxima quarta-feira (8).

O jornal conta ainda que o ator perdeu o pai cedo e foi criado pelo PastorLuís em uma comunidade evangélica em Niterói, no Rio de Janeiro. Jonatas, aliás, o chama de pai.

Danielle está grávida de quase cinco meses. Os dois assumiram o namoro em abril deste ano. Apesar da notícia do casamento ter sido divulgada pela imprensa, a atriz despistou em recente entrevista ao programa “Mais Você” na semana passada. Na ocasião, ela afirmou que não teria sido convidada para o casamento.

A atriz foi vista em cultos da igreja evangélica Bola de Neve, conhecida por ser frequentada por surfistas convertidos ao Evangelho.

Fonte: Quem, Extra e Titinet / Gospel+ Via: Galileo

Jogador brinca e afirma que Deus é flamenguista e por isso o time não é rebaixado

O foco do Flamengo já está na partida de domingo, contra o Santos, às 17 (horário de Brasília), na Vila Belmiro, pela última rodada do Brasileiro. Porém, a derrota para o Cruzeiro na semana passada, em Volta Redonda, ainda é assunto. Mesmo com o revés, o time, por causa de outros jogos, escapou do rebaixamento.

Nesta quinta-feira, Val Baiano foi questionado sobre o assunto e respondeu, de forma no mínimo curiosa, o motivo da permanência do Flamengo na elite do futebol nacional.

“O Flamengo não cai. Deus é flamenguista e nos ajuda”, salientou o atacante, acrescentando.

“Foi um ano difícil, que começou conturbado. Muitas coisas aconteceram e a gente só espera que 2011 seja diferente. Que seja o ano do Flamengo. Temos condições para isso”, emendou.

No coletivo desta quinta-feira, no CT Ninho do Urubu, em Vargem Grande, Zona Oeste da cidade, Val Baiano treinou entre os titulares e deve enfrentar o Santos.

Fonte: Terra / Gospel+

Justiça fecha Fundação Renascer: “Há indícios de que Sônia e Estevan Hernandes formaram uma organização criminosa”

Depois de vários processos, investigações e intervenções da justiça, a Fundação Renascer saiu da mídia inesperadamente. A Bispa Sônia Hernandes, líder e fundadora da Igreja Renascer, era a presidente da fundação beneficente e foi afastada pela Justiça durante o processo, agora foi revelado que devido a problemas legais a Fundação Renascer foi extinta completa e oficialmente.

Embora nos cultos da denominação ainda se fale da fundação, legalmente ela deixou de existir, mas a Igreja Renascer continua citando-a em seu site oficial e mantendo uma página na internet para a mesma, onde nela pede doações para a extinta Fundação Renascer.

O Fim

Segundo o processo de número 100.07.216730-0 movido pelo Ministério Público de São Paulo, a Fundação Renascer não existe desde o ano de 2009. No processo, o juiz determinou a cassação dos bens da extinta Fundação Renascer: “Determino a arrecadação dos bens da extinta Fundação Renascer, os quais foram relacionados a fls. 5255 e 5259/5260. Para a arrecadação, bem como para acompanhamento e promoção dos atos de liquidação do patrimônio da Fundação, fica mantido o Dr. PAULO RANGEL DO NASCIMENTO. Feita a arrecadação, proceder-se-á à liquidação dos bens da Fundação, para que seja saldado o passivo. Eventuais recursos restantes serão destinados a outra Fundação com finalidade semelhante. Ficam suspensas as execuções existentes em face da Fundação, devendo os credores, no prazo de vinte dias, promover a habilitação em apenso a estes autos. Para a convocação dos credores, expeça-se o o edital com prazo de trinta dias”. A partir de então e em todas as movimentações seguintes do processo a Fundação Renascer é sempre referida como “extinta”.

No dia 4 de setembro de 2007 o juiz divulgou sentença afirmando que a Fundação Renascer deixou de exercer as atividades sociais para as quais foi constituída, além de adquirir terreno nos Estados Unidos para construir resort perto da Disney: “Nesses termos, é lícito concluir que a Fundação Renascer deixou de exercer as atividades sociais para as quais foi constituída. Da denúncia que o Ministério Público ofereceu à Primeira Vara Criminal desta Capital contra Sônia Haddad Moraes Hernandes, a Presidente, e demais membros da Diretoria Executiva, consta que os dirigentes da Fundação Renascer vêm tendo condutas incompatíveis com as funções sociais que deveriam desempenhar, havendo indícios de que ela e Estevan Hernandes Filho formaram uma organização criminosa com a finalidade de praticar crimes de estelionato, pois assumiram inúmeros compromissos financeiros e deixaram de honrá-los, apesar de terem acumulado riquezas pessoais em curto espaço de tempo. De mais a mais, consta que a Fundação Renascer adquiriu um terreno nos Estados Unidos da América, a duas horas da Disney, onde pretende construir, consoante os folhetos que distribuiu, um resort do tipo time sharing, além de manter relações íntimas com a agência de publicidade “Abbud Comunicação – que vem usando o CNPJ da entidade -, e de adquirir uma área rural, não pagar os vendedores e não construir o cemitério “Geninis Memorial Park”. Ao contrário, utiliza a área para retiros e cobra dos participantes para desfrutá-la (fls. 211/353 do Protocolado), o que é incompatível com os objetivos para os quais foi constituída. Por fim, é público e notório que ela, demandada, e o Apóstolo Estevam foram condenados a dez meses de prisão e dois anos de liberdade condicional, porque, em 9 de janeiro último, deram entrada em Miami na posse de U$ 56.367 não declarados, estando parte do dinheiro escondida no interior de uma Bíblia Sagrada. Nesses termos, não há dúvida de que se acham presentes não só o fumus boni iuris, mas também o periculum in mora, a justificar a antecipação da tutela (CPC, art. 273). Isso posto, determino o afastamento da ré do cargo de Presidente da Diretoria Executiva da Fundação Renascer, proíbo seus antigos dirigentes de desempenharem funções administrativas na entidade”

Em agosto de 2001, a Renascer comprou em Avon Park, na Flórida, um terreno onde pretendia construir o projeto Renascer World. Formalmente, seria um centro de treinamento de missionários. Nos panfletos distribuídos aos fiéis, era um resort a duas horas de distância da Disney. Na prática, é um sistema de reservas antecipadas em hotéis, conhecido como time sharing. Quem desembolsa-se R$ 7 mil, em 24 prestações, teria direito a se hospedar uma semana por ano em hotéis da rede Interval. A taxa anual de manutenção do título era de US$ 300.

No dia 14 de janeiro de 2010, o juiz emitiu nova sentença contra a Fundação Renascer; nela o magistrado solicita as salas do Edifício Copan: “Vistos. Expeça-se mandado de constatação e arrecadação da sala destinada à projeção cinematográfica, no Edifício Copan, à Av. Ipiranga, 200 , conforme as descrições de fls. 5335. Int.”

Na consulta feita a Fundação Renascer está sendo cobrada e seus bens “capturados” pela justiça. A reportagem entrou em contato com o Ministério de Comunicação Renascer para saber mais sobre o terreno que a extinta Fundação Renascer tem nos Estados Unidos e do processo em questão, mas não houve retorno.

Fundação Renascer

A Fundação Renascer era denominada como uma entidade de utilidade pública federal e municipal, constituída desde 1990 e com sede em São Paulo. Foi criada para gerir todas as obras assistênciais da Igreja Renascer em Cristo.

Para saber mais sobre os processos, acesse www.tj.sp.gov.br

Fonte: Folha Renascer e Gospel+

STF nega habeas corpus a pastores da Igreja Universal envolvidos em estupro e assassinato de adolescente

Os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negaram, nesta quinta-feira (2), o pedido de habeas corpus dos advogados dos pastores da Igreja Universal do Reino de Deus, bispo Fernando Aparecido da Silva e pastor Joel Miranda (foto), para suspender o processo a que respondem pelo assassinato do adolescente Lucas Terra em 2001, no bairro do Rio Vermelho. Os advogados alegavam que a investigação deveria ser considerada nula por ter sido conduzida pelo Ministério Público (MP) e não pela polícia.

A questão sobre o poder de investigação do MP está para ser analisada pelo plenário da Corte em uma ação movida pela defesa de Sérgio Gomes da Silva, conhecido como “Sombra”, acusado de ser o mandante do assassinato do ex-prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel. O entendimento vai orientar o julgamento de casos semelhantes. O STF informou em nota que decidiu analisar o pedido dos pastores da Bahia, no entanto, “devido à peculiaridade do caso”.

O relator da ação, ministro Ricardo Lewandowski, lembrou que o MP, como titular da ação penal, não está impedido de proceder investigações, conforme previsto no artigo 129, incisos VI e VIII, da Constituição Federal. Ele destacou ainda que o inquérito policial, por ser peça informativa, não é pressuposto necessário para a elaboração da ação penal, que pode ser embasada em outros elementos.

Durante o julgamento, o ministro afirmou também que a investigação não teve início no Ministério Público, pois já havia um inquérito policial em curso.

Caso – Em março de 2001, Lucas Terra foi violentado sexualmente e, em seguida, assassinado. Seu corpo foi encontrado carbonizado em um terreno na Avenida Vasco da Gama, em Salvador. Lucas tinha 14 anos quando foi morto e, desde a época do crime, a família do garoto se dedica de modo árduo para que o caso não seja esquecido e os culpados sejam punidos. Um terceiro pastor envolvido no caso, Silvio Galiza, confessou o crime e está preso.

Ele teria matado o jovem após tentar manter um relacionamento amoroso com ele. Os outros dois acusados teriam participado do crime para tentar encobrir a situação.

Galiza já chegou a declarar à justiça que Lucas Terra foi morto por ter presenciado uma relação sexual entre o bispo Fernando Aparecido da Silva e o pastor Joel Miranda. Os dois respondem ao processo em liberdade.

Fonte: A Tarde / Gospel+

Silvio Santos diz não a Silas Malafaia, R.R. Soares, Edir Macedo e Igrejas Evangélicas


O apresentador Silvio Santos recusou as propostas de várias igrejas que queriam comprar horários na madrugada do SBT.

Até segunda ordem, ele quer manter distância de bispos e pastores que anseiam pelos horários noturnos da emissora.

Mesmo com a crise nas empresas de seu grupo, Silvio está em Los Angeles estudando novos formatos televisivos.

De acordo com um interlocutor dele, o apresentador segue direto para Miami para as festas de fim de ano.

A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quinta-feira (2).

Edir Macedo, Silas Malafaia, Valdemiro Santigo e R.R. Soares fizeram ofertas ao SBT, o líder da Igreja Internacional da Graça chegou a oferecer 10 milhões por mês por algumas horas na madrugada.

Fonte: Folha / Gospel+
Via: Pavablog

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Fé e Deus ganham destaque nas palavras de moradores do Morro do Alemão: “O Senhor olhou para este lugar”

Como o Conjunto de Favelas da Penha e o Complexo do Alemão são lugares habitados por um grande número de famílias cristãs evangélicas e católicas, em várias entrevistas transmitidas ao vivo pela televisão, tanto na Globo e Record, quanto na RedeTV e SBT, homens e mulheres de fé expressaram, em rede nacional com grande audiência, sua gratidão a Deus pelos acontecimentos. Todas elas não deixaram de demonstrar gratidão, também, pelo trabalho dos policiais e militares.

Nas várias horas de transmissão ao longo da semana, foi também possível perceber que os repórteres geralmente dão mais credibilidade a pessoas idosas do sexo feminino para esse tipo de manifestação religiosa. Uma senhora do Complexo, por exemplo, pôde dizer ao vivo – e depois sua entrevista foi repetida várias vezes – que tinha “orado muito” e que “o Senhor olhou para este lugar” e a operação foi um sucesso.

Em outra cena, também repetida pelo menos uma vez, um homem de cerca de 60 anos estendia suas mãos e abençoava os policiais que passavam em frente à sua casa. O número de armas e drogas apreendidas surpreendente, o recorde de ligações para o Disque-Denúncia e outras formas de comunicação da populaçao, a união das forças policiais e militares estaduais e federais, e o planejamento acertado e prudente do comando têm sido motivos para uma onda de bastante esperança da maioria da população.

A Secretaria estadual de Segurança do Rio de Janeiro informa que, nesta terça-feira (30/11), após a inauguração da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro dos Macacos, no bairro de Vila Isabel, o secretário José Mariano Beltrame, irá até o pátio da Acadepol (Rua Frei Caneca, 165 – Centro – ao lado do Batalhaão de Polícia de Choque). No local, será feita a apresentação de todas as armas e drogas apreendidas no Complexo do Alemão desde domingo (28/11), quando as forças de segurança iniciaram a operação de reconquista do território nas comunidades que compõem o complexo.

Fonte: Soma/ Gospel+
Via: Guia-me

Coca-Cola doa fábrica para igreja evangélica

A Coca-Cola doou sua fábrica de engarrafamento em Albany Geórgia (EUA) para a Igreja Batista Sherwood. A construção de 60 mil metros quadrados, avaliada em 590 mil dólares, havia sido colocada a venda há últimos dois anos.

Na página do Facebook a igreja diz que planeja usar a doação como um mecanismo como um centro de apoio a comunidade.

“Esse é o momento oportuno para celebrar e agradecer ao Senhor que nos concedeu essa benção. Agora estaremos mais preparados para compartilhar a Palavra de Deus e atender as necessidades da comunidade. Agradecemos também a generosidade da Coca-Cola”.

O edifício estava à venda há dois anos e a decisão da empresa surpreendeu até o agente imobiliário Woody Watson, que estava lidando com o anúncio do imóvel. “Estou surpreendido com a decisão, pois a empresa tinha várias ofertas pela propriedade. Pensei que o negócio já estava feito”.

Para o pastor da igreja e ex-gerente da Coca-Cola, Jim McBride, essa foi uma grande benção para a igreja. “Não estávamos perseguindo essa doação. Há poucos dias recebemos um telefonema do pessoal da empresa dizendo que gostariam de doar o prédio para a igreja”, disse McBride.

Fonte: Charisma News / Gospel+
Via: Guia-me

Confira entrevista com Pastor que negociou com bandidos do Morro do Alemão: “Um dos chefes me chamou no canto e chorou na minha frente”

Na véspera da invasão da polícia ao Complexo do Alemão, um grupo de cinco pessoas da ONG AfroReggae decidiu subir o conjunto de 14 favelas na Penha, zona norte do Rio de Janeiro, e tentar convencer os traficantes a se entregarem. Liderados pelo diretor-executivo da organização, José Junior, eles argumentaram que a polícia venceria um possível confronto e que inocentes seriam as maiores vítimas. Ao lado de Junior estava um dos coordenadores da área social da entidade, Rogério Menezes, respeitado por traficantes, viciados e detentos do sistema penitenciário do Estado.

Evangelizador da Assembleia de Deus, Rogério é chamado de pastor. Em meio à negociação com os criminosos, no sábado (27), José Junior recorria ao Twitter para mandar informações em tempo real. “Pastor Rogério é o cara que mais salvou vidas que eu conheço. Muitas, inclusive, na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão. Homem de Deus”, escreveu o líder do AfroReggae na ocasião.

Ex-viciado, pastor Rogério admite que já traficou drogas, pegou em armas e cometeu crimes. Foi preso. Sobreviveu a duas overdoses de cocaína, e “foi salvo por Jesus”. Hoje, ele diz que sua vida pregressa o permite compreender o que passa pela cabeça de criminosos e apresentar argumentos para tirar muitos da marginalidade. “Já salvei uns 300 que estavam amarrados para morrer”, garante.

Sobre a ação de retomada do Complexo do Alemão pelo Estado, o pastor diz acreditar “que a intenção foi uma das melhores”. Segundo ele, “o governador tem feito um trabalho muito bom”. Contudo, o religioso defende que somente uma anistia aos traficantes será capaz de pôr fim à ameaça de guerra no Rio. “Proponho que essa decisão seja avaliada pelo governo, pelos parlamentares e pela Justiça.”

A seguir, leia mais sobre o que pensa o pastor.

iG: Às vésperas da polícia invadir a favela, no sábado (27), o senhor e o José Junior entraram no Complexo do Alemão para conversar com os traficantes. Na sua avaliação, esse gesto ajudou a evitar derramamento de sangue?

Rogério Menezes – Sim. Eu e o José Junior estávamos todo o tempo juntos. Ele virava para mim e falava “pô, Rogério, o que a gente pode fazer para ajudar?”. Eu respondia: “Junior, eu sei que é perigoso e arriscado, mas imagina se a polícia entrar? Vai morrer muita gente. Temos de ir lá”. Expliquei que o máximo que poderia acontecer era a gente ser tomado como refém. Falei: “Deus está nos mandando ir”.

iG: O que o senhor pensava naquele momento?

Rogério Menezes – Havia ali cerca de 1.500 pessoas com algum envolvimento com o crime. Se houvesse confronto, eles iriam enfrentar, como foi noticiado, 2.600 policiais civis, militares, homens do Exército e da Marinha. Sem contar os inocentes, os jornalistas, imagina o derramamento de sangue que poderia existir… Eu só pensava nisso.

iG: Como vocês chegaram até os traficantes?

Rogério Menezes – Entramos na favela e perguntamos onde eles estavam. Nos orientaram a chegar até a parte mais alta. Encontramos um grupo de cerca de 60 homens, os mais perigosos. Conversamos olho no olho.

iG: E como foi a conversa?

Rogério Menezes – Eles vieram até a gente. Estavam cansados, sem forças até para falar. Nós argumentamos que não dava para eles encararem. E muitos diziam “pastor, me ajuda. Pelo amor de Deus. O que o senhor pode fazer por mim?” O José Junior respondeu que não havia nada que a gente pudesse fazer e que o melhor seria se renderem à polícia; que a única garantia que a gente podia dar era a de que ninguém seria assassinado se aceitasse a rendição.

iG: E eles estavam inclinados a aceitar a proposta?

Rogério Menezes – Um dos chefões virou para mim e falou: “Pastor, o senhor me conhece. Sabe que a minha vida todinha eu tirei dentro da cadeia. O senhor quer que eu volte?” Respondi: “Rapaz, é melhor você se entregar do que ser morto. Você tem uma vida, tem família. Pensa muito bem no que você vai fazer.”

iG: E qual foi a reação?

Rogério Menezes – Eles estavam desesperados, amedrontados. Alguns tremiam, estavam com os olhos arregalados. Outros olhavam para a gente como se fôssemos uma saída, um porto seguro. E a gente foi tentando acalmá-los. Mas eles diziam que era complicado se entregar. Em determinadas facções, se entregar é complicado. Eu sei disso. Hoje sou pastor, mas já fui do crime. Entendo a posição deles. Mas é aquele negócio, para o homem é impossível, mas para Deus tudo é possível.

iG: Quer dizer que alguns queriam se render, mas tinham medo de ser assassinados na cadeia por retaliação da facção criminosa a que pertencem?

Rogério Menezes – É por aí. Cada caso é um caso. Depois dessa conversa que tivemos com eles, 37 se entregaram. Um se apresentou na delegacia com a mãe, a imprensa acompanhou. É o Mister M. Teve um pai que foi entregar o filho por acreditar que isso era melhor do que vê-lo morto pelo Bope. Acredito que eles não viam saída. Eu e o José Junior os motivamos a não irem para o confronto. Ninguém imaginava que o Alemão poderia ser ocupado da forma como foi. O maior mérito foi de Deus. Mas há também o mérito do AfroReggae, do José Junior, que foi muito corajoso.

iG: Qual foi o diálogo com os traficantes que mais marcou o senhor?

Rogério Menezes – Vi homens de alta periculosidade me chamar no canto e se abrir para mim e para o José Junior. Um deles chorou na nossa frente. Não de medo. Chorou porque não queria o confronto, porque temia pela vida dele, porque tinha família. Ele estava se sentindo traído por amigos que o deixaram na mão. Foi o momento que mais me compadeceu. Eu ficaria o tempo todo ao lado daquela pessoa, ainda que a polícia entrasse.

iG: Era um dos chefes do tráfico?

Rogério Menezes – Positivo.

iG: Quem falou mais, os senhores ou os traficantes?

Rogério Menezes – Eles ficaram mais tempo calados. Queriam ouvir a gente, queriam uma luz. Eles não estavam conversando com traficantes, mas com pessoas que simbolizavam a paz, a vida. Tem pessoas ali que me conhecem desde 1993, quando comecei a pregar. Muitos eu vi ir para a cadeia, sair da cadeia, visitei na favela. Havia homens com armas nas mãos, mas os que conversavam com a gente não estavam armados. Em momento algum eles diziam que iriam meter bala ou que optariam pelo confronto. Isso eu não vi.

iG: O senhor diz que muitos traficantes não querem se render porque temem retaliações de colegas de facção dentro da cadeia; outros que já ficaram muito tempo presos e não aceitam voltar. A polícia afirma que vai permanecer na favela até realizar as prisões e recuperar as armas. O senhor defende alguma proposta para que não aconteçam novos conflitos?

Rogério Menezes – Sou a favor da anistia. Converso muito com traficantes e com viciados, visito muita boca de fumo. Eu evangelizo muito. Faço um trabalho de Deus, um trabalho do bem, espiritual. Já tirei muitos dessa vida e encaminhei para um emprego. E já vi caso também de pessoas que largaram o crime, se mudaram para outro estado, mas não conseguiram emprego porque devem à Justiça. Tiveram de voltar e retornar para o crime, tinham família. Mas eles me diziam “pastor, o senhor viu que tentei. Voltei para o tráfico, mas não bebo, não me drogo mais, nem a baile funk eu vou. Vai acabar meu plantão na boca e vou para casa ficar com meus filhos”.

iG: O senhor não acha difícil propor para a sociedade que essas pessoas sejam anistiadas sem pagar pelos crimes que cometeram?

Rogério Menezes – É muito difícil responder sobre isso. Como religioso, acho que o culpado disso tudo são as forças espirituais do mal. Vou dar um testemunho da minha vida. Eu trabalhava, ganhava bem, três salários mínimos. Não era de uma vida errada. Mas em um determinado momento me senti sem chão. Tudo começou quando perdi meu pai. Minha mãe arrumou outro homem logo em seguida e eu não aceitei. Ela então me expulsou de casa. Eu tinha 16 anos. Bateu uma depressão tão grande, que perdi meu emprego, não conseguia trabalhar. Era morador da Baixada Fluminense, morava numa comunidade carente, conhecia bandido, conhecia traficante, mas eu era trabalhador. Nem todo mundo que mora dentro de uma comunidade é bandido. Minha família me deu estudo, o melhor que pôde dar. Mas eu caí na vida do crime, me entreguei à bebida, às drogas, fui preso. Houve momentos em que me vi sentado, chorando, querendo sair dessa. Eu despertei, procurei uma casa de recuperação. Tive apoio.

iG: Apesar da visão religiosa do senhor, a anistia não é uma proposta polêmica?

Rogério Menezes – Cada caso é um caso. Proponho que essa decisão seja avaliada pelo governo, pelos parlamentares, pela Justiça. Caso a caso, insisto. Mas, particularmente, eu acredito que num universo com 100% de criminosos, se você oferecer uma oportunidade pelo menos 40% aceitam largar essa vida. É preciso considerar que muitos temem por suas famílias. Se forem presos, quem vai sustentar suas mulheres, seus filhos? Tem que haver um projeto social também.

iG: Muitos bandidos fugiram e a polícia diz que vai capturá-los. O senhor acredita que esses traficantes vão voltar para o Complexo do Alemão futuramente? Ainda pode haver enfrentamento?

Rogério Menezes – Acredito que muitos homens que estavam ali no meio, inclusive os que fugiram, não têm antecedentes criminais. Às vezes até segura uma arma, mas é só um viciado. A polícia tem feito seu trabalho. E cabe à polícia e ao governo continuarem a fazer o seu trabalho. Contudo, também acredito que aquilo ali foi a mão de Deus a fim de despertar esses jovens. Acredito que muitos vão analisar e ver que não vale a pena se envolver com o crime. É a resposta que posso dar para essa pergunta.

iG: O senhor está certo da recuperação dessas pessoas?

Rogério Menezes – Vou dar um exemplo. Trabalha com a gente lá no AfroReggae o Gaúcho. Durante muitos anos ele foi o chefe do Alemão, era um dos mais temidos na área. Ele tirou 28 anos de cadeia e hoje está aí, fora do crime, trabalhando com carteira assinada. Isso é a prova de que enquanto há vida, há esperança. O Bem-te-vi, aquele que morreu na Rocinha, ele vivia me dizendo que queria sair do crime. Eu ia para lá pregar umas sete da noite e ele não me deixava ir embora antes das três, quatro horas da manhã. Ele tinha o prazer de estar do meu lado. Muitas vezes o vi chorar. Ele me dizia “pastor, me ajuda. Quero sair dessa vida, mas não tenho forças. A sociedade me marginaliza, não acredita em mim”. Eu dizia, “rapaz, o mais importante é Deus estar olhando para você. Deus tem um plano para sua vida. Você não pode se entregar à criminalidade”.

iG: Por que evangélicos são tão respeitados pelos criminosos?

Rogério Menezes – No sábado, na hora em que a polícia se posicionou para invadir o Complexo do Alemão, tinha um pastor na entrada da favela de terno e com a Bíblia na mão. Estava ele e a mulher dele. Aliás, havia mais de um, eram muitos. Eles ficaram entre os militares da polícia, do Exército e da Marinha, e os jovens. E eles procuravam esses jovens e diziam para que saíssem dessa vida. Ofereciam apoio: “quer se entregar comigo?”, perguntavam. No momento mais difícil, havendo risco de vida, eles estavam ali. E tem os testemunhos daqueles que saíram do crime e hoje estão aí, vivendo com dignidade. Isso mostra para eles que é possível.

Fonte: IG / Gospel+
Via: Pavablog

Pastora entra na justiça para receber os direitos trabalhistas por seu cargo ministerial

Admitida em 2006, foi dispensada três anos e um mês depois sem justa causa. A pastora afirmou, segundo consta do processo na 1ª Vara do Trabalho de Araraquara, que “não teve o seu contrato de trabalho reconhecido; sofreu dano moral; não recebeu, corretamente, as férias, os trezenos salários e as verbas rescisórias”, apesar de ter dito, em depoimento “que o serviço prestado na reclamada era com intuito de fé”.

A igreja alegou que “inexistiu o alegado vínculo empregatício”, mas confirmou que a pastora recebia contribuição pecuniária de 30%, como todos os demais responsáveis de igreja recebem, para ajuda de custo.

O juízo de primeira instância julgou totalmente improcedente o pedido da pastora, com base no entendimento de que “o trabalho religioso, cujo vínculo se centra na não caracteriza o vínculo empregatício”. A decisão de primeira instância ainda lembrou que “a fé não é, ou não deveria ser, objeto de comercialização ou de interesse econômico”. Inconformada, a pastora recorreu.

Decisão

O relator do acórdão no TRT, desembargador Gerson Lacerda Pistori, afirmou que “em linha com a hipótese excepcional prevista na Lei Previdenciária, que admite o recolhimento como autônomo para pastores e padres das religiões sem fins lucrativos, não se deve reconhecer o vínculo empregatício entre quem exerce o sacerdócio e a respectiva entidade religiosa. E a principal justificativa está no fato de que o sacerdócio deve ser entendido como uma vocação, mas nunca como uma profissão”.

Fonte: Última Instância / Gospel+
Via: Creio

Famoso pastor admite em seu programa de TV ter tido um caso extraconjugal

O influente televangelista Marcus Cordeiro revelou na terça-feira que teve um caso com outra mulher há vários anos.

Ele e sua esposa, Joni, que são fundadores da Rede de Televisão Daystar, fizeram o anúncio durante o programa de TV “Celebration.” O casal decidiu contar ao público sobre o caso depois que três pessoas ameaçaram levar a história para a mídia, se a Daystar não lhes pagasse $ 7,5 milhões.

“Eles estão tentando levar a nossa dor e transformá-la em seu ganho,” disse Marcus Cordeiro, durante a transmissão ao vivo, como relatado pela Associated Press. “Nós não estamos indo tomar o dinheiro de Deus para não sermos humilhados.”

Os três indivíduos que tentaram extorquir milhões de dólares do casal não estavam envolvidos e nem foram afetados pelo caso.

Segundo Joni, a relação entre o marido e outra mulher foi algo emocional que, em seguida, tornou-se “inadequado.”

Depois que o Senhor a convenceu de que “valia a pena lutar por,” Marcus, o casal iniciou um processo de arrependimento, perdão e restauração por meio de aconselhamento pastoral e responsabilidade pessoal.

Joni disse aos telespectadores que o caso não era um segredo que eles estavam se escondendo, mas sim uma questão pessoal a partir do qual foram privados de cura, por recomendação de seus conselheiros espirituais.

“Joni e Marco escolheram revelar a sua história – e não para dar uma desculpa ao pecado, mas sim para celebrar a vitória da graça de Deus e do propósito redentor de suas vidas,” lê-se em uma declaração na Daystar.com.

“Isso resultou em uma visão expandida do ministério focando a restauração do casamento entre casais e famílias, que já vem facilitando o um-para-um entre amigos.”

Os Lambs começaram sua carreira no ministério de televisão em 1985. Depois de ganharem reconhecimento, passaram a começar a Rede de Televisão Daystar. Atualmente, a Daystar opera mais de 70 estações de televisão nos principais mercados nos Estados Unidos. Sua audiência nos EUA cresceu de 63 a 80 milhões casas no ano passado e transmite para mais de 200 países.

Juntamente com o co-patrocínio do jornal “Celebration” do programa, Marcus Cordeiro viaja pelo mundo regularmente, pregando.

Marcus e Joni residem em Dallas com seus três filhos, Jonathan, Rachel e Rebecca.

Fonte: Christian Post / Gospel+