sábado, 20 de novembro de 2010

Universidade Mackenzie: em defesa da liberdade de expressão religiosa


A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.

Para ampla divulgação.

Link Original: http://news.noticiascristas.com/2010/11/universidade-mackenzie-em-defesa-da.html#ixzz15pBcd82W

Cientistas obtêm átomos de antimatéria pela primeira vez

Físicos conseguiram pela primeira vez obter átomos de antimatéria, em uma conquista que poderá levar a uma maior compreensão sobre a origem do Universo.
A organização de pesquisa nuclear europeia (Cern) conseguiu capturar 38 átomos de anti-hidrogênio em um campo magnético por um sexto de segundo - tempo suficiente para começar a estudar as suas estruturas.
Átomos de anti-hidrogênio já haviam sido produzidos anteriormente, em 2002, mas eles eram destruídos instantaneamente quando entravam em contato com matéria normal.
A equipe responsável pela pesquisa declarou à revista Nature que a possibilidade de estudar a antimatéria desta maneira permitirá a comprovação de alguns princípios da física antes impossíveis de serem atingidos.
A antimatéria é um "espelho" da matéria normal, da qual é composta a maior parte do Universo. Uma antipartícula tem uma massa idêntica à de sua partícula correspondente, mas com carga elétrica inversa.
Um dos grandes mistérios da física é por que uma parte imensamente maior do Universo é feita de matéria em vez de antimatéria. As leis da física não fazem distinção entre as duas, e quantidades iguais de ambas podem ter sido criadas quando o Universo surgiu.

Captura complicada
A produção de partículas de antimatéria como posítrons - o "espelho" dos elétrons - e antiprótons em laboratório se tornou algo comum, mas reuni-las em átomos de antimatéria sempre foi algo bem mais complicado.
Enquanto a captura de átomos normais pode ser feita com campos elétricos ou magnéticos, fazer o mesmo com átomos de anti-hidrogênio requer um tipo muito específico de campo.
"Átomos são neutros - eles não têm carga líquida - mas eles têm uma pequena propriedade magnética", disse à BBC o professor Jeff Hangst da Universidade de Aarhus (Dinamarca), um dos colaboradores do projeto para captura de anti-hidrogênio.
"Você pode imaginá-los (os átomos) como pequenas agulhas de bússola, que podem ser desviadas usando campos magnéticos. Nós construímos uma ''garrafa magnética'' muito forte em volta onde produzimos o anti-hidrogênio e, se eles não estiverem se movendo muito rapidamente, eles são capturados."
Além de Hangst, também participaram da pesquisa os físicos Rob Thompson e Makoto Fujiwara, da Universidade de Calgary (Canadá).
A equipe comprovou que, dos cerca de 10 milhões de antiprótons e 700 milhões de posítrons, 38 átomos estáveis de anti-hidrogênio foram formados.
O próximo objetivo é obter mais destes átomos, e que durem mais tempo, para que possam ser estudados mais precisamente.

Notícias Cristãs com informações da BBC Brasil/Terra

Link Original: http://news.noticiascristas.com/2010/11/cientistas-obtem-atomos-de-antimateria.html#ixzz15pBJyKzl

Famoso pastor fala sobre suas polêmicas e responde as acusações de “herege” e “mundano”

Fim de culto na Betesda. A igreja ocupa um imenso galpão na zona sul de São Paulo. Ricardo Gondim chama um dos pastores para fazer a oração final e deixa a plataforma a passos rápidos enquanto a congregação está de olhos fechados. No entanto, em vez da saída à francesa, ele opta pela “versão Ceará”, postando-se à porta do templo para cumprimentar as pessoas. Tudo como manda o mais autêntico figurino presbiteriano. Posa para fotos, autografa livros e distribui sorrisos e abraços para aos que se comprimem à sua volta.

Para desapontamento de inúmeros desafetos, o escritor e pastor parece revestido de uma espécie de couraça contra os rótulos que lhe são atirados com freqüência. “Arrogante”, “herege”, “polêmico” e “mundano” são apenas alguns, digamos, publicáveis. Após receber muitos protestos sobre as supostas heresias defendidas por seu articulista, a revista evangélica Ultimato se pronunciou no ano passado (edição 308) usando dois adjetivos sobre os textos de Gondim: “Apreciados” e “saudáveis”.

Um rápido exame nas dezenas de textos de seu visitadíssimo site já é suficiente para identificar algumas preferências pouco (ou nada) ortodoxas para um líder pentecostal. De Vinicius de Moraes a Lenine, a lista para lá de eclética inclui nomes como Almodóvar, Rubem Alves e Simone Weil. Com o fôlego de quem correu onze maratonas e dezesseis vezes a São Silvestre, Gondim revela que a corrida funciona como espécie de exorcismo para ele e para os amigos que o acompanham. “Após vários quilômetros percorridos, costumamos dizer que suamos vários demônios”, graceja.

Confira abaixo a entrevista concedida à revista Cristianismo Hoje

Agora em maio, duas grandes catástrofes – o ciclone em Mianmar e o terremoto na China – assustaram o mundo e novamente levaram os crentes a pensar sobre as razões do sofrimento humano. Como o senhor, que na época do tsunami ocorrido na mesma Ásia em 2004 causou polêmica com um artigo sobre as tragédias, analisa a questão do sofrimento humano diante da existência de um Deus que se apresenta ao homem como pleno de amor?

RICARDO GONDIM – Discordo da explicação fundamentalista de que “todas as tragédias são provocadas pelo pecado original”. É um simplismo cruel e inútil. Como escrevi inúmeras vezes, não consigo acreditar numa divindade que tudo ordena e orquestra. Em Os irmãos Karamazov, de Dostoievski, Ivan diz num certo momento: “Há uma coisa no Universo que clama: o choro de uma criança”. O Deus da Bíblia não é sádico de provocar a morte de milhares de vidas. Exatamente pelo fato de Deus ser amor, ele possibilita a felicidade e a infelicidade. Nossas escolhas, decisões e articulações sociais interferem nos resultados. Ao mesmo tempo, a vida é trágica e feliz. Deus é sempre parceiro do homem nessa busca de tornar a vida mais intensa e prazerosa. Como afirma André Comte-Sponville, “somos os únicos seres do Universo que podem humanizar ou desumanizar”.

Na época do tsunami, teólogos se insurgiram contra alguns de seus textos, desfiando uma série de argumentos. Hoje, o senhor é mestrando em ciências da religião na Universidade Metodista. É importante estudar teologia?

Depende de como você entende a teologia. Deus não pode ser dissecado. Como disse Paul Tillich, “Deus está além de Deus”. Entendo teologia como o estudo e a maneira como organizamos nossa vida a partir da compreensão que temos de Deus, ou, lembrando Rudolf Otto, do nosso “encontro com o sagrado”.

Mesmo entre as pessoas que não professam nenhuma religião, a sucessão de fatos trágicos e de episódios de crueldade humana explícita, como o assassinato da menina Isabella Nardoni, sugerem que algo muito grave e de contornos ainda indefinidos esteja acontecendo. O atual recrudescimento da brutalidade humana aponta a proximidade dos eventos escatológicos bíblicos ou são apenas novas expressões de um quadro que sempre houve?

Todos esses fatos recentes são apenas expressões de algo que sempre aconteceu. Repare que, ao longo da história, foram comuns perseguições contra judeus, hereges, escravos… A própria Reforma Protestante foi um episódio violento. Em Casa grande & senzala,Gilberto Freyre discorre sobre o que algumas senhoras faziam por ciúme da beleza das escravas. Quebravam-lhe os dentes com chutes ou mandavam-lhes cortar os peitos. De certa maneira, creio que o que aumentou foi o nível de intolerância social à brutalidade – por isso a comoção e a revolta provocadas por esses episódios.

Quando foi a última vez que o senhor chorou?

Na semana passada, durante reportagem na TV sobre o terremoto da China. Depois de quatro dias, conseguiram resgatar uma criança com vida. Um pai tentou invadir a ambulância ao imaginar que era seu filho. Chorei ao ver o desespero daquele homem.

Quais são as principais diferenças entre o Ricardo Gondim de hoje e aquele que começou o ministério há três décadas?

Eu era um homem com um idealismo ingênuo. Não sabia diferenciar ilusão e encantamento. Ilusão é baseada em fantasias; já o encantamento nasce da observação da realidade. Continuo encantado com o Evangelho, com “E” maiúsculo.

Então, quem é Ricardo Gondim?

Um homem introspectivo e nostálgico. Gosto de ambientes intimistas e tenho profunda necessidade de estabelecer relacionamentos significativos, sem trocas ou quaisquer tipos de interesses.

Nos últimos cinco anos, o senhor tem se notabilizado como um crítico do segmento evangélico. Iniciativas como o blog Outro Deus e a maciça produção de textos nesta linha têm marcado seu ministério. Até que ponto isto se confronta ou complementa sua atuação pastoral?

Comecei a escrever pelo fascínio da própria literatura, cuja excelência intrínseca é maior que a da oralidade. Esse exercício adensa pensamentos e complementa idéias que surgiram nas mensagens. Todas as semanas posto textos inéditos e meu site recebe cerca de 1.400 visitantes por dia e mais de 1,5 mil e-mails por mês.

Em seus pronunciamentos recentes, o senhor revela a vontade de afastar-se de tudo e chega a sugerir que as pessoas não compareçam sequer aos eventos que promove. No entanto, o senhor continua participando e promovendo eventos destinados ao público evangélico e permanece na direção da Betesda – uma igreja com corte social de classe média urbana, presença na mídia e atuação institucionalizada, como tantas outras denominações cuja existência legitimam suas críticas. Não é um paradoxo?

É preciso definir os acampamentos. Há um movimento evangélico que mostra ter exaurido as forças. Alguns sinais dessa exaustão são a falência ética e as campanhas constantes para trazer pessoas à igreja. Para mim, agenda cheia demonstra fraqueza. Para fidelizar o público, há gente buscando atrações cada vez mais fantásticas. No caso da Betesda, é explícita a posição de não repetir modelos falidos e teologias engessadas da década de quarenta. O que faço hoje são eventos voltados para a própria igreja. Recentemente, decidi suspender o Congresso de Reflexão e Espiritualidade, voltado basicamente para pastores, que acontece há vários anos. E não compactuo com nenhum messianismo do tipo “impactar a nação por meio de eventos”.

Falar de gigantismo e inchaço da Igreja brasileira tornou-se atitude recorrente nos últimos 20 anos, período no qual a população evangélica do país quase triplicou. Quais são, na sua opinião, os efeitos de tal avanço? Existem premissas equivocadas na tradição evangélica e na práxis desta Igreja?

Alguns efeitos são perigosíssimos. A Igreja passou a ser vista como outra força, entrando na disputa de poder. O crescimento acentuado enfraqueceu o zelo pelo conteúdo da mensagem. Isso promoveu sentimentos de ufanismo e triunfalismo desmedidos. Mas não ocorreu avivamento. O que aconteceu foi uma confluência de fatores sociológicos que explicam o crescimento do rebanho. Não é necessário enfatizar princípios espirituais para explicar o aumento do número de evangélicos.

O movimento da Igreja emergente, que tem ganhado força nos EUA, começa a influenciar lideranças no Brasil. Qual é o seu posicionamento acerca dele?

Depois de muitos anos de crescimento do fundamentalismo, nomes como Brian McLaren, Rob Bell e o próprio Phillip Yancey representam um certo ar fresco na ambiência evangélica dos Estados Unidos. Ainda assim, vejo o movimento como algo norte-americano, sem diálogo com outras tradições cristãs ao redor do mundo.

A dinâmica dos grupos pequenos cresce no contexto do Evangelho urbano. Eles vão representar necessariamente a extinção das grandes igrejas?

O futuro mais lúcido da Igreja Evangélica está nos pequenos grupos. As instituições não vão acabar; porém, não serão solo fértil para as grandes inovações. Enquanto as grandes igrejas repetem clichês, pessoas reunidas em grupos menores vão experimentar o enriquecimento da alma.

Quais foram os motivos da recente divisão ocorrida na Igreja Betesda, cujo núcleo em Fortaleza, no Ceará, desligou-se da sede em São Paulo?

Não houve desligamento de São Paulo. O que aconteceu foi uma divisão dentro da Betesda de Fortaleza. Um grupo alegou que minhas propostas teológicas eram “incompatíveis”. No entanto, na realidade tratava-se apenas de disputa interna de poder. Na época, a igreja perdeu alguns líderes e cerca de 40% dos membros.

Igrejas pentecostais como a Assembléia de Deus, à qual o senhor foi ligado, foram durante muito tempo estigmatizadas devido ao perfil de sua membresia, prioritariamente formada por pessoas dos estratos sociais mais populares. De acordo com sua observação, essa visão ainda persiste?

Um dos fenômenos comprovados em relação aos pentecostais foi a ascensão social do segmento. Obviamente, isso trouxe benefícios e problemas. A produção teológica e literária é um fator positivo. Por outro lado, muitas pessoas passaram a se comportar como os demais estratos da população, supervalorizando o status e outros sinais de riqueza. Daí para a teologia da prosperidade pregada pelos neopentecostais a distância foi curta.

“Ao tentar transformar-se em ciência, a teologia só conseguiu produzir uma caricatura do discurso racional, porque essas verdades não se prestam à demonstração científica.” As palavras são de Karen Armstrong, autora do livro Em nome de Deus – O fundamentalismo no Judaísmo, no Cristianismo e no Islamismo. Qual a face mais aguda do fundamentalismo no Cristianismo de hoje?

O fundamentalismo confunde fé com aceitação de conceitos doutrinários. Seus defensores acreditam numa verdade que pode ser totalmente abraçada a partir de certas lógicas. Crêem chegar a uma verdade plena, fechando-se ao diálogo.

Quem são, hoje, as lideranças e pensadores que influenciam sua atuação ministerial?

Além da ala “emergente” (Bell, McLaren), tenho lido autores católicos latino-americanos, como Juan Luis Segundo. Gosto bastante também das obras do espanhol Andrés Torres Queiruga, além de teólogos judeus como Jonathan Sacks e Abraham Heschel.

Ideologicamente, como o senhor se define?

Sou um pensador independente, de esquerda. Não acredito no neoliberalismo capitalista. Ele produz os excluídos. O Evangelho defende os pobres e os marginalizados.

O senhor é um autor bastante apreciado pelos crentes brasileiros. Qual sua opinião sobre a literatura evangélica em nosso país?

A produção literária evangélica é deficiente. A razão é o freio dogmático que gera pessoas mais preocupadas com a defesa da fé do que em produzir literatura.

Quais os autores que mais o influenciam?

Entre vários escritores que fazem parte da minha vida, posso citar José Lins do Rego, Machado de Assis, Thomas Mann e Victor Hugo. O clássico Os miseráveis é uma das minhas obras favoritas.

Lançado em 1998, É proibido é um de seus livros mais vendidos. Dez anos depois dele, o que a Bíblia permite e a Igreja ainda proíbe?

A Igreja brasileira ainda não soube, por exemplo, lidar com a questão do álcool. Os conceitos lembrados remetem à Lei Seca dos Estados Unidos. Portugal já resolveu essa questão de forma equilibrada há muito tempo e ninguém fica escandalizado ao ver um cristão tomar vinho.

E a relação do povo evangélico com a arte, por exemplo?

É esquizofrênica e mal-resolvida. Dicotomizaram as manifestações artísticas em “sacra” e “profana” – mas não fazemos essa mesma distinção na hora de ler um texto. Em resultado disso, os cristãos sofrem empobrecimento generalizado na hora de saborear e desfrutar da vida. As expressões mais belas de uma geração estão em sua produção artística.

No ano passado, a Editora Ultimato publicou Eu creio, mas tenho dúvidas, obra que traz vários de seus artigos. Quais são suas principais dúvidas e inquietações?

Reflito com freqüência sobre a banalidade da vida. Basicamente, essas reflexões são ressonâncias do livro de Eclesiastes: nem sempre o justo prevalece, nem sempre o forte vence, nem sempre a vida faz sentido…

Em mensagem pregada recentemente, o senhor afirmou que às vezes lhe vêm à mente pessoas que o machucaram, e confessou ter mágoa de algumas delas. Como é esse sentimento?

Tenho mágoa de pessoas que lidaram comigo a partir de rótulos e preconceitos. Tenho mágoa de pessoas que foram intelectualmente desonestas comigo, tentando desconstruir meus textos sem sequer ler as referências. Tenho mágoa de pessoas que me chamaram de “herege” e “apóstata”, uma verdadeira perversidade de gente que não conhecia toda a extensão das questões em debate.

Fonte: Cristianismo Hoje / Gospel+
Via: Creio

Aline Barros gravou seu novo álbum ao vivo, confira como foi


A cantora gospel Aline Barros gravou na última quarta-feira (17) seu novoCD ao vivo. O local escolhido foi a Comunidade Evangélica da Zona Sul (CEIZS), localizada no Flamengo, Rio de Janeiro (RJ). Aline e seu esposo, Gilmar, são pastores desta igreja. O pastor presidente da CEIZS manifestou-se sobre a alegria de ter a cantora gravando mais um CD na Comunidade e pregou uma breve mensagem sobre coragem e crescimento embasada napassagem de Josué 1:1-9.

Apesar da chuva forte que caía, muitas pessoas compareceram no culto e ativamente apoiaram Aline e seu esposo. Um belo coral ensaiado e organizado deu suporte à cantora em todas as canções.

Estiveram presentes na gravação Yvelise de Oliveira (Presidente MK Music), Marina de Oliveira (Diretora Artística MK Music e cantora) e Cristina Xisto (Diretora Administrativa MK Music), que apoiaram Aline e lhe deram flores. Yvelise parabenizou a cantora pela escolha do repertório e pela interpretação das músicas. O novo CD de Aline Barros será lançado pela MK Music.

A partir de agora, o CD será mixado e masterizado. Quem está a frente deste trabalho produzindo o CD sãoo os conhecidos músicos do grupo Roupa Nova, Ricardo Feghali e Cleberson. Ao todo o álbum terá 14 faixas.

Ontem Aline Barros realizou a sessão de fotos para a capa de seu novo CD. Confira a notíciaclicando aqui.

Fonte: Gospel+ Com informações de MK Music

Jozyanne consagrará seu CD na Assembléia de Deus Vitória em Cristo (RJ)



A cantora gospel Jozyanne realizará um culto de consagração de seu novoCD, “Herança”, recentemente lançado pela MK Music. O culto ocorrerá naigreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo, na Penha (RJ), cujo pastorpresidente é Silas Malafaia.

O culto contará com a participação especial da cantora Eyshila, que é amiga pessoal da cantora. A pregação será feita pelo marido de Jozyanne, o pastorOdilton Angelo.

Anote na sua agenda e compareça:

Culto de Consagração do CD Herança

Data: 24/11/2010 Horário: 19h Local: Assembleia de Deus Vitória em Cristo Endereço: Rua Montevidéu, 1191 – Penha – RJ

Fonte: Gospel+ Com informações da gravadora MK Music

Criança nos EUA afirma ter ido ao céu e conversado com Jesus e outros personagens bíblicos


Experiências de quase morte são controversas. Já foram analisadas e estudadas exaustivamente, sem que haja uma palavra final sobre o assunto. Para alguns não passa de alucinação, para outros é algo profundamente espiritual.

Nos últimos dias tem se debatido muito, nos Estados Unidos, a história de Colton Burpo. Quando este filho de um pastor metodista do Nebraska tinha quatro anos (em 2003), teve uma apendicite que foi diagnosticada errada. Assim que os médicos descobriram o que havia ocorrido, ele foi submetido a uma operação de emergência. Ele não resistiu, disseram os médicos, e ele foi dado como morto.

Deitado na cama de um hospital, o menino narra que pode ver sua alma subindo até o céu. Ele descreve que viu e ouviu o que seu pai orava e o que sua mãe fazia nos corredores do hospital. Chegando ao céu, encontrou seu bisavô e conversou com a irmã mais velha que nunca conheceu, pois sua mãe teve um aborto espontâneo, assuntos que ele desconhecia até então.

Ele narra que viu e conversou com Jesus, que andava em um cavalo que somente ele podia montar. Descreveu ainda uma visão de Deus “muito grande”, sentado em uma cadeira muito alta. Depois de algum tempo no céu, tendo visões que se assemelham em muitos aspectos ao que diz o livro de Apocalipse e conversar com personagens bíblicos como João Batista, o menino voltou à Terra.

Ele reviveu e relatou tudo que experimentou ao pai, Todd, que decidiu registrar em um livro chamado “Heaven is for real” [O Céu é de verdade], lançado pela Thomas Nelson. O livro tem o prefácio de Don Piper, que também escreveu uma obra narrando como foi sua experiência no céu e que endossa o testemunho de Colton.

Este não é o primeiro livro escrito por pessoas que alegam ter visitado o céu. O que chama atenção é o fato de ser narrado por uma criança de quatro anos de idade. Segundo seu pai, muitas das coisas que ele narra não seriam possíveis para ele conhecer. Desde a história da perda da irmã no ventre materno até detalhes sobre a visão celestial que corroboram com a narrativa do apóstolo João no livro de Apocalipse.

No início desta semana o menino e o pai foram entrevistado pela rede americana Fox, no programa Fox & Friends (vídeo abaixo). O que era para ser uma simples promoção de seu livro (qua acaba de ser lançado) se transformou quase imediatamente em uma controvérsia nacional. Centenas de sites e blogs reproduziram a entrevista, muitos elogiaram a emissora enquanto um outro grupo fazia pesadas críticas ao que consideram uma tentativa da direita cristã de impor sua agenda e usar o menino para isso. OS detalhes fornecidos pelo jovem Burpo de que todos são jovens no céu e que os olhos de Jesus são azuis criaram controvérsia também no meio religioso. O livro já tinha passado das 100.000 cópias vendidas antes de toda essa exposição de mídia e agora certamente irá ter uma procura ainda maior.

Assista a reportagem da Fox News (em inglês):

Fonte: O Verbo / FoxNews / Gospel Prime / Pava Blog

Ex-atriz pornô, agora evangélica, mostra a filha de 2 meses


Júlia Paes, ex-namorada de Tammy Gretchen e ex-atriz pornô, passeou com sua filha Gabriele, de 2 meses, e o marido, Gabriel, na noite da última quinta-feira, 18, em Moema, São Paulo.

Júlia, que integrou o grupo Sexy Dolls, agora é evangélica.


Fonte: O Verbo / Ego

Pastor convence suspeito de matar adolescente a se entregar, diz polícia

Homem confessou ter matado adolescente de 13, segundo a polícia. Vítima foi estrangulada após manter relações sexuais com o homem.

Após ser convencido por um pastor evangélico, um homem de 24 anos se entregou à polícia de Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, nesta quinta-feira (18). A informação é da Polícia Civil da cidade. Ainda segundo a polícia, ele confessou ter matado uma adolescente de 13 anos no dia 10 de novembro em Samambaia do Norte, no Distrito Federal.

De acordo com informações da Polícia Civil, em depoimento, o homem relatou que estrangulou a jovem, mas não disse os motivos. Após uma festa na cidade, o casal, que se relacionava há cerca de dois meses, manteve relações sexuais em um lote vago, segundo a polícia. Em seguida, o suspeito teria matado a jovem e deixado o corpo no local.

Ainda segundo a Polícia Civil, o homem teria seguido para casa após o crime e fugiu depois de saber que a família da jovem havia registrado o desaparecimento na polícia.

O suspeito conseguiu uma carona e seguiu para Minas Gerais, segundo a polícia. Ele esteve em Belo Horizonte e, depois, seguiu para Pedro Leopoldo. Nesta cidade, o homem conheceu um pastor evangélico e teria se mostrado arrependido.

Após prender o homem nesta quinta-feira (18), a polícia descobriu que ele tinha ocorrências de roubo em aberto em Brasília. Segundo a Polícia Civil de Pedro Leopoldo, o suspeito está detido no Presídio de Pedro Leopoldo e vai ser transferido para Brasília.

Fonte: O Verbo / G1

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

MEDITAÇÃO: Cinco maneiras eficazes de saber se seu relacionamento com Deus é superficial

1. Se você segue o Senhor só por aquilo que ele pode fazer por você, então seu relacionamento com ele é superficial. Se você o ama o suficiente para perguntar-lhe o que você pode fazer por ele, então seu relaciona­mento está se aprofundando.

2. Se você só fala com Deus quando as coisas estão difíceis ou quando você precisa de algo, então seu relacionamento com ele é superficial. Se você se pega orando a ele várias vezes por dia simplesmente por­que ama estar na presença dele, então seu relacionamento está se aprofundando.

3. Se você fica zangada ou decepcionada com Deus quando ele não faz o que você quer, então seu relacionamento com ele é superficial. Se você é capaz de louvar a Deus independentemente do que está acon­tecendo em sua vida, então seu relacionamento com ele está se aprofundando.

4. Se você ama a Deus só por causa daquilo que ele faz, então seu relacionamento com ele é superficial. Se você o ama e o teme por quem ele é, então seu relacionamento com ele está se aprofundando.

5. Se você acha que precisa implorar a Deus ou convencê-lo a respon­der a suas orações, então seu relacionamento com ele é superficial. Se você acredita que Deus deseja responder às orações que você faz de acordo com a vontade dele, então seu relacionamento com ele está se aprofundando.

Stormie Omartian

Aplicativo da Bíblia YouVersion para celular ultrapassa 10 milhões de usuários


Líderes de uma das 10 maiores Igrejas nos Estados Unidos anunciaram terça feira, que o aplicativo da Bíblia YouVersion superou todas as expectativas e agora tem 10,7 milhões de usuários.
A YouVersion começou como um simples e pequeno sonho de tornar a Bíblia mais acessível e ter a geração mais jovem letrada na Bíblia. Líderes da LifeChurch.tv de Oklahoma lançaram o aplicativo de smartphone em 2008 com a esperança de que iria ter 60.000 a 80.000 usuários durante o ano.
Mas em três anos, a YouVersion explodiu a ser um dos aplicativos mais populares com 10 milhões de usuários. A cada 2,8 segundos alguém novo instala o aplicativo e durante o mesmo período 12 outras pessoas estão usando ela para ler a Bíblia.
“Podemos ser a geração que atualmente se volta e diz, ‘Nós não somente queremos expressar que nós amamos a Bíblia e pensar que a Bíblia é algo que nós podemos ler, mas nós em verdade queremos ser a geração que se incorpora a Bíblia como parte de nossas vidas,” pediu Bobby Gruenewald, líder de inovação na LifeChurch.tv, na transmissão ao vivo por internet, terça-feira.
Somente no fim de semana passado, houve mais de 100.000 downloads do aplicativo, compartilhou a equipe da YouVersion.
A LifeChurch.tv, conhecida por sua inovação e habilidade de conectar-se com a geração mais jovem, primeiramente lançou a YouVersion online para usuários em 2007. A idéia foi em resposta às estatísticas que mostraram que apesar da fácil distribuição da Bíblia e disponibilidade em muitos idiomas, cada geração está se tornando menos letrada em Bíblia. Cerca de 20.000 usuários fizeram download do programa em somente cinco meses da versão online.
Em 2008, a equipe lançou a versão móvel para fones e viram o tráfego crescer. Eles decidiram que ai é onde Deus está se movendo e pôs mais recursos atrás do desenvolvimento da YouVersion para smartphones.
A aplicação gratuita de YouVersion está agora disponível em nove diferentes plataformas e em 20 idiomas diferentes. A plataforma mais popular até o momento é o iPhone, mas o que mais cresce é o Android. Os usuários podem ler a Bíblia em sua totalidade, buscar por passagens com certos critérios, e escolher planos de leitura. Há 23 diferentes tipos de leitura que os leitores podem escolher.
Até sexta-feira, uma seção para notas de rodapé irá estar disponível na YouVersion.com. E na próxima semana, essas seções de notas estarão disponíveis nas plataformas móveis, começando com o Blackberry. O iPhone irá ser a última plataforma com uma área de notas porque o processo de aprovação leva tempo.
“O que nós podemos ver com o aplicativo e o número de pessoas falando sobre isso e compartilhando isso com outros, é que nós estamos vendo o que eu penso ser o começo de uma revolução,” disse Terry Storch, que lidera a equipe digerati na LifeChurch.tv.

Notícias Cristãs com informações do The Christian Post/Gospel Prime

Link Original: http://news.noticiascristas.com/2010/11/aplicativo-da-biblia-youversion-para.html#ixzz15kCJnmBd

Papa responde perguntas polêmicas em novo livro-entrevista


O jornalista Peter Seewald tem há muitos anos um amigo famoso que lhe dá longas entrevistas exclusivas que viram livros. A editora que os publica foi fundada por um ex-aluno desse amigo do jornalista. O papa Bento XVI é o tal amigo, o entrevistado e fica como se fosse um co-autor do livro Light of the World: The Pope, The Church and The Signs Of The Times (Luz do Mundo – O Papa, a Igreja e os Sinais dos Tempos”), o terceiro da série, que começa a ser distribuído em 24 de novembro. Antes, o jornalista e o papa se detiveram em outros dois amplos debates, que se tornaram best-sellers com Salt of the Earth: The Church at the End of the Millennium: An Interview With Peter Seewald (Sal da Terra) e God and the World: A Conversation With Peter Seewald (Deus e o mundo), quando o parceiro de discussão ainda não era papa, mas o chefe do setor de doutrina do Vaticano.
Segundo a editora, a Ignatius Press, cujo nome homenageia o histórico jesuíta Inácio de Loyola, o livro traz declarações inéditas do papa sobre temas controversos como o escândalo do abuso sexual cometido por alguns representantes do clero católico. Numa série recente de entrevistas durante uma semana, o jornalista Seewald perguntou ao papa sobre as causas deste grave problema que marcou o noticiário este ano, se ele chegou a pensar em renunciar ao papado. O papa também respondeu se pode haver um genuíno diálogo católico com o Islamismo, se a Igreja deveria ou não repensar o ensino sobre o celibato, a ordenação feminina, contracepção, homossexualismo, divórcio e novo casamento. Outras perguntas determinantes para o conteúdo da obra, segundo a editora, foram: há alguma esperança para a unidade cristã? O Cristianismo é a única verdade? O papa é realmente o porta-voz de Cristo? Como o papa pode se declarar infalível? Existe uma ditadura do relativismo na atualidade?
Ainda segundo a Igntius, de direção católica e sediada nos Estados Unidos, na cidade de San Francisco, na Califórnia, o entrevistador “não faz rodeios, o que representa algumas das questões mais espinhosas que qualquer Papa teve de responder”. Para os editores, o tom não é de “uma pregação ou tratado teológico pesado, mas de uma animada conversa, em ritmo acelerado, de troca, até mesmo divertida”. O fundador da editora que está lançando o novo livro é o padre Joseph Fessio, ex-aluno do atual papa.

Notícias Cristãs com informações da SOMA

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Pastor decreta guerra ao Facebook para salvar casamento de fiéis


NEPTUNE, EUA - "Não trairás e não usarás o Facebook". Depois que 20 casais da pequena igreja que comanda em Nova Jersey (EUA) tiveram problemas com adultério nos últimos seis meses, essas são as palavras mais ditas pelo pastor Cedric Miller, que acredita que as duas coisas caminham lado a lado.
Por esses problemas, ele já ordenou que 50 colaboradores da igreja deletassem suas contas no Facebook, sob risco de serem banidos.
A medida vai de encontro ao que o próprio reverendo pediu aos fiéis há alguns meses. Ele queria que os casais frequentadores da igreja tivessem contas conjuntas na rede social, mas a sugestão parece ter gerado uma onda de reencontros com paixões passadas.
- Eu venho dando conselhos a casais com problemas maritais por conta do Facebook nos últimos meses. O que acontece é que às vezes se esbarra com alguém do passado, e houve encontros de verdade. A tentação é sempre grande - explica o pastor.
O Reverendo de Nova Jersey (EUA) Miller Cedric acredita que todos os casais devem fechar suas respectivas contas no Facebook. O objetivo é proteger a santidade do casamento e evitar tantos divórcios - algo que vem acontecendo muito nos Estados Unidos por conta da rede social.
Em entrevista à Associated Press, o pastor declarou que nos últimos seis meses vinte casais que tiveram problemas no casamento tinham um amante no Facebook.
O Reverendo ficou tão preocupado com o número de traições que ordenou a 50 funcionários da igreja que fizessem uma escolha: fechassem suas contas ou deixassem os postos atuais. Neste domingo, o pastor falará a todos os casais da paróquia para se manterem longe do Facebook.
Segundo a agência de notícias, o reverendo já havia sugerido que os casais da igreja trocassem suas senhas com seus respectivos cônjuges, numa forma de garantia do que estava sendo feito na rede social.
O pastor disse à Associated Press que fechou sua conta no Facebook, levando em conta que ele é casado e utilizava a rede social para se comunicar com os filhos.

Notícias Cristãs com informações do AP/INFO/Olhar Digital
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Bombeiro proíbe crucifixo e causa polêmica em Tatuí-SP

Uma ordem de serviço assinada pelo comandante do Corpo de Bombeiros de Tatuí (SP), capitão José Natalino de Camargo, causa polêmica na cidade. Ele mandou retirar todos os crucifixos e imagens de santos católicos das unidades sob seu comando. Hoje, os 11 vereadores da Câmara local assinaram moção repudiando a medida tomada pelo militar. Camargo alegou que a exibição de símbolos católicos em repartições públicas causa "constrangimento" a pessoas que professam outra fé.
Para ele, imagens e crucifixos fazem "apologia" da religião católica e contribuem para a "manutenção da falsa crença de que aquela religião seria a única detentora da benesse estatal". O capitão invocou ainda a Constituição Federal que, segundo ele, estabelece que o Estado brasileiro é laico e, portanto, a exibição dos símbolos seria ilegal e inconstitucional. A comunicação foi repassada às unidades e postos dos bombeiros sob o comando do Grupamento de Tatuí, com ordem para cumprimento imediato.
Na moção aprovada por unanimidade, os vereadores consideram que o militar usou termos desrespeitosos ao se referir aos símbolos católicos. "O ato é arbitrário, com expressões equivocadas, desrespeitosas e imprudentes sobre a religião católica, refletindo total falta de sensibilidade", diz a nota da Câmara.
De acordo com os vereadores, a ordem de serviço fere o livre direito de professar a fé, também defendido pela Constituição. O comando regional da Polícia Militar (PM), ao qual se subordinam os bombeiros, não se manifestou a respeito. O pároco de Tatuí, padre Milton de Campos Rocha, estava em viagem e não foi localizado.

Notícias Cristãs com informações da AE

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Rede TV estipulou que até 2015 eliminará venda de espaços para evangélicos

Enquanto algumas emissoras abrem espaço para a grade religiosa, outras reduzem. A Rede TV! estipulou em seu planejamento estratégico que eliminará, até 2015, a venda de espaços na programação para grupos evangélicos.
Já o SBT, que antes rejeitava a hipótese, agora aceita conversar. Este mês, Silas Malafaia esteve com Guilherme Stoliar, superintendente comercial do SBT. Propôs um programa diário noturno.
R.R Soares e Valdemiro Santiago também apresentaram ideias semelhantes recentemente. A tendência é o SBT aceitar (se aceitar) apenas uma delas.

Notícias Cristãs com informações do Radar/Veja

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Aline Barros faz sessão de fotos para novo CD, veja vídeo


A cantora gospel Aline Barros fez hoje a sessão de fotos de seu novo CD. Aline divulgou em seu Twitter oficial: “Agora mesmo estou no ensaio fotografico para a capa do novo cd…”.

O ensaio fotográfico só terminou às 20:30, mas a cantora ficou satisfeita com os resultados. “Agoraaa que acabou o ensaio fotografico mas valeu…as fotos estao lindas!”, disse Aline no Twitter.

Veja abaixo o vídeo gravado durante a sessão de fotos:

Fonte: Gospel+

Com informações do Twitter oficial de Aline Barros

Pastor que assumiu ser gay frente a milhares de fiéis afirma estar em paz com Deus, mas se recusa a falar sobre homossexualismo na Bíblia



Um mês depois de sair de sua congregação como gay, um pastor da Geórgia disse que nunca esteve mais feliz ou mais em paz com Deus e consigo mesmo.

“Eu tenho favor diante de Deus e do homem, e os pontos positivos na minha vida até agora superam os negativos, que eu não posso pensar em mim de outra forma, mas abençoada,” Bishop Jim Swilley da Igreja Church in the Now, disse em seu blog na terça-feira. “Estou cercado de amor, mesmo em meio à perseguição esperada”.

Foi em 13 de outubro, quando ele disse à sua congregação que ele era gay. O homem de 52 anos, que fundou a Igreja Church in the Now, explicou que duas coisas lhe foram dadas em sua vida as quais ele não pediu – o chamado de Deus em sua vida e sua orientação sexual.

Swilley, que foi casado duas vezes e tem quatro filhos, deu uma série de entrevistas mês passado, contando o dia que assumiu ser gay, afirmando sua crença de que alguém não pode deixar de ser gay.

Foi a sua ex-esposa, Debye Swilley, que o encorajou a ser “verdadeiro” com a congregação, em conformidade com o lema da Igreja: “Pessoas reais Experimentando o Deus Real no Mundo Real.”

Os dois foram casados 21 anos. Debye, a co-pastora da mega-igreja, sabia que o Bispo Swilley era gay antes de se casar. Ela insistiu que eles estavam apaixonados e que seu casamento não foi uma farsa.

Bispo Swilley disse à CNN, no entanto, que “em certo ponto, você é quem você é. Fui contra a minha natureza.”

O pastor pentecostal disse que sabia que era gay desde que tinha quatro anos.

Desde que assumiu ser gay, Swilley se recusou a participar de qualquer debate teológico sobre a homossexualidade.

“Eu não tenho desejo de me defender ou descutir as Escrituras com aqueles que não estariam abertos a qualquer coisa que eu teria para dizer. A integridade não pode ser provada, deve ser dicernida,” escreveu ele em seu blog.

Durante uma entrevista anterior à CNN, ele diz que inicialmente sentiu o chamado de Deus em sua vida e sua orientação sexual não eram compatíveis. Mas ele não respondeu à pergunta do The Christian Post para explicar a sua atual postura teológica.

Na terça-feira, no entanto, ele promoveu uma breve discussão em seu blog.

Ele afirmou que estava “ciente” do que a Bíblia chama de “abominação. “Mas acrescentou: “Aqui está uma pequena lista de algumas das coisas que a Bíblia chama de abominação…” e percorreu uma a lista de cerca de três dezenas de coisas, incluindo a trapaça, o orgulho de coração, a testemunha falsa, e comer coisas impuras.

“Eu poderia continuar, mas basta dizer que, provavelmente somos todos culpados de cometer abominações regularmente (já teve um olhar orgulhoso em seu rosto, ou come carne de porco?), “Por isso precisamos manter o uso dessa palavra em perspectiva,” escreveu ele. “Graças a Deus pelo Cordeiro de Deus que tirou o pecado do mundo!”

Em suas entrevistas, Swilley também deixou claro que ele não acredita que alguém poderia ser “liberto de ser gay” ou mudar sua orientação sexual.

O reverendo Tom Brock, que foi assumiu sua luta contra a atração pelo mesmo sexo, no início deste ano pela revista GLBT (gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros) Lavender, discorda. Há alguns que acham ser um tipo de liberdade, disse ele, e outros que simplesmente optam por não atuarem em seus desejos, inclusive ele próprio.

“Eu tenho a luta de atração pelo mesmo sexo em minha vida, mas você escolhe isso? Não sei se alguém escolhe suas tentações,” disse ele ao Christian Post.

“Minha opinião é que nós todos nascemos dos pecadores por causa do pecado de Adão – o pecado original – e ele assume diferentes formas e você não pode escolher conscientemente as tentações da vida, mas você escolhe o que fazer com eles,” disse ele.

“Eu não sei onde esse bispo está espiritualmente, mas se ele é da opinião que você pode se envolver em comportamento homossexual e ainda seguir a Cristo, ele está errado,” Brock, ex-pastor da Igreja Luterana Esperança em Minneapolis, sustenta.

Brock é um virgem de 57 anos que continua a lutar contra os desejos de pessoas do mesmo sexo, mas ele disse que ainda diz não a eles por amor de Cristo.

O Bispo Swilley saiu do Colégio dos Bispos da Comunidade Internacional da Igreja Carismática e já não está mais afiliado a organização. Ele está, no entanto, em diálogo com outra rede internacional sobre possível ordenação e filiação. Enquanto isso, ele continua a pastorear a Igreja Chuch in the Now. Com muito apoio de sua congregação, ele disse que pretende manter a pregação sobre a graça, amor e tolerância.

Fonte: Christian Post / Gospel+