quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Orgia, violência e desordem de ator americano ligados a vício de pornografia


(Por Thaddeus M. Baklinski) — A orgia, violência e bebedeira do ator Charlie Sheen com uma atriz pornô no Hotel Plaza e seu divórcio iminente de sua terceira esposa, com a qual ele não mais está vivendo, ilustra muitos dos perigos do vício da pornografia, diz Robert Peters, presidente de Morality in Media (Moralidade na Mídia, MIM), uma organização americana sem fins lucrativos. A MIM está por trás da Campanha da Fita Branca contra a Pornografia (CFBP) desta semana.

A atriz pornô que estava com Sheen disse para os meios de comunicação que ela temia ser atacada depois que o ator de 45 anos enlouqueceu depois de uma discussão e começou a gritar com ela e jogar móveis para lá e para cá. Sheen foi levado a um hospital pela polícia onde relataram que ele passou por uma avaliação psiquiátrica.

Sheen está em liberdade condicional depois de confessar-se culpado em agosto por ter cometido um delito leve de agressão contra sua atual esposa (Brooke Mueller) a quem ele atacou e ameaçou com uma faca. Sua liberdade condicional estipula aconselhamento contra violência doméstica e participação integral, por ordem do tribunal, num programa de reabilitação de vício.

O vício de Sheen à pornografia se tornou público durante seu divórcio de 2006 de sua segunda esposa, Denise Richardson, que comentou numa declaração apresentada durante a audiência que Sheen “disse para mim que não ia largar de seu… hábito de pornografia e que eu tinha de aceitar isso”.

Richardson disse também: “Eu disse para ele que descobri alguns sites pornográficos onde ele era membro e os achei muito preocupantes (aqui ela descreve alguns sites de pornografia infantil que Sheen costumava visitar). Eu também disse para ele acerca de outros sites que descobri, os quais ele havia acessado, envolvendo pornografia gay e também envolvendo rapazes bem novos que não pareciam adultos”.

Richardson declarou em seu testemunho que, “Quando confrontei Sheen com essa informação, ele não a negou. Eu disse para ele que como mãe, eu achava essas informações muito preocupantes porque tínhamos duas filhas novas e que eu cria que ele tinha um problema sério. Eu disse para Sheen que eu estava muito preocupada com as crianças passando a noite na casa dele por causa das atividades em que ele estava envolvido com prostitutas… e pornografia… Eu o confrontei com a informação… de que ele estava ainda recebendo prostitutas em sua casa. Ele não negou isso…”

Peters apontou para o fato de que o “relato de Richardson sobre seu casamento com Charlie Sheen pode ilustrar vários danos comumente associados com o vício da pornografia”.

O ativista anti-pornografia mostrou que muitas das consequências comuns do vício da pornografia se alinham exatamente com a recente conduta de Sheen: manifestando fantasias sexuais, alimentadas pela pornografia, com prostitutas; progressão começando com o ato de ver pornografia adulta explícita e avançando para ver pornografia que retrata crianças reais ou indivíduos que parecem crianças; crianças sendo expostas à pornografia usada pelo pai; casamento destruído.

Para saber mais sobre o trabalho que Moralidade na Mídia está fazendo para combater a pornografia, e informações sobre a Semana da Campanha da Fita Branca contra a Pornografia (SCFBP) em inglês, por favor, clique aqui.

Matérias da SCFBP estão disponíveis aqui.

Fonte: O Verbo / www.juliosevero.com

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