segunda-feira, 14 de junho de 2010

Apóstola Valnice Milhomens faz campanha por Marina Silva como Presidente

Valnice Milhomens, da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo, está trabalhando em prol da eleição da também evangélica, Marina Silva, à presidência da república. Em convite distribuído, a pioneira no movimento G12 no Brasil, convoca todos os lideres para um encontro no Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política. O evento acontecerá no dia 17 de junho na Faculdade Evangélica de Brasília (DF).

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Na carta que acompanha o convite, ela defende a candidata da integrante do PV e considera Marina Silva de extrema importância dentro do projeto de redenção de nossa pátria. “Todos nós, ministros do Evangelho de Jesus Cristo, certamente temos gemido e clamado pela redenção da nossa nação. Sonhamos com um Brasil verdadeiramente cristão. Trabalhamos para ver os valores do Reino de Deus vividos em todos os segmentos da sociedade. Choramos por leis que se criam e políticas de governo que ferem nossos princípios. Cremos ser possível ver uma nação transformada em nossa geração. Para tanto precisamos estar unidos na oração e no trabalho”, argumenta.

No texto ele pede que a comunidade evangélica ore intensamente por Marina que, segundo a apóstola, vai ser muito atacada por sua postura contra os direitos da Comunidade LGBT. Mesmo com apoio de Valnice, Marina não terá apoio de sua própria denominação a Assembléia de Deus, que devido a acertos com presidente Lula, apoiará Dilma.

Marina Silva pede orações para ser a primeira presidente negra do Brasil

Tornada oficialmente candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva pediu durante seu discurso na convenção do partido nesta quinta-feira a oração e a torcida dos presentes para que ela se torne a primeira mulher negra, de origem pobre, presidente do Brasil.

“Que cada homem e mulher que tem fé possa rezar. Os que não tem, possam torcer para que no dia 1º de janeiro o Brasil possa ter a primeira mulher negra, de origem pobre, na Presidência do Brasil”, afirmou.

Marina cutucou o presidente Lula e o PT quando comentava a tese do plebiscito defendida pelos petistas, ao criticar novamente a polarização da campanha. “Não vamos aceitar o veredicto do plebiscito, ele vai ser revogado pelo povo brasileiro”.

Ex-petista que tenta impedir a eleição da candidata do presidente Lula, Dilma Rousseff, Marina saudou os presentes com um “companheiros e companheiras”, frase comumente associada aos petistas. Em seguida, como sempre faz, agradeceu a Deus.

A canditata fez um afago ao vice, o empresário Guilherme Leal, que se atrapalhou por três vezes durante o discurso com a leitura do teleprompter. “Essa tua falta de jeito com a política só aumenta o nosso respeito pelo que tu és e vais fazer na Vice-Presidência. Quem faz política com P maiúsculo não treina como fala. Apenas faz”.

Sobre Leal, que em seu discurso frisou a diferença nas origens de ambos, Marina disse que tinha que contar um segredo: “Eu queria fazer uma revelação. O empresário Guilherme leal é filho de paraense e comedor de açaí. O nosso encontro também está nas nossas origens, nas raízes que alimentam nosso coração”, disse.

A senadora arrancou risadas da plateia em vários momentos. Um deles foi quando brincou com o início da trajetória de Leal, que começou a Natura, empresa de cosméticos, na garagem de casa. “Não estou dizendo para todo mundo sacar o FGTS e abrir um negócio de cosméticos em casa. Vão sair estragando o cabelo das pessoas”.

Marina brincou com a criação do chamado “marinês”, termos poucos conhecidos que ela usa na campanha. “Se não criamos o novo nas linguagens, nos processos, nas estruturas, vamos ficar no mesmo lugar”, disse.

A candidata minimizou a falta de uma coligação. “Não temos política de aliança, pensando apenas com o velho cálculo pragmático de mais palanques, mais recursos, mais votos. Decidimos fazer aliança com os jovens, idosos, índios, negros, com todos os brasileiros e brasileiras que estão aqui”.

Evangélica, Marina afirmou que uma das maiores conquistas do Brasil é ser um país laico. “Nesse país, uma das maiores bênçãos é sermos um país laico para que possamos respeitar todos que têm crença e todos aqueles que não têm crença. Esse é de fato uma grande conquista”, disse.

A candidata disse que 20 milhões de brasileiros deixaram a linha de pobreza nos últimos anos e elogiou Lula. “Não preciso, porque sou candidata por outro partido, negar esse feito e a grande conquista do operário Luiz Inácio Lula da Silva, que quebrou o paradigma. Antes se dizia que era preciso crescer para distribuir o bolo. O Lula mostrou que foi distribuindo que continuamos e crescemos.”

A candidata, que é professora, cobrou uma reformulação no ensino e a valorização dos professores. “Esse país ainda está na estagnação na qualidade do ensino. Quarenta por cento das crianças que chegam ao ensino fundamental não concluem a 8ª serie. A escola precisa ser criativa, valorizar professores, para que a gente sinta orgulho de dar aula. Esse desafio não foi superado no país”, afirmou.

Fonte: Creio e O Documento / Gospel+

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