segunda-feira, 26 de abril de 2010

Bispo Edir Macedo, da Igreja Universal, desafia prefeitura do Rio em vídeo na Internet


RIO – Mesmo com a promessa do prefeito Eduardo Paes de que a Enseada de Botafogo não será mais palco de eventos de grande porte, como o Dia D, promovido pela Igreja Universal, que parou a Zona Sul e o Centro na quarta-feira, o bispo Edir Macedo, em seu blog pessoal, desafiou as autoridades a impedirem um novo encontro.

- Não há nada que possa nos parar. E você pode ter certeza que o Dia D vai acontecer todos os anos. Não vai ter ninguém capaz de impedir que se repita. Pode haver a ameaça que houver, nós vamos continuar. Vamos ter essa concentração. Você pode ter certeza – disse o bispo, num vídeo de 11 minutos, onde respondeu às críticas ao culto, que reuniu um milhão de pessoas.

Presente ao evento, o senador Marcelo Crivella (PRB) informou, por meio da assessoria de imprensa, que não vai comentar os reflexos causados pelo Dia D. Segundo a assessoria, ele não participou do culto como político, mas como convidado. Questionado sobre a participação do senador caso o evento aconteça de novo, a assessoria informou que “se for autorizado pela prefeitura, não haverá motivos para a não participação.”

Moradores de Botafogo já estão preocupados com o próximo evento na Enseada, nos dias 8 e 9 de maio: o Red Bull Air Race. Segundo Regina Chiaradia, presidente da associação de moradores do bairro, será solicitada a transferência do show para o Campo dos Afonsos:

- Essa corrida aérea prevê 1 milhão de pessoas e está marcada para o Dia das Mães. Se não mudarem o local, ninguém vai conseguir sair de casa.

O prefeito prometeu se reunir com as associações de moradores da Zona Sul esta semana para conversar sobre eventos na região.

Assisa o vídeo com a mensagem do Bispo Edir Macedo:



Fonte: O Globo/OVERBO

Um comentário:

  1. A constituição federal prevê a liberdade de culto e a aglomeração de pessoas em locais públicos, sendo por exigência, que, essa aglomeração seja pacífica e avisada com antecedência as autoridades. Acredito que o problema não seja os moradores do bairro e sim "A Rede Globo".

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