quinta-feira, 15 de abril de 2010

Avó culpa seita por sumiço de menino

Segundo ela, adolescente teria sido castigado após praticar sexo.
A microempresária Valdete Ferreira da Silva, de 60 anos, disse que seu neto Lucas Lourenço de Almeida, de 17 anos, estaria desaparecido da comunidade evangélica “Jesus Verdade que Marca”, no Sul de Minas, onde mora há cinco anos.
Segundo ela, pessoas que participaram da seita e conseguiram voltar para o interior de São Paulo contaram que o jovem praticou sexo — o que não é admitido pelos líderes do local — e foi castigado duramente por uma semana. Depois, não foi mais visto.
Há cerca de 15 dias, a mulher teria tentado entrar em contato com suas filhas Valéria (mãe de Lucas) e Kátia, mas não obteve notícias do neto.
Desde que seus familiares foram aliciados, Valdete diz saber pouco a respeito deles. Na última vez que Valéria teria ido a Rio Preto, no fim do ano passado, para buscar R$ 55 mil referentes a uma ação trabalhista do marido, para doar ao grupo, ela não visitou a mãe ou outros parentes.
Valdete acusa a comunidade religiosa de manter os fiéis como escravos em suas propriedades. “Eles separam homens, mulheres e crianças. Os trabalhadores vivem à base de doações e são vigiados o tempo todo”, afirma. Até o fechamento desta edição, a reportagem não conseguiu falar com os responsáveis pela comunidade.

Agência Bom Dia/Notícias cristãs

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