segunda-feira, 15 de março de 2010

Jovem conselheira ameaçada de faca fica sabendo que bebê foi salvo do aborto


Três meses depois de ser ameaçada com uma faca na garganta por uma mulher que estava entrando num abortuário, Leah Winandy, a conselheira pró-vida de 21 anos, ficou sabendo que a mulher que a atacou decidiu não abortar seu bebê — e dá a Leah e à mãe de Leah o crédito por salvarem-na de uma vida de remorsos.

Leah Winandy reagiu louvando a Deus e expressou sua alegria e felicidade por Mechelle Talluah Hall, que confessou sua culpa diante de um tribunal ontem por ter cometido agressão em segundo grau. Sob um acordo de desculpa ela foi colocada em liberdade condicional.

Hall revelou para o jornal Duluth Tribune News que, graças às Winandys, ela nunca prosseguiu com o aborto como havia planejado. Hall disse para o repórter Mark Stodghill que ela agradeceu às Winandys por estarem ali. “Se elas não estivessem ali, eu provavelmente teria ido em frente e lamentado o aborto pelo resto da minha vida. Provavelmente, teria havido um aborto. Lamento sinceramente o que fiz com ela”.

Leah Winandy reagiu à notícia em entrevista para LifeSiteNews.com (LSN) hoje: “Estou muito alegre e louvando a Deus — isso é obra do Senhor”, disse ela.

Winandy disse que perdoou Hall por seu ataque imediatamente após o incidente no fim de novembro e não guarda ressentimento algum. “Estou tão feliz por Mechelle que ela esteja com seu bebê”, disse ela. Tudo o que Winandy espera agora é que Hall se volte para Cristo.

Perguntada se faria tudo de novo, Winandy disse: “Sim, eu faria, pois vejo que Deus usou isso para o bem”, disse ela. “O que Satanás tencionava para o mal, Deus usou para o bem. Deus vai glorificar Seu nome”.

Ainda que as coisas não tivessem se saído tão bem, se Winandy tivesse sido ferida ou até morta, isso não a teria dissuadido de chegar até Hall em amor, disse ela. “Minha vida está nas mãos de Deus e não tenho medo do que acontecer”, disse ela.

Winandy concluiu incentivando outros a se envolverem em aconselhamento pró-vida. “Eu realmente quero incentivar outros ativistas pró-vida a considerar o aconselhamento apenas por obediência. Deus nos orientou a resgatar aqueles que estão sendo atraídos para a morte. Precisamos obedecer aos Seus mandamentos. Ele é uma voz para aqueles que não têm voz”.

Winandy concluiu: “Ele vai cuidar de nós. Quer façamos o sacrifício máximo ou o que quer que Ele nos chame para fazer não é demais por amor a Ele e aos bebês”.

Fonte: www.juliosevero.com/ OVERBO

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