terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Aceita a ordem de transferência de menina para lésbica que não tem nenhum parentesco com ela


BEDFORD, VIRGINIA, EUA — Um tribunal do Condado de Bedford, na Virginia, aceitou uma ordem de transferência de custódia de um tribunal de Vermont, que exige que a evangélica Lisa Miller entregue sua filha para uma lésbica que não tem nenhum parentesco com a menina. Antes de se converter, Lisa tinha um relacionamento com a lésbica.

Enquanto isso, o canal de TV WCAX em Vermont está noticiando que uma audiência foi marcada no Tribunal de Família do Condado de Rutland para decidir se um mandado de prisão tem de ser decretado contra Miller. O caso será tratado em poucas semanas.

Embora Miller, de 40 anos, tenha aparentemente se escondido para proteger sua filha Isabella de 7 anos, seus advogados recorreram contra a ação na Virginia, dizendo que a ordem não é aplicável sob a lei da Virginia.

O estado da Virginia aprovou uma emenda em anos recentes que proíbe o estado de reconhecer “casamentos” homossexuais ou uniões civis de outros estados. Miller e a ex-parceira Janet Jenkins, de 43 anos, tinham sido unidas numa união civil de Vermont em 2000, e Miller deu a luz Isabella em 2003 depois de uma inseminação artificial.

Apesar da ausência de leis estaduais que garantam a condição de pai para parceiros de uniões civis com filhos concebidos por meio da inseminação artificial, ou até mesmo para parceiros de casamento, um tribunal de Vermont decretou que Jenkins obtivesse direitos de pai, e ordenou visitas sem supervisão.

Miller disse para LifeSiteNews numa entrevista de 2008 que sua filha havia relatado ter sido forçada a tomar banho nua com Jenkins, havia falado de morrer depois das visitas e mostrou outros sinais de trauma emocional. Miller também diz que foi abusada por Jenkins durante seu relacionamento e abandonou por esse motivo. Embora relatórios de abuso tenham sido apresentados aos tribunais, não houve resposta.

Traduzido por Julio Severo

Fonte: www.juliosevero.com/OVERBO

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