sábado, 15 de agosto de 2009

Dicas de Estilo Para Evangélicas


As mulheres evangélicas e de religiões que exigem mais cuidado na hora do vestir, sabem a grande dificuldade que é harmonizar essas questões com originalidade e variedade dos looks. Apesar de os comprimentos e ousadias serem questões de cautela nos visuais das mulheres mais conservadoras, outras características das peças podem ser valorizadas na evangélica.
Mesmo para saias mais longas e sem decotes sensuais, as formas, cortes e detalhes das peças podem adquirir diversos padrões, atualizando as roupas e tornando os looks mais modernos e arrojados, mesmo que um tanto discretos.
As saias mais longas para evangélicas podem ganhar modelos diversificados, com modelagens amplas, evasê, corte reto, com ou sem bolsos por exemplo. A dica é investir em modelos variados, para conseguir combinações diversificadas com outras peças. Já os decotes das blusas podem ser discretos e ao mesmo diversificados. Vale investir em blusas de tipos variados de decotes: quadrado, em U, em V, redondo, dentre outros.
Outra dica muito importante é saber valorizar estampas, cores e texturas. Combinar cores mais vivas para momentos casuais e alegres, estampas modernas para a noite ou até mesmo cores neutras mais elegantes para o trabalho.
Os tecidos também colaboram para o visual do look: peças em tecido de bom caimento combinam para a noite, já os mais estruturados podem ser usados no trabalho e assim por diante. As texturas também têm o poder de modernizar o visual!
As combinações entre as peças são outro : saber coordenar as roupas em harmonia ajuda a transformar o visual. Uma peça de mais ampla pode ser complementada com uma mais justa e vice versa. Além disso, uma terceira peça é capaz de agregar mais valor ao visual.
Saiba que as mulheres evangélicas também podem acompanhar as novidades e seguir as tendências de moda, basta saber adaptá-las ao seu estilo e modo de vestir-se. Adaptar cores, estampas e modelagens que serão tendências às peças mais comportadas, mas muito bem combinadas, com originalidade e sofisticação é uma tarefa que exige criatividade e um pouco de paciência, mas garante ótimos resultados.
Os acessórios são complementos indispensáveis aos looks, inclusive na moda evangélica. Entre meia-calça, colares, brincos, pulseiras, broches, presilhas, e calçados, o visual pode ficar ainda mais caprichado. Se as roupas forem bem comportadas, vale apostar em um calçado mais aberto, além disso, este ajuda a alongar a silhueta!
Lembre-se que cabelos cuidados e bem penteados, incluindo o make são essenciais. Mesmo discretos e sem exageros, estes detalhes dão a aparência de um visual mais saudável e elegante.

PortaisdaModa/NC

Menor quer mudar de sexo

Um menor de 16 anos pode vir a tornar-se o primeiro menor de idade a mudar de em Espanha, se um juiz de Barcelona aprovar a intervenção cirúrgica, informa o El País.
A lei só permite a mudança de sexo aos menores de 18 caso estes consigam uma autorização judicial. O «sim» dos pais e dos médicos não é suficiente.
«A transexualidade é algo que se tem de tratar. Todos levaríamos as mãos à cabeça se nos dissessem que um menor de idade com leucemia não podia ser tratado até aos 18 anos», afirmou Iván Mañero, do Hospital Clínico de Barcelona.
O médico garante que a operação está totalmente justificada, até porque o jovem já faz tratamento hormonal e psiquiátrico há mais de um ano e meio: «Há dez anos, os jovens de 16 anos não sabiam o que fazer nesta situação, mas agora descobrem o seu problema e sabem que têm solução.»
A presidente da Associação de Transexuais da Catalunha, Gina Serra, acredita que o juiz vai autorizar a cirurgia. «Um menor de oito anos já sabe o que quer ou não quer ser, tudo depende do apoio que encontre na família», disse.

TVI/NC

Ratinho vai pagar R$ 120 mil por chamar deficiente de falso aleijado

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação contra o apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho, por ter chamado um deficiente físico de ‘falso aleijado’ em matérias do SBT. Ratinho vai pagarR$ 120 mil, mais correção, a Marcos Juliano da Penha.
As matérias foram veiculadas em 2000 no programa do apresentador no SBT, e denunciavam um grupo acusado de charlatanismo por divulgar cultos destinados a curar deficientes físicos.
Um dos casos mostrados pelas reportagens era o de Marcos Juliano. O programa afirmava que as eram de uma sessão de cura no Paraná. Mas segundo o STJ, a gravação mostrava a vítima ao buscar uma Igreja 'para aliviar seu sofrimento'.
Segundo o advogado do apresentador, uma mulher se apresentou fingindo ser casada com a vítima e acusou o rapaz de fingir ser deficiente. A chamada da matéria era 'Ex-mulher desmascara falso aleijado curado pelo pastor.'
'Não é possível que um apresentador de programa de televisão que se diz jornalista possa divulgar imagens, alardear fatos, sem buscar na sua autenticidade'. Não é correto simplesmente acusar o pastor da igreja e o autor por charlatanismo, sem oportunizar o direito de defesa.', diz o relator do caso.

da Bahia/NC

Projeto de lei quer eliminar anúncios pornô do Centro de SP


A Câmara de Vereadores de São Paulo discute um projeto de lei que busca proibir cinemas e teatros de exibir anúncios de filmes e peças teatrais com imagens consideradas pornográficas.

A ideia é impedir que crianças e adolescentes vejam as imagens, mesmo que elas estejam instaladas na área interna dos edifícios.

O texto estabelece que os donos de estabelecimentos que desobedecerem a regra deverão pagar multa de R$ 1,5 mil e podem ter a licença cassada.

Integrante da base de apoio ao governo Kassab, o vereador Quito Formiga (PR), autor do projeto, afirma que a proposta não entra em conflito com a Lei Cidade Limpa, em vigor na cidade desde 2006.

“A lei determina apenas que os banners e pôsteres indicativos não podem ultrapassar 10% da área total de todas as fachadas. A lei só delimita a exposição do anúncio, mas não trata de seu conteúdo. O que pretendo é proibir a divulgação de imagens pornográficas”, disse ele.

Vice-presidente da CPI da Pedofilia, o vereador afirma em sua justificativa que a exposição prematura pode comprometer o desenvolvimento de crianças e adolescentes. “Esses locais devem possuir instalações adequadas para impedir a visualização de peças publicitárias que utilizem imagens de cunho pornográfico pelas crianças e adolescentes.”

Bilheteiro de um cinema pornô na Avenida Rio Branco, Reginaldo Nunes, de 31 anos, afirma que acha a medida correta. Ele conta que o dono do estabelecimento já adotou a medida há cinco anos. “Os cartazes aqui não são expostos. Só consegue ver quem entra no cinema. Acho que quem não tem interesse neste tipo de assunto não é obrigado a ver”, afirmou.

Ainda de acordo com o funcionário, esconder os cartazes não dimuinuiu a clientela. “Aumentou, por causa da curiosidade”, afirmou.

Fonte: G1

O VERBO

“Sexo” é 4º termo mais buscado por crianças na internet, indica estudo


Crianças estão usando a internet para ver vídeos no YouTube, se conectarem com amigos em redes sociais e fazer buscas com as palavras sexo e pornografia, afirmou uma pesquisa divulgada nesta semana.

A companhia de segurança de computadores Symantec Corp identificou os 100 principais termos de buscas realizadas entre fevereiro e julho por meio do serviço de segurança familiar OnlineFamily.Norton, que monitora o uso da internet por crianças e adolescentes.

A empresa descobriu que o termo mais popular de busca nessa faixa de público foi YouTube, site de vídeos do Google. A estrela da internet Fred Figglehorn, personagem de ficção cujos vídeos no YouTube são populares entre crianças, aparece na nona posição entre as principais pesquisas on-line.

O Google é o segundo termo mais popular, e o Yahoo aparece na sétima posição. Enquanto isso, o site de redes sociais Facebook ficou em terceiro e o MySpace, em quinto.

Mas as palavras “sex” e “porn” também entraram na lista dos 10 termos mais pesquisados, aparecendo nas quarta e sexta posições, respectivamente.

Outros termos populares incluem Michael Jackson, eBay, Wikipedia, a atriz Miley Cyrus, que interpreta a personagem Hannah Montana em um seriado da Disney, Taylor Swift, Webkinz, Club Penguin, e a música “Boom Boom Pow”, da banda Black Eyed Peas.

A representante da Symantec para segurança na internet, Marian Merritt, afirmou que a lista mostra que os pais precisam ter consciência sobre o que seus filhos estão fazendo on-line.

“Também ajuda a identificar momentos em que os pais devem falar com seus filhos sobre comportamento apropriado na internet e outras questões relacionadas à vida on-line de suas crianças”, afirma ela em comunicado da empresa.

A lista foi produzida depois que a Symantec avaliou 3,5 milhões de pesquisas feitas pela ferramenta OnlineFamily.Norton, que permite que os pais vejam o que crianças estão pesquisando e com quem estão falando em mensagens instantâneas e que redes sociais estão usando.

Fonte: Folha Online

O VERBO

Edir Macedo fala para os fiéis e rebate as críticas em seu blog - Ouça aqui


Edir Macedo fala sobre as recentes acusações do qual tem sido vítima. Ele relata aos fiéis sobre a perseguição do Grupo de Roberto Marinho nos últimos dias.

Ele fala também de uma entrevista exclusiva que deu para o Domingo Espetacular e que vai ao ar no domingo pela Record. A repórter Adriana pergunta como ele se sente diante de tantas acusações e ele dar um sorriso e responde: “Eu me sinto feliz e muito alegre porque não há chance para perdermos porque se há fogo ardente, repousa sobre nós o Espírito de Deus.” Ele finaliza convidando todos para a “Vigília da resposta” nas igrejas em todo o Brasil.

Ouça o áudio e, logo abaixo, leia a carta do advogado da Igreja:

Carta do Advogado

Edir Macedo publicou em seu blog (http://www.bispomacedo.com.br/blog/) o conteúdo da carta que recebeu de seu advogado, segue abaixo na íntegra:

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Prezado Bispo Edir Macedo,

Mais uma vez o Ministério Público do Estado de São Paulo formulou junto à Justiça de São Paulo denúncia contra o senhor e outros religiosos e cooperadores da Igreja Universal do Reino de Deus, por suposta prática de crime de lavagem de dinheiro e outras condutas tidas como delituosas.

Essas acusações nada mais são do que uma repetição do conteúdo de outro procedimento instaurado em 1999, para apurar crime de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal que tinha como investigados, à época, praticamente as mesmas pessoas que agora o Ministério Público quer colocar novamente como réus.

Nesse inquérito de 1999, o Bispo Edir Macedo, juntamente com outros religiosos e cooperadores da Igreja Universal, foram exaustivamente investigados por anos e, finalmente, a apuração foi arquivada em 2006, pelo Supremo Tribunal Federal, a pedido da Procuradoria Geral da República.
Repita-se, o Ministério Público quer colocar estas pessoas como réus, novamente, em procedimento devidamente arquivado pela Corte Suprema do nosso país – o STF, a última instância, ou seja, eles investigarão fatos já decididos em definitivo. E, pasmem! O mesmo Ministério Público que pediu o arquivamento, agora quer investigar tudo de novo; nem os próprios membros desta Instituição se entendem.

A acusação do momento nada mais é do que a repetição dos mesmos fatos que o Supremo Tribunal Federal arquivou. Ela mais uma vez revolve fato ocorrido em 1992, quando alguns religiosos ligados à Igreja obtiveram empréstimo no exterior para o pagamento da compra da TV Record do Rio de Janeiro.

Ao longo destes anos, este empréstimo no exterior foi pago mediante prestações que acabaram sendo novamente consideradas como desvio para lavagem de dinheiro.

Na verdade, a organização Globo reage contra o Bispo Edir Macedo, em razão do crescimento vertiginoso da audiência da TV Record, que ameaça ou mesmo já ultrapassou a audiência da TV Globo. E com isto eles não se conformam.

No Jornal Nacional de ontem, 11 de agosto, o tempo dedicado pelo noticiário a tentar desmoralizar os trabalhos da Igreja Universal, voltados à fé evangélica, à realização de inúmeras obras sociais, ultrapassou qualquer medida de bom senso. Em um noticiário de 35 minutos, mais de 1/3 do tempo foi voltado a agredir a Igreja e seus pastores, que nada têm a ver com este novo procedimento instaurado pelo Ministério Público de São Paulo, no qual se investigam pessoas físicas.

De mais a mais, a própria Rede Globo é totalmente incongruente em seus noticiários e reportagens, pois no Jornal Nacional ataca a Igreja Universal como se ela fosse a autora de todos os delitos, sabedora de que quem está sendo investigado são pessoas físicas. Mas, em seu jornal escrito – O Globo –, fala que a Igreja Universal e seus fiéis são vítimas, ou seja, na invocação de seu “direito de informar” ela dá a mesma informação com nuances diferenciadas e totalmente distorcidas da realidade - em uma matéria ela ataca e na outra ela fala que essa mesma pessoa é vítima!

Só há uma explicação para isto: a busca da audiência, fazendo um sensacionalismo barato, pois falar da Igreja Universal neste país dá “IBOPE”, mesmo ela não sendo a investigada.

Da mesma forma a manchete de primeira página do jornal Folha de São Paulo, publicada no mesmo dia, foi de tal forma escandalosa e absurda que mais parecia que noticiava o maior escândalo político do país.

Na verdade, estas acusações criminosas nem merecem resposta. Enfrentaremos o processo com a mesma tranquilidade de outras vezes e nossa maior e irrespondível defesa é no sentido de que o Supremo Tribunal Federal já investigou tais fatos e a pedido da Procuradoria Geral de República arquivou o inquérito.

Temos a certeza de que o caso agora inventado terá o mesmo destino.

Arthur Lavigne
Advogado

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Fonte: Vooz

O VERBO

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Andréia Sorvetão grava CD gospel infantil

O álbum da ex-paquita deve chegar às lojas em setembro

A ex-paquita Andréia Sorvetão terminou de gravar seu novo CD nesta quinta-feira, 13. O álbum "Vamos Festejar" é um trabalho gospel voltado para crianças. As filhas de Andréia Giovanna e Maria Eduarda participam da faixa "Família".

Divulgação  /Divulgação

Andréia Sorvetão entre o marido, Conrado, (à esquerda) e o produtor musical Emerson Pinheiro.

Divulgação/Divulgação

Giovana e Maria Eduarda no estúdio

EGO

Cid Guerreiro, agora convertido, esclarece polêmica sobre a música Ilariê


Quem nunca ouviu a música Ilariê? Interpretada pela apresentadora Xuxa, a música causou muita polêmica após seu lançamento. Dizia-se sobre ela ter sido composta e consagrada ao diabo. Para comprovar esta afirmação, muitos veículos de comunicação exploraram a polêmica rodando a música ao contrário. Enquanto a música era rodada ao contrário, o diabo estaria, supostamente, falando através da composição. Mas o que o compositor de Ilariê tem a dizer sobre a polêmica? Afinal de contas, Cid Guerreiro fez ou não um pacto com o demônio para compor esta música?

Em entrevista ao programa Balaio, Cid Guerreiro esclareceu a história. Convertido ao evangelho de Cristo, o cantor afirma já ter feito parte de outras religiões, como macumba, candomblé, seicho-no-ie e espiritismo. Guerreiro afirma, porém, que ele passou por todas essas religiões em busca de Deus.

Na época em que a polêmica sobre Ilariê estourou, Cid Guerreiro tomou “birra” do evangelho. Um pastor afirmou que estava do lado de Cid quando ele fez um pacto com o diabo. Mas o cantor negou a afirmação.

A polêmica rendeu sérias consequências para a vida de Cid. “Fiquei conhecido como filho do demônio, comecei a perder shows, as crianças não queriam mais ouvir minha música”, contou. “Quando eu via uma igreja evangélica ou um pastor na rua, ficava irado”.

Cid Guerreiro conta que sempre teve intimidade com Deus, mesmo antes de se converter. “Eu perguntava pra Deus por que tudo aquilo estava acontecendo e dizia que não merecia aquilo, que eu era um cara do bem”, disse.

Segundo o cantor, a apresentadora Xuxa também ficou chateada com as afirmações sobre Ilariê. “Quando ocorreu um incêndio no programa da Xuxa, começaram a dizer também que era coisa do diabo”, disse. “Ela ficou muito brava na época”.

Para Cid Guerreiro, ficar rodando discos ao contrário para procurar falas do demônio é “falta do que fazer”. “Para o cara pegar o disco e voltar ao contrário, no mínimo, faltou bateria na radiola dele”, brincou. “Deus nos deu dois ouvidos, uma boca e, dentro dela, a maior arma do mundo: pode edificar e pode destruir”.

Cid Guerreiro fez um convite à reflexão: “Precisamos fazer um exercício diário: olhar no espelho todas as manhãs. Se conseguirmos ver Jesus Cristo podemos, então, pensar em julgar alguém. Enquanto virmos nossa própria cara, temos que lembrar que somos pecadores. Deus deu o único filho dele para pagar nossos pecados. Quem somos nós pra julgar alguém?”.

Fonte: Lagoinha.com / Gospel Minas

OVERBO

Diretora da JOCUM no Brasil ataca ativismo cristão contra o PLC 122 e o “casamento” homossexual

Bráulia Ribeiro acusa mobilização cristã contra a agenda gay de “cruzada de ódio e preconceito”

Julio Severo

O ano é 1932. As igrejas evangélicas, altamente moralistas, eram marcadas por santidade em seus comportamentos e uma grande preocupação com um testemunho ético e irrepreensível. Havia também um interesse genuíno na pureza do Evangelho e em sacrifícios pela sua divulgação a um mundo perdido.

Nada mais justo do que transformar tal interesse em ação. Já que o Evangelho oferece esperança ao pecador, décadas antes dos primeiros projetos de lei anti-“homofobia”, as igrejas assumiram a dianteira profética, lançando na década de 1930 campanhas para combater o preconceito aos homossexuais.

A iniciativa incluía propagandas em trens, carroças e ruas, educando a população atônita — que não estava entendendo absolutamente nada — que aqueles que praticam atos homossexuais são normais e merecem respeito…

Como resultado direto dessas pressões pioneiras dos pastores evangélicos da década de 1930, hoje os homossexuais não correm risco nenhum de serem agredidos ou mortos em zonas de drogas e prostituição às 2h da madrugada. Escoltas policiais especiais acompanham os homossexuais antes e depois de seus encontros sexuais, garantindo proteção e segurança para suas atividades. Graças aos evangélicos, o sexo seguro homossexual se tornou realidade.

Esse exótico acontecimento imaginário deveria ter sido realidade, conforme um artigo recente de Bráulia Ribeiro, que sugeriu que as campanhas contra a homofobia deveriam ter sido iniciadas não pelos ativistas homossexuais, nem pelo governo Lula, mas pelos cristãos.

Os cristãos da década de 1932 ficariam atônitos e assustados se lhes dissessem que a sociedade do século XXI estaria mergulhada numa obsessão homossexual — sem mencionar que eles ficariam chocados com a idéia de que eles em sua época deveriam ter lançado campanhas para a aceitação social dos homossexuais como indivíduos normais.

As igrejas sabem ser pioneiras em campanhas positivas. Décadas antes das primeiras campanhas sociais de combate ao fumo, muitas igrejas já estavam alertando. Esses alertas eram tratados pelo mundo secular como fanatismo, mas hoje esse mesmo mundo está tratando tal vício do mesmo jeito que as igrejas o tratavam: como risco para a saúde.

Creio que as igrejas agiram certo no passado, tratando o homossexualismo como abominação, um pecado grave a ser evitado, mas as declarações de Bráulia Ribeiro deixam dúvidas e confusão, ao não saber fazer a distinção entre o papel do Evangelho e o papel do cristão como cidadão numa sociedade que precisa não somente do Evangelho, mas de leis boas para governar.

Bráulia Ribeiro fala, Julio Severo responde

A seguir, as declarações de Bráulia Ribeiro, em seu artigo “Não quero o direito de ser homofóbica”, publicado em algumas revistas e sites esquerdistas.

Bráulia Ribeiro: “Não é nosso papel legislar moral”.

Resposta de Julio Severo: “Não é nosso papel legislar moral”. Isto é, os cristãos devem simplesmente cruzar os braços e ficar em silêncio enquanto os maus legislam todo tipo de imoralidade. É quase possível ouvir o próprio diabo falando aos pastores e políticos evangélicos: “Escutem aqui, cristãos! Estou legislando imoralidade por toda a sociedade e não quero vocês perturbando minhas atividades. Por enquanto, vocês têm liberdade de legislar sua moralidade apenas dentro de suas igrejas”. Você pode encontrar o eco exato dessas palavras entres as feministas, que dizem: “O Estado é laico. Vocês cristãos não podem promover o valor da vida na sociedade. Só nós, que não somos cristãos, temos o direito de legislar o aborto e o que quisermos. Fiquem de fora. Este terreno — a sociedade — é só nosso”. As palavras dos ativistas homossexuais não são diferentes: “O Estado é laico. Só nós podemos fazer o que queremos. Vocês cristãos legislem sua moralidade apenas dentro de suas igrejas”. De vez em quando, aparece uma voz cristã para dar-lhes apoio. Tais são as vozes das Bráulias.

O argumento de que “Não é nosso papel legislar moral” também será usado contra os cristãos que lutarem contra a pedofilia. Na Holanda, que foi o primeiro país a legitimar o “casamento” homossexual, já há oficialmente um partido pedófilo composto de membros homossexuais e por causa das pressões do ativismo homossexual a idade de consentimento sexual foi abaixada. De acordo com Bráulia, se os ativistas homossexuais quiserem as mesmas “conquistas” no Brasil, não poderemos “legislar moral” para frustrá-los.

Bráulia Ribeiro: “Deus não presumiu que por haver um ideal, estaríamos todos compelidos a ele”.

Resposta de Julio Severo: O ideal, para a sexualidade, é casamento entre um homem e uma mulher, como reconheceu Bráulia. Mas, como ela igualmente reconheceu, muitos se desviam do ideal, fazendo escolhas erradas. Esses desvios incluem: homens que preferem outros homens, homens que preferem meninos, homens que estupram mulheres, homens que estupram meninas, etc. Bráulia sugere que não deve haver nenhuma lei para forçar o ideal. Então, se não pode haver leis certas para impor o ideal, faz sentido permitir passivamente a imposição na sociedade de leis erradas que protegem o desvio do ideal?

Bráulia Ribeiro: “A Bíblia dá mais ênfase ao adultério, do que às perversões, defendendo os limites da família com veemência. Nós cristãos não damos ao adultério a mesma importância, justificamos, entendemos, e até ‘defendemos’ adultérios em nome da felicidade pessoal e em nome do mero hedonismo que tempera nossa religião com o mesmo sabor do mundo”.

Resposta de Julio Severo: Deus odeia o adultério, mas quando ele destruiu Sodoma e Gomorra, foi por causa do homossexualismo. Além disso, não vemos paradas do orgulho adúltero, não há grupos de adúlteros por todo o Brasil fazendo campanhas para as câmaras municipais, as assembléias legislativas e o Congresso Nacional aprovarem leis contra a “adulterofobia”, não há uma campanha do governo federal “Brasil Sem Adulterofobia”, etc. As escolas não recebem ordens do governo para elogiar o adultério, ensinando as crianças a tratá-lo como uma opção natural.

Além disso, as igrejas que pregam contra o adultério não são ameaçadas por ações legais e pelo Ministério Público Federal. Mas se você pregar contra o homossexualismo, as ameaças virão.

A mídia, as escolas e o governo exaltam muito mais o homossexualismo hoje do que o adultério. Embora as igrejas devam condenar ambos os pecados, temos de reconhecer a realidade de nossos tempos. Há 50 anos, as igrejas condenavam abertamente o adultério e não falavam sobre homossexualidade, porque a homossexualidade não era uma obsessão social. Hoje, o tema homossexual é obrigatório em toda a sociedade. Como não falar sobre o que todo o Brasil está falando?

Bráulia Ribeiro: “Numa sociedade que vive princípios bíblicos esta responsabilidade [de legitimar casamentos] é da família. É no domínio das famílias que se legitima, e fortalece a união de dois jovens, a formação de uma nova família. Vemos casamentos na Bíblia, mas nem um casamento feito ou legitimado pela igreja ou pelo estado”.

Resposta de Julio Severo: Concordo plenamente com a Bráulia.

Bráulia Ribeiro: “Se o Estado acha por bem legitimar a união homossexual e a população do país concorda, não há nada que podemos fazer como cristãos”.

Resposta de Julio Severo: Ela poderia também ter dito:

“Se o Estado acha por bem legitimar o aborto e a população do país concorda, não há nada que podemos fazer como cristãos”.

“Se o Estado acha por bem legitimar o infanticídio e a população do país concorda, não há nada que podemos fazer como cristãos”.

“Se o Estado acha por bem legitimar a pedofilia e a população do país concorda, não há nada que podemos fazer como cristãos”.

Se a Bráulia tivesse vivido na Alemanha nazista, o argumento seria:

“Se o Estado acha por bem legitimar a perseguição aos judeus e a população do país concorda, não há nada que podemos fazer como cristãos”.

Hitler foi eleito democraticamente, e a maioria da população da Alemanha o apoiava. Ele introduziu muitas leis malignas na Alemanha majoritariamente e nominalmente cristã. A maioria cristã, tal qual Bráulia, pensava: “Não há nada que podemos fazer como cristãos”.

Entretanto, dois cristãos não pensavam como ela. O evangélico Dietrich Bonhoeffer e o católico Claus von Stauffenberg faziam parte de grupos pequenos que queriam eliminar Hitler. Hoje eles são famosos e admirados, mas em sua própria época eles sofriam o desprezo do governo do seu próprio país e o desprezo da maioria dos cristãos alemães.

Por pura coincidência, o homem que Stauffenberg queria eliminar era homossexual. Aliás, a cúpula do governo nazista era composta de violentos fascistas homossexuais.

Se os cristãos não devem fazer nada quando o Estado acha por bem legitimar o mal e a população do país concorda, por que então Stauffenberg e Bonhoeffer fizeram?

Bráulia Ribeiro: “Misturar Deus e estado foi um erro na época de Constantino e continua sendo um erro hoje”.

Resposta de Julio Severo: Os secularistas e o governo Lula certamente estão dizendo “Amém” à declaração de Bráulia. Tudo o que os humanistas, os socialistas, os ativistas gays, as feministas e os antropólogos querem é uma sociedade onde as leis e os políticos “não misturem Deus e Estado”.

O erro de Constantino não foi misturar Deus e Estado. O erro dele foi obrigar a conversão ao Cristianismo de todos os habitantes do Império Romano.

Misturar Deus e Estado dá certo. O rei Davi fez isso e deu certo. Os Estados Unidos fizeram isso no começo, e deu certo.

Aliás, Romanos 13 instrui claramente que as autoridades políticas têm o chamado de servir a Deus, de serem ministros de Deus. Como servir a Deus como político quando os socialistas e agora até as Bráulias exigem separação entre Deus e Estado?

Que tal, dona Bráulia, exigir separação entre o Estado e a agenda gay, a agenda feminista, a agenda do aborto e a agenda do infanticídio indígena?

Bráulia Ribeiro: “Um estado justo e que reflete os valores de Deus vai afirmar para cada indivíduo o direito às suas escolhas individuais desde que estas escolhas não firam o direito de outros”.

Resposta de Julio Severo: A realidade de que a maioria dos homossexuais sofreu na infância violência sexual de um homem adulto mostra que alguém fez uma escolha que prejudicou um menino. Como pode Bráulia aplicar direito à escolha diante de tal realidade brutal? Ela quer que todos vejam a brutalidade do infanticídio indígena. E as outras brutalidades não contam?

Bráulia Ribeiro: “Muitos evangélicos estão numa expectativa de uma espécie de ‘xaria’ cristã onde a moralidade cristã seria reforçada pelo estado. Além de ser injusta e absurda esta ‘xaria’ não mudaria o coração dos homens que só é definitivamente mudado de dentro pra fora”.

Resposta de Julio Severo: A mobilização cristã contra a agenda gay tem sido tímida, pois cada passo cristão é impiedosamente atacado pela mídia. E agora, fazendo coro aos ataques da mídia, Bráulia levanta a acusação absurda de uma xaria cristã, enquanto a sociedade brasileira está sendo engolida por uma genuína xaria socialista e está prestes a experimentar uma xaria homossexual.

Leis não existem para mudar o coração das pessoas. Nenhuma lei contra assassinatos e estupros muda o coração das pessoas. As leis servem apenas para controlar comportamentos prejudiciais. Se não podemos criar leis porque elas não convertem, será então que as leis contra assassinato e estupro são inúteis pelo fato de que nunca converteram ninguém?

Bráulia Ribeiro: “Temos o dever cristão de lutar contra a homofobia… A voz anti-homofobia deveria ter sido ouvida primeiro da nossa boca… Se tivéssemos liderado esta luta é provável que não teríamos que viver hoje o desconforto da imposição da agenda homossexual como estamos vivendo. Teríamos nos aliado a eles pelo amor de Cristo, e não nos levantado contra eles numa cruzada de ódio e preconceito...”

Resposta de Julio Severo: As escolas públicas estão doutrinando as crianças no homossexualismo? A culpa, segundo Bráulia, é das igrejas cristãs, que não foram pioneiras na luta contra a homofobia.

Antes, durante e depois do Cristianismo, meninos eram abusados por homossexuais? A culpa, segundo Bráulia, é das igrejas cristãs, que não foram pioneiras na luta contra a homofobia.

Os grupos ativistas homossexuais estão distorcendo estatísticas de crimes homossexuais para aprovarem leis especiais de proteção ao homossexualismo? A culpa, segundo Bráulia, é das igrejas cristãs, que não foram pioneiras na luta contra a homofobia.

Os cristãos fiéis a Deus e à Bíblia e pessoas de boa vontade estão sob a ameaça de serem presos se criticarem o comportamento homossexual? A culpa, segundo Bráulia, é das igrejas cristãs, que não foram pioneiras na luta contra a homofobia.

Tenho ouvido freqüentemente os ativistas homossexuais acusando os cristãos de ódio e preconceito, somente porque os cristãos não aceitam a ditadura gay. Você tem a obrigação de aceitar essa ditadura. Se não aceitar, você é automaticamente rotulado de fanático cheio de “ódio e preconceito”.

Aliás, a própria FUNAI só vê “ódio e preconceito” nos esforços da JOCUM de salvar crianças indígenas. Finalmente, a Bráulia achou em quem descontar o que a JOCUM vem sofrendo no Brasil.

A diferença entre o pobre Julio Severo e a rica JOCUM

O mundo secular tem uma visão bem clara sobre o papel dos cristãos na sociedade:

Aborto. O cristão deve respeitar o aborto como direito humano da mulher, pois o Estado é laico e o que deve predominar é a vontade do Estado laico.

Infanticídio indígena. O cristão deve respeitar a cultura indígena. A prática de assassinato de crianças é parte da cultura indígena e é rejeitada apenas por índios influenciados e infectados pela “cultura” cristã.

Por falar em infanticídio indígena, Bráulia tem uma opinião sobre essa questão. Como diretora da JOCUM, Bráulia se queixa de que a JOCUM é vítima de perseguição e falsas acusações.

O Ministério Público Federal e o governo Lula classificam como crime as ações da JOCUM para salvar crianças indígenas de assassinato.

De forma semelhante, o Ministério Público Federal e o governo Lula classificam de crime minha luta contra a agenda gay.

Sabe qual é a diferença? Dou todo o meu apoio à difícil missão da JOCUM. Dou meu apoio de coração. Aliás, o vídeo da JOCUM que denuncia o assassinato de crianças indígenas foi postado no meu blog, onde mais de 60 mil pessoas assistiram. Tenho lutado em muitas outras frentes de batalhas necessários. Estou envolvido na luta direta contra o aborto há mais de 20 anos, como me são testemunhas meus amigos de mais de duas décadas Dep. Talmir Rodrigues e Dr. Humberto L. Vieira, diretor da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família.

Pela graça de Deus, a JOCUM tem o apoio de poderosas instituições cristãs nacionais e internacionais em sua honrosa luta contra o infanticídio indígena.

No entanto, na minha luta contra a agenda gay, recebo desestímulos, acusações e ameaças.

Há uma diferença abismal entre Bráulia e alguém como eu, que luta contra a agenda gay — e luta também o infanticídio indígena. Bráulia tem o privilégio de ser diretora de uma instituição de grande poder financeiro e não tem dificuldade nenhuma de ter uma boa acomodação em qualquer lugar do mundo, pois a JOCUM está presente em muitos países.

Na minha luta contra a agenda gay, não tenho o suporte de nenhuma entidade tão poderosa quanto a JOCUM. Estou literalmente peregrinando entre as nações, sem ter um lugar certo onde ficar, pois não conto com nenhum grupo que tenha presença em muitos países. Ao contrário de Bráulia, que vive pela e da JOCUM, eu só posso viver pela fé. Mais nada.

Interesses institucionais versus interesses espirituais

Ao adotar a posição esquizofrênica de minimizar a gravidade da agenda homossexual, do sacrifício sexual de meninos e o valor dos esforços de irmãos que lutam contra essa ameaça, e respeitando exclusivamente conveniências e interesses particulares, Bráulia age como um cristão institucional, como uma pessoa institucional, que em tudo leva em consideração os interesses da instituição para a qual trabalha, sacrificando tudo o mais.

Não é errado trabalhar para uma instituição. Conheço a JOCUM desde 1984, e tive muitos contatos nacionais e internacionais com pessoas da JOCUM. Eu li a biografia de Loren Cunningham, o fundador da JOCUM nos EUA, e gostei muito. Eu louvei e louvo a Deus pela vida dele. Mesmo assim, reconheço que com o tempo as instituições religiosas se corrompem. Vão se corrompendo aos poucos até alcançarem a estatura de uma inutilidade e imbecilidade distantes de sua própria fundação. A Universidade de Harvard, fundada séculos atrás para formar pastores evangélicos, é um excelente exemplo. Está tão corrompida que hoje forma efetivamente ativistas anticristãos. A JOCUM possui importantes instituições, inclusive uma grande universidade no Havaí, e tal grandeza humana exige cuidado para evitar os primeiros passos para a inutilidade e imbecilidade.

Durante toda a história, a maior resistência ao mover do Espírito Santo veio de cristãos institucionais, isto é, cristãos ligados a instituições que, embora fundadas com princípios cristãos, se endureceram numa visão fechada, resistindo às ações de Deus.

Não acho que a igreja deveria ter se antecipado, décadas atrás, para combater o preconceito contra o assassinato de crianças indígenas ou contra o homossexualismo ou contra o aborto.

O infanticídio indígena me preocupa, pois envolve o sacrifício de crianças. O aborto me preocupa, pois envolve o sacrifício de crianças. O avanço homossexual me preocupa, pois envolve o sacrifício sexual de meninos. A maioria absoluta dos homossexuais sofreu experiências de abuso sexual. E enquanto a sociedade é pressionada por militantes gays a dar atenção especial a raros casos de homossexuais assassinados — muitos dos quais envolvem motivação passional ou até mesmo comportamentos de risco de homossexuais que trafegam em perigosíssimas zonas de drogas e prostituição a altas horas da madrugada —, milhares de meninos são estuprados e até mortos sem que a sociedade e as Bráulias se lembrem de que as crianças merecem proteção contra um comportamento sexual reconhecidamente ameaçador.

Bráulia Ribeiro e o coro esquerdista

O chamado de Bráulia “Temos o dever cristão de lutar contra a homofobia… A voz anti-homofobia deveria ter sido ouvida primeiro da nossa boca…” vem sendo ecoado por toda a esquerda cristã. Não por coincidência, o artigo dela foi publicado na revista Eclésia, sucessora direta da notoriamente esquerdista revista Vinde, fundada por Caio Fábio, responsável pela aproximação dos líderes evangélicos a Lula muitos anos atrás. A revista Vinde, que se ocupava em doutrinar o público com uma visão esquerdista, nunca poupou esforços para neutralizar ações cristãs que não obedeçam aos ditames da Teologia da Libertação.

O artigo dela foi também publicado no site do FENASP, fundado pelo Bispo Robson Rodovalho, político socialista que apoiou Lula publicamente nas duas eleições presidenciais.

Não por coincidência também, Bráulia é articulista freqüente na revista esquerdista Ultimato, tendo um livro publicado pela Editora Ultimato. O radicalismo ideológico da Ultimato jamais permitiria envolvimento ou vínculo tão forte se Bráulia não tivesse em pontos importantes os mesmos interesses. A voz de Bráulia na questão da homofobia é a voz da esquerda cristã mundial.

A esquerda — seja evangélica ou anticristã — faz duas coisas: promove o avanço de sua ideologia e rebaixa toda autêntica visão e mobilização cristã que não está de acordo com a vontade de Karl Marx.

Enquanto muçulmanos, socialistas e ativistas gays impõem uma xaria, Bráulia ataca o ativismo cristão

Quando o cristão tenta ajudar a proteger as crianças indígenas de assassinatos, os sacerdotes secularistas aparecem com acusações de que estamos impondo a cultura cristã, etc. Chamam-nos de nazistas, etc. Só faltam dizer que queremos impor uma xaria cristã — um termo muçulmano que Bráulia usou contra os cristãos que lutam contra a agenda gay. O termo dela servirá muito bem no repertório dos que atacam todo tipo de mobilização cristã na sociedade.

Se os ventos de interesses ou objetivos institucionais tivessem soprado em direção contrária, Bráulia poderia possivelmente ter agido de forma inversa, dando preferência ao tema homossexual e ao sacrifício sexual de meninos, e igualando os cristãos contrários ao infanticídio indígena com muçulmanos que querem impor a xaria.

Para seu próprio interesse, Bráulia não usou o termo xaria na questão do infanticídio indígena, embora os inimigos da JOCUM essencialmente estejam dizendo que a JOCUM está impondo uma xaria sobre a “cultura indígena”. O que Bráulia fará para aplacar a ira dos inimigos da JOCUM? “Ei, secularistas, antropólogos e governo Lula! Eu também quero mostrar que sou aliada de vocês em alguns pontos. Vou fazer isso para ganhar a simpatia e amizade de vocês! Vocês são contra a homofobia? Eu também sou! E aí? Somos amigos agora? Estou sendo boazinha com vocês na questão da homofobia. Agora sejam bonzinhos comigo na questão do infanticídio indígena”.

Como a JOCUM é tratada por seus inimigos, assim Bráulia tratou a oposição cristã à agenda gay — talvez como concessão e barganha.

Mas por que ser amiga do mundo só pela metade? Por que ser dura numa questão e mole em outra? Para que ser morna para agradar a todos?

Ela fez concessões até na área de música, adotando a prática de cantar música secular em reuniões evangélicas da JOCUM. Se a meta é agradar, fazer concessões é uma obrigação.

O genuíno ativismo cristão deve combater toda agenda maligna

Por causa do vídeo “Hakani” da JOCUM sobre infanticídio indígena e por causa da minha amiga Dra. Damares Alves, eu próprio me envolvi na luta contra o assassinato de crianças indígenas. Tive o privilégio de conhecer pessoalmente a Hakani, a Bráulia Ribeiro e o Dr. Wilson Bonfim, que muito lutam contra o infanticídio indígena. A primeira vez que me viu, a menina Hakani disse para sua mãe Márcia: “Olha ali Jesus Cristo, mãe!” Só não luto de forma muito mais intensa porque, graças a Deus, há muitos grupos e cristãos engajados nessa luta.

Na questão homossexual, quando comecei minha campanha de conscientização anos atrás por meio do meu livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia, a maioria absoluta dos cristãos tinha pavor de confrontar a agenda gay. Hoje, nem tanto, mas ainda persistem desinformações, timidez e até medo. O motivo é simples: lutar contra a agenda gay é tão arriscado quanto lutar contra o infanticídio indígena, pois a mídia liberal e esquerdista não dá valor a quem batalha nessas duas frentes. Minha missão é continuar esclarecendo.

A questão do infanticídio indígena não afeta o Brasil inteiro, mas apenas as tribos indígenas. Contudo, a questão homossexual afeta o Brasil de Norte a Sul. Afeta pobres e ricos. Afeta ateus e cristãos. Homossexuais ricos e pobres, nascidos em lares cristãos ou ateus, confessam experiências de abuso. Homens estuprando meninos não é uma realidade restrita a tribos. É uma realidade presente em toda a sociedade brasileira. Por isso, a minha luta é ajudar o Brasil a evitar o destino de Sodoma e Gomorra.

Contudo, nossa luta contra a agenda gay, a agenda do aborto e a agenda socialista e secularista que protege e acoberta o infanticídio indígena exige união, pois uma “casa dividida contra si não subsistirá”. E essa casa tem estado muito dividida, com líderes cristãos que não denunciam a agenda gay e as campanhas pró-homossexualismo do governo porque eles mesmos têm alianças com o governo Lula. E agora por que a JOCUM do Brasil está se juntando ao coro anti-“homofobia”? A JOCUM do Brasil está querendo aliviar o peso de sua incômoda situação “cultural” diante do governo Lula?

“Não quero o direito de ser contra o mal na sociedade”

“Não quero o direito de ser homofóbica” é nada mais do que uma grande apelação dirigida às forças culturais que hoje hostilizam a JOCUM no Brasil por causa do filme Hakani. “Homofóbico” é um adjetivo politicamente carregado cujo significado é: pessoa que odeia homossexuais.

Para os ativistas homossexuais, todo pastor que prega contra o homossexualismo é “homofóbico”.

Para os ativistas homossexuais, todo pai ou mãe que protege os filhos do homossexualismo é “homofóbico”.

Para os ativistas homossexuais, todo cidadão que luta contra a agenda gay é “homofóbica”.

Para os ativistas homossexuais, todo profissional médico que disser que há cura para a homossexualidade é “homofóbico”.

Para os ativistas homossexuais, todo ex-homossexual que der testemunho de que é possível sair da homossexualidade é “homofóbico”.

“Homofóbico” é um adjetivo usado rotineiramente pelas forças culturais que hostilizam a oposição cristã à agenda gay. Em sua ânsia de aplacar essas forças que também odeiam a JOCUM, Bráulia se rebaixou fazendo uso do mesmo termo de ódio que eles usam para jogar os cristãos aos leões.

Como sair da cova dos leões sem jogar outros cristãos ali?

Daniel saiu da cova dos leões porque confiou em Deus. Mas alguns cristãos hoje querem sair da cova dos leões jogando outros cristãos ali.

“Não quero o direito de ser homofóbica” é um título que agrada aos ouvidos dos secularistas e do governo Lula. Mas se Bráulia quiser continuar agradando, ela precisará escrever também “Não quero o direito de ser contra a cultura indígena”, pois por mais que ela ou eu tente explicar, tudo o que os secularistas e o governo Lula conseguem ver no infanticídio indígena é “cultura indígena”. Nada mais.

Se para ganhar o apoio e a simpatia da mídia, nós que lutamos contra a agenda gay tivermos de jogar na cova dos leões nossos irmãos que lutam contra o infanticídio indígena, esse é um preço que não quero pagar.

Pena que em sua luta louvável contra o infanticídio indígena, Bráulia tenha escolhido pagar tal preço com a cabeça dos que sacrificialmente lutam contra a agenda gay.

Fonte: www.juliosevero.com

Versão em inglês deste artigo:

Director of YWAM in Brazil attacks Christian activism against the anti-“homophobia” bills and homosexual “marriage”

Futebol: Deus é o segredo da ascensão do Avaí no Campeonato Brasileiro

Depois de amargar as primeiras rodadas na zona de rebaixamento, o Avaí conseguiu uma incrível ascensão no Brasileirão. Já são oito jogos de invencibilidade (seis vitórias e dois empates), que o levaram para o sétimo lugar no campeonato. E o sucesso pode ser explicado pela devoção dos jogadores, que se reúnem quase todas as noites de segunda-feira com um consultor espiritual.

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As reuniões acontecem próximas ao Estádio da Ressacada, em Florianópolis, e são ministradas pelo consultor Johnny Monteiro, amigo pessoal do técnico Silas - os dois se conhecem desde a década de 1980, quando Silas ainda era jogador do São Paulo.

“O Avaí é um clube profissional”, explica Johnny. “O ambiente é muito bom e os jogadores demonstram vontade. O Silas formou uma verdadeira família, e isso gerou uma junção que você não vê muitas vezes num clube. Aqui todos se respeitam e não saem nas noitadas.”

Johnny diz que trabalha o lado emocional e tenta dar ânimo aos atletas com a transmissão da palavra de Deus. “Cerca de 99% dos jogadores participam. Sempre que posso acompanho o grupo nos jogos. Nossas reuniões contam com orações, músicas e adoração. É uma linguagem que os jogadores entendem”, conta o consultor.

Sobre a ascensão do Avaí, Johnny revela que os jogadores jamais perderam a esperança. “A recuperação foi na base da superação, da mentalização. O Silas contribuiu muito com isso também, porque ele é alguém que tem uma relação especial com Deus”, diz.

Fonte: Estadão / Gospel+

Atletas de Cristo na África

Renomados ex-jogadores do nosso estão na África desde o dia 16 de julho. A missão vai muito além das partidas amistosas, o objetivo maior é espalhar o Evangelho do Nosso Senhor Jesus Cristo.














































O time é formado por ex-craques famosos, todos “Atletas de Cristo”, movimento criado em 1984. Nomes conhecidos como: Paulo Sérgio (campeão do mundo pela seleção brasileira em 1994), Zé Carlos (vice-campeão em 1998), Giovanni (ex-Santos, Barcelona, Olympiacos e seleção), Paulo Cruz (ex-América), Batista (ex-Atlético e zagueiro da seleção brasileira). Eles fazem parte da “Turnê da Esperança”. Um desafio que levou 23 pessoas em uma viagem de 26 dias em solo africano.
Não é primeira vez que esses atletas deixam o para se tornarem missionários da bola. O futebol abriu portas e permitiu que as boas novas fossem pregadas no continente asiático no ano passado. A primeira turnê levou a seleção de Cristo a pregar até em Mianmar um dos países mais fechados para o evangelho.
Desta vez eles foram enviados ao continente africano. Depois de passarem por Burundi, Uganda e Madagascar, nossos craques e irmãos estão em Naiorobi, capital do Quênia. No último sábado eles enfrentaram a seleção local. Uma partida transmitida para 20 países.
Veja o vídeo .


Os quenianos venceram por 1 a 0. Mas a atuação dos brazucas fez com que a imprensa local valorizasse ainda mais a vitória. O jornal DAILY NATION destacou: “Estrelas do Quênia silenciaram a batida do samba”. Mas o que precisava ecoar… tocou. No embalo do evangelho os “Atletas de Cristo” não se calaram e aproveitaram a oportunidade para mais uma vez glorificar ao Senhor.

Lagoinha/Inforgospel/NC

Iluminação faz 'bater' coração de estátua do Cristo Redentor

Projeto homenageia Dia dos Pais. Governador, prefeito e arcebispo do Rio visitaram monumento.

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A iluminação em homenagem ao Dia dos Pais foi a atração para milhões de pessoas que avistaram o na noite deste domingo (9). Com um azul no manto e um tom diferenciado no rosto, o monumento ganhou também um “coração” de luz. “A ideia era humanizar a estátua”, explicou o idealizador do projeto, Peter Gasper. A luz vermelha simulava batimentos cardíacos.
“É um que a cidade recebe”, disse o arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, completando: “O dia dos pais é um dia que queremos pedir que os pais sejam abençoados, junto com a família”.

Cabral e Paes levaram os filhos
A festa incluiu a presença do governador do Rio, Sérgio Cabral, e do prefeito Eduardo Paes. Cabral lembrou a importância da paternidade. “Nada justifica o abandono de um filho”, declarou, depois de dizer que no há muitas mulheres que “são pai e mãe juntos.” “Se todo pai olhasse seu filho com atenção e carinho, posso garantir que o Brasil, o mundo, seria muito melhor.”, acrescentou.
Já Eduardo Paes lembrou que ele e Cabral são os responsáveis pelos cidadãos do Rio. “Cabral é o pai de todos fluminenses e cariocas. E eu sou o pai dos cariocas”. Os dois foram até os pés do Cristo Redentor acompanhados das famílias. “Hoje é um dia de lembrar as alegrias que a paternidade nos traz”, completou Paes.
E para a grande homenagem, foram usados oito canhões de luz, refletores e dezenas de lâmpadas. Quem se sentiu honrado com tanto foi o comerciante Francisco Alves, que levou a mulher e os filhos Francisco Alves Júnior, de 10 anos, e Lucas Souza, de 11, para conhecer a vista da cidade e a estátua do Cristo Redentor. “É muito bonito.”

Montagem em duas noites
Segundo Gabriel Maritato, um dos organizadores, foram necessárias duas noites para a montagem do aparato. Para se ter noção da grandiosidade do projeto, os canhões de luz usados eram do mesmo tipo dos utilizados na abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008. E a noite linda e sem chuva coroou a homenagem - para a maioria. O idealizador Peter disse que não acharia ruim se chovesse durante neste domingo: “A luz aparece mais na chuva”, assumiu, orgulhoso do espetáculo que montou.

G1/NC

Quadrilha queria roubar R$ 800 mil de engenheiro

Bando que matou casal de idosos em Niterói planejou o crime depois de descobrir que aposentado havia ganho ação trabalhista.

Foto: Severino Silva / Agência O DIA Rio - Roubar R$ 800 mil que Humberto Cardoso Chaves, 74 anos, havia ganho em uma ação trabalhista na Justiça era o principal objetivo do bando que matou o engenheiro aposentado e sua mulher, Lenice de Assunção Cardoso Chaves, 72, domingo, em Camboinhas, Niterói.
Integrante da quadrilha, o caseiro Cleiton Alves da Silva, 22 anos, contou que quem planejou o assalto foi o pastor evangélico Marcos Eranilton de Souza Canavieira, 27, que também frequentava a por ser amigo de um professor de ginástica de Lenice.

O caseiro Cleiton (E), Marco, Bruno, Marcos e Eranilton confessaram participação no crime em Niterói
O caseiro contou que, ao saber do valor da ação trabalhista, Eranilton convenceu-o a espionar a movimentação bancária de Humberto. “Fui pela cabeça dele e deu no que deu. Estou arrependido do que fiz. O meu patrão era boa pessoa, a patroa também”, admitiu Cleiton. Segundo o caseiro, há 15 dias, o pastor e o pai de santo Marcos Roberto Teixeira da Silva, 33, que seriam namorados, teriam tramado o roubo.

A dupla, no entanto, não participou da invasão à residência do casal, que havia saído para um almoço, em São Conrado, no Rio. Cleiton contou que abriu a para Bruno Leonardo do Nascimento Martins, 23 anos, e Marco André Silva de Sá, 20. Eles asfixiaram o engenheiro e mataram sua mulher a pauladas.
A pista para a prisão do bando surgiu de um morador da rua onde três dos acusados foram presos, na Piedade, que tinha lido em O DIA que um computador havia sumido da casa. Ele ligou para a 59ª DP (Duque de Caxias) informando ter visto cinco homens entrando numa casa e que um deles carregava um computador.

O delegado Antônio Silvino, titular da 59ª DP, reuniu uma equipe, foi ao local indicado e prendeu Eranilton, Marcos e Cleiton. Com eles, além da torre do computador, havia cartões de crédito de Humberto, uma câmera digital e cerca de R$ 600. O caseiro, que estava no endereço, confessou participação no roubo, mas disse que não havia matado os patrões.

Da Piedade, os policiais seguiram para Austin, em Nova Iguaçu, onde prenderam Bruno e Marco. Na 59ª DP, os cinco confessaram o crime. Eles foram autuados por formação de quadrilha e duplo latrocínio (roubo seguido de morte). A polícia vai rastrear as contas do engenheiro nos bancos, para saber quanto foi roubado com o uso dos cartões.

Indicação de emprego foi o início do plano para o crime
O delegado Flávio Loureiro, da 81ª DP (Itaipu), disse que o pastor era muito amigo do professor de ginástica da mulher do engenheiro. Foi assim que conheceu Lenice e passou a frequentar a casa em Camboinhas. Quando Humerto demitiu o antigo caseiro, Eranilton indicou Cleiton.
No dia do crime, segundo Cleiton, Eranilton controlou o assalto à distância. Quando Bruno e Marco levaram os produtos roubados para um dos carros dos idosos, não encontraram a do veículo. Por isso, pediram ajuda ao pai de Santo Marcos, que foi de até Camboinhas e levou o grupo embora de lá.
À polícia, Cleiton disse que estava do outro lado da casa na hora em que Humberto e Lenice forem foram mortos. Segundo ele, o engenheiro foi asfixiado na copa da residência logo depois de fornecer a senha de seus cartões. A arma que teria matado a mulher seria um pedaço de madeira, encontrado lavado pela polícia. Peritos examinaram o objeto com luminol para tentar encontrar vestígios de sangue.

O Dia/NC

Grupo falsifica dinheiro e compra diamante falso em MG

A polícia de Minas Gerais prendeu integrantes de uma quadrilha que tentavam aplicar um golpe em falsos garimpeiros da cidade de Coromandel, no interior do Estado. O grupo pagou R$ 250 mil em notas falsas por 13 pedras que achavam ser diamantes, mas que também não eram verdadeiras. A prisão ocorreu na terça-feira, mas os suspeitos foram apresentados na quarta-feira pela polícia. Com a quadrilha, a polícia apreendeu R$ 8 milhões em notas de R$ 50 falsas.Polícia apreendeu R$ 8 milhões em notas de R$ 50 falsas Foto: Ney Rubens/Especial para Terra
"Uma quadrilha aplicou o golpe na outra. Uma vendeu os diamantes falsos e a outra pagou com notas falsas", disse o delegado Islande Batista, chefe do Departamento de Investigação de Crimes contra o Patrimônio.
A quadrilha começou a ser desmantelada em abril deste ano. Segundo a polícia, dois estelionatários aplicaram o golpe trocando cerca de U$ 300 mil em notas verdadeiras por cerca de R$ 800 mil em dinheiro falso.
Os dois homens, o assessor de vereador de Belo Horizonte e pastor evangélico Agnaldo Braga da Silva e o engenheiro Sérgio Augusto Albuquerque Cavatoni Serra foram presos. Durante as investigações foram presos também, com mandados de prisão expedidos Hirondel de Carvalho e Servus Dei Freitas Filho.
O delegado afirmou que o bando falsificava as notas no Espírito Santo. "Este golpe é conhecido como Golpe do Paco e é aplicado em vários estados. Os falsários trocavam uma quantidade maior de notas falsas por uma menor de notas verdadeiras. Geralmente eles colocam em cima de cada maço uma nota original para enganar as vítimas", explica.
Com informações passadas pelos detidos, a polícia montou uma emboscada e, na noite de terça-feira, prendeu o restante do grupo. Os falsos garimpeiros também foram detidos por estelionato. Eles ainda tentaram depositar a quantia falsa em um banco, mas o gerente percebeu e chamou a polícia.
Os suspeitos apresentados são Pio Dias Neto, foragido da justiça; Sérgio Luiz Moreira, com passagem por estelionato; José Reinaldo do Carmo, também com passagem por estelionato; Ederli Mourão Parreirasa Júnior, ex-policial civil de MG; e Antônio Vilela.
Todos foram indiciados por estelionato, falsificação de moeda nacional e formação de quadrilha, entre outros crimes. Com a quadrilha a polícia apreendeu, além dos R$ 8 milhões de reais falsos, três carros e as 13 pedras pequenas compradas como diamantes.

Terra/NC

Ex-pastor é preso com vinte ‘cabeças’ de merla


Um “ex-pastor da igreja Assembléia de Deus” da Vila Funil, área do Tibiri, foi preso em flagrante, ontem pela manhã, com vinte cabeças de merla. Lázaro Monteiro Amaral, o “Irmão”, 39 anos, foi denunciado, por meio do Disque-Denúncia (3223 - 5800), por fazer da própria , a de número 6 da Rua Principal daquela localidade, um ponto de venda e consumo de drogas.
Segundo os policiais do Serviço de Inteligência (SI) da Polícia Militar, que efetuaram a prisão, por volta das 11h30, “Irmão” estaria há pouco mais de dois meses “afastado da congregação”. Com o traficante também foram apreendidos quatro aparelhos ; dois relógios de pulso; e mais de R$ 347, divididos em cédulas de R$ 2; R$ 5; e moedas de um real; e cinquenta centavos.
“Todos os vizinhos ficaram surpresos em saber que ‘o pastor’ era, na verdade um traficante. Eles o tinham como uma pessoa idônea, jamais imaginaram que estivesse envolvido com o crime”, explicou um sargento do SI, que também comentou que, no momento da prisão, uma irmã do acusado fugiu com outra parte da droga.
Lázaro Monteiro Amaral foi conduzido até o 11º Distrito Policial (São Cristóvão), onde foi autuado em flagrante por tráfico de entorpecentes. O “ex-pastor” foi, em seguida, remanejado ao Centro de Triagem do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde ficará à disposição da justiça.

Jornal Pequeno/NC

Cantos religiosos contra Madonna


Cantora norte-americana volta a gerar polémica, desta vez com grupos católicos polacos

Durante este sábado, feriado católico que celebra a Assunção de Nossa Senhora, Madonna deverá subir ao palco instalado no Bemowo Airport, em Varsóvia, na Polónia. Entretanto, vários grupos católicos locais já demonstraram o seu desagrado e anunciaram nque esse dia irão entoar vários cantos religiosos à porta do concerto em forma de protesto.

O advogado Janusz Kochanowski escreveu mesmo uma carta à Câmara Municipal de Varsóvia a demonstrar o seu desagrado, explicando que a realização do concerto de Madonna nesta data afecta a religiosidade de várias pessoas da localidade.

Segundo o El Mundo, vários grupos católicos referem que esta data é uma "provocação" por parte de Madonna. São esperadas 100 mil pessoas no concerto.

DN.SAPO

Juiz evangélico defende crucifixos em repartições públicas


"Embora cristão, as doutrinas católicas diferem em muitos pontos do que eu creio, mas se foram católicos que começaram este país, me parece mais que razoável respeitar que a influência de sua fé esteja cristalizada no país."

Este é um trecho do artigo do juiz titular da 4ª Vara Federal de Niterói (RJ), William Douglas, publicado nesta semana, no site Consultor Jurídico [íntegra aqui]. O magistrado, que se denomina evangélico, critica a ação do Ministério Público Federal que pede a retirada de símbolos religiosos nos locais públicos federais de São Paulo.

.: Presidente do STF critica ação para retirada de símbolos religiosos

"Querer extrair tais símbolos não só afronta o direito dos católicos conviverem com o legado histórico que concederam a todos, como também a história de meu próprio país e, portanto, também minha. Em certo sentido, querer sustentar que o Estado é laico para retirar os santos e Cristos crucificados não deixaria de ser uma modalidade de oportunismo".

Para o juiz William Douglas, muitos que são contrários à permanência dos símbolos religiosos em repartições públicas, na verdade professam uma nova religião, a "não religião".

"Todos se recordam do lamentável episódio em que um religioso mal formado chutou uma imagem de Nossa Senhora na televisão. Se é errado chutar a imagem da santa, não é menos agressivo querer retirar todos os símbolos. Não chutar a santa, mas valer-se do Estado para torná-la uma refugiada, uma proscrita, parece-me talvez até pior, pois tal viés ataca todos os símbolos de todas as religiões, menos uma. Sim, uma: a 'não religião', e é aqui que reside meu principal argumento contra a moda de se atacar a presença de símbolos religiosos em locais públicos".

O magistrado aponta que os defensores da ação do Ministério Público Federal têm uma interpretação parcial da laicidade do Estado, passando a querer eliminar todo e qualquer símbolo, e por consequência, toda manifestação de religiosidade. "Isso sim é que é intolerância", pontua.

"Quando vejo o crucifixo com uma imagem de Jesus não me ofendo por (segundo minha linha religiosa) haver ali um ídolo, mas compreendo que em um país com maioria e história católica aquela imagem é natural".

O juiz federal afirma que a imagem de Jesus Cristo na cruz até remete a uma conduta ética dos magistrados. "O crucifixo nas cortes, independentemente de haver uma religião que surgiu do crucificado, é uma salutar advertência sobre a responsabilidade dos tribunais, sobre os erros judiciários e sobre os riscos de os magistrados atenderem aos poderosos mais do que à Justiça".

No final do artigo, o juiz recorda sua posição evangélica, ao mesmo tempo em que reconhece o papel fundamental do catolicismo na história do Brasil.

"Eu, protestante e empedernidamente avesso às imagens esculpidas, as verei nas repartições públicas e saudarei aos católicos, que começaram tudo, à liberdade de culto e de religião, à formação histórica desse país e, mais que tudo, ao fato de viver num Estado laico, onde não sou obrigado a me curvar às imagens, mas jamais seria honesto (ou laico, ou cristão, ou jurídico) me incomodar com o fato de elas estarem ali".

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CANÇÃO NOVA