sábado, 7 de março de 2009

Pastor acha o rapaz que tinha sumido

Policiais da Seção de Desaparecidos da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) localizaram ontem de manhã o jovem Wesley Correa da Costa, de 21 anos, que estava desaparecido desde o dia 10 de janeiro. Ele foi encontrado por um pastor evangélico perambulando pela BR-364, nas proximidades do Trevo do Lagarto. O pastor o levou até o posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que, por sua vez, entrou em contato com a DHPP, avisando que o jovem tinha sido localizado.
Segundo o relato do policial civil Gardel Lima, da Seção de Desaparecidos da DHPP, Wesley tem problemas mentais e os pais estavam desesperados com o sumiço dele, sem saber onde procurá-lo. “Foram mais de 30 dias de buscas em vários locais. Só não imaginávamos que ele (Wesley) estivesse às margens de uma rodovia”, explicou o policial.
Como os policiais rodoviários federais fazem um trabalho conjunto com a DHPP, de imediato eles entraram em contato com a seção de desaparecidos. “Temos um grande número de pessoas desaparecidas na Grande Cuiabá e atuamos em conjunto com todas as polícias. Com isso, fica mais fácil localizar as pessoas desaparecidas”, ressaltou.
Por volta das 9 horas, um carro da DHPP levou o jovem até a casa dele, no CPA I, em Cuiabá. Ele deverá ser internado numa clínica.

Diário de Cuiabá

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Astros convertidos


Roqueiros, como o baterista do Iron Maiden, antes idolatrados por multidões de fãs, agora cultuam a Jesus Cristo.


Nico McBrain, baterista do Iron Maiden: “Um dos maiores truques do Diabo é fazer você acreditar que ele não existe”
A banda inglesa Iron Maiden, que estourou nos anos 80 com o estilo Heavy Metal de fazer rock, desembarca no Brasil na próxima quinta-feira, dia 12, para se apresentar pela turnê Somewhere Back In Time. O grupo, precursor do estilo e considerado um dos melhores do gênero, conta novamente com a sua formação original. A popularidade entre os roqueiros se deu através de sua maneira única de soar em canções, letras e capas de discos. O nome “Iron Maiden” é inspirado em um instrumento de tortura medieval, o qual se acha representado no filme O Homem da Máscara de Ferro. Suas letras exploram temas que vão do ocultismo a lendas, filmes, histórias de assassinatos, o escuro e a simbologia do número 666. Além disso, as capas dos álbuns são singulares, pois exibem sempre o mascote da banda, Ed, um morto vivo, em cenas sugestivas aos temas de cada disco.
Diante dessa atmosfera “pesada”, seria possível pensar em algum espaço para manifestações cristãs? Olhos e ouvidos voltados para Deus? Sim! O baterista da banda, Nico McBrain, é um exemplo de músicos de rock bem sucedidos, com carreiras mundialmente consolidadas e que, ao longo de suas vidas, se converteram ao cristianismo. Chocante? Inesperado? Talvez nem tanto. Ele próprio afirma que quando alguém se torna cristão, não está livre do pecado, mas deve buscar ao máximo uma vida longe deste mal.
A pergunta mais comum feita ao baterista é: Como você pode tocar em um grupo que apresenta uma canção chamada Number of the Beast (Número da Besta)? Nico afirma que a canção é sobre uma história que se encontra no livro de Apocalipse. “Um dos maiores truques do Diabo é fazer você acreditar que ele não existe”, justifica o baterista.
Nico McBrain é um exemplo incrível de conversão de músicos que, pela própria natureza da profissão, lidam com uma série de fatores que muitas vezes os afastam de uma vida ao lado de Deus. Shows, fãs, turnês exaustivas e o universo das drogas e comportamentos promíscuos, muitas vezes associados ao estilo de vida no rock.
Muito conhecidos na história da música mundial e, especialmente do rock, são os casos de músicos que acabam deixando a vida precocemente de forma conturbada e perturbadora. O líder do grupo Nirvana, Kurt Cobain, no dia 5 de abril de 1994, atirou na própria boca e deixou o mundo com uma filha ainda criança. Sua carreira foi marcada por um sucesso meteórico, desgastes emocionais, depressão, drogas e, em particular, o vício pela heroína.

Mais conversões no rock - Felizmente, ainda é possível citar outros casos de músicos do rock que, como Nico McBrain, seguiram o caminho da salvação física e espiritual a partir do contato com os valores cristãos. Brian Welch, ex-guitarrista do grupo Korn, é um outro bom exemplo de roqueiro convertido. No final de 2008, ele lançou o seu primeiro disco solo, Save Me From Myself. No álbum, o músico aborda questões particulares da sua vida como a luta para deixar as drogas, os motivos que o levaram a sair da banda e seu encontro com Deus.
No Brasil, temos a surpreendente história do músico Rodolfo Abrantes, ex-vocalista da banda de hard-core Raimundos. No auge de sua carreira, o roqueiro sentiu o vazio em que vivia e se converteu. “Estava sozinho, morando em São Paulo, com uma vida louca, trezentas namoradas por aí, drogas a valer, balada todos os dias, fãs de montão, disco de platina, dinheiro na conta, agenda lotada de shows, mas completamente infeliz”, relata o cantor.
Em 2006, já convertido, Rodolfo lançou seu primeiro disco voltado para Deus, Santidade ao Senhor. Além disso, ministra cultos na igreja Bola de Neve Church e viaja junto de sua mulher para pregar a Palavra. “Quer ter vitória? Anda no caminho do Senhor, obedeça, leia a Bíblia e siga seus conselhos. Hoje não bebo, não é porque não possa, é porque não quero. Quero ter comunhão com o Pai”, aconselha o músico.
A exótica e mística Baby do Brasil - ex-Baby Consuelo e ex-integrante do grupo Novos Baianos - também impactou a muitos com sua conversão nos anos 90, recebendo, inclusive, muitas críticas. A estas, a cantora responde em uma de suas músicas: “E não importa o que vão pensar de mim. Eu quero é Deus. Eu quero é Deus.”

Cristianismo Hoje

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O jejum pode fazer bem?


Pesquisadores americanos tentam comprovar que ficar sem comer por algum tempo pode ser bom para o corpo humano. Mas, segundo endocrinologista ouvido por ÉPOCA, a prática não é recomendada.

Benefícios? Ainda não há comprovação de que o jejum faça bem ao corpo humano
Você gosta de ficar em jejum? A resposta certamente é negativa. Há quem encare o período à base de água por questões religiosas. No catolicismo, por exemplo, o jejum é uma forma de penitência e de renúncia ao prazer que o alimento proporciona; e uma forma de os católicos se solidarizarem com aqueles que passam fome. No judaísmo, o principal período de jejum é o Iom Kipur, o dia do perdão, que inclui abstinência de líquido, alimento, sexo e cigarro, do amanhecer ao pôr-do-sol. No budismo, a prática é usada como forma de purificação do corpo e do espírito. Mas, agora, o que pesquisadores americanos querem comprovar é que o jejum, que sempre está ligado ao sacrifício, pode ser benéfico para o corpo humano.
Foi observando uma comunidade de mórmons que cientistas da Universidade de Utah, na região oeste dos Estados Unidos, perceberam que os praticantes da religião tinham 40% menos chances de desenvolver doenças coronárias, além de uma baixa incidência de diabetes. Entre os mórmons, o jejum é praticado o primeiro domingo de cada mês.
Outro experimento foi o do Instituto Nacional sobre o Envelhecimento, nos Estados Unidos, que sugeriu que ratos e camundongos de laboratório submetidos a períodos de jejum vivem mais tempo e têm menos probabilidade de desenvolver alguns tipos de câncer. Além disso, o ritmo de envelhecimento das células desses animais foi mais lento do que o daqueles que tiveram uma alimentação normal.
Para o diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), João Eduardo Nunes Salles, é preciso ter cautela sobre os possíveis benefícios do jejum. Segundo Salles, não existem estudos com seres humanos para validar a eficácia de que passar um período sem comer faça bem para o corpo. “O experimento com animais nos traz uma conclusão bem simples: aqueles que foram expostos ao jejum não sofriam de obesidade e, por isso, tinham uma qualidade de vida melhor e maior que os demais”, afirma. De acordo com o endocrinologista, há outros métodos já comprovados para prolongar a vida e evitar as doenças relacionadas à obesidade. “Se a pessoa tiver uma alimentação equilibrada diariamente, certamente terá uma qualidade de vida melhor”, afirma. Enfático, ele diz que, salvo em casos de intercorrências médicas - como a realização de um exame ou cirurgia -, não recomenda o jejum para ninguém. “Não adianta de nada”, afirma.
Mattos também condena a atitude daqueles que, arrependidos depois de uma final de semana de comilança, por exemplo, resolvem fazer um dia de jejum para eliminar as gordurinhas extras adquiridas. “Isso não emagrece e o dia seguinte ao jejum é pior ainda, você acaba engordando mais”, diz Salles, que explica que o organismo vai trabalhar para repor tudo de que ele foi privado durante o dia longe dos alimentos.


O que acontece com o nosso corpo durante o jejum
Durante o período de jejum, há uma queda dos níveis de insulina no corpo, o que promove, em um primeiro momento, a utilização de uma substância chamada glicogênio, armazenada no fígado e nos músculos, para a produção de glicose, ou energia. Em um segundo momento, o corpo começa a utilizar as proteínas dos músculos e dos tecidos adiposos e os ácidos graxos para produção de glicose. Por isso, segundo João Eduardo Nunes Salles, é muito difícil que uma pessoa que se submeta a um período de jejum apresente quadros de hipoglicemia. De acordo com o endocrinologista, primeiramente, a pessoa vai sentir uma sensação mais forte de fome, mas, posteriormente, com a normalização dos níveis de glicose, o organismo vai se acostumar com a situação.
Para quem, por questões religiosas, precisa ou opta pelo jejum, é preciso ter cuidado para deixar o corpo bem hidratado durante o período e prestar atenção ao que sentir no dia seguinte. “Um jejum não deve ser acompanhado de um método compensatório. O exagero na alimentação em um pós-jejum é totalmente maléfico para o corpo humano”, afirma Salles.
Época

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Aposentado é preso por acusação de abuso sexual de menores

Idoso é detido e levado para delegacia de Seropédica.
Uma das vítimas, de 11 anos, teria feito imagens com celular.

Um homem aposentado, de 61 anos, foi preso, na noite de sexta-feira (6), suspeito de abusar sexualmente de duas meninas de 11 anos em Seropédica, na Baixada Fluminense. Uma delas teria feito imagens do assédio com uma câmera de celular e mostrado ao pai, que fez a denúncia à polícia.

Ele foi preso por policiais do 24º BPM (Queimados) que o surpreenderam durante um culto evangélico. O suspeito não reagiu.

De acordo com a polícia, para atrair as meninas, ele costumava oferecer presentes para as vítimas. O acusado está detido na 48ª DP (Seropédica), onde o caso foi registrado.

G1


Médicos coletam sangue da menina de 9 anos para verificar DSTs

A menina de 9 anos submetida a um aborto após ser estuprada pelo padrasto não receberá alta nesta quinta-feira (5). De acordo com o diretor médico do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), Sérgio Cabral, a garota tomou uma medicação de prevenção às Doenças Sexualmente Transmíssiveis (DSTs) e seu sangue foi coletado para verificar se ela já contraiu alguma doença, conforme recomenda o Ministério da Saúde.

“Optamos por observar um pouco mais a paciente, já que se trata de um caso atípico. A gente está acostumado a lidar com pessoas adultas. Com uma criança de 9 anos a gente tem que ser mais prudente no tempo de observação para que ela só saia quando estiver em condições favoráveis”, explicou Dr Sérgio. Como os resultados dos exames levam um certo tempo para sair, não há previsão de alta.

O aborto dos gêmeos aconteceu em meio à polêmica envolvendo o pai da garota, que, evangélico, demonstrou ser contrário ao procedimento. No entanto, a mãe decidiu tirar a criança do Imip, onde estava internada, e levá-la ao Cisam para o procedimento. Na quarta, o procedimento foi realizado, induzido por medicamentos. O primeiro feto foi expelido por volta das 9h. O segundo, às 11h30. No mesmo dia à tarde, a menina, que tem 33 quilos e 1,36 m de altura, passou por uma curetagem para retirada do material placentário da cavidade uterina.

EXCOMUNHÃO - Após o procedimento, o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho condenou veementemente o aborto na menina. Ele reafirmou que a “lei de Deus está a cima de todas as leis humanas”, e que as pessoas que participaram do aborto e o apoiaram estão excomungadas da Igreja Católica, pois, na opinião dele, os fins não justificam os meios.

No último dia 3, a polícia prendeu o trabalhador rural José Amâncio Vieira Filho, acusado do estupro à enteada. A prisão ocorreu um dia depois de a história vir à tona no município de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco. Em depoimento à polícia, José Amâncio confessou também ter violentado a irmã da menina, hoje com 14 anos e é portadora de deficiência.

O ministro da Saúde, José Temporão, considerou lamentáveis as declarações do arcebispo de Olinda e Recife. Dom José Cardoso Sobrinho voltou a comentar o caso da menina de 9 anos, vítima de estupro.

Assista o vídeo:



FONTE: www.overbo.com.br

Agricultor gaúcho casa com três irmãs


Por duas vezes, Ari Hermes ficou viúvo e se casou com as cunhadas. Ele se uniu em 1969 e em 1975; Ari está com terceira esposa há 4 anos.

O agricultor aposentado de Santa Cruz do Sul (RS) está casado há quatros anos com a dona-de-casa Ilse Agnes, 55 anos. Ari Inácio Hermes, 62 anos, teve a união abençoada em uma cerimônia evangélica na Zona Rural da cidade, há cerca de 14 quilômetros do Centro. Ilse é a irmã mais nova das duas primeiras mulheres dele, que resolveu manter os mesmos sogros, já falecidos, em sua vida. Ele foi viúvo duas vezes.

Segundo a antropologia, os casamentos do agricultor gaúcho podem ser conhecidos como sororato, que é o sistema matrimonial em que um homem substitui a mulher morta pela irmã mais nova dela. Isso ele fez duas vezes.

De acordo com o Cartório de Registro Civil de Santa Cruz do Sul, o primeiro casamento de Hermes, com Ilária Agnes, aconteceu em 1969. O namoro se iniciou em 1967. Da união, ele teve duas filhas. A esposa morreu de tétano, em 1974, após pisar em um prego e contrair tétano.
O cartório da cidade informou ainda que o segundo casamento ocorreu em 1975, com a irmã mais nova da primeira mulher dele, Mercilda Agnes. A união durou 29 anos até ela morrer de câncer. Eles não tiveram filhos.

Quase que ao mesmo tempo, Ilse, a atual mulher de Hermes, ficou viúva do primeiro casamento. Em 2002, ela estava livre e com duas filhas. Como o agricultor e ela nunca perderam o contato em razão dos dois primeiros casamentos dele, a ausência de mulher e marido na vida dos dois facilitou uma nova aproximação.
Em 2005, Hermes resolveu se unir com a segunda cunhada, a mais nova das três irmãs com quem havia se casado. Hoje, o casal de ‘cunhados’ vive um sítio no povoado de Linha João Alves, em Santa Cruz do Sul. Eles moram sozinhos e cuidam da pequena roça de milho e dos animais como galinha e porcos.

Fonte: G1

FONTE: www.overbo.com.br

Vereadores irão ao Canteiro das Usinas verificar se há trabalho escravo e proibição aos evangélicos


O vereador Jaime Gazola Filho (PV-Porto Velho) disse ao Rondonoticias que a Câmara deve definir nos próximos dias a data para uma visita à cachoeira de Santo Antônio, onde está sendo construída uma das hidrelétricas do rio Madeira.

Ele lembrou que alguns vereadores chegaram a sugerir que a visita acontecesse de surpresa, para verificar se realmente está acontecendo o que foi denunciado no plenário da Câmara nesta semana.

“Quero crer que não seja verdade o que dizem estar acontecendo, mas considero importante que a Câmara investigue. Afinal as denúncias são sérias e devem ser apuradas”, afirmou o vereador.

Uma das denúncias apresentadas na Câmara é a de que evangélicos estavam proibidos de orar durante o intervalo do trabalho e que um funcionário quase foi demitido por esse motivo.

Um dos vereadores chegou a dizer que estaria havendo fatos semelhantes a trabalho escravo em Santo Antônio, onde trabalhadores recebiam metade do valor combinado e eram obrigados a beber água quente.

Outra denúncia que chocou os vereadores foi a de que uma mulher treinada para ser auxiliar de serviços gerais teria sido colocada para carregar pedras.

Jaime Gazola lembrou que a construção das usinas do Madeira causou grande expectativa em Porto Velho e que as obras podem trazer progresso para Rondônia. “Essa é mais uma razão para que a Câmara verifique como está o trabalho em Santo Antônio”, acrescentou.

Fonte: Rondonotícias

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Uma santa incomoda quatro evangélicos na Ceilândia


Justiça nega indenização pedida pelos fiéis. Eles criticam lei que instituiu a padroeira de Ceilândia. Quatro evangélicos moradores de Ceilândia brigam na Justiça para tentar embolsar R$ 2 milhões do Governo do Distrito Federal.

Eles questionam uma lei distrital que instituiu Nossa Senhora da Glória como padroeira da cidade, alegam que foram discriminados e pedem indenização de R$ 500 mil para cada um por danos morais. Na última quarta-feira, o juiz Antônio Fernandes da Luz, da 1ª Vara de Fazenda Pública do DF, negou o pedido e condenou o grupo a pagar R$ 8 mil pelos custos do processo.

Mas ainda cabe recurso da decisão e os evangélicos prometem recorrer até a última instância para serem indenizados. O grupo de evangélicos é formado por Eurípedes José de Farias, Ivo Dionísio da Cruz, Francisco de Assis Monteiro da Silva e José Vieira da Silva. Advogado, Farias representa os colegas na ação. Ele também é presidente do Partido Progressista Cristão (PPC) e autor de outras ações semelhantes.

Fonte: Brasília em tempo real

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Lula comenta estupro de menina de 9 anos e diz que violência é problema de todos


Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (6) que a violência é um problema de todos e que a responsabilidade de combatê-la não pode ser transferida apenas para os governantes. A afirmação foi feita durante o lançamento do programa Território de Paz em um bairro de Vitória (ES). O projeto é voltado para jovens entre 15 e 24 anos que vivem em condições vulneráveis.

“Antes do nosso governo a coisa mais habitual era um prefeito acusar o governador pela violência. O governador, para se livrar, acusava o presidente da República, que dizia que a responsabilidade era do estado. Acabamos com essa transferência de responsabilidade, o problema é de vocês, é meu, é do governador, do prefeito, do deputado, da igreja evangélica, da Igreja Católica”.

Durante o discurso, o presidente comentou o caso da menina de 9 anos que foi violentada pelo padrasto, em Recife, e ficou grávida de gêmeos. Após o caso ter sido descoberto, a menina recebeu medicamentos para ter a gravidez interrompida, o que gerou polêmica com a Igreja Católica que chegou a excomungar os envolvidos no aborto.

“Vocês viram esta semana em Recife, um padrasto violentou sexualmente uma menina de nove anos de idade, sabemos que isso acontece e sabemos que isso é um processo de degradação da estrutura da sociedade”.

A cerimônia marcou o lançamento do Território de Paz no bairro São Pedro, na cidade de Vitória (ES). A região receberá 29 projetos de enfrentamento à criminalidade articulados a ações sociais do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).

Entres os projetos estão o de Proteção de Jovens em Território Vulnerável, que atenderá 350 jovens, e o Mulheres da Paz, que selecionará 200 mulheres para atuarem na comunidade.

Fonte: Midiacon

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Pleno retira multa de R$ 53.205,00 de jornal evangélico de Itapema

O jornal Folha Evangélica do Estado não precisará pagar a multa imposta pelo Juízo da 91ª Zona (Itapema). A decisão foi do Pleno do TRESC, que na sessão de ontem (4), à unanimidade, julgou improcedente a representação impetrada pela coligação “Juntos Por Itapema” (PT/PP/PDT/PV/PCdoB). A multa havia sido aplicada porque o jornal teria divulgado sondagem de opinião eleitoral sem obediência total aos preceitos legais. Os magistrados do TRESC aceitaram as alegações do jornal de que, embora incompleta, havia na publicação a informação de se tratar de enquete e não de pesquisa eleitoral.

Conforme a relatora do recurso, juíza Eliana Paggiarin Marinho, é possível aferir nos autos que a informação de que seria uma sondagem ficou registrada, permitindo que do contexto se extraia não se tratar de uma pesquisa eleitoral realizada com o rigor científico necessário. “Não vislumbro má-fé ou intenção clara de burlar a legislação eleitoral. É razoável reconhecer que houve sim falha na elaboração da matéria, mas que não causou nenhum prejuízo, uma vez que possível distinguir a sondagem publicada de uma pesquisa eleitoral”, escreveu a juíza em seu voto.

Fonte: Adjorisc

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Novos incidentes com pastores na Índia

ÍNDIA - A polícia de Madhya Pradesh prendeu dois pastores supostamente ligados à venda do livro “Secularism and Hindutva” (Secularismo e hinduísmo), que fere os sentimentos religiosos dos hindus.

De acordo com o pastor Akhilesh Edgar, a polícia levou Kailash Masih para a delegacia em 19 de fevereiro, alegando que o código penal condena “atos maliciosos e propositais que insultam os sentimentos religiosos”. Ele foi mandado para a cadeia no mesmo dia.

O pastor Sharda Prasad Muthel também foi levado para a delegacia, interrogado e liberado. No dia seguinte, foi intimado a retornar, e depois de uma investigação, foi solto por volta de 20h.

Um caso judicial foi aberto contra o pastor Paulose Venkatarao, organizador de uma convenção cristã que aconteceu de 16 a 18 de janeiro, onde supostamente, o livro foi vendido. O pastor também foi preso sob as mesmas acusações de Kailash Masih, e, no mesmo dia, foi mandado para a prisão.

Em 26 de fevereiro, os pastores foram soltos sob fiança.

Ore pela situação em Madhya Pradesh e para que o ministério desses pastores seja bem sucedido.

Extremistas hindus atacam reunião de oração

Extremistas interromperam uma reunião de oração, acusaram os cristãos de conversão forçada e os agrediram.

O pastor Akhilesh Edgar relatou que 30 convertidos estavam na reunião liderada pelo pastor Joseph Toppa na residência de um dos cristãos. A casa foi invadida, e as pessoas agredidas.

Todos os cristãos presentes foram levados para a delegacia, e liberados em seguida.

Ore pela tolerância religiosa em Chhattisgarh. O estado tem testemunhado muitos atos de violência anti-cristãos.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: Portas Abertas

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sexta-feira, 6 de março de 2009

Dois terços das pessoas fingem ter lido livros famosos

Se muitas vezes você se sentiu mal por não ter lido um livro que todos julgam ser de leitura indispensável, eis um consolo: duas entre cada três pessoas mentem sobre o fato de terem lido alguma obra famosa. A estatística foi revelada por uma pesquisa britânica divulgada nesta quinta-feira, por ocasião do Dia Mundial do Livro.
O livro predileto dos falsos intelectuais é 1984. Segundo o levantamento, 42% das pessoas fingem ter lido o clássico de George Orwell. Em seguida, aparecem calhamaços como Guerra e Paz, de Leon Tolstói, e Ulisses, de James Joyce, títulos citados em 31% e 25% das mentiras, respectivamente. Logo atrás, tida como o livro mais vendido no mundo, vem a Bíblia, com 24%.
Na hora de responder sobre quais autores as pessoas gostam de ler de verdade, ganharam os best-sellers modernos. JK Rowling, criadora do bruxinho Harry Potter, estava na cabeceira de 61% dos entrevistados, enquanto que John Grisham, um dos escritores mais famosos dos Estados Unidos, era lido por 32%. O estudo envolveu 1.342 pessoas.
Para o diretor do National Literacy Trust da Grã-Bretanha, Jonathan Douglas, as mentiras são motivadas quase sempre pelo mesmo motivo: a intenção de parecer mais interessante para possíveis parceiros sexuais. "A pesquisa sugere que a razão pela qual as pessoas mentem é para parecerem mais atraentes", disse Douglas, segundo reportagem do jornal britânico Daily Telegraph.
"As pessoas gostam de ser vistas como leitoras", continuou Douglas, que afirma que elas costumam mentir para impressionar os outros, especialmente companheiros em potencial. De acordo com o diretor da NTL, as pessoas geralmente arriscam um título na esperança de que o interlocutor não tenha lido a obra. Na lista a seguir, os dez principais livros que a maioria finge ter lido, e logo depois, a lista dos verdadeiros autores preferidos dos britânicos.

Livros que as pessoas fingem ter lido:

1. 1984, de George Orwell (42%)
2. Guerra e Paz, de Leon Tolstoi (31%)
3. Ulisses, de James Joyce (25%)
4. Bíblia (24%)
5. Madame Bovary, de Gustave Flaubert (16%)
6. Uma Breve História do Tempo, de Stephen Hawking (15%)
7. Os Filhos da Meia-Noite, de Salman Rushdie (14%)
8. Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust (9%)
9. A Origem dos Meus Sonhos, Barack Obama (6%)
10. O Gene Egoísta, de Richard Dawking (6%)

Autores que as pessoas realmente leem:

1. J K Rowling (61%)
2. John Grisham (32%)
3. Sophie Kinsella (22%)
4. Jilly Cooper (20%)
5. Mills & Boon (18%)
6. Dick Francis (17%)
7. Robert Harris (16%)
8. Jeffrey Archer (15%)
9. Frederick Forsyth (13%)
10. James Herbert (12%)

VEJA

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Igrejas intercedem junto a Obama em favor de pastor

O Conselho de Igrejas de Cuba (CIC) enviou carta ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pedindo que ele intervenha a favor do pastor afro-americano Lucius Walker, diretor da Fundação Interreligiosa para a Organização da Comunidade, que poderá ser processado por sua ajuda ao povo cubano, desafiando o "embargo" contra Cuba.
Na carta, o organismo ecumênico de Cuba destaca o trabalho do Movimento de Pastores pela Paz, encabeçado por Walker. O grupo ajuda na construção de escolas e envia donativos, como ônibus escolares, medicamentos e alimentos à população cubana.
O presidente do CIC, reverendo Marcial Miguel Hernandez, da Igreja Evangélica Livre, pede que sejam consideradas as conseqüências desta injusta situação. A carta inicia com uma saudação e o anúncio de que cristãos de Cuba oram para que Deus abençoe o presidente estadunidense, “nestes momentos tão críticos para a humanidade e a vida no planeta".
Sublinha que a eleição de Obama “abriu uma perspectiva de fé e de esperança para os povos, que, como o nosso, sofreu durante quase 50 anos as medidas de administrações anteriores de seu país, que afetaram a qualidade de vida do povo cubano".
Manifesta, não por último, a preocupação com o pastor Walker, que deverá se apresentar perante juiz, podendo ser preso
A carta foi apoiada por unanimidade por todos os líderes de igrejas evangélicas, protestantes e de movimentos ecumênicos, inclusive por um representante da Une Islâmica de Cuba, presentes numa Assembléia de Estudo do CIC, realizada nesta terça-feira, 3, no Seminário Teológico da Igreja do Nazareno, situado em Ponta Brava, nas proximidades da capital, sob o lema da primeira epístola de Pedro: "Temos esperança”.
A Assembléia que reuniu líderes religiosos das províncias ocidentais da Ilha teve como objetivo estudar o significado do I Congresso Evangélico, realizado em Havana em 1929, e a realização, há dez anos, da Celebração Evangélica Nacional Cubana, acontecimentos de grande importância na história do evangelismo na Ilha.

ALC

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Mulheres do Pacífico inspiram Dia Mundial da Oração

De Papua Nova Guiné vem a inspiração e motivação para o Dia Mundial de Oração, que será celebrado na sexta-feira, 6. Mulheres de sete igrejas desse país do Pacífico Sul refletiram sobre o tema “Somos muitos membros, mas um só Corpo”.
Integrado por mais de 600 ilhas, perfazendo 462,8 mil quilômetros quadrados, Papua Nova Guiné tem 6 milhões de habitantes, dos quais metade tem menos de 18 anos.
Três são as línguas oficiais do país– o inglês, o tok pisin, idioma comum, e o motu, uma língua indígena – além de outros 800 idiomas independentes, alguns deles falados em pequenas comunidades.
A constituição política, promulgada em 1975, faz referência às culturas tradicionais do país e a princípios cristãos. Em Papua Nova Guiné, 97% das terras são propriedade comunitária, do povo, e não podem ser vendidas.
Mais de 80% da população trabalham na agricultura, no cultivo de coco, cacau, café. Mulheres são as principais produtoras, enquanto aos homens cabe a tarefa de vender os produtos da terra em feiras nas cidades. A taxa de analfabetismo entre as mulheres é elevada, chega a 60% da população rural.
Em 2006, o Produto Interno Bruto (PIB) do país somou 4,1 bilhões de dólares, 418 dólares per capita. Mineração e exploração de madeira são responsáveis pelo superávit do balanço comercial de Papua Nova Guiné.
Mas o país não está livre do desemprego, drogas, alcoolismo, má distribuição da renda. No campo educacional, 30% das crianças em idade escolar estão fora das salas de aula. Mais de um terço dos jovens não conclui os estudos e apenas 1% da população terminam o Terceiro Grau.
A falta de oportunidades no campo faz com que jovens migrem para cidades, mas apenas 10% conseguem emprego. Muitos deles se organizam em bandos, vivem de furtos.
Aumenta o consumo de drogas e álcool. O país não dispõe de um sistema de seguro social que apóie os desocupados. Também não conta com sistema público de assistência, pensão e saúde. Os filhos são o seguro social dos pais.
Censo de 1990 indicou que 90% da população de Papua Nova Guiné declararam-se cristã. Mais de um terço dos cristãos integram a Igreja Católica Romana.
Mulheres católicas, luteranas, batistas, metodistas, anglicanas e do Exército da Salvação trabalharam a liturgia do Dia Mundial de Oração levando em conta o quadro sócio-político-econômico de Papua Nova Guiné, para que mulheres dos cinco continentes possam conhecer melhor a realidade desse país insular da Oceania.
O Dia Mundial da Oração é um movimento que reúne mulheres cristãs de diferentes tradições, em 170 países. Elas reservam a primeira sexta-feira do mês de março para a reflexão e oração.
As origens do movimento remontam ao século XIX, quando, em 1812, mulheres dos Estados Unidos e do Canadá deram início, através da oração, a atividades de apoio à missão interna e no exterior.
Mesmo sofrendo resistência de grupos missionários, compostos exclusivamente por homens, mulheres fundaram, em 1861 e nos anos seguintes, grupos femininos voltados à missão.
Em 1887, mulheres presbiterianas convocaram um dia mundial de oração pelas missões nacionais e mulheres metodistas o fizeram pelas missões estrangeiras. Em 1895, anglicanas do Canadá iniciaram um dia de intercessão comunitária pelas missões.
Depois da I Guerra Mundial, mulheres viram que a paz mundial estava relacionada com a missão. Em 1926, mulheres da América do Norte distribuíram a liturgia de culto comum. Nascia, assim, o Dia Mundial de Oração. Em 1969, a União Mundial de Organizações Católicas Femininas passou a participar do Dia Mundial.
No Brasil, o Dia Mundial de Oração chegou em 1938, através de mulheres da Igreja Presbiteriana do Brasil, que depois receberam a adesão de metodistas, luteranas, católicas e de outras denominações.

ALC

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Pastor preso confessa abuso sexual contra quatro crianças

Preso nesta quarta-feira, 4, pela equipe do sargento PM Bento, na cidade de Carutapera, o pastor Pedro Paulo Costa, da igreja Assembléia de Deus da Amazônia, confessou ao prestar depoimento, ter abusado sexualmente de pelo menos quatro crianças de oito,nove, 11 e 12 anos de idade que freqüentavam os cultos na igreja fundada por ele há seis meses.
O delegado Regional de Zé Doca, Luís Cláudio de Sousa Balby, lavrou o auto de prisão em flagrante contra o acusado e durante o interrogatório, Costa não só confessou os crimes, como revelou detalhes do relacionamento com as pequenas e indefesas vítimas. Ele admitiu ter violentado sexualmente a garota de oito anos, com quem manteve relações sexuais várias vezes, disse ter feito sexo oral com a de nove anos, com a de 11, mas negou a relação com a mais velha delas.
Com a outra (de 12 anos) foram apenas carícias (atos libidinosos) e atentado violento ao pudor (sexo anal), porém, a família dela constatou que a garota não é mais virgem. Segundo o delegado Cláudio Balby, o pastor Pedro Paulo Costa declarou também, que estava afastado de sua congregação no Estado do Pará.

Jornal Pequeno

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Jovem marroquina morre após ser submetido a um exorcismo

Uma jovem de 24 anos morreu na cidade de Meknès, no norte do Marrocos, após ter sido submetida a práticas exorcistas para expulsar o demônio que, segundo sua família, a possuía, informou o jornal "L'Opinion".
Um irmão da vítima notificou a Polícia sobre a morte e assegurou em sua declaração que quem tinha tentado expulsar o espírito era um dos recitadores corânicos que, como reza a tradição das tribos africanas, podem também realizar exorcismos.
Segundo a testemunha, o exorcista de 65 anos, feriu a jovem com cortes e queimaduras e lhe arrancou mechas de cabelo, tudo na presença de sua família, que achava firmemente que um demônio a possuía e que era este quem sofria com essas práticas, por isso que deixaria seu corpo.
Oito parentes da jovem e o exorcista foram detidos e apresentados perante as autoridades judiciais, acusados pelos cortes e ferimentos que podem ter causado sua morte, e acusados de falta de assistência a uma pessoa em perigo e tentativa de ocultação de provas.

EFE

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Acreditar em Deus reduz ansiedade e estresse, diz estudo

Pesquisa mostra que pessoas religiosas se incomodam menos com erros.
- Acreditar em Deus pode ajudar a acabar com a ansiedade e reduzir o estresse, segundo um estudo da Universidade de Toronto, no Canadá.
A pesquisa, publicada na revista Pyschological Science, envolveu a comparação das reações cerebrais em pessoas de diferentes religiões e em ateus, quando submetidos a uma série de testes.
Segundo os cientistas, quanto mais fé os voluntários tinham, mais tranquilos eles se mostravam diante das tarefas, mesmo quando cometiam erros.
Os pesquisadores afirmam que os participantes que obtiveram melhor resultado nos testes não eram fundamentalistas, mas acreditavam que "Deus deu sentido a suas vidas".
Comparados com os ateus, eles mostraram menos atividade no chamado córtex cingulado anterior, a área do cérebro que ajuda a modificar o comportamento ao sinalizar quando são necessários mais atenção e controle, geralmente como resultado de algum acontecimento que produz ansiedade, como cometer um erro.
"Esta parte do cérebro é como um alarme que toca quando uma pessoa comete um erro ou se sente insegura", disse Michael Inzlicht, professor de psicologia e coordenador da pesquisa. "Os voluntários religiosos ou que simplesmente acreditavam em Deus mostraram muito menos atividade nesta região. Eles são muito menos ansiosos e se sentem menos estressados quando cometem um erro."
O cientista, no entanto, lembra que a ansiedade é "uma faca de dois gumes", necessária e útil em algumas situações.
"Claro que a ansiedade pode ser negativa, porque se você sofre repetidamente com o problema, pode ficar paralisado pelo medo", explicou. "Mas ela tem uma função muito útil, que é nos avisar quando estamos fazendo algo errado. Se você não se sentir ansioso com um erro, que ímpeto vai ter para mudar ou melhorar para não voltar a repetir o mesmo erro?".
Os voluntários religiosos eram cristãos, muçulmanos, hinduístas ou budistas.
Grupos ateus argumentaram que o estudo não prova que Deus existe, apenas mostra que ter uma crença é benéfico.

BBC Brasil

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MPF processa Record e Gazeta por ofender religiões afro

O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo ajuizou ontem uma ação civil pública, com pedido de liminar, para que as emissoras de televisão Record e Gazeta não exibam mais programas que ofendam as religiões de matriz africana. Caso as emissoras descumpram a decisão judicial, o MPF quer que seja aplicada multa diária de R$ 10 mil.
A Procuradora Regional dos Direitos do Cidadão, Adriana da Silva Fernandes, autora da ação, verificou que programas veiculados pelas duas emissoras utilizam palavras ofensivas contra as religiões de matriz africana, como "encosto", "demônios", "espíritos imundos", "feitiçaria", entre outras, e sempre intercalando-as com o vocábulo "macumba".
Ao final da ação, o MPF pede que a Record e a Gazeta sejam condenadas à pagar, respectivamente, indenização por danos morais coletivos de R$ 13.600.000,00 e R$ 2.424.300,00, correspondente a 1% do faturamento das emissoras, a ser revertido para o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos. Na ação, o MPF ainda destacou que a liberdade de comunicação não é absoluta, devendo estar em compasso com outros direitos e princípios inseridos na Constituição Federal, como, por exemplo, o "respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família".
Em abril de 2008, o Ministério das Comunicações já havia aplicado multa de R$ 1.012,32 para as duas emissoras por ofensas as religiões afro o que, segundo a Procuradora, não foi suficiente para cessar as discriminações praticadas.

AE

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Cardeal diz que indulgências não devem dividir católicos e protestantes

As indulgências na Igreja Católica atual não tem nada a ver com as do século XVI que propiciaram a Reforma Protestante, disse o cardeal Walter Kasper, que disse que só se trata de uma ajuda para a penitência de cada cristão e que não devem dividir católicos e protestantes.
Kasper, que é presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, assim se manifestou em artigo publicado no jornal "L'Osservatore Romano", no qual comenta as críticas protestantes às indulgências concedidas por Bento XVI por causa do atual Ano Paulino, em comemoração dos dois mil anos do nascimento de São Paulo.
O cardeal manifestou que ainda para muitos cristãos indulgência e ecumenismo parece que não podem estar de acordo e que as controvérsias por causa da indulgência que deram lugar às teses de Lutero em 1517, das quais surgiu a Reforma Protestante, propiciaram "um trauma cujos efeitos ainda são percebidos".
Após assinalar que a "irritação" evangélica "pela persistente prática católica" das indulgências é também compreensível, o cardeal disse que hoje em dia "não se pode colocar em dúvida que as indulgências, pelo menos na prática, não são como as do século XVI".
Kasper disse que a prática da indulgência só se compreende se estiver ligada com o sacramento da penitência, "já que se trata de um oferta de ajuda pastoral e misericordiosa da Igreja para a penitência de cada cristão".
Segundo o cardeal, embora a prática da indulgência tenha levado à divisão da igreja no Ocidente ela tem "muitos mais elementos comuns (entre católicos e protestantes) do que parece, já que a indulgência lembra a necessidade de salvação e que esta pode ser realizada somente através de Jesus Cristo".
A indulgência é a redução ou eliminação das penas que derivam de se ter cometido um pecado e que pode ser obtida em determinadas condições sempre que se esteja em estado de graça.
Elas apareceram pela primeira vez em 1091 e permitiam comutar a penitência por obras públicas, como a construção de igrejas.
Os papas Alexandre II e Urbano II as ofereceram a todos aqueles que participavam das cruzadas e Bonifácio VIII, o papa que convocou o primeiro jubileu em 1300, as relacionou com este ano santo.
Após a reforma desta prática, o Vaticano considera que o propósito da indulgência é além de ajudar os fiéis a descontar as penas do pecado, impulsioná-los a realizar ações de piedade, de penitência e de caridade.
Além disso, para que não restem dúvidas e para superar a má fama comercial que as acompanhava, o Vaticano insistiu várias vezes que elas são de graça.

EFE

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Jornais do mundo falam sobre caso de excomunhão e aborto

Espanhol 'El País' chama atenção para confronto entre Estado e Igreja Católica no recente episódio.
O caso do aborto a que foi submetida a menina brasileira de 9 anos estuprada pelo padrasto e grávida de gêmeos não está provocando discussões somente no País. Jornais de diversos países ao redor do mundo também repercutiram. É o caso do jornal italiano Corriere della Sera, que deu destaque para a excomunhão de todos que participaram do processo do aborto pelo arcebispo de Recife e Olinda, d. José Cardoso Sobrinho. Segundo o jornal, d. José, que não tem autoridade para realizar excomungações, "encontrou apoio no Vaticano."
Segundo o padre Gianfranco Grieco, da sede do Conselho Pontifício para a Família, entrevistado pelo jornal, "é muito, muito delicado, mas a Igreja nunca pode trair sua missão, que é defender a vida desde a concepção até à morte natural, mesmo em face de um drama humano tão forte como o da violência de uma criança."
O jornal também lembra outro caso semelhante, de uma menina de 11 anos em Iraí, a 480 de Porto Alegre, que está no sétimo mês de gravidez e era violentada por um parente próximo.
O espanhol El País publicou uma matéria mais longa sobre o assunto, destacando o confronto entre Estado e Igreja no caso. Segundo o jornal, "o episódio colocou o Estado e a Igreja Católica em lados opostos, em um país onde os papéis de ambos não costumam homogeneizar."
O El País colocou, do lado do Estado, as declarações do ministro José Gomes Temporão de quinta-feira, 5, em que ele se diz abalado e chocado com o episódio. Do lado da Igreja, o jornal reproduziu as declarações de d. José em defesa do Direito Canônico.
Já o jornal norte-americano The New York Times contou o caso sucintamente, falando menos aspecto religioso e dando destaque ao fato de que, segundo Fátima Maia, diretora do hospital onde o aborto foi realizado, "a gravidez representa um sério risco para a saúde da menina."

AE

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Religioso, médico que realizou aborto se diz triste com a Igreja Católica

Religioso, médico que realizou aborto se diz triste com a Igreja CatólicaO médico que realizou o aborto na menina de 9 anos que estava grávida de gêmeos é católico praticante. Pela segunda vez, por razões profissionais, Rivaldo Albuquerque entra em choque com a Igreja nessa questão. Quando participou da criação, no Recife, de um serviço de atenção às mulheres violentadas, que faz o aborto nos casos previstos por lei, ele foi excomungado pela primeira vez. Mesmo assim, o médico diz que não vai deixar de ir à missa.
- A minha tristeza se dá porque a Igreja poderia levar para um outro lado, o lado da fraternidade, mas leva para o lado do conflito. O povo quer uma igreja de perdão, amor e misericórdia, não essa igreja - afirma o obstetra.
O caso causou comoção e revolta no Recife e pelo mundo. A menina, que estava com quatro meses de gravidez, foi violentada pelo padrasto. A gestação de gêmeos foi interrompida na última quarta e ela recebeu alta nesta manhã. A repercussão foi ainda maior pela reação da Igreja ao aborto.
Entretanto, para o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, Jaílson José da Silva, que violentava a menina, não pode ser excomungado.
- Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão, porque existem tantos pecados graves... Esse padrasto, primeiro responsável, que estuprou a menina, é claro que cometeu um pecado gravíssimo; agora mais grave do que isso, sabe o que é? É o aborto, é eliminar uma vida inocente - defende o religioso.
Quem é excomungado fica proibido de receber sacramentos da Igreja, como batismo, comunhão, crisma e casamento.
- Existe uma gama imensa de compreensões diferentes; a abordagem tem que ser individual. Cada caso é um caso e tem que ser analisado como tal - acredita dom Antônio Muniz, presidente da regional Nordeste da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
A equipe que fez o aborto vem recebendo e-mails de médicos do país inteiro - foram mais de 500 mensagens de apoio até agora. Para os especialistas, não havia e não há nenhuma dúvida de que interromper a gravidez foi a decisão correta e de que, sobre essa conduta, não cabe a intervenção da Igreja.
- Nós estávamos dentro de um princípio legal, uma criança vítima de estupro e que corria risco de morte se continuasse gestante - encerra o médico.
Nesta manhã, em Vitória, no Espírito Santo, durante o lançamento de um programa de prevenção à violência, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou a atitude dos médicos.
- Como cristão e como católico, lamento profundamente que um bispo tenha um comportamento conservador como esse. Acho que, nesse aspecto, a medicina está mais correta do que a igreja - disse o presidente.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil divulgou nota, nesta sexta, em que destaca o mandamento "Não matarás" e reforça as críticas feitas ao aborto.

Pe360graus

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MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

Tendo por objetivo a substituição de terceirizados, o Ministério do Planejamento autorizou a realização de concurso público com oferta de 450 vagas para o Ministério da Justiça.

Do total de vagas 50 destinam-se para nível médio. As oportunidades para nível superior dividem-se em 100 vagas para áreas específicas e 300 para analista técnico-administrativo, onde o candidato pode ser graduado em qualquer curso.

O salário inicial é de R$2.148,47 para o nível médio e R$2.870,19 para o superior; esses valores poderão ser reajustados em julho passando a ser de R$2.293,50 e R$2.989,28, respectivamente. Os futuros servidores terão como benefícios plano de saúde extensivo aos dependentes, vale-transporte e auxílio-alimentação.

Os novos servidores deverão ser contratados a partir de agosto deste ano. O órgão tem prazo até 31 de agosto de 2010 para substituir 500 funcionários terceirizados.

Fonte:http://linkconcursos.com/ministerio-da-justica-oferecera-450-vagas-novo-concurso-publico-2009/minMI

Errata do Ministério da Fazenda

Na minha época de vestibular travei o primeiro contato com bancas (des)organizadoras que após um longo ano tecnicamente dedicado apenas ao preparo das provas de vestibular da universidade ou faculdade a que serviam, simplesmente aplicavam provas com pelo menos uma ou duas questões que continham algum tipo de erro que levavam a sua anulação. “Como é que esse povo consegue ficar o ano inteiro só fazendo isso e ainda comete erros?” me perguntava indignado, sem nunca conseguir uma resposta convincente.

Quando passei a estudar para concursos públicos, me deparei novamente com esse problema, só que numa dimensão muito, mas muito maior.

Nos últimos dois dias fiz uma análise do edital do concurso do Ministério da Fazenda ... e não é que ainda ontem, acho que no final da manhã ou início da tarde, a banca organizadora desse concurso divulgou um “edital de retificação” que trazia várias mudanças em relação ao edital original?! Vejamos:

I - No item 2 - DA REMUNERAÇÃO INICIAL DO CARGO: onde se lê: “Até R$ 2.792,42”, leia-se: Até R$ 2.590,42.

Caramba, já começam com uma má notícia, o corte de duzentos reais em uma remuneração que já era apenas aceitável.

II - EXCLUIR a letra “i” do subitem 4.1;

Não é mais preciso apresentar, quando da nomeação, a tal certidão dos setores de distribuição dos foros criminais dos ugares em que tenha residido, nos últimos cinco anos, da Justiça Federal e Estadual

III - No subitem 4.1, letra “j”, onde se lê: “apresentar folha de antecedentes da Polícia Federal... expedida, no máximo, há seis meses”; leia-se: apresentar folha de antecedentes da Polícia Federal, atualizada, expedida, no máximo, há trinta dias;

Ou seja, querem uma folha de antecedentes fresquinha, fresquinha.

IV - INCLUIR os subitens 5.8.8 e 5.8.9 com a seguinte redação (...)

Aqui diz que os candidatos que solicitarem isenção da taxa de inscrição e tiverem o pedido indeferido, que deverão imprimir o boleto para pagamento da taxa de inscrição e fazer o pagamento, senão estão fora do concurso.

V - No subitem 6.1, onde se lê: “As provas serão aplicadas..., na data provável 26/04/2009”, leia-se: As provas serão aplicadas..., na data provável 10/05/2009.

A data de aplicação da prova continua provável, mas pelo menos os candidatos do concurso “ganharam” duas semanas a mais para estudar.

VI - No subitem 7.1, onde se lê: “Disciplina D3 - Informática Básica”, leia-se: Disciplina D3 - Conhecimentos Básicos de Informática; onde se lê: “Disciplina D4 - Direito Administrativo e Direito Constitucional”, leia-se: Disciplina D4 - Conhecimentos Básicos de Direito: Administrativo e Constitucional.

Mudança básica de nomenclatura.

VII - Tornar INSUBSISTENTE o Anexo I - Programa.

Ou seja, o programa de matérias do edital original não vale mais ...

VIII - DIVULGAR o novo Programa do concurso, na forma a seguir:

... porque agora há um novo programa de matérias.

E o que muda no programa de matérias?

LÍNGUA PORTUGUESA: Não muda nada.

RACIOCÍNIO LÓGICO-QUANTITATIVO: Não muda nada.

CONHECIMENTOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA: Não muda nada.

DIREITO ADMINISTRATIVO: Reduziu pela metade o número de tópicos.

DIREITO CONSTITUCIONAL: Reduziu pela metade o número de tópicos.

DIREITO TRIBUTÁRIO: Diminuiu em quatro tópicos.

DIREITO PREVIDENCIÁRIO: Diminuiu em meia dúzia de tópicos / sub-tópicos.

Agora, dá para entender como uma banca com a experiência da ESAF simplesmente consegue errar tanta coisa em um único edital?! Eu não consigo entender, sinceramente, assim como não conseguirei entender como colocarão nas provas desse concurso pelo menos uma questão com algum erro, seja no seu comando ou na resposta!

O principal problema de mudanças radicais no conteúdo de um edital de concurso como essa é que muitos concurseiros são prejudicados, exatamente aqueles que já selecionam o material de estudo e montam seu planejamento de estudo tão logo é publicado o edital. Pode ter certeza de que muitos dos concurseiros interessados em prestar esse concurso compraram material que não mais precisaram usar, terão de refazer todo o planejamento de estudo, tudo em meio ao amargo da indignação.

Já passou da hora das bancas organizadoras de concursos públicos terem um pouco mais de respeito com os concurseiros, afinal de contas, elas são pagas para fazer o serviço que fazem e muito bem pagas, não justificando erros grosseiros como os que vêem cometendo a tanto tempo.

Resumo da ópera – Quanto às mudanças no programa do concurso do Ministério da Fazenda, apesar de ser menos matéria para estudar, ainda há muita, mas muita coisa mesmo e é bom não descuidar. Mantenho os conselhos que fiz para o estudo de cada matéria no artigo de ontem.

Charles Dias é o Concurseiro Solitário.

IMPORTANTE - Os textos publicados nesse blog são de inteira responsabilidade dos seus autores em termos de opiniões expressadas. Além disso, como não contamos com um revisor(a) de textos, também a correção gramatical e ortográfica é de inteira responsabilidade dos mesmos.

FONTE: concurseirosolitario.blogspot.com

Menino de 7 anos sofre violência homossexual em banheiro de delegacia policial

Bethel Park, Pennsylvania, EUA. Autoridades policiais americanas prenderam Donald Regis Miller, de 18 anos, que é acusado de ataque homossexual a um menino de 7 anos. A identificação do agressor sexual foi possível graças aos registros de uma câmera de vigilância instalada no prédio da polícia.

Conforme a investigação policial, em 21 de fevereiro de 2009 a câmera capturou imagens de Miller seguindo o menino até o sanitário masculino e deixando-o vários minutos depois. Dentro do sanitário, Miller empurrou o menino para um dos banheiros, trancando-se com ele. Quando o menino tentou gritar, Miller tapou a boca dele à força e apontou uma faca ao peito dele, violentando-o sob ameaça.

Miller foi preso em sua casa e, de acordo com o relatório policial, confessou o crime. Ele está preso, e sua fiança é de 1 milhão de dólares. Ele terá de responder a várias acusações, inclusive agressão agravada, restrição ilegal de liberdade, agressão sexual, etc.

A adolescente Bridget Riley declarou: “Não consigo acreditar que tenha acontecido bem debaixo do nariz da polícia”. Fred Krummert, de 64 anos, que estava no prédio, disse: “Jamais passaria pela minha cabeça que isso poderia ocorrer aqui”.

O uso de violência mínima contra um homossexual rende muita propaganda pró-homossexualismo, com direito a leis especiais de proteção à homossexualidade. E a violência brutal usada para a realização de um estupro homossexual contra um menino — rende o quê? Não deveria render programas de prevenção ao homossexualismo?

Enquanto gritos enfurecidos usam o argumento de crimes “homofóbicos” para exigir direitos para a prática homossexual, meninos são barbaramente estuprados sem que a sociedade se dê conta de que o homossexualismo não é um comportamento exclusivamente de vítimas, mas o comportamento de um número significativo de agressores sexuais.

Com a proteção e expansão do homossexualismo, nenhum menino está a salvo de predadores homossexuais, nem mesmo em delegacias. Numa sociedade em que o homossexualismo recebe muito mais atenção do que o bem-estar dos meninos, os pais são aconselhados a ficar de olho atento em seus filhos e sempre acompanhá-los aos sanitários.

Julio Severo

FONTE: www.overbo.com.br

Vítima de abusos sexuais vai processar o Vaticano


Um tribunal de recurso nos EUA permitiu que um homem, alegadamente abusado por um padre há mais de 40 anos, processe o Vaticano.

A decisão do tribunal americano promete fazer correr muita tinta, e abre um precedente importante, ao permitir que um cidadão abra um processo contra um Estado soberano.

Em causa está o alegado encobrimento por parte do Vaticano de casos de pedofilia e abusos sexuais praticados por padres.

O cidadão em causa, cujo nome não foi revelado, afirma que foi abusado em diversas ocasiões por um sacerdote, quando tinha entre 15 e 16 anos. Mais tarde veio-se a saber que o padre em questão tinha sido transferido duas vezes de paróquia, depois de ter admitido abusar de jovens rapazes.

Quando o caso chegou a tribunal o ano passado o Vaticano invocou uma lei americana que garante imunidade a estados soberanos estrangeiros nos tribunais do país. Contudo, o tribunal de recursos disse agora que casos de abuso poderão ser uma excepção, e sustentou que o Vaticano tinha poder suficiente sobre o abusador, no que diz respeito às suas transferências, para ser responsabilizado legalmente pelas suas acções.

A crise dos abusos sexuais abalou fortemente a Igreja americana. Algumas dioceses tiveram que declarar falência por causa das indemnizações que foram obrigadas a pagar, e na sua visita ao país o ano passado, Bento XVI fez um pedido público de desculpas pelo sofrimento causado.

Esta decisão poderá agora abrir as portas a uma sucessão de processos contra o Vaticano.

Renascença

FONTE: www.overbo.com.br

nstrutor brasileiro exibe filme em Hebraico em Jerusalém


Neste sábado, 7 de março, às 6:00 pm, será exibido o longa-metragem israelense “Ushpizin” (“Convidados” em Aramaico), pelo instrutor e jornalista carioca Leonardo Ferreira, membro do Templo Beth-El de Jersey City. A obra será em hebraico com legendas em inglês. O evento está aberto a todos e para participar basta levar qualquer alimento não perecível que será doado ao Banco de Alimentos do Projeto Mantena Ajuda. Vale frisar a importância da colaboração de todos os brasileiros, pois quanto mais pessoas participarem, conseqüentemente, mais alimentos serão arrecadados e cada vez mais pessoas carentes poderão ser ajudadas em nossa comunidade, principalmente, durante o inverno.

Antes da apresentação, Leonardo explicará o significado da comemoração do Feriado do “Sucot” (Cabanas/Tendas em hebraico), sob a perspectiva judaica. Após a exibição da obra, será realizado um painel de comentários.

O filme acontece no bairro ultra-ortodoxo de “Mea Shearim” (Cem Portões), no coração de Jerusalém, capital política e espiritual de Israel. Essa é uma grande oportunidade para judeus, não-judeus, evangélicos, católicos, muçulmanos, espíritas, ateus, estudantes de Teologia e interessados no assunto de conhecerem essa região, que geralmente não é aberta a turistas ou pessoas que não residam no bairro. Além disso, os interessados em hebraico poderão ter um certo contato com o idioma que é considerado “HaLashon Hakodesh” (“A Língua Sagrada” em hebraico). Informações gerais sobre o Judaísmo em língua portuguesa podem ser obtidas no site: www.culturahebraica.com.

O Talmud ensina que a palavra sucá é derivada de “schach” que, em hebraico, significa “cobertura”. A sucá é uma habitação formada por paredes e teto. Para a fabricação das divisórias pode-se usar qualquer tipo de material sólido (pedra, madeira, ferro, vegetal, plástico e até junco). Porém, para construir a cobertura da cabana onde se deve habitar durante Sucot só é permitido usar material vegetal recém-cortado, como folhagem, bambu e madeira, entre outros.

As paredes da sucá simbolizam o status social do indivíduo ou da família que a constrói. Elas representam sua posição socio-econômica e o patrimônio adquirido ao longo dos anos. Por isso, a construção das paredes da sucá pode ser feita com qualquer tipo de material, do mais simples ao mais luxuoso. É até permitido construir uma sucá com paredes de ouro ou prata. Mas a lei determina que o schach (cobertura) que é o elemento fundamental da sucá seja feito de um vegetal cortado, que praticamente não tem valor econômico. Por que a sucá deve ser uma cabana e não uma bela residência? Para nos lembrar que a vida é passageira. Ao se referir à vida do ser humano, o Salmista declara: “Yamav ketsel over” (Seus dias são como uma sombra que passa).

Para cumprir o mandamento da sucá, deve-se habitar debaixo da sombra provida pelo schach. Esta sombra representa a proteção Divina que todas as pessoas das mais bem-sucedidas às mais humildes necessitam e almejam. Por representar a Proteção Divina, o schach não pode ser feito de material industrializado pelo ser humano. Ao cobrirmos a sucá com o vegetal tal qual é encontrado na natureza, a nossa intenção é demonstrar que somos todos parecidos e todos necessitamos da proteção do Criador .

Outra lei referente a sucá é a exigência de que dentro da cabana a sombra seja mais importante de que a luminosidade. Por isso, devemos colocar bastante folhagem no schach para que a luz do sol não penetre tanto na sucá. O sol, neste caso representa as posses materiais. Em Sucot, nossa preocupação é com a sombra e a proteção Divina, que aquece muito mais que o ‘astro-rei’ (sol).

Brazilian Voice

FONTE: www.overbo.com.br


Baby Consuelo ora no trio de Daniela Mercury

Na terça-feira de Carnaval, ao ver Daniela Mercury batendo cabeça para Iansã, a cantora Baby Consuelo, que fazia uma participação especial no trio elétrico da Rainha do axé, se afastou e começou a orar.

Depois, ao saber que o trio do bloco Crocodilo poderia ser multado, por ter atrasado o desfile no circuito Barra/Ondina, Baby, que agora é evangélica, não se controlou: “Está repreendido em nome de Jesus”.

Carna Site

FONTE: www.overbo.com.br

ONG pretende criar abrigo para mulheres viciadas

A ONG AçãoRefar, de Criciúma, pretende implantar o primeiro centro de recuperação para mulheres viciadas em crack, maconha, cocaína e álcool. Com o nome de Centro de Recuperação Deus Proverá, a entidade terá como objetivo chamar a atenção das famílias sobre a importância do trabalho de recuperação de um parente ou amigo dependente de drogas.

Para conhecer melhor a realidade de Criciúma, a ONG está efetuando o cadastramento de mulheres viciadas. O trabalho visa identificar o número de dependentes na região interessadas em passar por um programa de reabilitação fechado que pode chegar a nove meses. A ONG é presidida pelo pastor Adílson Pacheco, da Igreja Evangélica Assembléia de Deus Madureira.

Segundo o responsável, a implantação do centro depende de doações. A ONG está precisando de roupas de cama, guarda-roupas, móveis, beliches, utensílios domésticos, geladeira, freezer e computadores. As doações podem ser entregues na rua Imigrante Benedete, nº 965, bairro Paraíso, ao lado do posto de Saúde. Informações pelos telefones (48) 3437-3650 ou 8437-2325.

A Tribuna

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Família e médicos que fizeram aborto de menina de nove anos são excomungados

O arcebispo de Olinda e Recife excomungou, na quarta-feira (4), a mãe, os médicos e outros envolvidos no aborto de uma menina de 9 anos.

A intervenção foi autorizada pela Justiça depois que o padastro confessou que abusava da garota desde os 6 anos.

Dom José Cardoso Sobrinho justificou a excomunhão dizendo que, aos olhos da Igreja, aborto é crime e que a lei dos homens não está acima das leis de Deus.

O aborto de gêmeos foi realizado na manhã de quarta-feira (4). A menina está em uma maternidade pública do Recife e passa bem.

O Tempo

FONTE: www.overbo.com.br

Senador Magno Malta, vem se destacando a nível nacional contra a pedofilia

É indiscutível que a internet revolucionou os meios de comunicação, trazendo benefícios e tecnologia para o mundo. Hoje, o uso do computador é de caráter transnacional, universal e de ubiqüidade. Entretanto, com esta revolução na informação, simultaneamente vieram os denominados “crimes virtuais” na web. Com eles o de maior covardia: o da pedofilia. O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, senador Magno Malta, vem se destacando a nível nacional pela firmeza com que trata desse crime hediondo.

Está claro que estamos diante de um enorme desafio, não devemos ser meros espectadores diante deste problema que nos afronta. A proposta é que uma lei específica deva ser aprovada imediatamente. Também é preciso que haja uma unificação das polícias, como já acontece com a Interpol e acima de tudo cooperação, para que juntos possamos trabalhar e as investigações não parem por conflitos já ultrapassados.

Todos devem ajudar nesta luta contra este terrível problema.

Pedofilia é crime, covardia e deve ser denunciada e punida severamente!

Folhaes / O Verbo

FONTE: www.overbo.com.br

quinta-feira, 5 de março de 2009

Igreja Católica lamenta aborto realizado por menina de 9 anos estuprada pelo padrasto

A Igreja Católica lamentou no início desta tarde o aborto a que foi submetido a menina de 9 anos estuprada pelo padrasto em Alagoinha, em Pernambuco. A criança estava na 15ª semana de gestação de gêmeos. O arcebispo de Olinda e Recife Dom José Cardoso Sobrinho que, nesses casos, 'a lei humana contraria a lei de Deus'. No Brasil, o aborto é proibido, com exceção de dois casos: quando há estupro ou risco de a mãe morrer.
- Nós, ministros da Igreja Católica, temos obrigação de proclamar as lei de Deus. Nesses casos, os fins não justificam os meios e a lei humana contraria a lei de Deus, que é contra a morte - diz o arcebispo.
Segundo Dom José Cardoso Sobrinho, o objetivo era salvar tanto a vida da mãe quanto a dos fetos. A mãe da criança, segundo o religioso, esteve todo o tempo irredutível, com a intenção de fazer o aborto.
- O pai dela viajou cerca de 4 horas, nos procurou e até assinou um documento dizendo que não aceitava o aborto. Não cheguei a falar com a mãe da criança, que foi procurada pelo pároco de Alagoinha, onde eles vivem, mas que não aceitou dialogar.
A advogada da arquidiocese, Rilane Dueire, diz que ainda não sabe que tipo de medidas judiciais poderão ser aplicadas no caso. Segundo ela, a intenção inicial era entrar com uma denúncia no Ministério Público de Pernambuco pedindo a preservação das três vidas.
- O que mais nos espanta é que a Universidade de Pernambuco, que mantém a maternidade, é parceira aqui da arquidiocese em vários programas sociais - ressalta Rilane.

Globo

Bispo critica recuos "indevidos" do Vaticano

Quatorze cartas caíram na mesa do bispo Dom Clemente Isnard. Homem de fala pausada, mas nada reticente, ele mergulhou em ponderações numa das celas do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, em 2008. A pedido do cardeal fluminense, quatorze bispos pediram que não publicasse "o livro". Antes ouvira do abade: "Eu não li o livro. Mas ele vai lhe trazer muito sofrimento. E vai trazer respingos para mim e para o mosteiro".
Dom Clemente tinha o salvo-conduto da idade: 90 anos. Ordenado presbítero em 19 de dezembro de 1942, exerceu por 20 anos a presidência da Comissão de Liturgia da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e participou do Concílio Ecumênico Vaticano II - convocado pelo papa João XXIII. O bispo possui uma longa e respeitada trajetória no clero, o que garante força às suas palavras.


Mas outro impulso o moveu na hora de decidir pela publicação da plaqueta Reflexões de um bispo, que levanta idéias renovadoras para a Igreja e lança dardos apimentados contra os burocratas de Roma. "Devo dar um testemunho", definiu sua missão.
O núncio apostólico, embaixador do Papa junto ao governo de um País, influiu para que a editora Paulus não editasse o livro, segundo relata Isnard. Entre suas propostas ousadas, está a de acabar com os onerosos cargos "diplomáticos". Num sermão em Olinda, ao completar nove décadas, o bispo criticou a existência do núncio e defendeu a descentralização da cúria romana.
- Ele esteve comigo aqui (no Mosteiro). Apertou minha mão, não falou nada. Nem eu falei nada. Eu teria que falar pra ele: "Senhor núncio, com que direito o senhor proibiu os padres paulinos de editarem meu livro?". Eu tinha direito de perguntar isso a ele. Mas aí seria um desaforo - conta.
Isnard recebeu a reportagem de Terra Magazine, no mosteiro beneditino do Rio, para esclarecer suas idéias e avaliar as transformações da Igreja no pontificado de Bento XVI. Nomeado membro do Conselho para execução da Constituição de Liturgia pelo papa Paulo VI, em 1964, o bispo critica os "recuos indevidos" do legado do Concílio Vaticano II. O cardeal Ratzinger tem esgrimado contra aspectos modernizantes do concílio ecumênico.
- Nós temos, na Igreja, um grupo retrógado grande - reconhece.
As teses renovadoras de Dom Clemente Isnard podem ser condensadas em quatro pontos: o celibato opcional, a ordenação de mulheres, a participação popular nas nomeações de bispos e a entrega de obrigações a bispos eméritos. Ele também apóia uma idéia de Dom Aloísio Lorscheider (1924-2007): o fim do colégio cardinalício para a escolha do papa.
O celibato opcional dos padres, ressalta, chegou a ser proposto na década de 60. Mas uma pedra foi posta em cima.
- O patriarca oriental, Máximos IV, foi uma das personalidades mais brilhantes do Concílio Vaticano II. Era a favor. Chegaram a abrir as incrições para quem quisesse falar sobre isso. Então, o papa Paulo VI sondou quais seriam as cabeças e chamou um por um e convenceu que não era oportuno.
Quanto à ordenação feminina, Isnard acha "muito estranho que durante dois mil anos não se tenha feito isso na Igreja Católica."
Nesta entrevista, não se priva de contar bastidores da história da Igreja brasileira e condena "retrocessos" na CNBB. Revela uma das histórias que retirou do livro, a pedidos. Ilustra o comportamento autocrático de parte da cúpula católica.
- Os paulinos pediram pra tirar. Eu tirei o nome... O algoz é um arcebispo, que já é agora também emérito. O padre pediu uma audiência e ele respondeu por escrito, e assinou: "Seu pedido de audiência me deixa enojado. Fale com a secretária".
Dom Clemente Isnard revisita ainda memórias de Jayme Ovalle, Augusto Frederico Schmidt, Raul de Leoni (seu tio), Alceu Amoroso Lima e Dom Sebastião Leme, além de descrever o microcosmo da Livraria Católica, no Rio.
"Costumo responder às perguntas", avisou de saída, como quem previne o entrevistador para relatos cristalinos.
Leia a entrevista:

Terra Magazine - Por que o senhor defende o fim do colégio cardinalício?
D. Clemente Isnard- D. Aloísio Lorscheider, que era cardeal, dizia que se devia acabar o colégio cardinalício - quer dizer, o grupo de pessoas que elege o papa - e fazer com que o papa seja eleito pelos presidentes das conferências episcopais. Isso, pra mim, é uma possibilidade ímpar, representativamente. Aquele colégio cardinalício é de pessoas escolhidas pelo próprio papa. De certa maneira, ele faz o seu sucessor. Porque ele escolhe os eleitores do seu sucessor. Quando ele morre, os cardeais do mundo inteiro se reúnem. Hoje são do mundo inteiro. Antigamente era pior. Porque era um grupo quase exclusivamente de italianos.
Agora, não. Tem uma maioria italiana, mas do Brasil tem três ou quatro, da Argentina, Chile, Peru, Colômbia, enfim, a América Latina quase toda. Depois a América do Norte com boa representatividade, a Ásia... A Europa fica com mais privilégio, é mais numerosa (Alemanha, França, Itália). Mas aí esses presidentes de conferência episcopal não são vitalícios, eles são eleitos por um prazo - três ou quatro anos. Varia conforme o País. Não há o perigo de se formar um grupo que vota numa determinada linha. Então, o que nós estamos vendo agora é que, na Igreja, há uma maioria no episcopado que se traduziu no Concílio Vaticano II, em 1962. Eu estive lá, nos quatro anos do Concílio. Eram bispos do mundo inteiro. Os cardeais estavam também, são 120 cardeais.
Isso ajuda a arejar a Igreja e a desmontar uma burocracia?
É um pensamento muito bom do cardeal Lorscheider, que votou na eleição do papa. Não sei em quantos ele votou. No João Paulo II ele votou. Aos 80 anos, perde o direito de voto. Essa é uma coisa boa que fez o papa Paulo VI ao esclarecer: o bispo, aos 75 anos, pede renúncia da diocese. E o cardeal, em Roma, aos 80 anos. Deu mais cinco anos. Antigamente, no conclave pra eleger o papa, iam os velhinhos de cadeira de rodas, intereiramente ausentes. Eram eleitores, tinham que ser convocados, né? Com 80 anos, não entra mais para votar. D. Aloisio fala disso, no livro dele, logo no princípio.
O senhor defende que a escolha dos bispos pode ser mais próxima aos fiéis, aos leigos. Essa idéia tem representatividade na Igreja?
Olha, meu filho, eu acho muito difícil. Porque, você sabe, o papa que foi eleito já tem 80 anos. Não vai ficar muito tempo. Em todo caso, tem 80 anos. Bem, ele foi eleito porque durante muito tempo trabalhou na Cúria Romana, durante quase 20 anos, naquela congregação da Doutrina da Fé. E ele deve ter exercido muito influência no papa João Paulo II. Ficou sempre com cargo. Morreu João Paulo II e os cargos, em Roma, continuaram esperando o novo papa. O pontificado de João Paulo II foi um dos mais longos da história. É interessante que ele foi vítima daquele atentado, foi ferido, mas foi um dos mais longos. No fim da vida, estava se arrastando. Não sei se ele estava lúcido ainda. Não sei. "Ah, porque ele falou, fez o sermão...". Pode ter sido escrito por outro. Isso a gente nunca sabe.
Como é que funcionaram as coisas no final da vida do papa João Paulo II? No Vaticano, quando um papa está doente, como é que age o entourage?
Toma posse. Toma conta. Ali no entourage eu conheço alguns cardeais. Conheço um cardeal francês, não sei se é da Cúria... Há dois tipos de cardeais. O cardeal da Cúria mora lá. E tem o cardeal que é bispo em algum lugar. Por exemplo, aqui no Rio de Janeiro e em São Paulo, o bispo é cardeal. Aí os cardeais são muito mais independentes. O cardeal da Cúria, naquele ambiente... Houve mudança, mas não deu pra eleger um papa com outra tendência. O cardeal (Carlo Maria) Martini é um jesuíta, foi reitor da Universidade Gregoriana de Roma e nomeado arcebispo de Milão por Paulo VI. Então, é automaticamente nomeado cardeal. Milão é a principal diocese do mundo. Ele foi arcebispo, cardeal, mas não fez essa proposta de eleição do papa. Quem fez foi o brasileiro Lorscheider.
Agora, consta... - isso é segredo que é violado e ficamos sabendo, o tal segredo de Polichinelo (risos) - consta que na eleição há vários escrutínios, dois por dia. Faz um de manhã, outro de tarde, pra dar tempo. É preciso dois terços dos votos. E aí aconteceu uma coisa: nenhum teve dois terços dos votos. O cardeal Ratzinger, que tomou posse, tirou em torno de 30 votos. Mas o cardeal Martini teve 20 votos. E mais uns votos assim espalhados, de modo que nenhum dos dois tinha os dois terços. Isso aconteceu na história, na Idade Média. Uma vez, ficamos sem papa dois anos, porque os cardeais eram poucos e não se puseram em acordo. Depois, o pessoal em Roma descobriu que a solução era diminuir a comida. Não davam comida suficiente pros cardeais. Mas, aqui, nós hoje em dia somos mais civilizados. O Martini desistiu da candidatura. O pessoal reuniou os votos no cardeal Ratzinger. O Ratzinger vai tomar muito cuidado ao nomear novos cardeais.
Por quê?
Pra ter segurança. Quem é o candidato dele? Não sei. Talvez o arcebispo de Viena, (Christoph) Schoenborn, um homem notável. Porque não pode ser um bobo, né? Dos cardeais franceses, conheço um de Roma. Um homem notável. Mas deve estar muito velho. Ele já trabalhava em Roma.
No atual papado, há um recuo do Concílio Vaticano II?
Indevido. O Concílio Vaticano é ecumênico. Reuniram-se 2.300 bispos. Tomou decisões. Por exemplo, na liturgia, nós conseguimos quase tudo. Depois, como era minha especialidade, e Paulo VI queria uma representação bem internacional, apesar de ele não me conhecer, ele me nomeou para o Conselho de Execução da Constituição. Porque a Constituição de Liturgia determinou: "Faça-se um novo rito da missa". Mas não disse como. Precisava de um Conselho pra elaborar aquilo. E eu fiz parte desse conselho, em Roma. Foi trabalhoso... Porque o papa queria resolver. Paulo VI não era um "pau mandado". Ele era um homem que exitava. Muito delicado. E também um homem que custava a tomar decisões. O Concílio, uma vez, parou dois, três dias porque ele não tomava uma decisão que precisava tomar. O papa conserva sempre o poder decisório. Por exemplo, a questão do celibato opcional dos padres...
Que o senhor defende.
Foi proposto no Concílio por alguns membros, bispos. E o patriarca oriental, Máximos IV, foi uma das personalidades mais brilhantes do Concílio Vaticano II. Era a favor. Chegaram a abrir as incrições para quem quisesse falar sobre isso. Então, o papa Paulo VI sondou quais seriam as cabeças e chamou um por um e convenceu que não era oportuno. O Concílio estava indo muito bem, muito em paz e isso iria trazer desconforto...

Isso precisa ser rediscutido? Dá para esclarecer sua posição?
Defendo o celibato opcional - isso não é dizer: "os padres agora podem casar". Os padres pediram dispensa do ministério. Na minha diocese, eu tive quatro padres que pediram. Tive que dar licença e encaminhar a Roma. Um deles eu até me interessei pra ter uma resposta rápida. É um padrezinho italiano, muito bom, mas que já tinha tido dois filhos. E tinha uma mulher, uma professora. Ele conseguiu uma escola da roça para ela. Ficava escondida nessa escola. Uma vez por semana ele ia lá, dormia, e assim fazia. Mas era um padre bom. Tinha amor a Deus, à Igreja, à sua função. Eu senti muito, mas dei licença pra ele fazer o casamento. Já estava desligado do ministério. Como bispo, eu posso fazer os ministros extraordinários do casamento, da comunhão, do batismo. Caso por caso. E ele também estava feliz por isso. Era professor, dava aulas, só não podia celebrar missas e dar absolvição sacramental. Bem, saí da diocese e o meu sucessor veio: "não, não, não pode fazer nada". Ele não podia mais batizar, casar, fazer celebração da palavra de Deus nas igrejas. Eu cheguei a nomeá-lo regente de uma paróquia... Isso é um cargo que eu criei na minha cabecinha aqui. Regente não é vigário. Ele fez o dever dele. Pregou a palavra de Deus, e pregava bem.
O celibato afasta boas vocações da Igreja?
Não. O que há é o seguinte: as vocações desceram muito de nível. Porque uma família piedosa, mas que não tem cultura nem tradições, a solução pra ela é colocar o filho num Seminário Menor, onde ele faz os estudos secundários. Lá então grande parte não fica. Os que ficam vão para o Seminário Maior. Nesta peneiração, sempre ficam alguns. Mas não tem mais ninguém assim como d. Luciano Mendes de Almeida, um neto de um homem do Império. Ou monsenhor Nabuco, da família Nabuco.
Não tem mais essa ligação com famílias tradicionais?
Não tem. O nível do episcopado brasileiro desceu. Essas pessoas de família com tradição não existem mais. Mesmo no mosteiro. Nós entramos aqui juntos: um era filho de almirante, outro filho de embaixador, meu pai era comerciante, mas tive educação primorosa, fiz em casa os estudos... Ninguém fez propaganda pra isso. Eu fui nomeado bispo e dois deles foram eleitos abades.
Vamos entrar no tema das ordenações de mulheres, que o senhor aborda de forma corajosa. Qual é sua tese?
Não proponho, levanto o pedido de que a Igreja pense sobre isso. Hoje eu proporia. É muito estranho que durante dois mil anos não se tenha feito isso na Igreja Católica. Mas é interessante que a Igreja Luterana, o reformador Lutero, não pensou também nisso. Ele casou-se com uma freira, mas nunca pensou em fazer essa freira uma sacerdotiza.
Como se justifica esse descompasso entre a Igreja e a sociedade, em relação à mulher, que conquistou mais espaços no último século?
Pois é, e cada vez mais, mesmo dentro da Igreja, nas ordens religiosas.
Houve participação de mulheres no Concílio?
No Concílio, entraram as mulheres em cargos, não para votar, mas dando as assessorias. Só na última sessão, mas entraram no Concílio. Uns dizem que deu certo, outros que não deu certo. A Igreja Anglicana está no mundo inteiro e, em outros países (fora a Inglaterra), existem mulheres que são pastoras, presbíteras... Há na Bíblia - nós temos que seguir sempre a Bíblia - uma frase de São Paulo, apóstolo, na "Carta aos Gálatas". Essa carta é muito importante porque, certamente, foi escrita por ele. Nessa carta ele repreendeu São Pedro, publicamente... O papa é sucessor de S. Pedro. Muito bem. São Paulo, na "Carta aos Gálatas", diz: "Não há diferença entre judeu e grego." Achavam que grego não podia ser admitido na Igreja Católica. "Não há diferença entre escravo e livre". O escravo era uma coisa. O dono podia matar o escravo, não era crime. "E homem e mulher". Judeu e grego, escravo e livre, homem e mulher. Não há diferença em Cristo.
Doutrinariamente, isso pode justificar a ordenação feminina?
Esse texto bíblico é uma base, um fundamento. Naturalmente, toda a igreja conservadora... "Ah!...Ah!...". Então, hoje, se tivesse que votar, votava. Agora, há uma coisa que eu não sabia. Tenho cultura, mas minha cultura não é universal. João Paulo II, numa encíclica, escreveu que não era possível dar o sacerdócio às mulheres e que esta sentença da Igreja era definitiva. Agora tem uma discussão pra ver se sentença definitiva é definitiva mesmo (ri) Se é infalível... O Concílio Vaticano I, em 1870, aprovou a infalibilidade do papa em algumas condições. Mas não ele dizer que é definitivo... Com isso, ele teria que fazer sondagens. Não fez. Consulta aos bispos do mundo inteiro... Por exemplo, pra canonizar, pra declarar o dogma da Imaculada Conceição, depois o dogma de Assunção de Nossa Senhora, o papa consultou todos os bispos. E quase todos deram opinião favorável. Pra dizer que mulher não, não vá dizer que é definitivo. Isso não basta. É opinião de d. Aloisio Lorscheider e do cardeal Martini de que a Igreja poderá, amanhã, abrir o sacerdócio para mulheres.



Bispo driblou vetos para publicar livro

O livro Reflexões de um bispo recebeu veto de representante do Vaticano no Brasil, afirma Dom Clemente Isnard. Criei para mim uma consciência nova
O livro "Reflexões de um bispo" recebeu veto de representante do Vaticano no Brasil, afirma Dom Clemente Isnard. "Criei para mim uma consciência nova"
Terra Magazine - O senhor acompanhou o caso do bispo inglês Richard Williamson, reabilitado pelo papa, que negou o Holocausto e disse que não houve câmara de gás, não morreram 6 milhões de judeus... Como esse tipo de pensamento ainda encontra guarida na Igreja?
Dom Clemente Isnard - Ele estava excomungado, porque tinha sido ordenado bispo sem direito. Por exemplo, eu posso ordenar outro bispo. Ordeno e será bispo. Eu incorro em excomunhão e ele também. Ficam dois excomungados. E eu não sou louco, nunca pensei nisso, em ordenar um outro bispo. Mas ordenei alguns bispos aqui no Brasil, oficialmente. Um dos meus grandes orgulhos é que eu ordenei d. Luciano Mendes de Almeida. Ele foi ordenado bispo pelo cardeal de São Paulo, por mim e pelo arcebispo de Uberaba.

E no caso do bispo Richard não houve...
São bispos cismáticos. Desde o início.
Esse tipo de pensamento retrógado e ofensivo aos judeus ainda representa uma parcela grande da Igreja?
Nós temos, na Igreja, um grupo retrógado grande. Que queiram negar essa história... Não sei. Quem tem cultura, sabe. Eu tenho. Conheço alguns casos. Como a de Edith Stein. Ela era uma professora universitária, judia, converteu-se, entrou num carmelo na Alemanha, em Colônia. Quando Hitler começou com as coisas dele, ela pensou em vir para o Brasil, pra América, mas não dava mais para sair. Então ela foi à Holanda... Depois Hitler ocupou a Holanda. E foram lá no carmelo, na Holanda, pediram a lista das carmelitas. Não puseram o nome dela, mas sabiam que ela estava lá. Prenderam, levaram para a Alemanha e, em três dias, ela estava na câmara de gás. Isso é uma professora univertária, uma freira, absolutamente inocente. Um crime. Assim como esse, há milhões de outros. Eu acredito que são milhões. Agora, ficar discutindo se foram 6 milhões ou 300 mil...
Como o senhor se relaciona com outras religiões? Durante muito tempo, a Igreja reagia ao Candomblé, de origem africana. Houve avanços nesse diálogo inter-religioso?
Tenho a impressão de que há avanço. Em relação ao Candomblé, antigamente ele era desprezado. Mesmo os adeptos do Candomblé eram pessoas sem cultura, eram antigos descendentes de escravos, negros, já por isso mesmo desprezados pela sociedade. Os Estados Unidos elegeram um presidente da República filho de negro... O pai dele é retinto, a mãe não. O povo elegeu. Isso mostra uma mudança de mentalidade. A questão da cultura: um culto de candomblé é muito, não sei como dizer, primitivo.
E corporal. O senhor já foi a algum culto de candomblé?
Nunca me interessei. Bem, eu entrei para o mosteiro com 18 anos. Me formei em Direito, sou advogado. Mas, naquele tempo, não passava na cabeça da gente espiar um candomblé, uma coisa assim. Aliás, aqui no Rio, havia pouco. Na Bahia, sim. Talvez em Recife. Aqui no Rio, quase não havia.
Queria que o senhor contasse seu percurso para publicar "Reflexões de um bispo". Foi pessoalmente doloroso?
É. Foi doloroso pelo seguinte: o livro se originou de um sermão que fiz em Recife, no dia dos meus 90 anos. Celebrei uma missa, veio muita gente. E veio um grande teólogo, o padre José Comblin, que eu conheci então. Foi na Igreja das Fronteiras, a de dom Helder. Eu escrevi o sermão. A missa demorou muito porque eu não podia impedir que as pessoas falassem. E dei a palavra, na hora do evangelho... Bispos, padres, leigos e até mulheres falaram. No fim, fiz uma espécie de recapitulação de minha vida. "E agora, o que é que eu vou fazer?". Eu tinha falado das coisas que tinha feito. "Vou lutar por uma Igreja sem núncio apostólico, sem cúria romana...". Terminei assim o discurso. Não era um sermão. Aí o padre Comblin esteve comigo depois, em João Pessoa, onde houve o jubileu de ouro episcopal de José Maria Pires, nosso dom Pelé.
Sim...
Ele esteve aqui no Rio para esse curso do cardeal. Antes de concluir, quero dizer uma palavrinha sobre esse curso. O curso foi idealizado por d. Eugênio Salles, logo no início do seu governo. Tinha havido já dois cursos da CNBB organizados para os bispos novos. Era em agosto, e a CNBB não tinha dinheiro. Cobrava. O que fez d. Eugênio? Arranjou colaboradores na Europa. Ele pagava a passagem desse pessoal todo. Trazia grandes nomes conservadores. Rigorosamente da orientação dele. E marcou no início do ano o curso. Gentilmente convidados, não tendo que pagar nada, os bispos aceitaram. Eu nunca fiz esse curso, em sinal de protesto.
Por causa dessa orientação conservadora?
Por causa do nascimento do curso. D. Luciano também nunca fez. O José Maria Pires agora está fazendo... Mas, no princípio, não fazia. Ficou um curso simbólico e a CNBB foi levada a abolir seu próprio curso. Não há mais cursos para os bispos novos.
É um retrocesso?
A própria CNBB passou por alguns retrocessos. Mas quando teve como presidente o cardeal...
D. Lucas?
D. Lucas Neves. E vice-presidente o arcebispo de Aparecida, que vai ser cardeal. Ele é agora presidente do Celam. É uma tradição - Roma gosta muito de tradições - que o presidente do Celam seja cardeal. Eu já fui vice-presidente do Celam. Lá conheci o secretário-geral, colombiano, que foi presidente e agora é cardeal. É o (Darío) Castrillón. Um homem que cuida das ligações com os lefebvrianos. Então, nunca fiz o curso. Recebo todos os ano uma carta de convite.
E vai continuar recebendo...
Vou continuar. Hoje, eu não respondo. Houve uma ocasião em que eu dei uma resposta, quando entrou o d. (Eusébio) Scheid. Não quis brigar com d. Eugênio Salles. Tinha me dado muito com ele porque esteve no Concílio comigo. Ele começou em Natal. Mas ele era bispo auxiliar. Depois foi feito arcebispo da Bahia.
Mas foi à Bahia como bispo auxiliar, abaixo do Cardeal da Silva.
Depois coadjutor e cardeal, na Bahia. Organizou um curso de bispos lá. Esse eu fui, na Ilha de Itaparica.
Que tal?
Esse não era contra a CNBB. O que foi contra a CNBB foi o do Rio.

O senhor falou que, em seu sermão em Pernambuco, criticou a existência do núncio apostólico. E volta a criticar em seu livro. Naturalmente, isso não agradou ao núncio apostólico...
Ah, bem! Não sei se ele soube. Porque eu não publiquei. Foi falado no sermão. Mas ele esteve comigo aqui. Apertou minha mão, não falou nada. Nem eu falei nada. Eu teria que falar pra ele: "Senhor núncio, com que direito o senhor proibiu os padres paulinos de editarem meu livro?". Eu tinha direito de perguntar isso a ele. Mas aí seria um desaforo. Depois não podia fazer isso porque ele estava visitando o mosteiro. Mas foi a única vez que encontrei com ele, de apertar a mão. Dias depois dos meus 90 anos, tivemos os 50 anos de bispo de José Maria Pires, em João Pessoa. Eu fui. E cheguei lá, havia uma procissão antes da missa, um pouco longa. Esperei na Catedral. O padre Comblin sentou-se a meu lado. Enquanto nós esperávamos, ele me disse: "Olha, gostei muito do seu sermão. Falei nele agora em Belo Horizonte, o pessoal gostou que o senhor tivesse falado isso. O senhor deve escrever." E eu falei: "O senhor faria o prefácio?". "Sim, faço o prefácio". "E também corrige?". Porque ele é um grande teólogo. Pois sim. Vim para o Mosteiro e comecei a escrever. Quando tinha um capítulo, mandava a ele. Fez algumas correções de ignorância minha e uma citação da Lumen Gentium que ele sugeriu.
Aí o senhor enviou para as Paulus.
É, enviei para os Paulinos.
E eles se negaram a publicar?
Não, eles aceitaram, me pediram pra fazer umas pequenas modificações. Porque eu falava do arcebispo de Olinda e Recife. Uma pessoa com quem eu tinha me dado e me tinha até convidado a ordenar o bispo-auxiliar dele. Mas depois cometeu injustiças clamorosas com um padre meu amigo, que tinha sido cedido por d. Helder, predecessor desse. Me ajudou por dez anos em Friburgo. É um amigo íntimo meu. Esse padre passou fome por causa do arcebispo. Eu não disse nada a ele, porque o padre não queria. Ele sabia e comecei a falar que isso não se faz com um padre. Deve ter chegado aos ouvidos dele. Houve um outro arcebispo, de Maceió, um bobo, ou como diz o d. José Maria Pires, um bocó. É, é... Esse eu visitei uma vez em Maceió. Quando o arcebispo de Recife não deu nada, nenhum cargo, ao padre meu amigo... Ele tinha pedido pra passar dois anos na Europa, fazendo uma reciclagem. Isso ele deu. A licença. Quando ele voltou, pontualmente, no dia exato, ele compareceu na Cúria para pedir obediência. "Não tenho nada pra você. Não tenho paróquia nenhuma".
Isso foi posto no livro, mas acabou sendo tirado?
Os paulinos pediram pra tirar. Eu tirei o nome. Está lá no capítulo dos padres seculares. Tem também o caso, que eu tenho uma carta... O algoz é um arcebispo, que já é agora também emérito. Esse caso tem até uma coisa pior. O padre pediu uma audiência e ele respondeu por escrito, e assinou: "Seu pedido de audiência me deixa enojado. Fale com a secretária".
Ouço o relato dessas histórias e penso como o senhor, aos 91 anos, se sente por ter que conviver com alguns colegas.
É como diz o Comblin: os velhos dizem as coisas. Eu criei para mim uma consciência nova, de que na Igreja eu devo dar um testemunho, mesmo que esse testemunho... O abade aqui me disse: "Eu não li o livro, não. Mas ele vai lhe trazer muito sofrimento. E vai trazer respingos para mim e para o mosteiro". Seria de fato uma coisa muito chata se o Mosteiro sofresse com o que eu escrevo. Mas, depois, eu pensei, pensei: "Não, eu publico." O cardeal daqui me escreveu uma carta e fez todos os bispos do Estado, Leste I, assinarem a carta.
Pedindo pra não publicar?
Pedindo pra não publicar. E eu respondi uma página e meia a cada um. A mesma carta, mas tive que multiplicar 14 vezes. Só não mandei para os bispos auxiliares. Ah, até mandei para os auxiliares, porque eles tinham assinado.
E, enfim, o livro foi publicado em outra editora, a Olho d'Água.
Por isso o livro não se vende no Rio. Nem aqui no Mosteiro. O Mosteiro tem uma livraria, mas não se acha.
Não se encontra seu livro no Rio de Janeiro?
Um ou outro que não se sabe como chegou.

Terra Magazine

FONTE: noticiascristas.blogspot.com