sábado, 7 de novembro de 2009

Japão: Supremo Tribunal confirma condenação à morte de dois membros da Verdade Suprema

O Supremo Tribunal do Japão manteve hoje a condenação à morte para dois membros da seita Verdade Suprema, que há 14 anos matou 12 pessoas e intoxicou milhares em atentados com gás sarin.
Com esta sentença, o Supremo Tribunal japonês rejeitou os apelos de Toru Toyoda, de 42 anos, e Kenichi Hirose, de 45 anos, que foram condenados à pena máxima pelo Tribunal Superior de Tóquio em 2004, informou a agência noticiosa japonesa Kyodo.
Os dois homens foram considerados culpados de disseminar o gás sarin nas linhas do metropolitano de Tóquio, Hibiya e Marunuchi a 20 de Março de 1995, que provocou a morte de 12 pessoas.
Com esta decisão, sobe para oito o número de condenados à morte por envolvimento nos atentados com gás sarin de 1995, incluindo o fundador da seita que é conhecido como Shoko Asahara, de 54 anos, mas cujo nome verdadeiro é Chizuo Matsumoto.
O juiz Yukio Takeuchi decretou hoje que os ataques com gás sarin da Verdade Sprema foram “actos organizados e premeditados de assassínios em massa indiscriminados” e que o crime foi “extremamente cruel e desumano”.
Os dois condenados que recorreram da sentença tinham alegado que o fundador da seita lhes tinha feito uma “lavagem cerebral”.
A 20 de Março de 1995, um ataque com gás sarin em composições do metropolitano de Tóquio a uma hora de ponta da manhã causou a morte a 12 pessoas e intoxicações a 6.000.
A Verdade Suprema mudou de nome em 2002 para Aleph e distanciou-se publicamente da seita original, alegando que se inspira no budismo e no yoga. Actualmente, os seguidores da Aleph prestam homenagem às vítimas dos atentados com oferendas e .

Lusa/Notícias Cristãs

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