sexta-feira, 2 de outubro de 2009

“Padres não são pedófilos, são gays”

Em resposta a um feroz ataque da União Internacional Humanística e Ética (UIHE) sobre os abusos sexuais cometidos por sacerdotes, proferido durante uma reunião do Conselho dos Direitos Humanos da ONU, o arcebispo Silvano Tomasi, representante permanente do Vaticano nas Nações Unidas, defendeu que "não se deve falar de pedofilia, mas de homossexuais atraídos por adolescentes".
"De todos os padres implicados em abusos, entre 80% a 90% pertencem à minoria sexual que pratica a ebofilia, isto é, que tem relações com rapazes entre os 11 e os 17 anos", afirmou arcebispo Tomasi, segundo o qual a Igreja Católica "está a tratar da limpeza da sua própria ". O prelado recordou ainda um estudo publicado pelo Christian Science , no qual se conclui que nos EUA as congregações mais afectadas por abusos sexuais a crianças foram as protestantes.
As declarações do representante do Vaticano na ONU são uma resposta às acusações de Keith Porteous Wood, da UIHE. Este acusou a Igreja Católica de não cumprir as suas obrigações ao abrigo da lei internacional e apelou para que ela obrigasse as dioceses a reportarem todas as alegações de abusos às autoridades seculares. Adiantou que as vítimas são por vezes acusadas de mentir e frequentemente os abusadores são transferidos para outras posições, sem serem punidos.

da Manhã/Notícias Cristãs

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