quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Homossexualismo é inaceitável, afirma cardeal


Comparando a teoria de gê a “resíduo tóxico”, o presidente do Pontifício Conselho para a Família, cardeal Ennio Antonelli, disse na sexta-feira, 9, na sessão de abertura do Sínodo dos Bispos para a África, reunido no Vaticano, que o homossexualismo é “eticamente inaceitável”.
“Sob a desculpa de uma justa igualdade de dignidade e de direitos se quer dar como irrelevantes as diferenças naturais entre homens e mulheres como se fossem indiferenciados e, portanto, equivalentes todas as orientações e comportamentos sexuais”, afirmou o cardeal, segundo a Rádio Vaticano.
Somou-se à voz de Antonielli o arcebispo de Johannesburgo e presidente da Conferência Episcopal Sul-Africana, monsenhor Joseph Tlhagale. Os valores do Evangelho, frisou, estão ameaçados por uma ética que “trata de persuadir os africanos a aceitarem conceitos novos e diferentes da família, do matrimônio e da sexualidade humana.”
O prelado sul-africano detectou “nos grupos de pressão que campeiam na Organização das Nações Unidas (ONU)” a influência liberal que se abate sobre culturas da África.
Da África a Europa, a homofobia chegou até o campo de amador na França. Ao saber que sua equipe, o Créteil Bébel, disputaria com o time do Paris Foot Gay, que defende homossexuais, o treinador cancelou a partida. “Somos muçulmanos observantes”, justificou o treinador do Créteil.
O treinador do Paris Foot Gay, Brahim Nait-Balk, de origem marroquina, apareceu na televisão e também se declarou muçulmano. “A minha equipe é contra a homofobia porque aceita a diferença. Jogam conosco judeus e muçulmanos, homossexuais e heterossexuais”, esclareceu.
O conflito, agregou Brahim, está dentro da religião, “entre muçulmanos, entre modos diferentes de se sentir no Islã”.
A ONG Pew Research Center, de Washington, divulgou estudo apontando que o Islamismo reúne 1,57 bilhão de seguidores, um quarto da população mundial. O estudo abrangeu 231 países de territórios e constatou que 62% dos muçulmanos concentram-se na Ásia.
A Indonésia é o país que tem a maior população muçulmana do mundo, com 203 milhões de pessoas, 12,9% do total. No vivem 191 mil muçulmanos, 0,1% da população. Vinte por cento dos muçulmanos – 317 milhões – vivem em países onde sua crença é minoritária.
Essa diáspora faz com que a Alemanha, com 4 milhões, tenha mais muçulmanos que o Líbano, com 3 milhões. A China, com 22 milhões de seguidores, tem mais muçulmanos que a Síria, com 20 milhões. A população islâmica da Rússia, de 16 milhões, é maior do que as da Líbia e Jordânia juntas, que somam 12 milhões.

ALC/Notícias Cristãs

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