quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Regis Danese esclarece comentários sobre ausência em shows e denúncia em programa de TV


Menos de um ano após seu lançamento, o CD Compromisso, de Regis Danese, já havia alcançado mais de 1 milhão de cópias vendidas e a canção “Faz um milagre em mim” quebrado paradigmas da música gospel, sendo veiculada em rádios e TVs seculares no Brasil.

Com agenda de shows em todo o país, Regis tem sido alvo de comentários na internet que apontam a ausência do cantor em eventos contratados. Blogs, sites e fóruns comentam sobre quebra de contratos e alteração de valores acordados para apresentações, em decorrência de possível mudança da assessoria do cantor.

As críticas chegaram também à TV, em afiliada do SBT, na Bahia. O programa ‘Na mira’, apresentado por Uziel Bueno exibe a reclamação do produtor responsável pelo evento realizado em Madre de Deus, no dia 10 de junho. “A música é linda, mas o cantor… Santidade não tem aqui não. Tem o céu, tem o inferno e o ‘Na Mira’ no meio”, diz o apresentador do noticiário policial, referindo-se à letra da canção “Faz um milagre em mim”.
Em entrevista ao Guia-me, Regis esclarece as afirmações e fala sobre sua posição após os comentários.

Guia-me: Regis, em blogs, sites e fóruns da internet, há comentários de que você não teria cumprido contratos de apresentações, faltando em shows; e até mesmo um video de programa de TV na Bahia onde foi feita uma denúncia sobre o show na cidade de Madre de Deus, onde você não esteve. Você tem conhecimento dessas afirmações?

Regis Danese: Sim, tenho. Acontece o seguinte, a gente vive do ministério. Então, esses eventos são bilhetados. Às vezes o contratante nem é evangélico, liga no escritório e faz o contrato e fica depois de pagar e não paga para a gente.

Guia-me: As afirmações falam também que com a mudança de assessoria, contratos com outros valores foram feitos e como as pessoas não puderam ajustar-se a eles, você não compareceu aos eventos.

Regis Danese: Não, não. Isso é mentira. A gente tem contrato assinado, tem tudo. Valor exato. Mas o que eles fazem? O contrato fala que a pessoa tem que depositar uma semana antes. Aí chega uma semana, cinco dias… A pessoa deixa para depositar no último dia, mas deposita em um envelope sem dinheiro. Então, coloca naquele envelope e diz: “Eu depositei”. O valor fica lá vinculado, mas depois de dois dias, você vai ver e só tinha o papel, porque não havia dinheiro dentro.

Então, aconteceram vezes que a gente foi à cidade com este calote do envelope. A pessoa falou que depositou, depois passaram dois, três dias… A gente teve gastos, os músicos têm família. O baixista deixou de tocar com músico secular para tocar comigo, pai de família. Então, a gente sofreu muito com isso.

Hoje não acontece mais. Quando a gente vê que no dia do evento a pessoa depositou aquele negócio vinculado, é mentira.
Guia-me: Então, se você faltou é porque não cumpriram o contrato?

Regis Danese: É, aconteceu isso aqui em São Vicente, uma pessoa que não pagou. Teve um em São Paulo, eu não lembro onde. Teve um em Governador Valadares, esse nem divulgou. No interior do Rio de Janeiro também não foi divulgado, porque estavam errados. Outro em uma cidade perto de Campos dos Goytacazes. Teve outra cidade de Minas recentemente, Montes Claros!

Agora esse da Bahia aconteceu o seguinte. Eu estava aqui em São Paulo gravando o programa do Netinho, tem mais ou menos uns dois meses, quando deu uma chuva que parou São Paulo, deu até na televisão, 290 km de trânsito. Eu estava neste trânsito, saí com três horas de antecedência lá do SBT da Anhanguera, fiquei três, quatro horas no trânsito, não consegui embarcar, deu overbooking, tive que pegar o vôo de outra Cia. Até o rapaz da outra Cia. foi muito legal, arrumou outro vôo, chegamos 1h da manhã. Esse rapaz da Bahia já estava nervoso, falou que queria matar o pessoal da banda.

Aí o Jorge que trabalha comigo, disse: “Regis, não vem aqui porque está pesado. O cara vai querer te bater, te afrontar”. Aí eu não compareci, fiquei no hotel, dormi, fui embora. No outro dia eu falei: “Você quer que faça o show no sábado? Sábado eu vou estar em Feira de Santana, que é 45km da cidade, a gente faz Feira e o seu”. Ele disse: “Não, não, não quero mais”.
Devolvemos o dinheiro para ele. Só que aí ele queria me estorquir, pediu mais um dinheiro para mim e falou que eu fosse fazer um show para ele de graça, senão ele ía na mídia, no Ratinho. Mas eu tenho o recibo.
Nós devolvemos o dinheiro para ele. Eu vou ficar com aquele dinheiro que não é meu? Ele não queria o show mais. Só que ele tentou me estorquir de tudo quanto é jeito, ligou nesses lugares, ligou no escritório e disse: “Eu já fui lá no programa da Bahia, se não der agora nós vamos no programa do Ratinho”. Só que o Ratinho não permitiu, porque o Paulinho amigo do Ratinho já mandou o recibo para ele. Isso aí é mentira.

Uma advogada amiga nossa queria que eu processasse a televisão, mas eu falei: “Não, não, eu não vou processar. De jeito nenhum, eu não vivo disso, por causa de uma situação eu vou querer me aproveitar? “.

Mas vou lá na televisão, naquele mesmo canal, porque eu tenho direito de resposta, vou falar e não vou mais nem tocar no assunto. Vou dizer: “Meu irmão, infelizmente você foi infeliz de abrir um espaço para esse rapaz, de estar falando mal de mim sem ter prova”.

A justiça pertence a Deus, é ele quem me justifica. Então é assim, muitas pessoas querendo aparecer. A gente encontra pessoas de todo jeito. Pessoas tentando se aproximar. Mas esse tipo de pessoa não prevalece.

Por Adriana Amorim
Fonte: Guia-me / Gospel Prime/OVERBO

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