quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Cultura islâmica faz parte dos EUA, diz Obama


Em encontro com muçulmanos na Branca, presidente tenta reaproximação com países árabes.
Obama diz querer entrar para a história por ter reatado relações dos EUA com países islâmicos.

WASHINGTON - O presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou na terça-feira, 1º, que o islã também faz parte de seu país. A declaração foi dada durante um ato na Casa Branca no qual o americano recebeu representantes muçulmanos com os quais celebrou o 'iftar', ceia que acaba com o jejum do Ramadã, o período sagrado da religião islâmica.
"Para milhões de muçulmanos, o Ramadã é um momento de intensa devoção e reflexão", disse Obama em um discurso aos comensais reunidos na residência oficial da presidência americana, segundo a agência AFP.
"O iftar desta noite é um ritual que leva o Ramadã às casas e mesquitas de todos os 50 estados americanos", continuou. "O islã faz parte dos EUA. Assim como a variada cidadania dos EUA, os muçulmanos americanos são uma comunidade de dinamismo e diversidade extraordinários".
Obama, cujo pai biológico era muçulmano, defendeu "ações concretas" para retomar os laços com os países islâmicos. "Quero reiterar meu compromisso com uma nova era nas relações entre os EUA e os muçulmanos de todo o mundo", disse Obama em um vídeo dirigido ao 1,5 bilhão de muçulmanos do mundo neste mês do Ramadã.

Associated Press/NC

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