quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Revista evangélica Eclesia publica reportagem de capa sobre o que eles chamam de Mordaça Gay


"Intolerância, projetos de leis anticonstitucionais, falta de diálogo e pressão contra a liberdade de crença marcam o debate no entre o movimento homossexual e a Igreja evangélica". Assim é a linha fina do texto "De Volta ao Armário", reportagem de capa da atual edição da evangélica Eclesia, que está nas bancas brasileiras. A revista é publica pela editora homônima. A cahamda de capa diz: "Cale-se: Intolerânca e lei da mordaça ameaçam liberdade de crença e acirra, o debate entre evangélicos e homossexuais".
Na reportagem, assinada pelo repórter especial da publicação Marcos Stefano, está escrito: "Enquanto os grupos gays acusam os crentes de discriminação. os protestantes reclamam que sua liberdade de expressão, arantida pela Constituição Federal, está ameaçada. Para eles, a própria liberdade de um homossexual optar pela reorientação de sua sexualidade encontra-se em risco. A resposta dos ativixts e taxativa: a pessoa nasce homossexual e não pode negar isso".
É que a reportagem tende a defender a questão evangélica no texto, ainda que o repórter peça "diplomacia" entre as partes para chegarem a um acordo em relação ao PLC 122 _o projeto de lei que se aprovado elevará a homofobia à categoria de crime.
O repórter ouve a psicóloga Rozangela Justino, condenada pelo Conselho Federal de Psicologia por seu conhecido trabalho de "reorientação de homossexuais", além de um pastor ex-Gay, José Ramos Neto, hoje dedicado a "usar sua experiência para aconselhar outros homossexuais" e Willy Oliveira, um dos membros do projeto Exodus, dedicado a conversão de homo em heterossexuais.

Mix Brasil/NC

Alguns temas teimam em pemear as pautas dos noticiários pelo Brasil e mundo. Crise econômica, celebridades que nascem, casam ou morrem, eventos esportivos, denúncias. Mas nada tem sido tão repetido pela imprensa como atos que diferentes grupos têm praticado contra a liberdade - seja ela qual for - de expressão, de comunicação, de escolha, de crença. A intolerância, falta de diálogo e compreensão geram violência e medo. E nem mesmo a agilidade de difusão de informações aplaca a fúria com que grupos atacam e ameaçam a liberdade tantas vezes duramente conquistada. De forma reincidente, é o que Eclésia trata nessa edição. Atos de intolerância em várias esferas da sociedade acirram o debate entre diferentes atores sociais. Evangélicos assustados com uma lei que amordaça e ameaça sua liberdade de crença. Homossexuais esgotados pelo preconceito e discriminação, atletas tolhidos de confessar publicamente sua fé. Mas nem tudo é desamor e as boas notícias também rondam a redação de Eclésia, que nessa edição mostra atos de amor, coragem e superação. Como a história de meninos, internos da Fundação , assistidos por entidades sociais e religiosas, que têm esperança. Como a história de mulheres, atletas do que dão exemplo de disciplina e amor cristão e que, sobretudo, têm esperança. Que os noticiários sejam reincidentes em pautar histórias de superação, esperança e amor. E que pautas de intolerância e desrespeito façam parte de um arquivo morto e perdido no .

Eclésia(Epístola da Redação)/NC

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