quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Lula participa de comemoração dos 150 anos da Igreja Presbiteriana no Brasil

Ato cívico religioso aconteceu na manhã desta quarta-feira (12), no Rio. Governador e prefeito do Rio também estiveram no evento.
Foto: Ricardo Stuckert/Presidência
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, na manhã desta quarta-feira (12), de ato cívico religioso pelos 150 anos da Igreja Presbiteriana do , no . Participaram ainda da cerimônia, o governador do Rio, Sérgio Cabral (à esq.), e o prefeito Eduardo Paes (ao fundo).
Foto: Ricardo Stuckert/Presidência

Lula participa de ato cívico religioso no Rio, nesta quarta (12). À esq., o governador Sérgio Cabral.



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o nível das discussões no Senado está “abaixo da média da compreensão" da sociedade. Lula fez a declaração durante solenidade de comemoração dos 150 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil realizado na manhã desta quarta-feira (12) no Centro do Rio.
“Vamos ver os debates que estão acontecendo no nosso querido Senado, uma instituição tão importante. Recentemente, o nível dos debates está abaixo da média da compreensão da nossa sociedade. [Os senadores] São pessoas formadas, com mais de 35 anos, que poderiam agir de forma mais civilizada. As pessoas se agridem de tal forma que mesmo o cidadão que gosta muito de política fica sem compreender o que está acontecendo”, disse, em fala de improviso, logo depois de ler o discurso oficial.
O presidente também criticou os violentos exibidos na , ao contar que assistira recentemente o filme “Amistad” sobre o tráfico de escravos negros. “Se nós ficássemos sentados à frente da TV durante 30 dias perceberíamos que poucos filmes falam de integração familiar, de paz, amor. Começam e terminam com tiros, matando as pessoas. Temos um problema crônico que é a degradação da estrutura familiar desse país”, acrescentou.
Durante o discurso, o presidente também exaltou os programas sociais do governo e disse que se sente à vontade para dizer certas coisas por que falta um ano e quatro meses para terminar o seu mandato. “Não estava escrito, a não ser na obra de Deus, que a junção de um grande empresário e um metalúrgico faria um presidente da República. Só cheguei à presidência por obra de Deus”, finalizou.

Gazeta Online/G1/NC

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.