quarta-feira, 8 de julho de 2009

Israel planeja ciberguerra contra o Irã

MAT HASHARON - No final da década dos anos 1990, um especialista em computação do Shin Bet, o serviço de segurança de Israel, conseguiu invadir o mainframe do depósito de combustível de Pi Glilot, ao norte de Tel Aviv.

O objetivo era conduzir um teste de rotina quanto à proteção do local, uma instalação estratégica. Mas a empreitada também revelou aos israelenses o potencial dessas infiltrações de alta tecnologia em termos de sabotagem.

“Depois de invadir o sistema de Pi Glilot, percebemos subitamente que, além do acesso a dados secretos, também seria possível provocar explosões deliberadas, programando alterações no percurso dos oleodutos”, disse um veterano participante desse exercício do Shin Bet.

Assim teve início um projeto de guerra computadorizada que, uma década mais tarde, é visto por especialistas independentes como provável nova vanguarda dos esforços israelenses para derrotar as ambições nucleares do Irã, o maior inimigo do país.

Os atrativos de ataques virtuais se intensificaram, dizem fontes israelenses, devido à viabilidade baixa de ataques aéreos contra as instalações atômicas iranianas, distantes e fortificadas, e à relutância dos Estados Unidos em permitir outra guerra aberta no Oriente Médio.

Fonte: Info

O VERBO

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