sexta-feira, 17 de julho de 2009

Fábio se prende à fé e não busca justificativas para a derrota


O baque pela perda da Copa Libertadores foi enorme. Os jogadores do Cruzeiro cumpriram o protocolo da Conmebol (Confederação Sul-americana de Futebol), subiram ao pódio, receberam suas medalhas de prata e partiram para o vestiário do Mineirão.

No túnel, todos já haviam tirado o prêmio do pescoço. Todos cabisbaixos, alguns chorando, muito abatidos e ainda sem condições de falar à imprensa. Neste momento, ainda no calor do jogo, o capitão Fábio foi o primeiro a expor a voz dos jogadores. Muita tristeza, sem nenhuma desculpa.

“Não tem justificativa. O time lutou para conquistar o título. Tivemos a oportunidade de quase sair com ele, mas só quem está dentro de campo e lutou muito para chegar à final sabe como é”, lamentou o goleiro, ao microfone da Rádio Itatiaia.

Evangélico e bastante atuante, o camisa 1, um dos maiores destaques da campanha celeste, aconselha os colegas a procurarem apoio nas pessoas mais próximas. “Neste momento, não tem nem palavra. Só a fé mesmo para sustentar cada jogador, junto com seus familiares”, prosseguiu Fábio.

O goleiro lembra ainda um outro tradicional remédios para as grandes dores: o tempo. “A gente tem que começar novamente porque futebol não para. A cada jogo, você tem a possibilidade de recomeçar”, disse, já pensando no Campeonato Brasileiro e no jogo de domingo, contra o Corinthians.

Fonte: Abril

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