terça-feira, 9 de dezembro de 2008

AVISO!!!!!!!

A PAZ DO SENHOR JESUS A TODOS!!!
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Mãe acusa jogo de Nintendo DS de ensinar palavrões ao filho


Game de palavras cruzadas ‘Scrabble’ teria usado termos ofensivos. Produtora se defende e diz que jogo tem opção de censura.

Uma inglesa de 36 anos de idade acusa um jogo de palavras cruzadas do videogame portátil Nintendo DS de ensinar palavras ofensivas a um de seus dois filhos.

Tonya Carrington diz que “Scrabble: interactive” usou termos considerados impróprios para seu filho, Ethan, de 8 anos de idade. O jogo, que tem classificação etária para maiores de 3 anos, teria utilizado palavras referentes a uso de drogas e partes do corpo feminino.

“Ele vai muito bem em Inglês na escola, então decidi comprar esse jogo para melhorar seu vocabulário - mas não dessa maneira”, disse ela ao “Daily Mail”.

Tonya entrou em contato com a loja em que comprou o jogo, e depois com a Nintendo. A fabricante do DS disse que o assunto era responsabilidade da produtora Ubisoft e do órgão de classificação etária dos games na Europa.

“É uma pena que o jogo tenha causado essa polêmica, mas ele oferece uma opção ‘junior’, que impede a ocorrência de palavras incomuns ou ofensivas”, disse um porta-voz da Ubisoft.

Tonya disse que a opção não é mencionada no manual de instruções do game, e proibiu seu filho de continuar utilizando o jogo.

(Fonte: G1)

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Com utilitários no altar, bispo pede aprovação de pacote para ajudar montadoras


O reverendo Charles Ellis, da igreja Templo da Grande Graça, em Detroit, realizou no domingo (7) um culto ao lado de três utilitários e pediu orações para que o Congresso ajude as montadoras. Na semana passada, líderes cristãos, judeus e muçulmanos também oraram pela aprovação do pacote.

Centro da indústria automobilística americana, a cidade de Detroit se tornou palco de uma mobilização religiosa que tem como objetivo pedir para que os congressistas votem um pacote de ajuda às montadoras no valor de US$ 34 bilhões, e impeça a falência de GM, Ford e Chrysler.

O auge da mobilização ocorreu no domingo (7), no Greater Grace Temple (confira aqui o site oficial da igreja, em inglês), ou Templo da Grande Graça, a maior igreja pentecostal da cidade, na qual o bispo Charles H. Ellis comandou um culto ao lado de três grandes veículos utilitários, um de cada montadora, doados por donos de lojas locais. “Nesta semana, vidas estão penduradas em um abismo de incerteza e as duas casas do Congresso vão decidir se estenderão a mão para ajudar”, afirmou Ellis para milhares de fiéis.

Durante o culto, o reverendo pediu para os fiéis reforçarem as orações e prometeu jejuar até que o Congresso vote o pacote de medidas para ajudar as montadoras. Antes de Ellis, falaram alguns dirigentes de sindicatos ligados à indústria automobilística. General Holiefield, um sindicalista ligado à Chrysler, afirmou, segundo o jornal The New York Times, que estava “entregando a situação para Deus”, enquanto James Settles Jr., de um sindicato dos trabalhadores ligados às fornecedoras de peças, pediu “orações contínuas, para que haja um milagre na próxima semana”.

Ato ecumênico

O desespero com a situação é tão grande que, na semana passada, 11 líderes religiosos, representando cristãos, judeus e muçulmanos se uniram em um ato ecumênico para pedir a ajuda divina à indústria automotiva. O ato foi comandado por Adam Maida, o arcebispo de Detroit, que escreveu uma carta de quatro páginas sobre a situação, dizendo que “no momento mais escuro do ano, proclamamos que Cristo é nossa luz e que Cristo é nossa esperança”.

A mobilização religiosa mostra o tamanho do temor em Detroit e outras cidades fortemente ligadas à indústria automobilística. Segundo as montadoras, os sindicatos e lobistas, a falência de GM, Ford e Chrysler poderia deixar até 3 milhões de pessoas desempregadas, agravando ainda mais a crise financeira pela qual passam os Estados Unidos.

Nesta semana, o Congresso americano deve se reunir novamente para tratar do assunto. Ao que parece, a ajuda de US$ 34 bilhões não será aprovada, mas sim um pacote de US$ 15 bilhões que serviria para conter problemas mais urgentes.

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(Fonte: Revista Época)

Religioso saudita diz que crise financeira começou porque lei de Deus foi ignorada

O principal clérigo da Arábia Saudita afirmou neste domingo aos peregrinos muçulmanos do Hajj que a crise financeira global aconteceu porque o homem ignorou as leis de Deus, permitindo a usura –cobrança de juros– proibida pelo islã.

“Hoje nós assistimos a essa crise financeira se espalhar, enquanto empresas e bancos vão à falência”, disse o mufti Abdul Aziz al Sheikh na mesquita de Namera, onde o profeta Maomé teria rezado quando fez sua peregrinação.

“Este é o resultado quando os homens ignoram as leis de Deus. Os muçulmanos precisam se guiar pelas leis de Deus, e construir suas economias de acordo com elas”, explicou al Sheik aos fiéis.

Ele também pediu que o mundo árabe se una para enfrentar o terrorismo e preservar a estabilidade.
“O mundo precisa criminalizar o terrorismo. E nós precisamos ter cuidado com o terrorismo e combater as gangues criminosas hostis que destroem países e pessoas”, continuou o mufti.

A passagem pela mesquita é um dos ritos obrigatórios para os peregrinos no segundo dia do Hajj, a peregrinação a Meca que todo muçulmano deve fazer fazer ao menos uma vez na vida, caso tenha condições financeiras e de saúde.

Bancos do mundo árabe que operam de acordo com a Sharia (lei islâmica) evitam cobrar juros sobre os empréstimos, vistos como pecado pelos muçulmanos.

A Arábia Saudita, maior produtor de petróleo do mundo, está sendo fortemente afetada pelo desaquecimento da economia mundial e pelos efeitos da crise no mercado de commodities. O preço do petróleo caiu mais de 50% este ano.

Papa

Em outubro, o papa Bento 16 afirmou que a crise financeira mundial demonstra a futilidade do sucesso e do dinheiro, e pediu que as pessoas cimentassem a vida sobre a “rocha” da palavra divina.

“A palavra de Deus, mais que qualquer outra palavra, é o fundamento de tudo, a autêntica realidade. Você se equivoca se pensa que a matéria, as coisas sólidas que podemos tocar, são a realidade mais segura”, disse o papa no dia 6 de outubro, durante a abertura de uma assembléia de bispos do mundo inteiro reunidos no Vaticano.

(Fonte: Folha Online)

FONTE: www.overbo.com.br

Anúncios de Natal pró-Deus respondem a campanha ateísta em automóveis

Dois grupos Cristãos adquiriram espaços publicitários dos automóveis da área metropolitana de Washington DC, nos EUA, para contrariar a campanha “Porquê Acreditar num Deus?” em veículos, com os seus próprios anúncios de Natal pró-Deus.

O Centro de Desenvolvimento Familiar, uma instituição Católica sem fins lucrativos de Bethesda, Maryland, planeja angariar 14,000 dólares para realizar uma campanha intitulada “Eu Também Acredito”, que consiste de 10 veículos com cartazes laterais, 10 carros com cartazes traseiros, e 200 cartazes interiores.

Nos anúncios pró-Deus se poderá ler: “Porquê Acreditar? Porque Eu te criei e Eu te amo, em favor da bondade – DEUS”.

“O nosso objetivo é contrariar a AHA (American Humanistic Associacion) com o nosso próprio anúncio positivo e otimista que identifica Deus como o nosso verdadeiro criador que nos ama”, disse JoEllen Murphey, de McLean, na Virginia, uma mãe de quatro filhos, que foi uma das pessoas escandalizadas com a campanha ateísta empreendida pela Associação Humanista Americana.

Murphey trabalha conjuntamente com o Centro de Desenvolvimento Familiar pelas populações.

A Associação Humanista Americana começou a organizar uma campanha publicitária de 40.000 dólares para o período festivo no mês passado numa tentativa de alcançar aqueles que possam estar interessados no humanismo, que rejeita a crença em Deus e na vida para além da morte. Os anúncios que afirmam – “Porquê acreditar num deus? Basta ser bom, em favor da bondade” – estão atualmente expostos no exterior e no interior de 200 automóveis da área metropolitana de Washington e serão veiculados durante toda época do Natal.

Os anúncios do grupo ateísta suscitaram um clamor público, resultando em centenas de queixas enviadas à agência de trânsito devido àquela publicidade.

“Depois de um amigo ter me enviado um artigo sobre a campanha publicitária da AHA, pensei: ‘Basta!’ Estou tão cansada que Deus e a religião sejam atacados que decidi lançar uma contra-publicidade”, disse Murphey.

A campanha “Eu Também Acredito” será difundida a partir da próxima semana. Até 5 de Dezembro, mais de 165 doadores tinham contribuído com 6.700 dólares, o que é suficiente para cobrir o preço dos 200 cartazes interiores e 10 cartazes traseiros dos carros. No Facebook, a campanha tem o apoio de 740 amigos.

Podem ser feitas doações, que são dedutíveis, pela Internet através do PayPal ou por cheque, enviadas para o Centro de Desenvolvimento Familiar.

Um outro grupo Cristão, chamado Amigos de Cristo da Pensilvânia, tem também prevista uma campanha publicitária em automóveis para contrariar os anúncios ateístas. O grupo irá publicar anúncios dizendo “Acreditem em Deus. Cristo é o Natal em favor da bondade” em 10 veículos metropolitanos durante quatro semanas.

Entretanto, o diretor executivo da AHA, Roy Speckhardt, disse que a “campanha de festividades sem Deus” tem sido um sucesso esmagador, segundo a ABC News 7.

Muitos grupos Cristãos por todo o país disseram que acharam os anúncios ofensivos, reclamando que se trata de uma nova tentativa de banir Deus da praça pública da parte daqueles que travam uma guerra contra o Natal.

A campanha dos ateístas Americanos veio um mês depois da Associação Humanista Britânica ter declarado que iria publicar anúncios em veículos de Londres no mês de Janeiro, afirmando: “Provavelmente não há nenhum Deus. Agora, pare de se preocupar e desfrute a sua vida”.

Ao contrário da Grã-Bretanha, onde seis em cada dez pessoas admitem não ter qualquer afiliação religiosa – de acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas, os Estados Unidos são uma nação que ainda professa esmagadoramente uma crença em Deus. No início deste ano, uma sondagem do Pew Forum on Religion and Public Life descobriu que 92 por cento dos Americanos acreditam em Deus.

(Fonte: Diário Cristão / Adaptado por O Verbo)

Nova versão de Bíblia: Heterossexualidade é pecado

Um produtor de filmes recentemente divulgou um projeto independente acerca de uma fórmula que transforma todos os heterossexuais em “gays”. Agora ele anunciou que está trabalhando para fazer a “Bíblia da Princesa Diana”, na qual “Deus” ordena o homossexualismo como o melhor estilo de vida.

“Há muitas diferentes versões da Bíblia. Não vejo motivo por que não possamos ter uma Bíblia gay”, disse Max Mitchell numa declaração num site para o seu novo projeto.

A “Bíblia gay”, produzida pelos Estúdios Revisão, com sede no Novo México, EUA, declara que Deus instrui que “é melhor ser gay do que heterossexual”.

Mitchell disse que ele desenvolveu a idéia da “Bíblia” a partir de seu novo projeto cinematográfico, chamado “Horror in the Wind” [Horror ao vento], em que uma substância levada pelo ar “muda a orientação sexual do mundo”.

Ele disse que se chama “A Bíblia da Princesa Diana” por causa das “muitas boas obras” de Diana.

O site oferece uma pré-estréia do projeto, com previsão de disponibilidade para 2009.

Na versão de Mitchell, o livro de Gênesis fala sobre Aida e Eva:

“E o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Aida, e ela dormiu; e ele tomou uma das costelas dela, e fechou a carne em seu lugar; e da costela, que o Senhor Deus tomou da mulher, ele formou outra mulher, e trouxe-a à primeira mulher. E disse Aida: ‘Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada mulher, porque ela foi tomada de mim. Portanto deixará a mulher a sua mãe, e apegar-se-á à sua esposa, e elas serão uma só carne. E ambas estavam nuas, a mulher e a sua esposa; e não se envergonhavam”.

A nova versão continua:

“E Eva concebeu, e deu a luz Caim, e disse, ‘criamos um filho à imagem de Deus’. E Deus disse que o macho era diferente da mulher porque ele foi gerado pela serpente… E Eva de novo concebeu da serpente e deu a luz Abel, irmão de Caim. E Abel cuidava das ovelhas, mas Caim cuidava da terra”.

De acordo com o site homossexual Queerty.com, Mitchell descreveu sua obra como divinamente inspirada.

“Jesus era gay. Nos tempos bíblicos, os relacionamentos homossexuais eram tão comuns que ninguém pensava duas vezes. O que era considerado pecado era a heterossexualidade”, ele disse no site.

Na página de comentários do site, um participante disse: “Aida e Eva são um sopro de ar fresco na face da reprimida homossexualidade da sociedade. Finalmente, uma versão da Bíblia com a qual todos podem se identificar”.

No site Belieftnet.com, alguém postou um comentário expressando oposição ao projeto:

“De vez em quando, a arte mais distorce a verdade do que a transcende, e é aí que tenho de decidir o que é aceitável ou não. Daí minha oposição à ‘Bíblia da Princesa Diana’ que está para vir”.

“Esse livro é inspirado por uma agenda política e o desejo de uma pessoa de torcer não somente o texto, mas o próprio contexto, para satisfazer sua própria perspectiva. Isso, você poderá dizer, é o que os comentaristas fazem — e talvez até mesmo os tradutores —, mas esse cara está se fazendo de ‘autor’, que faz de sua obra um livro, não uma Bíblia”, comentou esse participante.

Fonte: www.juliosevero.com

FONTE: www.overbo.com.br