quinta-feira, 6 de novembro de 2008

AVISO!!!!

A PAZ DO SENHOR JESUS A TODOS!!!
GOSTARIA DE AVISAR QUE ESTAREI VIAJANDO HOJE PARA UMA OBRA NO TOCANTINS E SÓ RETORNAREI NA TERÇA-FEIRA, POR ISSO O BLOG VAI FICAR DESATUALIZADO!!!
OBRIGADA!!!
FICAM COM DEUS

Vaticano pede que Deus ilumine caminho de Obama

O Vaticano pediu nesta quarta-feira para Deus iluminar os caminhos do presidente eleito dos Estados Unidos Barack Obama.

Antes mesmo do pronunciamento oficial do primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi sobre a vitória do candidato democrata, a Santa Sé parabenizou Obama por seu triunfo nas eleições de 4 de novembro.

“Deus ilumine Barack Obama na sua grandíssima responsabilidade de poder responder as expectativas e as esperanças que se direcionaram a ele”, assinalou o porta-voz do Vaticano, o padre jesuíta Federico Lombardi.

O responsável pela área de comunicação da Santa Sé disse ainda que o Vaticano deseja que o presidente eleito dos Estados Unidos consiga servir “de forma eficaz ao direito e à Justiça através das vias adequadas para promover a paz no mundo, favorecendo o crescimento e a dignidade das pessoas, respeitando os valores humanos e espirituais essenciais”.

Responsabilidade com o mundo

De acordo com o Padre Lombardi, a tarefa do novo presidente é de grande responsabilidade. “Os crentes rezam para que Deus o ilumine e o ajude na sua tarefa de grande responsabilidade”, disse. As eleições americanas estavam sendo acompanhadas com grande expectativa pelo Vaticano, apesar de os católicos não representarem a maioria da população do país.

No entanto, a Igreja Católica dos Estados Unidos é a principal doadora de recursos para o Vaticano. Em recente visita ao país, em abril último, o papa Bento 16 buscou entusiasmar os católicos americanos, que perdem presença diante do crescimento dos evangélicos, e tentou amenizar os danos causados pelos abusos sexuais cometidos pelo clero no país.

Apesar do sucesso da viagem papal, as relações diplomáticas entre o Vaticano e os Estados Unidos nem sempre foram tranqüilas.

Em 2004, com o então papa João Paulo 2º, o Vaticano se manifestou contrário à invasão do Iraque. Ele mandou enviados para conversar com líderes americanos e iraquianos a fim de resolver a disputa de forma diplomática.

Durante encontro realizado no Vaticano em 2005 com o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, o papa clamou por um retorno rápido da soberania do Iraque.

Autoridades do Vaticano expressaram consternação sobre o abuso de prisioneiros iraquianos por soldados dos EUA e condenaram a tortura como uma afronta à dignidade humana.

O Vaticano também é contrário ao aborto e ao casamento homossexual - temas amplamente discutidos durante a campanha eleitoral americana. (Fonte: Folha Online)

FONTE: www.overbo.com.br

Muçulmanos convertidos ao cristianismo exigem o direito de mudar de religião


Um total de 144 cristãos, entre eles 77 muçulmanos convertidos, pediram ontem ao Primeiro Fórum Católico-Muçulmano reunido no Vaticano que obtenham o direito de mudar de religião.

Este grupo pediu às autoridades religiosas presentes a este Fórum que a lei islâmica não seja aplicada aos não muçulmanos, que seja abolida a condição de segunda classe (aos cristãos) e que a liberdade de mudar de religião seja reconhecida como um direito fundamental, entre outras coisas.

Os 150 cristãos, procedentes da África do Norte e do Oriente Médio, fizeram o apelo através da agência “Asia news”.

Segundo a “Asia news”, este grupo denunciou que as condições das minorias cristãs em países islâmicos estão se agravando perante o crescimento do islamismo radical nos últimos tempos.

Acrescentam que os novos cristãos ou os convertidos “não têm direito de expressarem a nova escolha religiosa sob pena de serem condenados por apostasia e obrigados ao exílio”.

Com relação à liberdade de mudar religião, disseram que deve ser reconhecido como um direito fundamental, “um direito que vem de Deus, que não obriga ninguém a adorá-lo”, declararam.

O Primeiro Fórum Católico Muçulmano, que começou na terça, tem como tema “Amor de Deus, amor do próximo” e requintaúne até , no Vaticano, 58 autoridades religiosas, especialistas e conselheiros.

(Fonte: G1)

FONTE: www.overbo.com.br

Arqueólogos descobrem túmulo de 12 mil anos em Israel

Arqueólogos da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriram no norte de Israel o túmulo de uma mulher xamã, que inclui as carapaças de 50 galápagos e um pé humano de 12 mil anos.
Acredita-se que o achado, que corresponde ao período Neolítico, é um dos mais antigos que se conhecem do enterro de uma xamã em toda a região, segundo um comunicado divulgado hoje pela universidade.
Leore Grosman, do Instituto de Arqueologia do centro acadêmico e que dirige a escavação em Hilazon Tachtit, na Galiléia ocidental, acredita que os preparativos e o ritual empregados para o enterro, assim como o método para fechar o túmulo, sugerem que a sepultada tinha um papel de destaque na comunidade.
O túmulo continha restos de vários animais, raramente achados em enterros do período Neolítico, como 50 carapaças completas de tartarugas, a ponta da asa de uma águia dourada, o rabo de uma vaca, os esqueletos de dois furões e a pata de um javali selvagem.
Além disso, foi descoberto um pé humano de um indivíduo consideravelmente mais alto que a morta, que era de pequena estatura e tinha 45 anos quando morreu, segundo uma análise de seus ossos.
A xamã também apresentava um problema vertebral que poderia ter lhe causado dificuldades de locomoção.
Grosman considera que o achado se trata do que especialistas associam com os túmulos de xamãs, pois geralmente os enterros refletiam o papel que o indivíduo desempenhava e seus mortos eram enterrados junto a animais e outros objetos com os quais se relacionavam em vida.
O arqueólogo menciona que, no momento de seu sepultamento, sobre a cabeça, a cintura e os braços da mulher foram colocadas dez pedras, e que após a decomposição do corpo seu peso provocou a desarticulação de algumas partes do esqueleto.
Acredita-se que uma das razões desta prática tenha sido evitar que seu corpo fosse comido por animais ou talvez porque a comunidade tenha tratado de proteger seu espírito dentro do túmulo.

EFE

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Ex-marido mata mulher em nome de Jeová

Elizabeth Duhau Rego, de 37 anos, foi morta a facadas pelo ex-marido no sábado, em Miguel Pereira, mas seu corpo só foi encontrado nesta terça-feira, depois que o assassino, João Inácio dos Santos, de 41 anos, foi até a delegacia confessar o crime. Santos disse em depoimento que matou em nome de Jeová, alegando ser um dos 144 mil escolhidos para entrar no reino dos céus. Ele disse ainda que sua ex-mulher seria a sua primeira vítima, de uma lista de muitos assassinatos que ainda cometeria. Santos decidiu se entregar depois de assistir a uma reportagem no fim de semana, sobre presidiários que faziam o curso de direito dentro da cadeia. Ele foi indiciado por homicídio duplamente qualificado, pois premeditou o crime e queimou as roupas depois de matar Elizabeth.

O Globo

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Casamento gay é derrubado na Califórnia

Com quase 52% dos votos a favor da Proposition 8 _ que derruba o casamento gay na Califórnia_ a comunidade homossexual californiana acordou dividida na manhã desta quarta-feira. Eleitores do maior estado norte-americano decidiram derrubar a decição da Suprema Corte que aprovou o casaemnto gay em junho passado. Quem casou, casou, vai valer. Quem não se casou, não se casa mais. 48,2 % dos eleitores achavam que o casamento gay deveria continuar.
Institutos de pesquisa afirmam que grande parte dos votos contra o casamento gay veio da comunidade latina do estado, estimada em 30% da população. A campanha para derrubar o casamento gay focou nos valores morais desta comunidade, bastante ligada a movimentos religiosos tradicionalistas, em especial o evangelismo. Por outro lado _ e vem daí a frase "a comunidade homossexual californiana acordou dividida na manhã desta quarta-feira"_ rolou uma festa pública em West Hollywood na madrugada desta terça-feira para comemorar a vitória de Obama. A comunidade gay domina o bairro e saiu às ruas para comemorar a chegada ao poder do político que já se declarou a favor dos direitos civis homossexuais.
Em seu primeiro discurso como presidente eleito, aliás, lembrou seus eleitores homossexuais:
"Esta foi a resposta dada por jovens e velhos, ricos e pobres, democratas e republicanos, brancos, negros, hispânicos, asiáticos, americanos nativos, gays, héteros, deficientes e não-deficientes, americanos que mostraram ao mundo que não nunca fomos só um monte de indivíduos ou de estados vermelhos e azuis - nós somos e sempre seremos os Estados Unidos da América", afirmou o primeiro presidente negro dos Estados Unidos.

Mix Brasil

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Mulher morre por não aceitar religião do marido

Uma mulher foi morta a facadas na casa onde morava, no Rio de Janeiro. O acusado do crime seria o marido João Inácio dos Santos, 41 anos, que teria matado a vítima após a esposa ter se mostrado contrária às normas da seita religiosa que ele freqüenta. João se apresentou à polícia e confessou o crime.
A princípio, os policiais pensaram que João estivesse delirando ou drogado, mas quando chegaram à casa, encontraram o corpo e a arma do crime. O assassino afirmou que faz parte de uma seita que não permite a doação de sangue e que, em uma conversa com mulher, descobriu que esta doaria sangue para salvar uma vida.
O homem disse que foi motivado a praticar o crime pois assistiu em um programa de televisão que falava de presos que conseguiram se formar em direito cumprindo pena. João disse que pretende estudar para ser advogado e que se defender no futuro, quando foi julgado pelo assassinato da esposa.
O assassino se proclamava “vingador de Jeová” e revelou que pretendia matar outras pessoas que descumprissem as doutrinas da seita. Ele será encaminhado para exame psicológico.

ClicaBrasília

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Estudo liga programas de TV à gravidez na adolescência


Adolescentes que assistem muitos programas de TV com conteúdo sexual - sejam cenas ou diálogos - têm probabilidade duas vezes maior de engravidar nos três anos seguintes do que os jovens que assistem poucos desses programas, segundo um estudo da RAND Corporation publicado nesta segunda feira pela revista Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria.

O estudo americano é o primeiro a estabelecer uma relação direta entre a exposição de adolescentes a conteúdo sexual na TV e gravidez - tanto de meninas, como dos garotos que assistem aos programas e engravidam suas namoradas.

Para a pesquisadora Anita Chandra, que liderou o estudo, os “adolescentes recebem considerável quantia de informação sobre sexo através da TV e a programação normalmente não destaca os riscos e responsabilidades do sexo”.

“Nossas conclusões sugerem que a televisão pode desempenhar um papel significativo nas altas taxas de gravidez adolescente nos Estados Unidos.”

Metodologia

No estudo, os pesquisadores acompanharam 2.000 adolescentes entre 12 e 17 anos de idade durante três anos. Os pesquisadores perguntavam sobre os hábitos televisivos e sexuais dos adolescentes.

A análise é baseada nos resultados de cerca de 700 participantes que haviam iniciado suas atividades sexuais neste período e falaram de seu histórico de gestações.

As informações sobre os hábitos televisivos foram combinadas com os resultados de uma outra análise sobre programas de televisão para determinar a freqüência e o tipo de conteúdo sexual a que os adolescentes estão expostos quando assistem TV.

Para os pesquisadores, o conteúdo sexual dos programas pode influenciar a taxa de gravidez na adolescência ao criar a percepção de que relações sexuais sem a proteção anticoncepcional oferecem pouco risco, e estimulando jovens a se iniciar sexualmente mais cedo.

Os pesquisadores se concentraram em 23 programas, que incluíam dramas, comédias, reality shows e programas de auditório.

“A quantidade de conteúdo sexual na televisão dobrou nos últimos anos, e há pouca representação de práticas seguras de sexo nesses programas”, diz Chandra.

“Apesar de ter havido algum progresso, os adolescentes que assistem televisão ainda vão encontrar pouca informação sobre as conseqüências de práticas sexuais sem proteção entre os muitos programas mostrando sexo.”

Outros fatores

Os pesquisadores afirmam, no entanto, que outros fatores influenciam a gravidez na adolescência.

Adolescentes que moram com os dois pais têm probabilidade menor de engravidar, enquanto meninas, negros e adolescentes com problemas de comportamento como disciplina, estão mais propensos a engravidar.

Os jovens que pretendiam ter filhos cedo também têm mais propensão a engravidar durante a adolescência.

Os pesquisadores recomendam que as redes de TV sejam encorajadas a incluir programas que mostrem relações sexuais de forma mais realista e incluam conseqüências do sexo sem proteção, como doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada.

Eles ainda recomendam que os pais assistam televisão com os filhos adolescentes para explicar as conseqüências de sexo sem proteção e que pediatras perguntem aos jovens que programas de TV eles assistem, para dar mais informações sobre métodos anticoncepcionais.

Mas Chandra afirma que a televisão é apenas parte da dieta midiática dos adolescentes. “Nós também devemos investigar o papel das revistas, da internet e da música”, afirmou.

A taxa de gravidez na adolescência vem caindo nos Estados Unidos desde 1991, mas o país ainda é um dos que tem maior incidência entre os países desenvolvidos.

Quase um milhão de jovens meninas engravidam a cada ano, sendo que a maioria dessas gestações não são planejadas. As pesquisas mostram que as mães adolescentes têm mais propensão do que outras meninas a abandonar a escola, precisar de benefícios e viver na pobreza.

A RAND é uma organização de pesquisas sem fins lucrativos que produz análises para o setor público e privado.

(Fonte: G1)

FONTE: www.overbo.com.br

Jornalista critica perseguição da Rede Globo aos evangélicos


O jornalista Carlinhos Medeiros criticou a Rede Globo, em seu blog “Bodega Cultural”, por tentar desmoralizar os evangélicos em sua programação. O caso mais recente citado por ele foi na estréia do seriado “O Pai, ó”, nesta sexta-feira, 31 de outubro.

Confira abaixo a integra do texto escrito pelo jornalista em seu blog:

A Rede Globo e suas formas obtusas de lidar com perdas

A Globo perdeu sua hegemonia há tempos, disto eu não tenho dúvida. Sua liderança foi sumariamente abalada pelo crescimento da TV do Bispo Macedo, a Rede Record — mas também pela mudança geopolítica nos estados brasileiros, antes dominados pela direita rubiosa deste país.

Antes de o Lula assumir a Presidência da República, éramos vítimas da ditadura midiática impingida pela Rede Globo, protegida pelos mandatários que distribuíam seus sinais fartamente pelos interiores nordestinos, quando ainda o sistema de redistribuição era feito só por empresas estatais. Só dava ela.

Na realidade, os programas da Record são cópias fiéis de sua concorrente. Talvez porque o “calo” da Globo tenha contratado a maioria dos bons profissionais que estavam desempregados, ou mesmo trabalhando à margem das leis trabalhistas para a Globo, já que esta não oferece as mínimas condições de trabalho para os profissionais da imprensa.

Há tempos eu não via TV, mas, ontem (31), enquanto pensava no que escrever para este sábado de sol, fui atraído pela música do carlista Caetano Veloso “O Paí ó” se esgüelando na sala sem espectador, e fui até lá averiguar do que se tratava. Como gosto muito do ator Lázaro Ramos e o tema, coincidentemente, foi vivido por mim quando da minha curta incursão pela música na ocasião do lançamento do CD Lua Rara, resolvi assistir.

Só que, na realidade, nas entrelinhas, havia uma tentativa velada de desmoralizar os evangélicos. Ou seja, o tema nada tinha a ver com a difícil missão de se viver de arte neste país. O imbróglio se desenrolava em torno de uma nota de 50 que um pastor foi “solicitar” a uma irmã para ajudar nas despesas de um evento na Igreja.

Mesmo a irmã tendo mostrado suas dificuldades, o pastor não abriu mão de sua oferta, e citou o evangelho de Jesus Cristo quando diz: “Se quiseres vir após mim, vende tudo quanto tens, distribuí entre os pobres e segue-me”, para convencê-la.

Para conseguir o dinheiro, a irmã cobrou o aluguel de um inquilino, travesti, que cobrou de um taxista para o qual havia feito um “serviço”, que pediu emprestado a sua esposa, que pediu emprestado a dona de um tabuleiro de acarajé, que pediu ao incauto e sofrido cantor vivido no papel de Lázaro Ramos. Por fim, os 50 que o pastor foi “confiscar” serviu para pagar o aluguel de um microfone para a apresentação de uma cantora gospel.

Aqui pra nós, sem nenhuma égide aos evangélicos, achei um desagravo a uma comunidade que cresce a cada dia. Será que os comandantes da Rede Globo sabem quantos evangélicos existem neste país? Se continuarem assim, fecharão suas portas muito em breve.

Ofereço este post ao cantor gospel Paulo Roberto, e a todos os evangélicos do Brasil, que convenhamos, são em sua maioria pessoas de bem. Se são ou não enganados por “pastores” inescrupulosos, não é a TV Globo e seus programas fascistas que irão dizer.

Carlos Medeiros é jornalista/editor em Aracati, Ceará, e escreve para o seu blog “Bodega Cultural” (http://bodegacultural.blogspot.com/)

(Fonte: Blog Palavra de Vida)

FONTE: www.overbo.com.br

Pastorais desafiam Igreja Católica e distribuem camisinhas

BRASÍLIA - A pregação oficial da Igreja Católica contra o uso da camisinha vem sendo desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs. Sem fazer alarde, eles distribuem preservativos para a população vulnerável e portadores do vírus HIV, mostra reportagem de Evandro Éboli nesta segunda-feira, no jornal O GLOBO. No trabalho de prevenção, elaboram um material que, até bem pouco tempo, seria impensável vincular a uma entidade ligada à Igreja, com textos como: “Use camisinha em toda relação sexual, seja ela vaginal, anal, ou oral. Reduza o número de parceiros (as) sexuais”.

Uma dessas ONGS é a Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty, coordenadora da Pastoral da Aids no Centro-Oeste. Ligada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e criada em 2004, a pastoral se expandiu nos últimos anos e está presente hoje em 118 dioceses do país. O seu trabalho é acolher os doentes de Aids, dar apoio psicológico e atuar também na prevenção. Até hoje, a Igreja formou cerca de 13 mil agentes de Pastoral da Aids.

Tema que ainda é tabu para os católicos, o uso do preservativo também faz parte do trabalho da ONG Bem-me-quer, que atua em bairros pobres na periferia de São Paulo e atende cerca de 200 portadores do HIV. Como outras entidades, a Bem-me-quer participa de mobilizações como o Dia Mundial de Luta contra a Aids, que ocorre sempre em 1º de dezembro.

Bom senso

O padre Valeriano Paitoni, do Instituto dos Missionários da Consolata, de São Paulo, coordena três casas de apoio e cuida de infectados que são filhos de mães portadores do HIV. Nas três unidades do instituto, são atendidas 28 crianças e jovens e, cinco deles já completaram 18 anos. Para ele, a prevenção é fundamental. Segundo ele, a postura de uma igreja ou religião, qualquer que seja, não pode prevalecer sobre o bom senso.

Igreja comenta

Ao comentar o trabalho de padres que distribuem preservativos, o secretário-geral da CNBB, dom Dimas Lara, afirmou que há certas áreas de fronteira onde, se o religioso não participar, pode pecar por omissão:

- Possivelmente esses padres querem dar sua contribuição. É um sinal de que o católico não está alheio a esse problema. Mas a solução é mais abrangente do que a distribuição de camisinha.

Mas o avanço da atuação de religiosos na luta contra a Aids ainda esbarra numa oposição da Igreja a políticas do Ministério da Saúde, em especial das campanhas publicitárias pelo uso da camisinha. Para o secretário-geral da CNBB, essas propagandas desestimulam a fidelidade e, do jeito que são feitas, incentivam a iniciação muito precoce da sexualidade nos jovens. (Fonte: O Globo Online)

FONTE: www.overbo.com.br

Bispos dos EUA usam YouTube para defender casamento tradicional


Os bispos norte-americanos estão usando o site “YouTube para a transmissão de vídeos na Internet a favor da concepção tradicional do casamento, noticiou sexta-feira a agência católica Ecclesia.

Na versão inglesa, o arcebispo Joseph E. Kurtz, de Louisville, explica que o “casamento existe muito antes da Igreja”, sendo “a fundação da sociedade”.

A mesma mensagem, mas em espanhol, é apresentada pelo arcebispo José H. Gomez, de San Antonio. (Fonte: RTP/Adaptado por O Verbo)

Ana Paula Valadão agradece manifestações de carinho por sua segunda gravidez


Leia o post publicado pela cantora em seu blog no fim de outubro, agradecendo às pessoas por abençoarem sua segunda gravidez.

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Olá amados,

Estou passando por aqui para agradecer a cada um de vocês que tem se manifestado, abençoando a minha vida pela bêncão de mais uma gravidez!

Muito obrigada por este carinho!

Eu não esperava a “enxurrada” de e-mails e de comentários tão cheios de amor e de palavras de bênção para as nossas vidas!

Apesar das náuseas e do sono, e da correria que ainda não me deixou parar, tudo está bem… O Senhor tem me dado graça. Isaque está muito feliz com a chegada de um irmãozinho, ou irmãzinha, e com certeza, as ansiedades para “dar conta” de mais um filho não se comparam com a alegria de estar vivendo mais um milagre do Senhor.

Continuarei contando com suas orações nos meses que tenho pela frente.

No mais, também estou “gerando” outros muitos filhos! Esta semana estamos trabalhando na pós producão do CD “Não haverá limites”, do CTM, que está maravilhoso! A gravação ao vivo, no sábado, foi um motivo de muita alegria para mim. Ver os jovens adorando, a nova geração que nos sucederá, é muito bom.

Também estamos quase dando à luz ao “Crianças Diante do Trono Ao Vivo - Para adorar ao Senhor”. Sou suspeita para falar, né? Mas está lindo demais! Muito mais do que eu poderia imaginar!

E outro filho que está quase nascendo é o DVD “A canção do amor”. Assisti a tudo estes dias e fui muito impactada revivendo o que o Senhor fez nessa gravação. Que saudade do Recife! Que povo amoroso e abençoado! A atmosfera daquela gravação estava muito especial!

Bem, fico por aqui, e pouco a pouco vou dando mais notícias das bênçãos naturais e espirituais que o Senhor tem derramado sobre nossas vidas!

Mais uma vez, obrigada pelo carinho e oracões!

Ana Paula Valadão Bessa

FONTE: www.overbo.com.br

Primeiro bispo homossexual da Igreja Episcopal oficializa relação nos EUA

O primeiro bispo homossexual reconhecido pela Igreja Episcopal dos Estados Unidos formalizou neste domingo a relação com seu parceiro em uma união civil em Concord, capital do estado de New Hampshire.

(Fonte: Folha Online) - Gene Robinson e seu parceiro, Mark Andrew, 19 anos mais velho do que ele, legalizaram sua união em uma cerimônia que contou com a presença de 120 convidados, segundo anunciou a Diocese da Igreja Episcopal do estado.

O bispo tinha tornado pública sua intenção de formalizar sua relação, mas não havia informado quando pretendia fazê-lo, devido às ameaças de morte que recebeu desde sua consagração como bispo, em 2003.

Por causa disso, durante a cerimônia, que foi protegida por dois policiais, os noivos tiveram que vestir coletes à prova de balas debaixo de suas vestimentas.

O porta-voz do bispo, Mike Barwell, assinalou que a celebração foi “muito alegre” e que tudo transcorreu em um ambiente particular. As uniões civis passaram a ser oficializadas este ano no estado de New Hampshire.

A Igreja Episcopal dos Estados Unidos, um braço da Igreja Anglicana, conta com 110 dioceses, e em 2003 consagrou como bispo de New Hampshire Robinson, que havia declarado publicamente seu

FONTE: www.overbo.com.br

Julio Severo: Menina de 4 anos que vivia com « casal » gay é violentada


O cabeleireiro Orani Fogari Redondo, de 28 anos, foi preso na noite de 31 de outubro de 2008, em Araraquara, interior de São Paulo, suspeito de estuprar uma menina de 4 anos. A criança morava com ele e com o tio, um homossexual de 54 anos.

Redondo e o tio da menina moravam juntos há quase 10 anos e, há cerca de um ano e meio, o tio ficou com a guarda definitiva da garota porque os pais dela foram presos, condenados por tráfico de drogas.

Uma denúncia anônima levou a polícia até o cabeleireiro. Em sua defesa, o tio, que é enfermeiro aposentado, disse que deixou a sobrinha com o parceiro para ir ao médico e quando voltou viu sangue escorrendo pelas pernas da menina.

Segundo o noticiário da Record de 1 de novembro de 2008, a menininha precisou passar por uma cirurgia por causa da gravidade da agressão e continuará sob acompanhamento médico.

Pressionado pela polícia, o tio confessou que não foi a primeira vez que seu parceiro havia abusado da menina. Em entrevista, a polícia destacou que o rapaz tem outras passagens pela polícia pelo mesmo crime de abuso sexual de crianças.

Pelo fato de que o tio é portador do vírus HIV, existe agora a suspeita de que seu amante mais jovem possa também estar infectado, o que aumenta a probabilidade de a menina ter sido contaminada.

A pedido do tio, a imprensa ocultou seu nome. Aliás, ocultou muito mais — em nenhuma das notícias sobre o caso a palavra “homossexual” ou “homossexualidade” foi utilizada para se referir ao tio e seu relacionamento com um homem mais jovem. Um código “moral” anti-discriminação politicamente correto está pressionando a mídia brasileira a não expor o homossexualismo em notícias desfavoráveis aos interesses da agenda gay, porém dando-lhe tratamento totalmente inverso quando as notícias lhe são favoráveis.

A meta parece ser incomodar o menos possível os homossexuais e seu comportamento, e esse pode ser o motivo por que nenhum assistente social estatal — que são notoriamente xeretas e intrometidos — se interessou em “xeretar” a ficha suja do amante do tio durante o processo de transferência da guarda da menininha. Mas é ao custo da saúde e vida dos inocentes que o homossexualismo recebe tal acobertamento.

As perguntas que não querem calar são:

Qual foi o órgão estatal que entregou a guarda da menininha a um homossexual vivendo com outro homem durante vários anos?

Se o estuprador já tinha passagens pela polícia por crimes sexuais contra crianças, o que ele estava fazendo solto?

O caso está cheirando a um horrendo escândalo de negligência estatal…

Por Julio Severo
Fonte: www.juliosevero.com

FONTE: www.overbo.com.br

domingo, 2 de novembro de 2008

Valéria Valenssa diz que pecava quando era Globeleza

A evangélica conta que escolheu a Igreja Universal pela variedade de horários.
A ex-Globeleza Valéria Valenssa afirmou, em entrevista à revista VEJA, que pecava quando fazia os anúncios do Carnaval na TV Globo. “Mas eu não estava na presença do Senhor, não tinha os conhecimentos que tenho hoje.” Hoje evangélica, Valéria dsse que não sente saudades dos desfiles nas escolas de samba. “Deixei de desfilar porque já tinha vivido tudo como a Globeleza. Com fantasia, sem fantasia.”
A mulata ainda contou o motivo que a levou a freqüentar a Igreja Universal do Reino de Deus: “Tem cultos em diversos horários”. A religião passou a ser mais presente na vida da artista no momento em que foi demitida do cargo de Globeleza. “Estava 10 quilos acima do peso e cometi loucuras. Fiz lipoaspiração, coloquei próteses. Perdi os 10 quilos em apenas dois meses. E no fim fui mesmo substituída. Caí em profunda depressão.”
Com um grupo de funcionários evangélicos da TV Globo, Valéria diz que encontrou Deus. “Quando cheguei a essa reunião, tive um encontro real. Chorei por uma hora e meia. A partir daquele momento, nunca mais me separei Dele. E hoje sou mais feliz.”

Na vida da ex-Globeleza, a mulata estonteante que anunciava o Carnaval na TV Globo é apenas um retrato na parede. Aliás, dois: um de 3 metros de altura, outro de 2 metros. Quando foi demitida, em 2005, Valéria Valenssa se tornou evangélica. Hoje, aos 37 anos e longe da folia, dedica-se ao marido, Hans Donner, e aos dois filhos. E, desde julho deste ano, dá seu testemunho em um templo da Igreja Universal do Reino de Deus no Rio de Janeiro. Valéria falou a VEJA sobre essa nova fase.

Antes de se tornar evangélica você tinha alguma religião?
Nasci em um lar um pouco misturado. Minha mãe era espírita e meu pai, budista. Cresci nesse meio, freqüentava os dois templos. Mas eu era muito jovem. Não tinha preferência por um ou por outro.

A que você atribui o surgimento de sua vocação religiosa?
Em 2004, quando meu segundo filho nasceu, a Rede Globo me avisou que estava à procura de uma nova Globeleza. Eu faria só mais uma vinheta, para o Carnaval de 2005. Estava 10 quilos acima do peso e cometi loucuras. Fiz lipoaspiração, coloquei próteses. Perdi os 10 quilos em apenas dois meses. E no fim fui mesmo substituída. Foi muito traumático, e um desrespeito enorme a mim e, principalmente, ao Hans, depois de catorze anos de trabalho. Caí em profunda depressão. Eu tinha o mundo a meus pés e, no dia seguinte, não tinha mais nada.

E por que a religião lhe pareceu uma saída?
Meu grande exemplo de vida sempre foi (a cantora gospel) Aline Barros, que tem um brilho pessoal impressionante. Eu me inspirei nela para me juntar a um grupo de funcionários cristãos evangélicos da Globo, que se reúne perto da emissora. Foi ali que encontrei Deus.

Como foi esse encontro?
Eu já conhecia Deus. Mas era algo superficial. Outro dia meu filho perguntou ao Hans se ele conhecia o Mike Tyson. E o Hans respondeu que só pela TV. Minha relação com Deus era mais ou menos assim. Quando cheguei a essa reunião, tive um encontro real. Chorei por uma hora e meia. A partir daquele momento, nunca mais me separei Dele. E hoje sou mais feliz, tenho outra visão de vida.

Em que essa visão é diferente?
Se eu não estivesse na presença do Senhor, hoje ainda estaria buscando algo que preenchesse o vazio deixado pela Globeleza. Era como se naquele momento eu fosse uma criança e a Globo tivesse tirado o pirulito da minha mão.

Por que escolheu a Igreja Universal do Reino de Deus?
Porque tem cultos em diversos horários.

Que mensagem você procura passar em seus testemunhos?
A primeira coisa é o amor. Em seguida vem o respeito ao próximo, à família, ao casamento.

Você escreve seus testemunhos ou fala de improviso?
Vou com um roteiro básico. Mas na hora escolho as palavras. Falo sobre a minha experiência de vida. Vim de uma família simples, tive dinheiro e fama, mas nada disso preencheu o vazio que havia dentro de mim. E conto como estou hoje.

Tem saudade do Carnaval?
Não. Deixei de desfilar porque já tinha vivido tudo como a Globeleza. Com fantasia, sem fantasia. Já vivi de tudo. Agora estou em outra fase, só quero curtir a infância dos meus filhos. O Carnaval é uma festa da carne, uma festa do mundo. As pessoas lá estão pecando.

Você pecava quando aparecia nas vinhetas e desfilava com o corpo coberto apenas com tinta e purpurina?
Sim. Mas eu não estava na presença do Senhor, não tinha os conhecimentos que tenho hoje.

Quais são os seus planos para o futuro?
O futuro a Deus pertence. Mas gostaria de escrever um livro com meu testemunho e minha história de vida.


Veja

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

A Bíblia ensina salvação para os mortos ?

INTRODUÇÃO

Salvação para os mortos é um das doutrinas distintivas do mormonismo que por sua vez os separa do Cristianismo histórico. Nota-se, contudo, que o Livro de mórmon se silencia a respeito da salvação para os mortos e também do batismo para os mortos. Outros livros de revelações posteriores da seita que explicitamente mencionam estes assuntos são em grande parte interpretações de um punhado de passagens da Bíblia (dois em particular—1 Pedro 3.19 e I Coríntios 15.29). Assim, o real fundamento da doutrina da salvação para os mortos, é sua própria interpretação deturpada destas passagens.

“Este artigo começa com uma introdução ao ensino bíblico básico relativo ao destino eterno da humanidade, e então examina em alguns detalhes a interpretação de que Cristo estava pregando aos espíritos em prisão como descrito em I Pe 3.19”
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O que acontece a esses que morrem sem um conhecimento de Jesus Cristo e da Bíblia? Eles terão uma oportunidade para ouvir o evangelho e se arrepender depois da morte? Seria injusto se Deus os negasse tal oportunidade? Porque a Bíblia declara que as pessoas têm que ouvir e têm que acreditar no evangelho de Jesus Cristo primeiramente para então receber o perdão de seus pecados e escapar do julgamento de Deus (João 3.36; Romanos 10.13-17). Às vezes é dito que esses que morrem sem ouvir o evangelho são inocentes. Como eles podem ser culpados e responsáveis, quando de fato morreram em ignorância? Deus não é obrigado pela sua justiça lhes dar uma oportunidade para ouvir o evangelho e se arrepender no mundo dos espíritos? Estas e outras perguntas levantadas pela religião mórmon serão satisfatoriamente respondidas neste artigo.


Existe Alguém Inocente Perante Deus?


Estas perguntas parecem lógicas e justas, pelo menos em parte. Certamente nós sentimos intuitivamente que Deus tem de fazer o que é certo e justo. Porém, a visão humana de que esses que morrem sem um conhecimento do evangelho são inocentes, são no mínimo passíveis de questionamentos.
Por exemplo, a Bíblia é a única fonte de conhecimento sobre Deus; este Deus não pode julgar razoavelmente a menos que todos tenham a mesma oportunidade; e, que esses têm o desejo do evangelho para adorar e obedecer a Deus, mas são privados de o fazer assim por uma falta de conhecimento. Todavia estas suposições estão em conflito com o ensino bíblico. Nos primeiros dois capítulos da epístola de Paulo aos Romanos, o apóstolo mostra que o problema espiritual mais profundo da humanidade não é uma falta de conhecimento sobre Deus, mas uma atitude do coração rebelde. Esses que não têm a Palavra escrita de Deus (revelação especial) está não obstante sem desculpa, de acordo com Paulo, porque eles rejeitaram a revelação que Ele deu através da criação e da consciência humana (revelação geral):

“Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis”
Romanos 1.19,20

Além da revelação da existência de Deus e do poder da criação, o mundo pagão também tem a voz da consciência. Paulo descreve consciência como " o trabalho da lei escrita nos corações " (Rom. 2:15). Esses com apenas a luz da criação e da consciência serão julgados por Deus com menos rigor , entretanto eles ainda estarão sem desculpa:

“Porque todos os que sem lei pecaram, sem lei também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados. Pois não são justos diante de Deus os que só ouvem a lei; mas serão justificados os que praticam a lei (porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem por natureza as coisas da lei, eles, embora não tendo lei, para si mesmos são lei. pois mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os)”
Romanos 2.12-15

Esses que morrem na ignorância terão que dar conta no juízo final pelos seus pecados e responderem pela luz que tiveram. Porém, a Bíblia nos assegura que onde há corações minuciosos verdadeiramente, Deus providencia a luz necessária para a salvação (por exemplo, o funcionário etíope de Atos 8:26-40, e o centurião, Cornélio, Atos 10:1-48). (Esses que morrem ainda crianças em caso especial, desde que eles não são de responder pelo bem ou mal que fizeram terão sua compreensão diante de Deus.


A MORTE DEFINE NOSSO DESTINO ETERNO

Um dos obstáculos para aceitar a doutrina da salvação para os mortos é o ensino bíblico de que nosso destino eterno é fixo pela morte. Hebreus 9:27 declara exatamente isso. Igualmente a história de Jesus sobre o rico e Lázaro em Lucas 16:19-31, prova que não há nenhuma oportunidade para se arrepender depois da morte. Nesta história, o homem rico morre e vai para o " inferno " (grego: hades)—que a Bíblia descreveu como um lugar de tormento consciente.contrastando com isso, o mendigo Lázaro vai para um lugar de bem-aventurança, o seio de " Abraão". Estes dois lugares são descritos como separados por um abismo.

Tudo aponta para o fato de que nosso destino eterno é fixo pela morte que exclui a possibilidade de arrependimento no mundo dos espíritos.


A PROCLAMAÇÃO DE CRISTO AOS ESPÍRITOS EM PRISÃO

O ensino geral da Bíblia exclui claramente a possibilidade de arrependimento depois da morte (como também faz o Livro de mórmon—Alma 34:31-35; 42:4,13,28; Helaman 13:38). Mas há um ponto em I Pedro 3:19 que fala de Cristo “pregando aos espíritos em prisão”. Esta passagem oferece apoio bíblico para a doutrina de salvação para os mortos? Certamente que não! Esta passagem merece um estudo mais profundo e cuidadoso do estudante da Bíblia visto que ela é uma das mais difíceis de todo o livro. Como em todo procedimento que fazemos para uma boa e correta interpretação bíblica, é importante que nós examinamos estes versos no seu contexto, de forma que nossa interpretação verdadeiramente saia do texto sagrado (exegese), em contraste com as interpretações de idéias preconcebidas sobre ele (eisegesis). I Pedro 3.19 às vezes é usado para ensinar que o espírito de Jesus desceu ao Inferno, o lugar onde os seres humanos falecidos esperam o julgamento final. É entendido que a viagem de Cristo para o mundo dos espíritos teve lugar durante o tempo entre sua morte na sexta-feira e a ressurreição no domingo de manhã. O propósito da viagem, de acordo com escritura mórmon (Doutrinas e Convênios), era oferecer o evangelho a ambos: aos que morreram em ignorância sobre Cristo, como também para aqueles que ouviram mas rejeitaram isto quando ainda vivos. Observe o texto logo abaixo:
“Porque também Cristo morreu uma só vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; sendo, na verdade, morto na carne, mas vivificado no espírito;no qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão; os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava, nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas, isto é, oito almas se salvaram através da água” 1 Peter 3:18-20
Três perguntas chaves surgem deste texto:

(1) Quando e onde Cristo fez esta proclamação?

(2) A quem Ele fez isto?

(3) Qual era o propósito desta proclamação que Ele fez?


1.Quando e onde?


Considerando a primeira pergunta, Quando e onde Cristo fez esta proclamação? —note a sucessão de eventos nos versos 18-19: (1) Cristo foi morto, (2) Ele tornou a viver (ressuscitou), e (3) Ele foi e pregou aos espíritos em prisão. Veja que quando diz que Cristo pregou aos espíritos, não aconteceu entre a morte dele e a ressurreição, mas DEPOIS da ressurreição, evidentemente como uma parte de sua ascensão. Isto refuta a interpretação de que Cristo desceu à mansão dos mortos durante o tempo em que seu corpo ainda estava no túmulo.

Também note que o texto na verdade não diz nada sobre uma descida. Simplesmente diz que Cristo " foi " e pregou aos espíritos. Esta mesma palavra traduzida aqui como " foi " (grego: poreutheis) aparece novamente no verso 22, onde, fala da ascensão de Cristo, diz—Que tem entrado no céu. . ." os versos 19-22 descrevem evidentemente logo atrás a viagem do espírito de Cristo ao céu (ascensão) depois da ressurreição, e a proclamação aos espíritos aconteceu como parte desta viagem.


2. Quem Eram esses Espíritos?


Eles são descritos no verso 20 como " rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava, nos dias de Noé". Desta descrição, concluem alguns que a referência é a seres humanos dos dias de Noé que recusou a pregação deste patriarca e foi destruído subseqüentemente na inundação. Porém, até mesmo se a pessoa aceitar esta interpretação, não é muito forte como um apoio para a doutrina da salvação dos mortos. O texto só fala de um grupo específico—a geração de Noé—não todos os mortos que incluem àqueles que morreram em ignorância do evangelho. Além disso, se a proclamação de Cristo aqui fosse uma oferta do evangelho, uma pergunta natural seria: Por que somente os contemporâneos de Noé é que teriam oportunidade para se arrepender no mundo dos espíritos? Segundo o profeta mórmon, Smith, esse povo não morreu ignorantes do evangelho (veja Pérola de Grande Valor/livro de Moisés 8:19-24, o qual descreve explicitamente como as pessoas do dia de Noé rejeitaram a pregação do evangelho feita por ele). Por que eles teriam uma segunda chance no mundo dos espíritos?

Além disso, na Segunda Epístola de Pedro usa as pessoas destruídas na inundação como um exemplo sendo reservado para castigo eterno:

“...se não poupou ao mundo antigo, embora preservasse a Noé, pregador da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios;se, reduzindo a cinza as cidades de Sodoma e Gomorra, condenou-as à destruição, havendo-as posto para exemplo aos que vivessem impiamente”
II Pedro 2:4,5,6,9

O fato é que II Pedro 2:4 usa os contemporâneos de Noé como um exemplo daqueles que estão sendo reservados para o castigo eterno, e isto é um obstáculo muito grande para a idéia de que após a morte estes receberam nova oportunidade para a salvação através do evangelho. Por que?

A idéia que a salvação está sendo oferecida no mundo dos espíritos está fora de cogitação com o desenvolvimento do argumento em 1 Peter 3:17-22.


3. O PROPÓSITO

O propósito desta passagem é encorajar os cristãos no sofrimento com o exemplo de Cristo Ele foi morto na carne mas foi vivificado no espírito , uma vitória cuja extensão incluiu o reino dos anjos caídos (o verso 22 diz que Cristo entrou no céu, e está á direita de Deus; anjos e autoridades e poderes estão sobre o seu domínio). Dizer que o verso 19 está descrevendo uma oferta do evangelho a seres humanos falecidos e insinuar que Pedro mudou de direção para um tópico sem conexão que não serve para este propósito (e não é mencionado em nenhuma outra parte na Bíblia) é heresia pura! Como Pedro encorajaria os cristãos em meio aos sofrimentos se porventura Deus desse aos incrédulos (incluindo os seus precursores) uma oportunidade para se arrepender no mundo dos espíritos? Naquele caso, por que então sofreu na carne?

O apóstolo da SUDs, Bruce R. McConkie, reconhece no Comentário do Novo Testamento feito por ele que de acordo com a interpretação mórmon do verso 19 é uma interrupção do pensamento de Pedro. McConkie descreve Pedro como introduzindo a doutrina da salvação para os mortos " de um modo quase casual e improvisado, e ele reconhece a disjunção que resulta: " Pedro está aconselhando os membros da Igreja para suportar os fardos injustos de sofrimentos; e ele usa Cristo e o sofrimento dele como a ilustração do coroamento. . . Então, quase incidentemente, ele conta que este sofrimento do Justo resultou na morte dele e subseqüentemente no ministério entre as almas. . ."

O fato é que a interpretação mórmon resulta em uma total disjunção e isto pesa grandemente contra sua validez.


UMA INTERPRETAÇÃO DEFEITUOSA


O livro Doutrina e Convênios na página 138 (é a explicação mais detalhada de salvação para os mortos nas escrituras mórmons ) tenta prover uma base para a suposta pregação do evangelho no mundo dos espíritos. Ensina que, " Deus não foi entre os maus e desobedientes que tinham rejeitado a verdade " (D&C 138:29), mas que ele designou mensageiros dentre os espíritos íntegros para que levassem o evangelho aos espíritos desobedientes (138:57).

Porém, nota que aqui D&C 138 contradiz I Pedro diretamente. Também há duas razões adicionais por concluir que D&C 138 é uma interpretação defeituosa de I Pedro 3:19:

A reivindicação que seres humanos levam o evangelho para o mundo dos mortos desobedientes, contradiz o próprio Jesus na passagem do rico e Lázaro em Lucas16:26. Jesus deixou bem claro que não é possível que o espírito do justo atravesse para o lugar do morto injusto.

O ensino mórmon de que os que rejeitaram a verdade em mortalidade podem se arrepender no mundo dos espíritos (D&C 138:32) está em conflito não só com a Bíblia (Lucas 16:19-31; hebreus 9:27), mas até mesmo com outras escrituras da igreja mórmon. O Livro de mórmon ensina vigorosamente e repetidamente que o destino eterno desses que ouvem e rejeitam a verdade em mortalidade é fixo na morte. Veja isso nas seguintes passagens das escrituras mórmons: Alma 34:31-35; também veja 2 Ne. 9:24-25,27; Mos. 2:36,39.



Presbítero da Igreja Evangélica Assembléia de Deus, professor de religiões, vice-presidente do CACP e escritor.

Sínodo dos Bispos revisa o acordo de infalibilidade estabelecido no Vaticano II


A doutrina da infalibilidade bíblica não pertence apenas àqueles que bradam: “Sola Scriptura!” A infalibilidade emergiu como uma questão-chave no Sínodo dos Bispos da Igreja Católica Romana, que teve início no dia 6 de Outubro de 2008. Concentrado na “Palavra de Deus, na Vida e na Missão da Igreja”, o Sínodo proporcionou aos 180 bispos Católicos a chance rara de compartilhar suas preocupações e escutar os colegas do mundo inteiro. O Papa Bento XVI dirigiu-se ao Sínodo no dia 14 deste mês e lamentou a ruptura entre os acadêmicos bíblicos e os teólogos. Os líderes religiosos já haviam alertado para o fato de que esta ruptura leva muitos Católicos a questionar a vitalidade e a autoridade da Palavra de Deus.

De acordo com o boletim oficial do Vaticano, o Papa Bento XVI “concentrou-se nos critérios fundamentais da exegese bíblica, nos perigos de uma abordagem positivista e secularizada das Sagradas Escrituras, e na necessidade de uma relação mais próxima entre a exegese e a teologia”.

‘Nas entrelinhas, isto é uma tentativa de trazer a Igreja Católica Romana de volta às fontes escriturais,’ afirmou Timothy George, diácono fundador da Beeson Divinity School. ‘Devemos ler esta discussão à luz do livro do Papa Bento XVI, Jesus de Nazaré. Ele aparece como um conservador quando se trata de questões de criticismo acadêmico, muito embora não seja propriamente um “infalibilista” do Chicago Statemen’¹.

O proeminente observador do Vaticano, John Allen Jr., tem feito relatórios diários do Sínodo direto de Roma. Ele descreveu a visão Católica sobre a autoridade bíblica como estando “a meio-caminho entre dois extremos – o fundamentalismo de cepa evangélica, por um lado, e o ceticismo secular, por outro. Em uma gravação de áudio, o Catolicismo é descrito como estando em algum lugar entre a Convenção Batista do Sul e o Seminário de Jesus”.

Segundo Allen, alguns dos líderes Católicos mais conservadores se mostraram preocupados em relação aos primeiros esboços do documento de trabalho do Sínodo, o Instrumentum Laboris. O documento não apresenta ensinamentos de autoridades eclesiásticas. Mas, conforme observou Allen, ‘a discussão acerca da infalibilidade sugere que um tratamento cuidadoso deste assunto constará na versão final do documento, seja através das propostas submetidas ao Papa pelos bispos, seja na constituição apostólica que se espera ser proposta por Bento XVI.’

Allen relatou o que estava dito no documento em vias de elaboração: “Considerando o que pode ser inspirado por partes diversas das Sagradas Escrituras, a infalibilidade se aplica apenas ‘àquela verdade que Deus desejou que estivesse contida nas Escrituras, pelo bem da salvação’ (ênfase adicionada)” Esta paráfrase e esta citação provêm da declaração seminal de 1965, Dei Verbum, do Vaticano II. Mas em nenhum lugar o latim impositivo contemplou a palavra pode, conforme notou Allen.

O Dei Verbum passou por várias revisões até alcançar um delicado equilíbrio. A primeira versão do Vaticano II afirmava que “as Sagradas Escrituras em sua completude são imunes de erro”. Mas a versão final concluía que ‘os livros da Escritura ensinam sólida e fielmente, sem erro, a verdade que Deus desejou estar presente nas Sagradas Escrituras, para o bem da salvação.”

“O dogma da infalibilidade estava limitado ao domínio das verdades salvíficas”, afirmou Gregg Allison, professor associado de teologia Cristã no Southern Baptist Theological Seminary (Seminário Teológico Batista do Sul). Questões relacionadas à história e à ciência não estavam ao alcance da infalibilidade. “Isto reduziu significativamente os problemas bíblicos levantados pelos acadêmicos Católicos, mas também se voltou contra a visão histórica da igreja acerca da veracidade das Escrituras.”

A tradução inglesa do documento do Sínodo atual sinalizaria um enfraquecimento progressivo da doutrina Católica da infalibilidade.

“Parece que o acordo tácito do Vaticano II está sendo exposto na conferência de Roma”, afirmou John Woodbridge, professor e pesquisador da história da igreja e da história do pensamento Cristão na Trinity Evangelical Divinity School. “Após anos de ‘não pergunte, não conte’, agora eles estão perguntando e contando.”

Os desafios do Catolicismo perante a infalibilidade no final do século XX voltaram-se contra os longevos ensinamentos da igreja. Ninguém menos do que Santo Agostinho de Hipona estabeleceu o padrão da igreja. “A autoridade destes livros chegou até nós desde os apóstolos, passando pela sucessão de bispos e pela extensão da igreja, e, a partir de uma posição de eminente supremacia, reivindica a submissão de toda mente fiel e piedosa”, escreveu Agostinho em resposta a Fausto, o Maniqueu. “Se ficamos perplexos mediante uma aparente contradição nas Escrituras, não é permitido dizer: ‘o autor destes livros se equivocou’, senão que, ou o manuscrito possui falhas, ou a tradução está errada, ou ainda, você não compreendeu”.

O Papa Leão XIII citou Agostinho em sua encíclica maior, de 1893, sobre o estudo das Sagradas Escrituras. O Vaticano elaborou, subseqüentemente, uma tomada de posição de décadas sobre o alto criticismo. Ao mesmo tempo, as controvérsias acerca da autoridade das Escrituras estavam causando destruição nos seminários e denominações Cristãs.

Mais recentemente, os seminários e universidades Católicas toleraram os acadêmicos que negam a historicidade de alguns acontecimentos bíblicos, como os milagres de Jesus. O Papa Bento XVI é um agostiniano, e seus anos de professor universitário lhe proporcionaram os desafios colocados pelo criticismo acadêmico. De acordo com Allen, o papa advoga a “exegese canônica”, que “garante a unidade da Bíblia e foca em uma interpretação teológica ao invés de literário-histórica.”

Antes do Sínodo, a Federação Bíblica Católica comissionou um estudo em 13 países para entender como eles concebiam a Bíblia, informa Allen. “Em linhas gerais, a pesquisa concluiu que inclusive em nações altamente secularizadas, as pessoas têm geralmente uma atitude positiva em relação à Bíblia, achando-a ‘interessante’ e querendo saber mais sobre ela”, conforme relata Allen. Ao mesmo tempo, poucos entrevistados não sabiam nada a respeito da Bíblia – nem mesmo se Paulo ou Moisés era um líder do Antigo Testamento.

O problema no nível congregacional fora diagnosticado. Chegar a uma solução entre os líderes da igreja será ainda mais difícil, como nos mostra a história. Após empreender suas próprias batalhas em nome da infalibilidade, os Protestantes estarão assistindo.

“O único caminho em direção ao diálogo ecumênico é a senda bíblica”, afirmou George. “A Igreja Católica Romana está levando a Bíblia mais a sério agora do que estava de 30 a 50 anos atrás, e isto é um bom sinal.”

Collin Hansen é editor de Christianity Today e autor de Young, Restless, Reformed: A Journalist’s Journey with the New Calvinists (Jovem, incansável, reformado: A jornada de um jornalista com os novos calvinistas)

¹O Chicago Statement on Biblical Inerrancy (Declaração de Chicago sobre a infalibilidade bíblica) ocorreu em uma Conferência Internacional de líderes evangélicos, acontecida no hotel Hyatt Regency O’Hare em Chicago, em 1978. O congresso foi patrocinado pelo Conselho Internacional sobre Infalibilidade Bíblica (International Council on Biblical Inerrancy, ICBI). A Declaração de Chicago foi assinada por quase 300 proeminentes acadêmicos evangélicos, tendo como objetivo defender a idéia de infalibilidade bíblica e fazer frente às tendências de abordagens liberais das Escrituras.

(Fonte: Cristianismo Hoje)

FONTE: www.overbo.com.br

Pesquisa polêmica: Líderes umbandistas e candomblecistas discordam de levantamento estatístico pela PUC


A participação da Pontifícia Universidade Católica (PUC) no 1º Censo de Terreiros do Estado do Rio de Janeiro está desagradando lideranças e adeptos das religiões afro-brasileiras. Mesmo com a formação de um conselho consultivo com 14 representantes da umbanda e do candomblé, eles protestam contra o fato de que a coordenação da pesquisa seja feita por uma instituição privada e com influência religiosa. O projeto prevê a construção de um banco de dados para o mapeamento de cada terreiro e centro de culto, com tecnologia GPS. Os dados serão disponibilizados na internet. Segundo as entidades ligadas às religiões de matriz africana, há cerca de 7 mil estabelecimentos do gênero no Rio. O objetivo da pesquisa é justamente reivindicar políticas públicas favoráveis ao segmento após a conclusão dos estudos.

Para o babalorixá Luiz de Omolu, ainda há muita resistência da Igreja em conviver com cultos afro-brasileiros: “Não é uma questão de intolerância, mas de coerência. Se o mesmo projeto fosse implementado pela Igreja Católica, com certeza não permitiriam nossa colaboração”, reclama. Segundo o religioso, o projeto deveria ser conduzido por uma universidade pública. “Respeito e reverencio todos os membros da comissão, mas essa pesquisa é de responsabilidade do Estado, a quem reivindicaremos atenção”, disse. Por sua vez, a ialorixá Márcia de Oyá estranha o interesse da PUC por informações dos terreiros.

O ministro da Secretaria Especial de Políticas da Promoção da Igualdade Racial, Edson Santos, que firmou a parceria com a PUC para a pesquisa, se diz preocupado com a polêmica: “Temos hoje um governo democrático no sentido de proteger os setores mais vulneráveis da sociedade. Não há interferência da Igreja Católica nesse projeto”, afirmou. Sobre a parceria com a universidade, Santos explicou: “Buscamos uma instituição que fizesse pesquisa com qualidade. Como foi a PUC, poderia ter sido com qualquer outra”, pondera. Para o reitor da PUC, padre Jesus Hortal, o trabalho é totalmente científico e acadêmico, sem influência de classificação religiosa. “Lutamos pela igualdade racial e social. Nossa universidade possui o maior número de alunos judeus, por exemplo. Visamos promover a convivência entre todos e, para isso, precisamos conhecer a realidade”, explicou.

Zulu Araújo, presidente da Fundação Cultural Palmares, ligada ao Ministério da Cultura, diz que tem sido procurado por religiosos contrários à participação da PUC na pesquisa sobre os terreiros. Ele reconhece a excelência técnica e acadêmica daquela instituição, mas aponta o que chama de “insegurança” que ronda o projeto: “Há um crescente processo de satanização de outras religiões contra cultos afro-brasileiros.” Na sua opinião, a condução dos trabalhos por parte de uma universidade ligada à Igreja Católica poderia ser contaminada por esse sentimento. (Fonte: Cristianismo Hoje)

FONTE: www.overbo.com.br

Ateu, Raúl Castro apela a Deus por petróleo e distribui gafes

Cubano acerta até Lula com cotovelada involuntária
O presidente de Cuba, Raúl Castro, fará em dezembro, ao Brasil, sua primeira viagem internacional desde que assumiu a chefia do governo em julho de 2006. Ele aceitou o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para participar da primeira reunião em que só estarão presentes países da América Latina e Caribe. Na quinta e na sexta-feira, durante os dois dias de visita de Lula a Cuba, Raúl Castro sempre acompanhou o presidente brasileiro. E, com seu jeito de irritadiço que às vezes é engraçado, protagonizou momentos divertidos.
Quando caminhava com Lula perto de um quartel feito por Che Guevara e se dirigiam para ver a parte velha de Havana, Castro perdeu a paciência com os jornalistas, que dificultavam a passagem. "Ô povo indisciplinado", afirmou, e jogou a mão para o ar. Acabou atingindo o olho direito de Lula. Ao perceber, Castro passou a mão na cabeça do brasileiro, enquanto Lula apertava o olho. Antes, ao ver o batalhão de repórteres e fotógrafos, Castro reivindicou: "Quero liberdade de locomoção".
Na sexta-feira, durante solenidade em que a Petrobrás assinou convênio com a Cuba Petróleo para fazer prospecção no mar, Raúl Castro esqueceu-se de seu passado de ateu. "Somos um dos três países do Golfo do México. Estados Unidos têm petróleo, México tem petróleo. Não é possível que Deus seja tão injusto que só não dê petróleo a Cuba", disse.
Na quinta-feira, no Palácio das Convenções, onde funciona o Congresso, Castro sugeriu ao brasileiro que, com ele, fizesse "cara" de parlamentar da União Européia, para que os fotógrafos registrassem a cena. Quando um fotógrafo pediu que os dois repetissem o gesto de aperto de mão, Raúl Castro tornou a resmungar: "Depois dizem que somos a ditadura do proletariado. Vivemos a ditadura do protocolo".
Ao se despedir de Lula, no aeroporto de Havana, Castro comentou que o Brasil é gigantesco, com 192 milhões de habitantes. E previu que o crescimento demográfico vai zerar logo, porque, segundo ele, "as mulheres não querem mais trabalhar, no sentido da maternidade". Lula emendou: "As brasileiras trabalham".
O presidente Lula também teve momentos divertidos. Disse que, por causa do encontro com Fidel Castro, perdeu o almoço. "Queria almoçar no Bodeguita Del Medio (famoso restaurante de Havana Velha, freqüentado pelo escritor Ernest Hemingway), mas perdi. E minha assessoria, que só se importa comigo quando estou por perto, não se lembrou nem de trazer uma quentinha pra eu comer no avião."

Estadão

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Governo britânico é instado a pedir perdão a bruxas executadas

O ministro da Justiça britânico, Jack Straw, foi instado nesta sexta-feira a pedir perdão póstumo aos homens e mulheres que foram executados na Grã-Bretanha sob a acusação de praticar bruxaria.Um grupo de ativistas pediu a Straw que reconheça os "erros históricos da Justiça britânica" e peça perdão publicamente. Uma cópia do requerimento também foi enviada ao secretário da Justiça escocês, Kenny MacAskill.
Mais de 400 pessoas foram executadas na Inglaterra, e cerca de duas mil na Escócia, antes da promulgação da Lei de Bruxaria de 1735, que acabou com os julgamentos do gênero.
O pedido por um perdão oficial ocorre meses após o governo da Suíça se desculpar oficialmente pela morte de Anna Goeldi, decapitada em 1782 e considerada a última pessoa a ser executada por bruxaria na Europa.
O requerimento surgiu de uma família proprietária de uma loja de fantasias, que pediu ao historiador John Callow para investigar as histórias das vítimas britânicas.
Callow, editor do livro Witchcraft and Magic in Sixteenth and Seventeenth Century Europe ('Bruxaria e Magia na Europa dos séculos XVI e XVII', em tradução livre), afirmou que está na hora de reconhecer que os julgamentos por bruxaria foram as 'mais perigosas e trágicas' fabricações da história.

JB

FONTE:noticiascristas.blogspot.com

Livro discute o papel do personagem Satã

Como toda idéia, Satã tem uma gênese. Mas para que nela a luz se faça o esforço não deixa de ser o de mover montanhas. O americano Henry Ansgar Kelly se atribuiu a tarefa desse lusco-fusco: alvorada nas trevas, genealogia da escuridão, Satã: uma biografia (Trad: Renato Rezende. Globo. 385 páginas. R$ 40) é um texto revelador. A leitura é de livro de teologia: minuciosamente, o autor, professor emérito de literatura inglesa e especialista em pensamento medieval que já cometeu algumas obras sobre seu personagem central atual (a mais famosa delas The devil, demonology and witchcraft: the development of christian beliefs in evil spirits), é um leitor atento, que percorre versículo a versículo livros e livros da Bíblia e de outras escrituras, entre sagradas, analíticas e apócrifas. Este não é, entretanto, um trabalho de história da mentalidade contemporânea típico. Nem é feito como texto de fácil digestão nem tem um método de análise muito simples. Não, este trabalho é para quem o levar bem a sério. Com o demônio não se brinca.
Com nenhum de seus nomes, aliás. A primeira parte da aventura teórica empreendida por Kelly é contra a confusão entre Satã e a lenda de um anjo caído, Lúcifer. Ou dos nomes “diabo” – vindo do grego por meio da tradução do hebraico conhecida como a “septuaginta” – ou “demônio”. É preciso zelar pela imagem de Satanás.
Porque, afinal de contas, ele nunca foi apresentado nas Escrituras como um ser misto de bode e dragão, com chifres e calda. Nunca foi vermelho nem exalou enxofre – embora, sim, o inferno surja com esse mineral em abundância – e nunca teve tridente. A idéia de uma visualidade demoníaca é oriunda dos primeiros anos da Igreja e surge da incorporação de várias tradições. E de uma operação que o catolicismo conhece bem: o demônio tem feições porque imagens pagãs (dona delas) foram “demonizadas”.
Em Kelly, Satã é antes de tudo buscado como um personagem múltiplo, que aparece nas penas de vários narradores com diferentes funções dramáticas. A primeira delas como adjetivo. O termo deveria vir com artigo definido antes: “um satã”, ao pé da letra, é “um oponente”. Assim, pode ser um anjo enviado por Deus (como o que se digladia com Abraão), um ente permitido por Deus (como o que tortura Jó), ou mesmo um ser dotado de papel (de promotor) nos julgamentos celestes, mas dificilmente, até o Novo Testamento, surgirá como “o Satã”, substantivo próprio, o nome de um personagem. O importante é que, sinteticamente, ele assume o papel de “testador e acusador de toda a humanidade”.

Desculpa esfarrapada

O ponto de partida de Henry Ansgar Kelly é a afirmação de que há uma primeira confusão na leitura da Bíblia, a de que Satã e a serpente, aquela que tenta Adão e Eva, provocando a saída do homem do Paraíso, são a mesma pessoa. Depois, no capítulo 8, o mais interessante do livro, ele retomará a discussão. E mostrará que foi Justino, o Mártir, arguto pensador eclesiástico, o primeiro a fazer a associação entre os dois personagens, mas sem explicá-la, operando a criação de um termo hifenizado Satã-Serpente (Serpente-oponente? Kelly não discute). De todo modo, “o mais sutil [na Bible de Jérusalem, atual edição oficial, oriunda diretamente do aramaico para o francês, o termo utilizado é 'rusé', astucioso] dos animais que Javé-Eloim criou” (Gn 3,1), o réptil que faz com que os primeiros seres humanos provem do fruto proibido, surge dessa conexão interligado à função por excelência de Satanás: justamente a de tentador.
O pesquisador começa então uma verdadeira peregrinação por doutores da Igreja em busca de debates para a motivação para esse lugar do Diabo. Da serpente tentadora ao anticristo que se oporá a Jesus e à história da salvação, essa criatura terá inveja dos homens pela criação “à imagem e semelhança de Deus”, terá raiva dos homens por suas realizações ou será algo bem parecido com um psicopata, com motivações interiores não muito bem explicadas (tudo teologicamente).
Kelly atua sobretudo como analista literário. O que ele faz não é uma operação de fé, mas de unificação. Satã é um Hamlet de centenas de Shakespeares, um Mephisto de milhares de Goethes, uma criatura de sem-números de criadores – e não de inspiração divina (necessariamente). Se ele assume inúmeras formas em diferentes narrativas, é preciso – esse parece ser o parti pris do livro – encontrar uma lógica coincidente, algo que faça dele mais coerente, mais lógico.
E justamente por isso Satã: uma biografia se torna um livro tão precioso. Não se trata de encontrar qual a linha mestra que une vários vampiros a partir de uma leitura de Drácula e outros textos subseqüentes a ele. Trata-se, mais que isso, de ver, em diferentes tradições culturais e religiosas, a forma como cada uma delas articula a vilania, uma vilania máxima, a maior delas. Daí se torna fácil pensar que a antiga máxima faz sentido: se alguém vê o demônio, é motivo de felicidade. Se ele existe, é porque Deus existe também. Satã surge de todas essas operações literárias como um elemento subjacente da ação divina. Não é a “pedra tão pesada que nem Ele próprio possa carregar”, tendo-a criado, sendo tão poderoso que a pode criar. Satã não é oponente para Deus. Em vez disso, é antagonista do drama humano. Se a tradição grega cria uma divindade, ou seja, uma positividade, antagonista do homem por sua também humanidade – os deuses do Olimpo são vaidosos, soberbos, invejosos e maquiavélicos – a tradição judaico-cristã prefere fazer isso com uma negatividade.
Nesse sentido, Satã: uma biografia (que mereceria, talvez, o subtítulo de Uma bibliografia) é também uma compilação de uma certa filosofia sobre o homem no que tem de mais humano, sua fraqueza. Trata-se, talvez, da discussão mais antiga entre aquelas que tentam explicar porque agimos como agimos: motivação racional interna versus motivação determinante externa. Pois no momento em que é admoestado por Javé por ter desobedecido sua ordem, a de não comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, no momento em que comete o pecado original, Adão, dá, digamos, a desculpa esfarrapada original: “Foi a mulher que Vós colocastes diante de mim quem me disse para eu comer e eu comi” (Gn 3, 12). E, imediatamente depois, quando Ele vai ter com Eva, ela: “Foi a serpente que me tentou e eu comi” (Gn 3, 14). O autor não chega a esta minúcia de afirmação lógica, mas a insinua em vários momentos: Satã surge como o elemento externo que determina ações dos homens “dotados de livre arbítrio”. Arbítrio que opera – vemos no Gênesis – mesmo antes de ser concedido: se adquirem de Deus tal faculdade é porque já a haviam utilizado antes a revelia; quando decidem comer da árvore, eles adquirem o poder de decidir. Responsabilidade deles? Não toda, Satã tem sua parcela de culpa. E, eles, de desculpa.

JB

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Lula receberá programa contra intolerância religiosa

Cerca de 40 pessoas debateram, no Rio, propostas para a redação de um programa nacional sobre o tema.
Representantes da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa comemoraram hoje (31) a confirmação de um encontro oficial com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Cerca de 40 pessoas debateram, no Rio, propostas para a redação de um programa nacional sobre o tema, que deverá ser apresentado ao presidente no dia 20 de novembro. Evangélicos não participaram da reunião.
"Queremos congregar todos os setores. Pela primeira vez, um presidente vai receber a comissão para discutir o tema. Vamos elaborar um projeto nacional", disse Ivanir dos Santos, do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (Ceap). Presidente da Federação Israelita do Rio, Sérgio Niskier disse não acreditar em ação de governo que "não nasça do clamor".
"Não é um movimento vindo de um ato de bondade do governo, é um 'acordar'. A sociedade há muito tempo tem de dar um grito contra a intolerância", declarou. Em discurso, Niskier lembrou casos recentes de ataques sofridos por religiões de origem africana no Estado do Rio. "Já foi assim conosco. Depois dos judeus, vieram os ciganos, os comunistas, os homossexuais etc. O racismo não se contempla com seu primeiro alvo", disse. Segundo ele, sinagogas também são alvos de vandalismo no Rio.
No encontro, o subsecretário de Políticas Afirmativas da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, Alexandro Reis, disse que o governo federal poderá financiar a criação de uma Delegacia de Combate à Intolerância Religiosa no Rio. Um dos convidados, o delegado Henrique Pessoa, coordenador de Inteligência da Polícia Civil do Rio, disse, porém, que a obra não é uma prioridade. "Ficamos um pouco decepcionados porque não têm havido denúncias", declarou. O delegado estimulou os presentes a divulgar que denúncias podem ser feitas por meio do site da Polícia Civil. "Podemos brigar por uma delegacia especializada, mas hoje a demanda é muda. É fato que muitas pessoas têm medo, mas é preciso descobrir um canal mais efetivo, porque senão vai ser difícil lutar (pela delegacia)."
Presidente da Associação de Educação Católica do Rio, Sérgio Maia apresentou um plano de mobilização das religiões pela educação e defendeu que a sociedade "tenha a convicção das contribuições africanas". Foram discutidos, entre outros pontos, o mapeamento de centros religiosos no País e a aplicação da lei que determina o ensino de História da África e Cultura Afro-brasileira nas escolas. A antropóloga Ana Paula Miranda foi convidada pelo grupo para elaborar um "dossiê da intolerância religiosa" no Estado.

AE

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