sábado, 1 de novembro de 2008

O candidato do medo (por Olavo de Carvalho)


Chamado de “Messias” pelo líder radical muçulmano Louis Farrakhan e de “Meu Jesus” pela editora-chefe de um jornal universitário, Barack Hussein Obama informa: “Contrariamente ao que diz a opinião popular, não nasci numa manjedoura.” Já pensaram se ele não avisasse?

Qualquer que seja o caso, pelo menos um milagre confirmado ele já fez: é o primeiro candidato presidencial que obtém o aplauso de todos os inimigos dos EUA sem que isto desperte contra ele a menor desconfiança do establishment americano. Entre seus entusiastas, contam-se o Hamas, o presidente iraniano Ahmadinejad, Muammar Khadafi, Fidel Castro, Hugo Chávez e o canal de TV Al-Jazeera. Imagino o que aconteceria à candidatura de Franklin D. Roosevelt em 1932 se ele recebesse o apoio ostensivo de Josef Stalin, Adolf Hitler e Benito Mussolini.

É verdade que Obama promete desmantelar o sistema de defesa espacial dos EUA, desacelerar unilateralmente o programa americano de pesquisas nucleares, transformar em derrota a vitória no Iraque, vetar a abertura de poços de petróleo e oferecer carteiras de motorista e assistência médica gratuita aos imigrantes ilegais, aquele povinho patriota que quer transformar o Texas e a Califórnia em Estados mexicanos. Mas, se você insinua que qualquer dessas coisas é um bom motivo para os comunistas e radicais islâmicos gostarem dele, a mídia em peso diz que você “passou dos limites” e é virtualmente culpado de “crime de ódio”. Ahmadinejad declarou que a vitória do candidato democrata nas eleições dará o sinal verde para a islamização do mundo, Khadafi proclamou que Obama é um muçulmano fiel apoiado por milionários islamitas e Louis Farrakhan, aproveitando a onda de entusiasmo obamista, anunciou que a “Nation of Islam”, a sociedade secreta de radicais islâmicos que ele preside, há décadas funcionando em marcha lenta, está tendo “um novo começo” e logo estará operando de novo com força total. O sentido desses fatos é claro, mas notar isso é imoral: todo cidadão de respeito tem de jurar que o apoio vindo dos inimigos da América é apenas um equívoco da parte deles, já que Obama não lhes deu – oh, não! – o menor pretexto para que simpatizassem com ele. Insinuar qualquer convergência de interesses é imputar a Obama “culpa por associação” – uma perfídia carregada, evidentemente, de “subtons racistas”.

Qualquer palavra mais dura contra o candidato negro é aliás apontada como prova de racismo, e a mínima sugestão de que haja nisso alguma chantagem racial é prova dupla. O próprio John McCain faz questão de manter o debate na esfera “das idéias”, frisando que o oponente é “um homem decente, do qual não há nada a temer.”

Essa declaração é involuntariamente irônica. A coisa que todo americano mais teme, hoje em dia, é alguém suspeitar que ele pensa mal de Barack Hussein Obama. Seguindo o exemplo do líder, a militância republicana capricha nas exibições de respeito e veneração à pessoa do adversário. Um funcionário do escritório da campanha de McCain em Pompano Beach, CA, que colocou atrás de sua mesa um cartaz associando Obama a Marx e Hitler foi instantaneamente demitido. Um cidadão do Estado de Ohio, que fez umas perguntas mais duras ao candidato democrata sobre seu projeto de reforma fiscal, pagou caro pelo atrevimento. Teve sua vida particular vasculhada pelos repórteres e foi severamente criticado pelos crimes hediondos de trabalhar como encanador sem licença e de não ter pago uma multa de trânsito que recebeu no Arizona oito anos atrás. Isso dá uma idéia do zelo exasperado com que a grande mídia protege a imagem de Barack Obama. Samuel Wurzelbacher, ou “Joe Encanador” – o apelido pelo qual veio a ser nacionalmente conhecido –, tira da sua experiência a conclusão incontornável: “Quando você já não pode mais fazer perguntas a seus líderes, é uma coisa temível.”

O temor não é somente psicológico. Vários militantes republicanos já foram surrados por obamistas, escritórios da campanha McCain em vários Estados foram invadidos e destruídos, e só a ação da polícia impediu, a tempo, que centenas de agitadores obamistas bem treinados, armados de coquetéis Molotov, queimassem os ônibus que se dirigiam à Convenção Republicana em St. Paul (mesmo assim os remanescentes conseguiram fazer um belo estrago). Quando um candidato usa de métodos terroristas e ao mesmo tempo o establishment decreta que chamá-lo de terrorista é o suprassumo da demência, está claro que esse candidato tem direitos ilimitados. Ele pode receber 63 milhões de dólares em contribuições ilegais do exterior, e nada de mau lhe acontecerá por isso. Uma ONG que o apadrinha pode fazer uma derrama de títulos de eleitor falsos em treze Estados, e ai de quem sugira que ele tem alguma culpa no caso. Em compensação, McCain foi acusado de violência verbal criminosa pelo simples fato de mencionar a ligação arquicomprovada de Obama com William Ayers. Uma passeata em favor de McCain-Palin, em Nova York, foi recebida com toda sorte de xingamentos e ameaças. Como, em contrapartida, nenhuma violência se observasse contra os militantes obamistas, foi preciso inventar que, num comício de Sarah Palin, alguém gritou “Kill him!” ao ouvir o nome de Obama. A polícia examinou cuidadosamente as gravações do encontro e concluiu que ninguém gritou nada disso.

Outro fator intimidante é a superioridade econômica. A campanha de Obama recolheu nada menos de 605 milhões de dólares em contribuições. Para cada anúncio de McCain, saem quatro de Obama. Mais avassaladora ainda é a propaganda gratuita fornecida ao candidato democrata pela grande mídia.

Até o momento, o único jornal de certa importância que noticiou o processo movido pelo advogado democrata Philip Berg contra Obama foi o Washington Times – nominalmente republicano –, que no entanto classifica as dúvidas quanto à nacionalidade de Obama como meros “rumores da internet” e, aludindo ao processo só nas linhas finais, como se fosse apenas um rumor a mais, se omite de informar que Obama, em vez de apresentar sua certidão de nascimento como solicitado pelo queixoso, preferiu lançar mão de uma complexa argumentação jurídica para se esquivar de fazê-lo. O segundo processo no mesmo sentido, aberto no Estado de Washington, não é nem mencionado.

As maiores empresas de jornais e canais de TV protegem o candidato democrata não somente contra seus adversários, mas contra ele próprio. Atos ou declarações dele que possam mostrá-lo a uma luz desfavorável são cuidadosamente omitidos. Em toda a grande mídia americana não se encontrará uma só palavra sobre a longa carreira de Obama como militante abortista, muito menos sobre a única atividade importante desenvolvida por ele no plano internacional: a campanha montada, com dinheiro público, para elevar ao poder no Quênia o agitador anti-americano e pró-terrorista Raila Odinga, culpado de ordenar o assassinato de mais de mil de seus opositores políticos e de conspirar com líderes muçulmanos para impingir a religião islâmica a uma nação de maioria cristã. Obama não somente ajudou Odinga com dinheiro dos contribuintes americanos e abriu contatos para ele no Senado, mas fez comícios em favor dele no Quênia. Se algo mostra a verdadeira natureza dos compromissos internacionais do candidato democrata, é esse episódio – mas até a FoxNews se omite de tocar no assunto.

Por aqui, todo mundo diz que a vitória de Obama é certa. A mim me parece que, mesmo se perdesse as eleições, Obama seria um vencedor. O partido de seus adversários já estava de joelhos no momento em que, em vez de um conservador autêntico, escolheu como candidato um típico “liberal Republican”, promessa garantida, caso eleito, de um governo fraco, subserviente aos críticos, exatamente como o foi o de George W. Bush. A esse primeiro desatino seguiu-se outro pior: a partir do instante em que os republicanos, em vez de abrir mil processos como o de Philip Berg, aceitaram como adversário eleitoral legítimo e decente um candidato sem nacionalidade comprovada, com uma biografia nebulosa e repleta de mentiras flagrantes, ajudado e subsidiado pelos mais odientos inimigos do país, ficou claro que haviam abdicado de todo sentimento de honra e consentido em legitimar uma farsa. Se perderem as eleições, eles merecerão tantas lágrimas quanto aqueles que preferiram antes deixar Lula conquistar a presidência do Brasil do que contar o que sabiam sobre o Foro de São Paulo.

Quanto à campanha de Obama, seu perfil é claro. O amálgama de promessas utópicas, propaganda avassaladora, beatificação psicótica do líder, apelo racial, controle da mídia e intimidação sistemática do eleitorado é idêntico nos mínimos detalhes à estratégia eleitoral de Hitler em 1933, mas para dizer isso em público – ou mesmo conscientizá-lo em voz baixa – é preciso mais coragem do que se pode esperar do eleitor médio hoje em dia.

Por Olavo de Carvalho

Fonte: Diário do Comércio, 24 de outubro de 2008

Divulgação: www.juliosevero.com

Mulher de Romário revela ter muita fé em que ele se torne evangélico


sabella afirma a jornal: ‘Em nome de Jesus, vai virar. Tenho fé nisso’.

Há bem pouco tempo poderia soar como piada, mas é Isabella, a própria mulher de Romário que nutre a esperança de vê-lo convertido à religião de nove entre dez jogadores de futebol do Brasil. Segundo disse à coluna “Gente Boa”, do jornal “O Globo”, Isabella tem muita esperança que o ex-bad boy dos gramados e das noitadas passe a freqüentar com ela a Comunidade Evangélica Zona Sul, no Pepê, Zona Sul do Rio de Janeiro.

Ela afirma que Romário está numa fase “supercaseira”, que trocou o celular e quase não sai.

- Ele me pede para orar em seu nome, mas não virou evangélico. Em nome de Jesus, vai virar. Tenho fé nisso - diz Isabella. (Fonte: G1)

FONTE: www.overbo.com.br

Pastor Marco Feliciano responde as acusações do UOL

O site do Pr. Marco Feliciano publicou nota a respeito da reportagem feita por Ricardo Feltrin, jornalista do UOL.

(Fonte: NT Gospel/Pr. Marco Feliciano) - Leia abaixo:

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O pastor Marco Feliciano foi tema de artigo no site do Universo Online (UOL) na quarta-feira, 29 de outubro. O articulista e editor-chefe do site, Ricardo Feltrin, escreveu em sua coluna “Ooops”, sobre televisão e mídia, que o programa Tempo de Avivamento faz “merchan” (abreviatura de merchandising) com a Palavra.

Trata-se, claro, de erro de avaliação, já que o pastor faz um comercial sobre a empresa GMF Consórcios, que representa a Rodobens, uma das maiores empresas do setor no país.

No artigo, o jornalista acusa o pastor Marco de usar a Teologia da Prosperidade, algo irreal em seu caso. Longe de utilizar tal “teologia”, o pregador lança mão da própria Palavra de Deus, que traz promessas de prosperidade para seu povo, o escolhido. Citando deslocadamente trechos bíblicos, o articulista defende que não se pode pedir nada material a Deus, como se o “melhor da Terra” não fosse destinado aos Seus filhos.

Ex-estudante de teologia, conforme consta na pequena biografia do jornalista, Feltrin deveria dedicar-se mais a tais estudos para que não confunda as pessoas que possam ter acessos a seus escritos, neste caso, carregado de ironia e desrespeito a algo que não conhece.

O artigo diz que o pastor Marco “garante que Deus atenderá a todos os pedidos de “fiéis”, “perseverantes” ou “valentes””. E garante, sim, baseado na Bíblia, que quem tem fé pode alcançar qualquer coisa que pedir em nome de Jesus. E é em Seu nome que conclama as pessoas a realizarem seus sonhos, não comprando terrenos no céu, mas utilizando o consórcio, uma prática comum no mercado e submetida a rigoroso controle.

O Ministério Tempo de Avivamento recusa a pecha de “intermediário” para que alguém seja abençoado pelo Senhor. O único intermediário entre o homem e Deus é Jesus Cristo, nosso Salvador, que morreu na cruz e ressuscitou ao terceiro dia. As contribuições feitas pelos irmãos são voluntárias e têm destino conhecido: a manutenção do próprio programa de TV, que custa cerca de R$ 200 mil mensais.

A Palavra não é vendida, pois recebida de graça, de graça é passada. O pastor Marco Feliciano anuncia em seu próprio programa produtos desenvolvidos por profissionais, que utilizam os melhores recursos para apresentar aos irmãos artigos de qualidade, sejam DVDs de mensagem, CDs, livros ou o curso de teologia. Aliás, caso o jornalista Ricardo Feltrin está convidado a conhecer mais sobre a Palavra, e teremos o maior prazer em tê-lo como aluno no Instituto Teológico Carisma.

FONTE: www.overbo.com.br

Escritora Anne Rice abandona os vampiros e se coloca a serviço de Cristo


Autora de ‘Entrevista com o vampiro’ já vendeu milhões de livros. Em biografia, ela diz que se converteu após visita ao Corcovado no Rio.

Anne Rice tem um novo livro - de memórias, na verdade - voando alto nas listas de best-sellers. Tudo normal até aí. Normal se estivéssemos em 1994, auge da fama e das vendas de Rice como a rainha dos romances góticos.

Para aqueles que não estavam prestando atenção ao gênero de vampiros recentemente, a mais famosa cronista dos sanguessugas não mora mais em Nova Orleans - isso desde antes do furacão Katrina - e está surfando novas ondas com entusiasmo: a literatura cristã.

Seu livro de memórias, “Called out of darkness: a spiritual confession” (Chamado para fora da escuridão: uma confissão espiritual), é a evidência mais recente de que Rice está se reinventando para tentar construir uma reputação como uma escritora cristã séria.

Na obra, a escritora de 67 anos não desdenha as duas décadas passadas lançando livros sobre vampiros, demônios e bruxas a partir do sucesso de seu primeiro romance “Entrevista com o vampiro”, de 1976. Mas ela demonstra claramente que superou o tema.

Em uma entrevista por telefone de sua casa numa montanha na Califórnia, Rice revelou seu objetivo: ”Conseguir empregar as ferramentas e o que quer que eu tenha aprendido sendo uma escritora de vampiros a serviço de Deus. É uma oportunidade maravilhosa”, disse ela. “Espero que possa me redimir desse jeito. Espero que o Senhor aceite os livros que estou escrevendo agora.”

Chamado para fé

Em 2002, Rice rompeu completamente com o ateísmo - aproximadamente quatro décadas depois de ter abandonado sua fé católica, nos anos 1960. Aconteceu quando ela foi para a faculdade e encontrou seus colegas falando sobre existencialismo - Martin Heidegger, Albert Camus, Jean Paul Sartre. Religião, escreve ela, era muito restritiva para a jovem Rice. Muito fora dos tempos.

Ainda assim, escreve, a religião teve de voltar à sua vida, como se para se confrontar outra vez com um pai ausente ou um amor de infância há muito perdido.

No final dos anos 1990, quando voltou para Massachussets, Rice - a autora cujos livros venderam dezenas de milhões e que realimentaram o apetite de Hollywood pelo horror de vampiros - passou por tempos difíceis. Seu marido, poeta e artista, Stan Rice, morreu de um tumor cerebral em 2002. E ela se tornou diabética.

Conversão no Rio

Sempre enfática e para além do racional, Rice escreve que sua volta à fé foi precedida de uma série de epifanias, muitas delas durante viagens pelas catedrais da Europa, Israel e Brasil. Certa vez, quando visitou a estátua gigante de Cristo Redentor no Rio de Janeiro, ela relata que sentiu “delírio” e que as nuvens se abriram para revelar a estátua.

As supostas revelações remontam à infância religiosa da escritora, que diz que queria ser santa. Aos 12 anos, católica fervorosa, ela pediu ao pai para transformar os fundas de sua casa, em Nova Orleans, em um oratório dedicado à Santa Rosa de Lima - santa que os católicos acreditam que transformasse rosas em cruzes.
De certo modo, seu livro de memórias é também é confessional, ao tratar de sua luta para se tornar uma autora com um estilo literário distinto. Para muitos críticos, suas histórias são intermináveis, escritas de maneira feia e confusa, um pastiche de clichês. E a mudança de rumo - da ficção vampírica para a literatura cristã - ainda não conquistou os detratores.

Rice, no entanto, não está aí para impressionar os críticos. ”Meu objetivo é simples: escrever livos sobre nosso Senhor vivendo na Terra e fazê-lo real para as pessoas que não acreditem nele; ou pessoas que nunca tentaram acreditar”, diz. E reforça: “Eu tornei os vampiros em algo crível para mulheres adultas. Agora, se eu pude fazer isso, eu posso fazer nosso Senhor Jesus Cristo crível para as pessoas que nunca acreditaram. Espero e rezo [para isso].” (Fonte: G1)

FONTE: www.overbo.com.br

Vaticano recorrerá a psicólogos para evitar seminaristas homossexuais

O Vaticano anunciou nesta quinta-feira em um documento que recorrerá a psicólogos para avaliar se os candidatos a entrar nos seminários são homossexuais.
Em um documento divulgado pela Congregação para a Educação Católica, o Vaticano considera que o emprego de psicólogos pode ser "útil em certos casos".
Entre os sintomas que os psicólogos deverão detectar estão "as dependências afetivas fortes", a "identidade sexual incerta" e "a tendência arraigada à homossexualidade", indica o texto.
A "rigidez de caráter" também está entre as preocupações da hierarquia da Igreja no momento de selecionar os futuros sacerdotes.
O recurso a psicólogos, que não farão parte do corpo docente, deverá contar com "o consentimento prévio, livre e explícito do candidato" a sacerdote, indica a instrução.
O documento, que tem o título "Orientações para o uso das competências da psicologia na admissão e formação dos candidatos ao sacerdócio", foi preparado durante seis anos e aprovado pelo papa Bento XVI.
As medidas foram ordenadas pelo papa João Paulo II, depois da eclosão de vários escândalos de pederastia praticada por sacerdotes da Igreja Católica.
Os escândalos, em particular em Estados Unidos, América Latina e Europa, afetaram a imagem da Igreja Católica, que em alguns países foi obrigada a pagar indenizações milionárias.
A doutrina católica considera a homossexualidade algo intrinsecamente equivocado e a nova disposição considera que homossexuais não poderão se tornar sacerdotes.

AFP/Veja

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Crítica ao sistema das indulgências - As 95 Teses de Lutero


As 95 teses fixadas na porta da Igreja do Castelo (Schlosskirche) são um libelo contra o sistema de perdão parcial ou total do castigo temporal pelos pecados. A indulgência era um documento que assegurava a remissão do castigo imposto a uma pessoa por causa dos seus pecados. Qualquer pessoa poderia adquirir esse documento que assegura a indulgência, para si mesmo e até para um parente já morto que estivesse no Purgatório.
A noção presente nas indulgências é que a Igreja era a responsável pela guarda do tesouro das boas obras praticadas pelos cristãos, a ela ligados. No raciocínio jurídico teológico, ela tinha a autoridade para administrar essa riqueza espiritual, através da qual os pecadores poderiam ser resgatados. A troca se estabelecia através do pagamento de um valor estabelecido, pelo qual o fiel recebia um documento assegurando a salvação dele ou de seu parente. Essa noção se torna mais que chocante, até mesmo ofensiva para Lutero, em razão de toda a teologia que aprendeu e viveu em sua formação agostiniana. Era um abuso que precisava ser corrigido. Por isso a redação de suas teses, debatidas com seus alunos, e divulgadas na porta da Igreja do Castelo, em razão das missas dos dias 1º e 2 de novembro, freqüentadas pelo alto clero e a nobreza.
O frade dominicano Johann Tetzel fora recrutado para viajar através dos territórios episcopais do arcebispo Alberto de Mogúncia, promovendo e vendendo indulgências, com o objetivo de financiar as reformas da Basílica de São Pedro, em Roma. Lutero viu esta estratégia das indulgências como um tráfico e um abuso que poderia confundir as pessoas e levá-las a confiar apenas nas indulgências, deixando de lado a confissão e o arrependimento verdadeiros. Proferiu, então, três sermões contra as indulgências em 1516 e 1517, assumindo a ênfase expressa na tese número 62: o verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo evangelho da glória e da graça de nosso Senhor Jesus Cristo.
O texto fixado na porta da Igreja do Castelo era um convite aberto ao debate dessas teses
(http://www.luteranos.com.br/categories/Quem-Somos/Nossa-Hist%F3ria/Martim-Lutero/95-Teses/)
que condenavam a avareza e o paganismo na Igreja como um abuso, e pediam um debate teológico sobre o que as Indulgências significavam. O documento não inflama as populações contra as autoridades, mas indaga a postura da Igreja que se dispõe a usar este recurso. Elas foram traduzidas para o alemão e, amplamente copiadas e impressas, tinham sido espalhadas em 15 dias por toda a Alemanha e, em dois meses, por toda a Europa. Este foi o primeiro episódio da História em que a imprensa teve papel fundamental, com a simples distribuição de um documento.

SRZD

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Arqueólogo diz ter encontrado o mais antigo texto hebraico

Imagem do fragmento com linhas de texto em alfabeto proto-cananita
Imagem do fragmento com linhas de texto em alfabeto proto-cananita.
Um arqueólogo israelense, trabalhando numa colina ao sul de Jerusalém, acredita que um fragmento de cerâmica descoberto nas reuínas de uma antiga cidade contém a mais antiga inscrição em hebraico já vista, uma descoberta que poderá abrir uma importante janela para a cultura e a língua nos tempos bíblicos. As cinco linhas, escritas há 3 mil anos, e as ruínas da fortaleza onde o fragmento foi encontrado são sinais de que um poderoso reino existia no tempo do rei Davi, disse Yossi Garfinkel, o arqueólogo encarregado da escavação em Hirbet Qeiyafa.
Outros especialistas relutam em aceitar a interpretação de Garfinkel para os achados, reveladas nesta quinta-feira, 30. As descobertas já tomam parte em um debate acalorado sobre a fidelidade da narrativa bíblica aos fatos históricos.
Hirbet Qeiyafa localiza-se perto da cidade israelense contemporânea de Beit Shemesh, uma área que um doa marcou a fronteira entre os israelitas e seus inimigos, os filisteus. O local fica sobre o vale de Elah, descrito como o local do duelo entre Davi e Golias, fica perto das ruínas da cidade natal de Golias, a metrópole filistéia de Gath.
Um voluntário adolescente descobriu o fragmento recurvado de cerâmica, um quadrado de 15 centímetros, em julho. mais tarde, descobriu-se que a inscrição traz caracteres de proto-cananita, um precursor do alfabeto hebraico.
Análises de carbono 14 de material queimado encontrado na mesma camada de solo datam o fragmento de entre 1000 e 975 a.C., mesmo período descrito na Bíblia como o apogeu do reino de Davi.
Outros pequenos fragmentos de escrita hebraica do século 10 a.C., mas a nova inscrição, que Garfinkel sugere que pode ser parte de uma carta, antecede a inscrição significativa seguinte por cerca de 150 anos. Os textos hebraicos históricos mais famosos, os Manuscritos do Mar Morto, começaram a ser transcritos em pergaminho 850 anos mais tarde.
O fragmento agora é mantido num cofre de universidade, onde filólogos tentam traduzi-lo, um trabalho que poderá consumir meses. Mas diversas palavras já foram identificadas, incluindo algumas que, acredita-se, significam "juiz", "escravo" e "rei".
Os israelitas não eram o único povo a usar o alfabeto proto-cananita, e outros especialistas acreditam ser difícil - talvez impossível - concluir que o texto é hebraico e não uma língua aparentada. Garfinkel baseia sua identificação num verbo de três letras, significando "fazer", que segundo ele era exclusivo do hebraico.
O arqueólogo Amihai Mazar, da Universidade Hebraica, diz que a inscrição é "muito importante", por representar o mais longo trecho de proto-cananita já encontrado, mas ele diz que chamar a língua de hebraico é ir longe demais. "A diferenciação entre as línguas nesse período continua pouco clara".
Muitos estudiosos e arqueólogos defendem a idéia de que o relato bíblico do tempo de Davi exagera a importância tanto do monarca quanto de seu reino, e é basicamente um mito.
Mas se a alegação de Garfinkel for comprovada, isso seria um sinal de que os israelitas teriam sido capazes de registrar a história enquanto ela acontecia, dando aos redatores da Bíblia uma fonte histórica para basear seus relatos, escritos séculos mais tarde. Isso também significaria que os ocupantes da fortaleza onde o texto foi descoberto eram israelitas, o que ainda não foi estabelecido.

AP/Estadão

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Religiosos mostram Bíblia como história natural no Museu da Criação no Kentucky

Atraente, local recebeu quase 600 mil visitantes, dizem fundadores.
Criacionistas dizem não negar ciência, mas divergir na interpretação.
Crianças e dinossauros brincam juntos em um bosque, tiranossauros se alimentam de frutas, e as teorias evolucionistas que dizem que o universo foi criado há milhões de anos são enfaticamente rejeitadas em um museu do norte do estado norte-americano do Kentucky. Contrariamente às exibições de história natural espalhadas pelas maiores cidades do mundo, o Creation Museum (Museu da Criação) nega a principal corrente científica defendida por acadêmicos e apresenta as origens da vida de acordo com um livro: A Bíblia.
Como o nome já deixa perceber, o local defende o criacionismo, teoria cristã segundo a qual o livro do Genesis explica de forma literal o surgimento do universo, e que nega qualquer tese que fale em evolução. A instituição que criou o local, o grupo Answers in Genesis (Repostas no Genesis ou AIG), defende a religião como base da história do mundo desde o "princípio".

Foto: Daniel Buarque/G1

Estátuas de Adão e Eva em representação do Jardim do Eden no Museu da Criação, no Kentucky. (Foto: Daniel Buarque/G1)

O G1 visitou o Museu da Criação na tarde desta quinta-feira (30), depois de duas horas de viagem desde Columbus, em Ohio. Localizado numa região de tríplice fronteira entre Kentucky, Indiana e Ohio, o museu tinha muitos visitantes, apesar de ser um dia de semana e de o prédio ficar afastado de centros urbanos (a cidade mais próxima, Cincinnati, fica a 30 minutos de viagem de carro). A apresentação é impressionante, atraente, e explica bem a primeira parte da Bíblia, atraindo crianças e adultos.
Usando vídeos cheios de efeitos especiais, apresentações quase interativas, robôs animados, estátuas que parecem pessoas, um planetário e explicações muito bem detalhadas, o museu tenta rechaçar críticas de que é radical e "não-científico". "Queremos mostrar uma caminhada história de acordo com a Bília", explicou o co-fundador do museu, Mark Looy, que conversou com o G1 durate a visita.
Sucesso
Fundado há pouco mais de um ano, em maio de 2007, o museu foi um sucesso surpreendente até mesmo para seus criadores. "Esperávamos receber no máximo 250 mil pessoas no primeiro ano, mas tivemos mais de 440 mil visitantes até o aniversário e quase 600 mil até hoje", disse Looy. "Excedemos todas as expectativas, e até evolucionistas elogiam nosso trabalho", completou.
" Deus destruiu o mundo", dizia uma criança de cinco ou seis anos enquanto assistia a um vídeo sobre o dilúvio. Dezenas delas se divertiam com os vídeos e com os robôs de dinossauros na tarde em que o G1 esteve no museu.
Parecendo um parque de diversões da Flórida, com 6.500 metros quadrados de área, o museu traz uma longa apresentação do surgimento do mundo, dos animais, dos seres humanos. Conta a história de Adão e Eva, do fruto proibido, de Matusalém e da arca de Noé – esta última, do grande dilúvio, é usada para explicar a extinção dos dinossauros e a existência de fósseis.

Fatos e interpretações
A principal tese usada pelo museu é de que criacionistas e evolucionistas partem das mesmas evidências para interpretar o passado, mas que chegam a conclusões diferentes. "Raramente discordamos dos evolucionistas em relação às evidências, a separação está na interpretação. Queremos mostrar que a evidência científica leva ao criacionismo", disse Looy.
"Do ponto de vista científico, o que o museu mostra é simplesmente ridículo", rebateu, enfático, Steven Newton, um dos diretores do National Center for Science Education (Centro Nacional para Educação em Ciência – NCSE) , uma das instituições que mais fazem oposição ao trabalho do AIG. "Essas pessoas acreditam que a terra tem apenas 6.000 anos de idade, o que não faz nenhum sentido e pode ser provado como equivocado", disse ao G1.
Questionado sobre a crítica científica, o co-fundador do museu disse não ligar. "Muitos nos ridicularizam, mas isso não incomoda. Essas pessoas têm uma visão diferente, e não acreditam no que defendemos", disse, lembrando que no passado ele próprio era uma dessas pessoas críticas do criacionismo.

Educação
O principal trabalho do NCSE em oposição ao grupo que fundou ao museu diz respeito a educação de crianças, tentando evitar o fortalecimento do ensino do criacionismo nas escolas. "Estes grupos estão cada vez mais fortes e querem que o ensino religioso entre nas escolas como se tivesse alguma base científica", disse Newton. "Queremos que a religião fique de fora do ensino de ciência, pois isso atrapalha e confunde os estudantes, o que é ruim para o país como um todo."
As escolas públicas norte-americanas não podem atualmente ensinar o criacionismo como uma teoria, mas o debate em estados mais conservadores como o Texas e a Louisiana debatem a possibilidade de permitir que a tese religiosa seja apresentada junto com os estudos.
Segundo Looy, o grupo que ele representa de fato produz material didático para ensino do criacionismo nas escolas, negando teorias evolucionistas. "Mas apenas em instituições privadas", disse. Segundo ele, o AIG não defende o ensino forçado do criacionismo nas escolas públicas, apenas pede a liberdade para que os professores também possam apresentar o criacionismo às crianças.
"Isso é um objetivo político disfarçado", respondeu Newton. "Nenhum desses grupos admite defender o ensino do criacionismo, mas eles fazem campanha tentando se passar por grupos sem interesses, como se estivessem defendendo a liberdade", completou. científico.

Política
Durante as entrevistas dos representantes dos dois grupos ao G1, eles negaram defender um ou outro candidato à Presidência nas eleições da próxima terça-feira (4). Por serem grupos sem objetivos lucrativos, eles recebem doações e não podem se envolver em disputas políticas.
"Podemos defender a proibição do aborto, e incentivar as pessoas a votarem em quem seja contra o aborto, mas não podemos citar nomes", disse Looy em relação ao grupo que criou o museu, indiretamente indicando favorecer John McCain.

G1

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Sam Mendes leva 'Preacher' para o cinema

Diretor de 'Beleza americana' é encarregado de adaptação.
História em quadrinhos é assinada por Garth Ennis e Steve Dillon.

Foto: Reprodução/Reprodução
"Preacher" traz a história de um pregador que ganha poderes extraordinários (Foto: Reprodução)
O diretor britânico Sam Mendes, de "Beleza americana" e "Estrada para a perdição", resolveu aderir ao universo dos quadrinhos levando "Preacher" para os cinemas.

A Columbia Pictures comprou os direitos da HQ de Garth Ennis e Steve Dillon e encarregou Mendes de adaptá-la para o cinema.

"Preacher" conta a história de Jesse Custer, um pregador que é subitamente possuído por um ente sobrenatural chamado Gênesis, filho de um anjo e um demônio, e que lhe dá poderes extraordinários e o desejo de percorrer os Estados Unidos em busca de Deus, aventura na qual embarca com uma ex-namorada e um vampiro embriagado.

G1

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

31 de outubro, Dia da Reforma

Dia 31 de outubro comemora-se o Dia da Reforma, quando Martin Luther pregou as teses na Igreja de Wütenberg.
Em nossa cidade este dia era considerado feriado ou dia santo há alguns anos; depois foi extinto. Por que será? Acho que assim como existem comemorações de diversos dias santos católicos, pelo menos o Dia da Reforma deveria permanecer, já que os evangélicos são numerosos em Santa Cruz do Sul...
Felizmente em nossa época impera um ecumenismo pra valer e católicos e evangélicos, pelo menos em nossa região, relacionam-se muito bem, tendo superado o velho ranço do passado, quando era tudo separado; até nosso cemitério municipal era dividido em duas partes, tendo cada religião seu lugar fixo. Não podiam misturar-se, como se todos não fossem filhos do mesmo Deus...
Jovens de uma religião não podiam namorar e casar com jovens da outra, pois poderiam ser expulsos de casa e até deserdados! Houve muitos destes casos no passado, hoje já ultrapassados.
O mesmo não acontece com os filhos de pessoas de outras denominações que, em geral, são ortodoxos e radicais e não aceitam uniões conjugais fora de suas igrejas.
Acho que com o passar do tempo os fanáticos e ortodoxos mais velhos vão extinguir-se e os mais jovens serão mais flexíveis em suas relações com os de outras igrejas, prevalecendo a filosofia de Jesus e suas regras áureas: “amai-vos uns aos outros” ou “amai vossos inimigos” ou ainda “fazei aos outros o que desejais que vos façam”... Aí sim, poderão considerar-se realmente cristãos, pois o que vale é o conteúdo e não a embalagem.
Pertencer a esta ou aquela igreja é relativo, dependendo do meio em que nasça; o que vale mesmo é a maneira de viver!
Nossos respeitos a Martin Luther por lutar por um cristianismo mais puro, mais cristão.

Gazeta do Sul

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Ex-muçulmano diz ao Papa que Islão é perigoso

Numa carta aberta a Bento XVI, o jornalista Magdi Allam criticou duramente o Islão e também alguns sectores da Igreja Católica, causando um potencial embaraço à Santa Sé.
Esta não é a primeira vez que Magdi Allam faz declarações deste teor.
Durante anos o jornalista nascido no Egipto utilizou as suas colunas de opinião para a religião da vasta maioria dos seus compatriotas e dos seus próprios pais e avós. A situação assumiu novos contornos, contudo, a partir do momento em que Magdi se converteu ao cristianismo, sendo baptizado na passada Páscoa.
O baptismo em si foi polémico, com muçulmanos a censurar o facto do próprio Bento XVI ter recebido o convertido na , durante a vigília pascal. Mas o pior estaria para vir, com o jornalista a aumentar as suas críticas que, com a sua recente conversão, receberam muito mais cobertura mediática.
Na altura, a Igreja viu-se obrigada a justificar-se, esclarecendo que a aceitação de um baptizado não implicava que a instituição se identificava com as suas opiniões pessoais.
Agora, nas vésperas do primeiro Fórum Católico-Muçulmano, que decorrerá entre os dias 4 e 6 de Novembro, Allam publicou uma carta aberta no seu site em que critica, entre outros, o Presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso, o Cardeal Tauran.
Numa conferência em Agosto passado, Tauran terá elogiado o Islão dizendo que era uma religião de paz, mas que “alguns muçulmanos têm traído a sua fé, usando-a como pretexto para a violência”.
“A realidade” escreve Allam na missiva dirigida ao Papa, “é o oposto daquilo que o Cardeal Tauran imagina. O extremismo islâmico e o terrorismo são o fruto maduro dos ditos do Alcorão e do pensamento e da acção de Maomé”.
O jornalista pede que o Papa para se pronunciar de forma clara e vinculativa sobre se o Islão é, ou não, uma religião válida, algo que dificilmente irá acontecer, numa altura em que o Vaticano se esforça por melhorar as relações com o mundo islâmico.

Renascença

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Igreja Maradoniana aproveita glória do ídolo e festeja 10º aniversário

Uma bola de futebol com uma coroa de Cristo e algumas gotas de "sangue", uma árvore de Natal com fotos do ídolo penduradas como "estrela", um terço com uma chuteira no lugar do crucifixo, o nome "Diego" em substituição de "Amém", uma infinidade de objetos e costumes seguidos com devoção por centenas de fiéis da chamada Igreja Maradoniana. Para esta legião de fanáticos existe uma única certeza sobre a face da Terra: Diego Armando Maradona é o Deus Supremo do futebol.


É dia de Natal. Um Natal que se vive como nenhum outro nesses 10 anos de Igreja Maradoniana. Pela primeira vez, Maradona está bem de saúde e volta à seleção argentina, agora como técnico. Nesta quinta-feira, o ídolo completou 48 anos.
"Para os argentinos, o futebol é vivido como uma religião. E como cada religião tem o seu Deus, o Deus do futebol é Diego. É lógica pura", definiu Alejandro Verón, um dos três fundadores da Igreja, ao UOL Esporte.

Cerca de 400 pessoas passaram a noite de véspera do Natal Maradoniano reunidas entre orações, demonstrações de fé e festejos numa pizzaria de Buenos Aires. Começou o ano 48 D.D. (Depois de Diego) que coincide com uma nova fase tanto na vida de Maradona quanto destes fanáticos torcedores que irão ver "Deus" tentar reeditar a última conquista mundial argentina de 1986 (Copa do México).
O público, entre brindes e ceia, explode em cantigas. A mais repetida é a preferida de Diego Maradona: "Voltaremos, voltaremos. Voltaremos outra vez. Voltaremos a ser campeões com em 86".
De repente, a procissão irrompe o salão. Apóstolos com túnicas brancas carregam os símbolos representativos daquele considerado na Argentina o maior jogador de futebol de todos os tempos. No centro do cortejo, um presépio apócrifo em forma de igreja com uma réplica em miniatura da estátua de homenagem a Maradona na cidade argentina de Mar del Plata. São 10 os apóstolos. O décimo primeiro seria Maradona para completar o time. Não há décimo segundo.
"Não existe Judas nesta religião do futebol. Nem tudo tem paralelo com o catolicismo. As coisas simplesmente surgem. Isto é o folclore do futebol", conta Verón.
O ritmo do desfile eclesiástico é marcado com uma oração liderada pelos fundadores da "Igreja Maradoniana, a mão de Deus", em alusão ao famoso gol contra os ingleses no Mundial de 86. "Em nome de Dona Totaaaaaaa? de Dom Diegoooo? e fruto desse amoooor", pronunciam em tom de alabança. "Diegooooooo?Diegoooo", ouve-se em tom de amém.
Os olhares são de admiração e de respeito. Não há espaços para brincadeiras.
"Este é um movimento num tom muito sério por mais que alguns queiram definir como uma paródia. Isto nasceu verdadeiramente por amor a um ídolo num momento em que Maradona não estava bem. Em países como a Argentina, o futebol é um fenômeno inexplicável. É sanguíneo. Aqui não se permite nem uma derrota porque o povo fica inabilitado para ser feliz por, pelo menos, uma semana", interpreta o instrutor nacional e diretor técnico de futebol, José Caldeira, autor do livro "Igreja Maradoniana, a mão de Deus", que define a Igreja como um movimento único no mundo que transformou um jogador de futebol numa religião.

Nova era
Diego nosso que estas na terra,
santificada seja a tua canhota.
Venha a nós a tua magia
Façam-se recordar os teus gols
assim na terra como no céu.

Dá-nos hoje uma alegria neste dia,
e perdoa aqueles jornalistas
assim como nós perdoamos
a máfia napolitana.

Não nos deixes manchar a bola
E livra-nos do Havelange...
PAI NOSSO MARADONIAPNO
Depois de inúmeros natais maradonianos rezando pelo ídolo, diversas vezes internado por problemas cardíacos e pulmonares como conseqüência do consumo de cocaína e álcool, os fiéis se reuniram neste ano sem o temor de perder o craque.
"Incrível seria para qualquer outro mortal. Ele é Deus!", comenta Hernán Amez, um dos fundadores da igreja, referindo-se ao novo período em que o ex-jogador está passando. Apenas 18 meses se passaram entre a última internação de Maradona e a confirmação como treinador da seleção argentina.
"Como treinador, é uma incógnita. Ele tem méritos próprios para estar nesse cargo pelo que fez como jogador. Foi Deus em campo. Tem o crédito aberto, mas terá de demonstrar em outra função", avalia Amez.
"No terreno do futebol, ele foi e será um exemplo. Na sua vida privada, não. Ele tem a sua vida privada e a sua vida esportiva. Na vida esportiva, estamos com Diego até a morte. Na sua vida privada, cada um é responsável pelos seus atos. Nem tudo o que ele faz está bem. Somos conscientes", concorda Alejandro Verón. Mas salienta: "Quando Diego estava mal numa cama e quando todos esperavam que ele morresse, não era fácil ser maradoniano. Nós enfrentamos as balas com o próprio peito. Agüentamos tudo. Fomos fortes. Agora queremos desfrutar", recorda.



OS 10 MANDAMENTOS MARADONIANOS
1. A bola não será manchada", baseada na frase célebre de Maradona "La pelota no se mancha" que buscava separar os seus problemas com drogas do terreno esportivo.
2. "Amar o futebol acima de todas as coisas"
3. Declarar o teu amor incondicional por Diego e pelo bom futebol
4. Defender a camisa argentina, respeitando as pessoas"
5. "Difundir os milagres de Diego em todo o universo"
6. "Honrar os templos onde (Diego) predicou e os seus mantos sagrados"
7. "Não proclamar Diego em nome de um único clube"
8. "Predicar os princípios da Igreja Maradoniana"
9. "Levar Diego como segundo nome e colocá-lo no teu filho"
10. "Não ser cabeça de garrafa térmica (não ser mente fechada) e que a tartaruga não fuja (não ser lento)". (frases famosas de Maradona dentro de um contexto de época).


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Católicos questionam legitimidade de seita

Paróquia das Santas Missões é comanda por padre casado e causa polêmica entre os católicos.

Esta notícia possui fotoA autodenominação de católica por parte de uma seita religiosa na área central, a Paróquia das Santas Missões vem causando desconfiança e dúvidas na população. Para maior confusão, as missas utilizam rituais, imagens e símbolos idênticos aos consagrados pelo Vaticano.
Por conta disso, a Paróquia das Santas Missões tem sido um incômodo para a tradicional comunidade católica do município e atraiu o repúdio da administração diocesana de Piracicaba. "Essa igreja não é católica romana, não tem qualquer vínculo com a diocese. É uma seita que engana os fiéis, utilizando nomes e imagens iguais às nossas para se aproveitar da boa- do povo. Somos a favor da liberdade de culto, respeitamos as diversas igrejas cristãs, mas é lamentável que existam pessoas que se utilizem da religião para enganar o povo", declara o bispo diocesano dom Fernando Mason, através de sua assessoria de imprensa.
De acordo com a Constituição Federal de 1988, nenhum cidadão pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, perseguido, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever por causa das suas convicções ou práticas religiosas. Contudo, não existe matéria jurídica que defina a constituição, atribuições e propriedades intelectuais da religião católica.
"Historicamente, desde que a Igreja foi separada do Estado, em 1890, não houve avanços nesse sentido. Com isso, a apropriação da doutrina e ensinamentos do catolicismo oficial não é regulamentada. Caberia ao Estado definir no âmbito civil e jurídico o papel da Igreja e seus representantes na sociedade", comenta monsenhor Jamil Nassif Abib, vigário-geral e moderador da Cúria de Piracicaba. "Esse assunto é um verdadeiro campo minado. Toda vez que se tenta uma aproximação com o governo, por parte da Igreja Católica, acabamos sendo acusados erroneamente de proselitistas", acrescenta.
Enquanto isso, as missas do autodenominado padre Daniel Grigoletto, que dirige a Paróquia das Santas Missões, prosseguem três vezes por semana sem maiores atribulações. Entre uma pregação e outra, o padre oferece objetos abençoados de uso pessoal para que os copiosos fiéis possam ao menos amenizar suas dores e sofrimentos do corpo e da alma. Depois da comunhão eucarística e os cânticos finais, alguns ainda ficam para ouvir os conselhos e palavras de conforto do padre Grigoletto.
Ligada à Igreja Católica Apostólica Carismática, comandada pelo bispo dom Euclides Nunes e com templos em Leme, Araras, Santa Bárbara D Oeste, Sumaré, Limeira, Lins, Araraquara, Campinas, Ribeirão Preto e outras tantas cidades paulistas, a Paróquia das Santas Missões está em Rio Claro desde março do ano passado.
Outro fato ultrajante para muitos é que o padre Daniel Grigoletto é casado e mora com esposa e filhos em Limeira. O padre diz que já esperava ataques desse tipo.
"Nós incomodamos os sacerdotes católicos romanos porque, ao contrário deles, nos importamos realmente em dar amparo espiritual àqueles que nos procuram. A nossa igreja é feita para os sofredores, pecadores e que vivem atormentados pelo demônio. Temos milhares de testemunhos de pessoas que conseguiram a redenção em nome de Jesus", afirma Grigoletto.
O padre diz que não foi ordenado pelo papa e tampouco segue as diretrizes do Vaticano. "Nossa proposta espiritual é totalmente baseada na palavra de Deus, na Bíblia. Nós somos a verdadeira igreja, cuja doutrina existe há 2 mil anos. Para exercer meu sacerdócio, que se tornou minha missão de vida desde 2002, passei por um batismo de fogo. Sou qualificado para fazer o que faço. Ao contrário de muitos que vestem batina e são verdadeiros sepulcros caiados."
Questionado sobre a legitimidade de sua atividade religiosa, Grigoletto se defende amparado na lei de liberdade de culto. O sacerdote afirma ainda que sua igreja é regularizada perante a lei, é registrada no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) e está quite com o fisco.
O padre conta que seu templo vive do dízimo dos fiéis. Como toda organização religiosa, existe uma rede administrativa para suporte financeiro das atividades da Igreja Católica Apostólica Carismática. Quando um novo templo é fundado, a sede da igreja em Campinas disponibiliza um capital inicial e ajuda financeira para manutenção da mesma, até que a nova comunidade possa se sustentar por meios próprios.
O rebanho do padre Grigoletto tem aumentado consideravelmente. O novo templo, inaugurado há pouco na Rua 1 com Avenidas 9 e 11, tem capacidade para cerca de 400 pessoas e fica lotado aos domingos. A pregação de Grigoletto também está presente na rádio, com programas na Clube AM (segunda-feira a sábado, às 6h) e na Cultura AM (segunda-feira e sábado, às 7h55).

JC

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Grupo Gospel vence Astros deste mês

Na grande final de outubro, exibida nesta quarta, 29, os jurados Arnaldo Saccomani, Thomas Roth, Cyz Zamorano e Carlos Miranda escolheram o grupo Artpella como o grande vencedor do "Astros".
Rick Dias, Dan Trindade, Cleiton Frack, Damaris Kayaba, Mary Montenegro, Yuri Papas e Digroove, integrantes deste grupo gospel formado na Igreja Batista de Diadema, ganharam um carro zero quilômetro do programa. Na disputa também estavam Niyi Fote, Alex Sorriso, Soul Pixaim e os grupos Black Rain, A Tropa, Gabriel e Rasta Giu, Gradi e Coesão.
Os apresentadores Beto Marden e Ligia Mendes ainda anunciaram Fabrício Mendes como o vencedor do Excluídos - a competição paralela do reality show, na qual os internautas decidem qual é a figura mais bizarra que passou pela atração. Ele faturou uma moto novinha.

Audições em Ribeirão Preto/SP

No próximo sábado, 1º de novembro, a produção do "Astros" desembarca pela primeira vez no interior de São Paulo, em Ribeirão Preto. As audições serão realizadas no Centro de Eventos Taiwan, situado no Km 310 da rodovia Ribeirão Preto - Bonfim Paulista, a partir das 8h da manhã. Para participar, basta ser maior de dezoito anos e portar documento oficial com foto. As inscrições serão feitas no local.

JC/NaTelinha

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Falece sacerdote vítima da perseguição contra cristãos na Índia

O Pe. Bernard Digal foi barbaramente golpeado em 25 de agosto.
Nesta quarta-feira faleceu o primeiro sacerdote vítima da perseguição contra os cristãos que se vive na Índia, em particular, no Estado de Orissa. Trata-se do Pe. Bernard Digal, da arquidiocese de Cuttack-Bhubaneshwar, em Orissa, que foi brutalmente golpeado por extremistas violentos hindus em 25 de agosto.
Ele faleceu no hospital por causa das graves lesões sofridas na cabeça e em todo o corpo.
O Pe. Mrutyunjay Digal, sacerdote da mesma arquidiocese e secretário do arcebispo local, Dom Raphael Cheenath, deu a notícia à agência missionária da Santa Sé «Fides», definindo-o como «um momento de luto, de silêncio e de oração por toda a Igreja local».
O Pe. Bernard, de 45 anos, foi internado no hospital de Chennai, em Tamil Nadu, para ser submetido a uma delicada intervenção cirúrgica na cabeça. Contudo, seu corpo não resistiu aos traumas recebidos.
«Durante sua vida, o Pe. Bernard mostrou determinação e valentia para testemunhar e morrer por Cristo. Morreu como autêntico cristão, e imediatamente depois da agressão sofrida, perdoou seus inimigos e perseguidores», explicou o sacerdote de sua arquidiocese.
«A todos os seus entes queridos se dirigem nosso afeto e nossas orações, para infundir força e ânimo neste momento de dificuldade», acrescentou, informando que na cabeceira do leito de morte do Pe. Bernard estava Dom Cheenath, que lhe deu as últimas palavras de consolo e o acompanhou no trânsito com a oração.
O Pe. Bernard é o primeiro sacerdote católico que morre na campanha de violência anticristã. Segundo algumas organizações cristãs indianas citadas pela Fides, os mortos por causa da violência contra os cristãos são aproximadamente 100, enquanto são milhares os feridos e continuam as matanças, freqüentemente escondidas.
Cerca de 15 mil cristãos estão ainda em campos de refugiados, e cerca de 40 mil fugiram para a selva ou a outros lugares, aterrorizados por grupos de extremistas hindus.

Zenit

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Pastor acusado de abuso sexual em bairro de Vitória

Quase dois anos freqüentando uma igreja evangélica na busca de conforto e aconselhamento serviram para trazer o medo para a vida de uma menina de 12 anos, no bairro Itararé, em Vitória. Ela estaria sendo assediada e sofrendo abusos por parte do pastor de uma igreja evangélica, identificado como J.R.S.F..
A denúncia foi feita por A.S.M., 34, tia da menina, no Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vitória, após encontrar uma carta onde a sobrinha pretendia contar os fatos à mãe. Com medo da reação da mãe, a menina não entregou a bilhete.
Do DPJ, a ocorrência foi parar na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). No entanto, apenas a tia e a menina prestaram depoimento.
A mãe, com medo, não quis representar contra o reverendo. O delegado José Luiz Pazzeto informou que neste caso, o inquérito pode ser feito por portaria.
Segundo o depoimento da tia ? feito após conversar com a garota ?, a menina estaria sendo ameaçada de morte, bem como a mãe dela, pelo pastor, por não se submeter às investidas dele.
Para conseguir contato físico com a menina, o pastor estaria dando presentes a ela e fazendo promessas. Ele já teria levado a vítima para a casa dele, para tentar sexo com ela.
Segundo a tia, a menina disse que o pastor falava abertamente que fazia sexo com outras meninas da igreja, em troca de presentes.
A menina disse, em depoimento, que J.R. tentou obrigá-la a fazer sexo oral nele, mas ela se recusou. O pastor teria dito que também abusava de outra menina e que, se ela "se soltasse mais", ganharia uma bicicleta no Natal.
Segundo a menina, o pastor até o momento teria feito "sarrinhos", esfregando o órgão genital nela, até ejacular no seu corpo.
"Mãe, qualquer coisa que acontecer comigo, sempre vou te amar. Mãe, se eu engravidar, se eu morrer, ou se eu me matar, sempre vou te amar. Mãe, você foi a melhor mãe do mundo. Mãe, estou com medo, mãe, só isso".
Trecho da carta da menina de 12 anos, entregue à polícia.

Gazeta Online

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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Halloween - a festa das bruxas

Em Outubro, as festas de Halloween se realizarão nas escolas de idiomas e também em várias seculares, mas será que um cristão pode participar dessa festa? Qual a sua origem? O que é comemorado neste dia? A partir de agora, você vai conhecer o que é Halloween.


BRUXARIA NÃO É FANTASIA?

Temos que entender que bruxaria não é apenas fantasia, mas tão real a ponto de ter um comércio voltado para ela.

Os bruxos (as) e druidas possuem até mesmo uma opinião de que bruxaria é uma religião.

O livro Wicca-Crenças e Práticas, Grary Cantrell, Madras Editora, traz a seguinte definição: "Nossa religião, bruxaria-Wicca, é legalmente reconhecida e está sob proteção da Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos e nosso isolamento do resto da comunidade religiosa deve e precisa terminar." Este depoimento é de um sacerdote da bruxaria americano. Que também relata, na pág. 17 do mesmo livro: "o nosso ofício está crescendo e se diversificando em velocidade fenomenal". Todos têm o direito de escolher a religião, mas não podemos permitir, assim como eles também não permitem, que estas práticas e rituais façam parte da vida dos nossos filhos nos baseando na desculpa de tratar se apenas de uma festa ou folclore.

O envolvimento do seu filho com esta religião, através do Halloween, mesmo que por pouco tempo, pode acarretar sérios problemas em sua vida espiritual, pois pode despertar o interesse em ser um pagão, e depois vir a rejeitar Jesus Cristo como seu único salvador, a não aceitar mais a Deus como soberano sobre sua vida, a rejeitar o batismo e a desejar adorar vários deuses. Estas são as doutrinas da bruxaria. É claro que todos temos o livre arbítrio, inclusive nossos filhos, mas ele é sempre influenciado por aquilo que nos cerca!

Esta influência já se tornou tema de reportagens, crianças se despertam para as religiões por meio da leitura de um livro ou até mesmo após a participação em festinhas voltadas para o assunto. Isso é o suficiente para acender a curiosidade dos pequenos. A revista Bons Fluidos trouxe uma reportagem de crianças que se envolveram com outras religiões. Leia esta parte da matéria:

No quarto de brinquedos de Pedro de Queiroz Ávila, 6 anos, bolas, carrinhos, dinossauros e cobras de borracha convivem com um pequeno altar ecumênico. Arrumadas em um canto do cômodo, imagens de divindades indianas, de Buda e de Nossa Senhora despertam a atenção de quem entra ali pela primeira vez.

Um depoimento do menino deixa claro como vem o interesse em deuses pagãos: "Gosto de todos os deuses, mas meu preferido é Brahma, ele tem quatro cabeças e é o mais poderoso do Universo", conta com desenvoltura. "Também acho legais Shiva e Vishnu, que, junto com Brahma, comandam tudo", continua. De modo simples e autêntico, Pedro demonstra que entende um pouco de uma cultura muito distante da sua. Seus três deuses favoritos formam a trindade sagrada que, para o hinduísmo, controla o mundo".

O interesse de Pedro, aluno da Escola Viva, de São Paulo, surgiu na escola. "Um dia, a gente escutou algumas histórias de deuses. Depois, sentamos e ficamos repetindo om, om, om, que é um mantra", explica.

A fotógrafa Mari Queiroz, mãe de Pedro, conta que ele se interessou também por mitologia grega. "Para satisfazer a curiosidade dele, passei a pesquisar na internet e a conversar com amigos", lembra. Eles foram juntos assistir à peça infantil As Jóias de Krishna. "Gostei. Lá, aprendi por que Ganesha, deus da sabedoria, tem cara de elefante. Acho legal que nenhum deus seja só bonzinho. Eles lutam e fazem as pazes", diz Pedro".

Outro relato que esta matéria traz é de um garoto que se envolveu com bruxaria: "Sentado no alto de uma árvore, Antônio Canto Porto de Moraes, 9 anos, tenta recitar um dos feitiços que aprendeu em seu ultramanuseado exemplar de O Livro Secreto dos Bruxos, de Janice Eaton Kilby, Deborah Morgenthal e Terry Taylor, (Ed. Melhoramentos), leitura de cabeceira diária e obrigatória.

"Realizar uma magia: esse é meu maior sonho. Se um dia eu conseguir, serei a criatura mais feliz do planeta", confessa o menino". Fã de Harry Potter - o garoto mago da série homônima criada pela inglesa J. K. Rowling -, Antônio diz que troca qualquer jogo de futebol por uma sessão de bruxaria entre amigos. "Bruxaria do bem, tá? Não gosto de violência nem de coisas negativas", faz questão de esclarecer. No último Natal, pediu de presente uma tenda roxa com estrelas bordadas porque queria um lugar especial para fazer rituais. "Não ganhei, mas tenho fantasia de mago, coleção de duendes e gnomos e minha mãe já disse que, quando eu crescer, vou estudar em uma escola de bruxos", conta. Manuela, a mãe, concorda. "Se encontrarmos um lugar bacana, por que não? Respeito a sensibilidade dele, que sempre teve inclinação para esses assuntos. Estimulo sua vontade de aprender e procuro fornecer leituras adequadas à sua idade", afirma Manuela, que é católica."

Ao transcrever esta parte do artigo da revista, queremos mostrar que a criança possui uma tendência de se envolver a fundo naquilo que é passado através de histórias, programações ou até mesmo festas. Afirmar que Halloween é apenas uma festa demonstra a falta de conhecimento para o propósito deste ritual que faz parte de um calendário sagrado da bruxaria. Assim, é de suma importância conhecer a origem do Halloween.

ORIGEM DO HALLOWEEN

Primeiramente, não podemos esquecer que a Wicca é uma religião que se baseia na adoração da natureza, crendo que ela os conduz. Podemos chamá-la de “Eco religião”. O Halloween foi introduzido nos Estados Unidos pelos Irlandeses. Não há nenhuma fantasia em Halloween, é um dos dias de rituais na religião Wicca. Hoje podemos dizer que a Wicca é a neo-bruxaria.

Existem oito dias de cerimônias sagradas para as bruxas de todo o mundo, as quatro maiores e as quatro menores - chamadas de Sabás. O dia do Halloween não é um dia qualquer, ele é um dos principais dos Sabás: IMBOLC, BELTAIN, LUGHNASADH e SAMHAIM. Sendo que este último é o dia de Halloween.

Samhaim é festejado em 31 de outubro, mas é considerado o último dia do ano para os bruxos, trata-se de um festival que introduz a estação das trevas. De acordo com a história, este dia originou-se nos antigos festivais de outono dos Celtas, que eram ligados à feitiçaria e à magia. Nesse dia, acredita-se que o portal que separa os mortos dos vivos se abre, e os mortos passam a ter contato com os vivos, ou seja, o dia em que os mortos voltam.

No livro Wicca, de Gary Contrell, Wicca-Crenças e Práticas, na pagina 95, o autor faz o seguinte relato referente a Halloween: "O Sabá do Samhaim celebra o ciclo eterno da reencarnação e marca o início do inverno céltico. O velho Deus morre nesta noite para renascer no Yule, dando continuação à Roda da Vida do Ano". E em seguida destaca: "Se o ritual for adequadamente feito, geralmente se percebe a presença de amigos invisíveis."

Dentro dos rituais feitos nestes dias, frutas como maças, melões, abóboras, além de cereais ou nozes de outono são decorações típicas do Samhaim.

Por mais que pareça uma brincadeira, o dia das bruxas tem uma relação religiosa. Afinal, não podemos achar que ter um contato com mortos ou querer entrar em contato com eles seja uma brincadeira! Para se ter uma idéia, dentro deste ritual, há processos feitos como: purificar a área ou o círculo, invocar os quadrantes (vento, terra, água e fogo)e o Senhor e a Senhora (deuses) com orações de evocações.

Uma das orações é esta: "Senhor da Vida e Senhor da Morte, nós te damos as boas vindas e também nos despedimos de ti nesta noite. Nós te apressamos para atravessar os portões da morte a fim de que retornes para abençoar-nos com tua força, amor e orientação. Bendito sejas, querido Senhor. Bendito sejas".


Após esta oração, a sacerdotisa ora para a deusa mãe: "Mãe de todos nós, fica conosco esta noite. Abençoa-nos com a tua força, amor e orientação enquanto nosso Senhor entra na escuridão da morte. Fica com teus filhos, mãe guia-nos e consola-nos. Amém." - extraído do livro Wicca Crenças e Práticas, pág. 96).

Uma oração realizada nos Convéns tanto pela Sacerdotisa, quanto pelo "Sumo-Sacerdote", após acender as velas do altar simultaneamente, invoca a deusa:

"Bondosa Deusa, nós te agradecemos pela alegria e abundância deste ano. Vai com o nosso Senhor para as trevas, a fim de trazê-lo em segurança de volta para a luz, Aquele que estás conosco no princípio e no fim dos tempos, as trevas da morte e a centelha da vida. Nós te agradecemos, Senhora, pois o trarás de volta em segurança."

Após a oração, entoa se cânticos de Samhain. Um dos cânticos do livro tem o seguinte trecho: "Este tempo de morte vai ter fim, que a vida retorne e seja sempre assim. Vamos o corpo e o espírito descerrar, pois esta noite a maré vai se alterar. A morte recebemos com todo o coração , que ávida seja agora a nossa visão."

Os membros dos convéns falam da morte de um ente querido, de um amigo, ou animal que perderam naquele ano. Depois, o sacerdote indica o ritual do bolo e da cerveja, lembrando que cada convés pode ter o seu ritual personalizado, ou seja, não precisa ser necessariamente o mesmo para todos.

Infelizmente, não é possível mencionar todos os rituais feitos neste dia, mas existem até orações para que a morte possa ser recebida com todo o coração, etc.

A direção das escolas e os professores que, por vezes, exigem a participação dos alunos, não tiveram a curiosidade de entender a origem deste dia, mas precisam saber o que estão repassando aos alunos.

Para os druidas, 31 de outubro era o dia em que Samhaim vinha com os mortos para que as lavouras não fossem atormentadas pelos espíritos. Era necessário deixar uma oferenda, muitos colocavam fogueiras no canto de suas fazendas para afugentar os maus espíritos e aplacar poderes sobrenaturais que controlavam os processos da natureza. Atualmente, nesta festa, os praticantes de bruxaria afirmam que deixar uma oferenda de alimentos ou bebida na entrada da casa serve para revigorar as almas dos mortos (pág.95). No ritual de Halloween encontramos os seguintes procedimentos: Purificação da área e o circulo, e iinvocação dos quadrantes e dos deuses pagãos.

SIMBOLISMO DO HALLOWEEN

Tudo neste dia tem uma simbologia, porém, as escolas seculares desconhecem, e por isso promovem esta festa. Espero que os pais tenham a oportunidade de mostrar esta matéria ao professor ou à diretora da escola de seu filho, pois tenho certeza que muitos, após conhecerem o verdadeiro significado do Halloween, deixarão de festejá-lo. Cada peça, brincadeira ou enfeite possui um simbolismo dentro da crença Wicca, vejamos algumas:

ABÓBORA COM ROSTO – Originou-se da lenda de um homem chamado Jack. Ele morreu, mas foi lhe negado a entrada tanto no céu, como no inferno. Então, condenado a viver perambulando pela terra como uma alma penada, ele colocou uma brasa brilhante num grande nabo oco, para iluminar o seu caminho à noite. Este talismã virou a abóbora que simboliza Jack.

NABOS - Os nabos também eram um tipo de lanterna com a qual os Celtas acreditavam mandar os espíritos embora. Este símbolo continua com o uso das abóboras iluminadas.

VELAS - Neste dia, são usadas muitas velas marrons e alaranjadas.

USO DO PENTAGRAMA - O pentagrama tem sido usado como amuleto, mas ele é um símbolo básico da feitiçaria. É o ponto central do trabalho de encantamento e, geralmente, é colocado sobre ou na frente do altar.

PESCAR MAÇÃS EM UM TONEL - Esta antiga prática surgiu da adivinhação do futuro. O participante que obtivesse sucesso, poderia contar com a ajuda dos espíritos para a realização amorosa com a pessoa amada.

PEDIR DOCES - Esse costume surgiu da tradição Irlandesa, quando um homem conduzia uma procissão para angariar contribuições dos agricultores, afim de que suas colheitas não fossem amaldiçoadas por demônios. Um paralelo que podemos fazer é que as crianças representam os demônios, porque elas saem pedindo doces e dizendo: "Doces ou travessuras?". Assim, quando elas não conseguem os doces, fazem as travessuras aos que negaram. Assim, o agricultor pedia alguma coisa para dar de oferta aos demônios.

GATO PRETO - Os gatos eram objetos de adoração e estavam presentes nesta festividade. Acreditava-se que, após um período de silêncio, com a busca da meditação, o próprio diabo aparecia na forma de um gato preto.

DEPOIMENTOS DE BRUXAS VERDADEIRAS

Um dos livros que tenho em minha biblioteca particular é Satanismo, A sedução da Juventude Norte-Americana, de Bob Larson, Editora Vida.
Nele, há comentários sobre o programa do autor em rede Nacional, nos EUA, chamado "Fale e escute com Bob Larson", em que um tema é proposto e o ouvinte participa. Um dos temas foi bruxaria e Bob recebeu várias ligações de garotas envolvidas em bruxaria, das quais transcrevo alguns trechos dos depoimentos:

Gracinda - Era uma bruxa de terceira geração, cujo objetivo na vida real era destruir os evangélicos. Diferentemente de muitas bruxas adolescentes, que retiram a idéia de bruxaria de um anúncio de tablóides. Gracinda tinha sido treinada para seguir esta tradição. Ela diz: "Tenho uma sobrinha de onze anos que tentou o suicídio". Ela ainda afirmou em seu depoimento que deseja deixar para trás o mundo da bruxaria. "Fui obrigada a dar em sacrifício a Satanás minha primeira filha, quando ela estava com seis meses de idade. Agora tenho um filho de nove meses e não quero que ele siga minhas pegadas".

Salina –
Era uma bruxa sacerdotisa que havia participado de sacrifícios de animais e de seres humanos. "Sou médium e estou envolvida em necromancia e demonologia. Bob, preciso de sua ajuda!",
clamou ela. Bob Larson pergunta: "Você participou de cerimônias durante as quais você vendeu a sua alma"? Salina respondeu: "Sim, derramando o meu próprio sangue. Na palma de minha mão gravei um pentagrama com uma lua crescente e uma estrela", explicou ela. "Por favor, advirta aos seus ouvintes de que eles não podem negociar com o diabo". “ Você quer sair da bruxaria?”, pergunta Bob Larson. “- Sim, mas tenho medo, porque seria morta. Tenho visto e ouvido demais.”

Jay - "Tenho sido ateu a vida toda, mas há três anos, associei-me a um grupo de bruxos, apenas por diversão".

Os depoimentos de Salina, Jay e Gracinda estão no livro Satanismo, nas páginas 197 e 188.

Depois destes depoimentos, devemos orar por jovens e adolescentes que estão indo para o mesmo caminho

HALLOWEEN A LUZ DA PALAVRA DE DEUS

Infelizmente, o espaço é curto para muitas informações, contudo quero levá-lo à luz da Palavra de Deus.

Pessoas que participam desta festa têm que se conscientizar que o Halloween traz conseqüências. Estamos debaixo da lei da semeadura, então, “o que o Homem semear, ele irá colher”. Neste tipo de ritual encontramos a Necromancia, o animismo, o Politeísmo e outras práticas pagãs, que não condizem com as Sagradas Escrituras, pois elas nos afirmam claramente que não há possibilidade de alguém morto entrar em contato com o mundo dos vivos. Para Deus isto é abominação!

Hebreus 9- 27: "Pois aos homens está ordenado viver e morrer uma só vez, depois disso juízo".

Isaias 8 v. 19-20
"Quando pois, vos disserem:Consultai os que tem espíritos familiares e aos adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo o seu Deus? A favor dos vivos, consultará aos mortos? Á lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles".

Assim, os que apóiam ou participam desta festa, devem ter consciência que estão envolvidos com os rituais e, portanto, estão fazendo parte da mesa dos espíritos malignos e demônios, porque unem-se com o mesmo propósito da festa.

I Co 10 v. 18-22: "Vede a Israel segundo a carne; os que comem os sacrifícios não são porventura participantes do altar? Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Antes digo estas coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejas participantes com os demônios. Ou irritemos o Senhor? Somos nós mais fortes do que ele?"


A participação obrigatória dos professores cristãos na festa

Devemos compreender que é uma situação difícil ao professor cristão que é obrigado pela direção a participar da festa do Halloween. No entanto, não podemos invalidar a palavra de Deus para qualquer área da vida, e um dos mandamentos é "AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS".

Assim sendo, mesmo que o emprego entre em risco, o professor deve primeiramente refletir sobre o envolvimento espiritual que oferecerá às crianças e a si próprio por uma obrigação profissional.

Assim, caso você, professor, necessite se arriscar ao recusar a participar da festa, saiba que não será o primeiro a envolver-se em uma situação difícil como esta. Em prova de fé, muitos homens de Deus, apóstolos e muitos cristãos preferiram perder a vida a se dobrarem diante de ídolos. Além disso, sua sentença não poderá ser tão árdua, pois nossa Constituição garante que não pode-se despedir alguém do trabalho por não participar desta "atividade extra”. Nem tão pouco pode-se obrigar um aluno a participar, pois a Constituição Brasileira também nos assegura o direito da prática de fé: "É INVIOLÁVEL A LIBERDADE DE CRENÇA, SENDO ASSEGURADO O LIVRE EXERCÍCIO DOS CULTOS RELIGIOSOS E GARANTIDA, NA FORMA DE LEI, A PROTEÇÃO AOS LOCAIS DE CULTOS E AS SUAS LITURGIAS -(ART.VI-Capitulo I - Titulo II)".

Infelizmente, muitos professores cristãos, além de participarem da festa, ainda dão idéias para enfeitar a escola. Assim, muitos desacreditam da fé destes professores por serem facilmente envolvidos com as práticas pagãs. Da mesma maneira, filhos de cristãos participam do Halloween como se estivessem numa simples festa de aniversário. No entanto, para concluirmos se devemos participar ou permitir que nossos filhos participem, o trecho bíblico abaixo responde definitivamente esta questão: Pedro escreveu: "Mas também, se padecerdes por amor da justiça, sois bem-aventurados. E não temais com medo deles, nem vos turbeis; antes santificai ao Senhor Deus em vossos corações, e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir à razão da esperança que há em vós, tendo uma boa consciência, para que naquilo em que falam de vós, como de malfeitores, fiquem confundidos os que blasfemam do vosso bom porte em Cristo. Porque melhor padeceis fazendo bem (se a vontade de Deus assim o quer), do que fazendo mal. (1ª Pe 3 13 -17)

Sabemos que é difícil tomar decisões, mas que o Senhor possa lhes dar força para a recusa, pois os Satanistas já adotaram este dia para comemorarem o dia do nascimento de Satanás. Acredito que depois destas informações, vocês pais não desejarão que seus filhos participem de uma festa desse tipo. E você professor, ainda mais responsável, deve fazer uma escolha. Para tanto, lembre-se de Daniel na cova dos leões, dos três jovens jogados na Fornalha, e de tantos outros cristãos, que morreram queimados ou comidos por animais selvagens nas arenas, porque decidiram dizer não as práticas pagãs. Pense se seu trabalho vale mais que sua fé, para que você prossiga com o alvo de levar seus alunos ao paganismo e a bruxaria.

Atualmente, o crescimento da apostasia na fé e também o crescimento de grupos religiosos ligados à bruxaria e ao satanismo são visíveis, porque as pessoas vivem como acham que devem, e a Bíblia nos alerta a este respeito: "Mas o Espírito expressamente diz: que nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrina de demônios”. (I Tm 4v.1). Lembre-se que "a nossa luta não é contra carne, mas contra potestades, principados e príncipes das trevas, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais". EFESIOS 6 V.12.


FONTE: www.cacp.org.br

Pastor da Igreja Cristã Presbiteriana. Conferencista e Palestrante. É autor do Livro "Bruxaria para Crianças"

Grupo Sacerdotes lança álbum intitulado GANGSTA KRENT


Foi lançado em setembro de 2008 na 7ª Expo Cristã de São Paulo o novo álbum do grupo Sacerdotes intitulado GANGSTA KRENT em parceria com a Distribuidora Leonel Line.

(Fonte: Super Gospel) - O álbum vem recheado de novidades e conta com as participações mais que especiais de Pregador Luo, na faixa que já é a mais conhecida do novo disco por ter sida lançada anteriormente em seu último álbum, o Apocalipse 16 7T-SP. Da Baixada Santista, o grupo Voz d Assalto (VDA) com a colaboração de Cuco (co-produtor do CD) e Ice Dee, Preto Fat do quarteto (4Play) e Mc Dom.

O Disco contém 19 faixas, sendo que 17 são inéditas e 2 remixadas
do CD anterior.

Em 2003, devido ao sucesso e a qualidade musical, o Sacerdotes, mesmo sem contar com um serviço de assessoria de comunicação, foi tema de reportagens de alguns veículos da imprensa da Baixada Santista, como o jornal Expresso Popular, do Sistema A tribuna, o maior conglomerado de mídia da região. No fim de 2004, o grupo, que iniciou realizando pequenas apresentações, superou os limites das igrejas locais, para se tornar conhecido nacionalmente. A primeira aparição a todo Brasil aconteceu no dia 7 de dezembro, quando eles foram o destaque do quadro novas bandas do Jornal Hoje, da Rede Globo. Na reportagem, apresentada na hora do almoço, os rappers falaram da história do grupo, do amor de Cristo em suas vidas e apresentaram um pouco do trabalho já conhecido no Litoral Paulista. Devido à reportagem num dos noticiários da maior rede de televisão do país, o Sacerdotes foi convidado, na mesma semana, para ser uma das atrações musicais do programa Domingo Legal, apresentado por Gugu Liberato, no SBT. A reportagem, que antecedeu a entrada do Sacerdotes no palco, mostrou um pouco da vida dos integrantes do grupo e do trabalho desenvolvido junto aos jovens da periferia. No programa ao vivo, eles, cantaram Exército Poderoso, faixa 3, do álbum "Tirados das Trevas para o Reino da Luz" (cd independente lançado em 2003), agitaram o público e revelaram o que o amor de Cristo tem para fazer em muitas vidas, sempre através da rima. Devido ao serviço prestado na conquista de almas, o grupo acabou ganhando o respeito e reconhecimento de importantes pessoas do hip hop gospel nacional. Prova disso, é a participação na coletânea "Aperte o Play 1 – A festa", organizada pelos rappers do Ao Cubo (outro grande nome do gospel nacional) gravado ao vivo, no Canta América, em março de 2006.

O cd anterior "TIRADOS DAS TREVAS PARA O REINO DA LUZ", será relançado atendendo àqueles que não tiveram a oportunidade de obter o álbum original.

Mais novidades, agenda e compra do cd você encontra no www.myspace.com/gksacerdotes.

Contato: (13) 3406-2827 / (13) 7805-7227

Selo/Gravadora: Independente


FONTE: www.overbo.com.br

Halloween: festa nasceu pagã, mas foi alterada pela Igreja Católica

Celtas inventaram o Halloween para celebrar os espíritos de seus mortos. A festa nasceu pagã, mas foi alterada pela Igreja Católica. Aspectos ‘assustadores’ da comemoração foram uma contribuição cristã.

(Fonte: G1) - Quando os celtas inventaram o Halloween, a tradição não mandava comer guloseimas nem se fantasiar de bruxa. O objetivo era celebrar o começo do inverno e homenagear os espíritos dos mortos.

Na região da atual Irlanda, há aproximadamente 2 mil anos (data estimada pelos historiadores), os celtas comemoravam seu ano novo em 1º de novembro, data que também marcava o fim das estações quentes do ano. Eles acreditavam que, na véspera, chamada de “Samhain”, o mundo dos vivos e dos mortos se mesclava. A festa do “Samhain” incluía o sacrifício de animais e uma grande fogueira em homenagem aos mortos.

O cristianismo é que teria injetado o ar “diabólico” ao Halloween, já que associava espíritos e fantasmas ao paganismo e ao mal. Mas a festa originalmente não tinha a intenção de ser assustadora, e sim uma celebração, segundo explicou ao G1 por telefone Jack Santino, professor de Cultura Popular dos EUA e autor do livro “Halloween and other festivals of life and death” (Halloween e outros festivais de vida ou morte).

“O Halloween como o conhecemos hoje vem da época em que os missionários cristãos tentaram mudar as práticas religiosas dos celtas”, analisa Santino. Para substituir a festa pagã do “Samhain” por uma comemoração cristã, a Igreja Católica determinou que o 1º de novembro seria o Dia de Todos os Santos (All Saint’s Day), também chamado de All-hallows. A véspera, portanto, era chamada de All-Hallows Eve, que depois virou Halloween.

Gostosuras ou travessuras

A festa se popularizou nos EUA com a chegada de um grande número de imigrantes irlandeses, no século XIX, e a ela foram agregadas diversas novidades.

Uma delas é o uso de fantasias. Já que os celtas acreditavam que, na noite de 31 de outubro, os espíritos dos mortos vagavam junto a fadas, bruxas e demônios, estes acabaram sendo os temas mais comuns dos disfarces de Halloween.

A tradição de “gostosuras ou travessuras” também pode ser creditada aos celtas, que costumavam oferecer comida aos espíritos do Halloween para aplacá-los e para indicar-lhes o caminho das casas de suas famílias.

Mas essa não é a única explicação. “Também acredita-se que a idéia de fazer com que as crianças pedissem doces de porta em porta nasceu nos EUA, nos anos 1930. O objetivo era dar às crianças uma participação no Halloween mas evitar que elas ficassem nas ruas fazendo bagunça”, comenta Santino.

As abóboras ocas e recortadas, outro ícone do Halloween, são tipicamente norte-americanas. “Uma lenda celta dizia que um espírito que não conseguia ir nem ao céu nem ao inferno usou uma lanterna para guiar-se. Os irlandeses, ao imigrar aos Estados Unidos, conheceram as abóboras e perceberam que, ocas, elas também funcionavam bem como lanternas e continuaram assim a tradição”, diz Santino.


FONTE: www.overbo.com.br