sábado, 25 de outubro de 2008

Ex-paquito da Xuxa visita sul da Flórida

Xand estará na Assembléia de Deus Ide, em Boca Raton, nos dias 26 e 28.

(Fonte: Achei USA) - O jovem Alexandre Canhoni ficou conhecido, num primeiro momento da carreira, como um dos paquitos do ‘Xou da Xuxa’, o programa de televisão apresentado há alguns anos por Xuxa Meneghel. Anos depois, convertido, ele foi manchete dos jornais depois que queimou, literalmente, todas as lembranças do passado: ele fez uma fogueira de fotos, troféus, presentes de fãs, discos de ouro e cartazes dos filmes que participou com a Loura, entre eles ‘Sonhos de Verão’ e ‘Lua de Cristal’.

Pois Xand, como é conhecido, estará em Boca Raton nos dias 26 e 28 de outubro para duas palestras na Assembléia de Deus Ide, pastoreada por Simei Felipe. Nas duas oportunidades ele dará seu testemunho sobre o que acontecia atrás dos bastidores quando vivia junto às celebridades.

A programação tem início às 6:30 pm e a igreja, que está instalada em novo endereço, fica no número 470 NW 4th Avenue.


FONTE: www.overbo.com.br

Ultra-ortodoxos anunciam que não farão parte de coalizão em Israel

A direção do partido ultra-ortodoxo israelense Shas anunciou nesta sexta-feira que não aceita as condições impostas por Tzipi Livni para participar de seu governo, comprometendo assim a formação do novo governo de Israel. Eles divergiram sobre dois assuntos: o status de Jerusalém e benefícios sociais para os mais pobres.

(Fonte: Folha Online) - "O Shas pediu apenas duas coisas... uma ajuda financeira real para os [economicamente] fracos na sociedade israelense e proteção para Jerusalém... que não está à venda", informou o porta-voz do partido, Roy Lachmanovich, em um comunicado, para justificar a decisão de interromper as negociações políticas e ficar de fora da coalizão governamental.

A decisão foi tomada pelo líder espiritual do Shas, o rabino Ovadia Yossef, 87, após consultar o Conselho de Sábios da Torah, a instância suprema do partido, informaram fontes do Shas.

Nesta quinta-feira (23), Livni, líder do partido governista Kadima, deu um ultimato aos aliados potenciais, entre eles o Shas, ao estabelecer domingo (26) como prazo final para formar o governo de coalizão. Caso contrário, o país deve realizar eleições antecipadas no início de 2009.

O plano inicial de Livni era repetir a atual coalizão, que levou ao poder seu antecessor e atual primeiro-ministro, Ehud Olmert: 29 deputados do Kadima, 19 do Partido Trabalhista, 12 do ultra-ortodoxo Shas e quatro do Partido dos Aposentados, ou seja, 64 das 120 cadeiras do Parlamento (Knesset).

Embora eleita em setembro à direção do Kadima, Livni não tinha garantias de ser empossada pelo Parlamento, devido à fraqueza da coalizão atual e das profundas divisões na Câmara. Nas primárias do Kadima, Livni derrotou, com certa dificuldade, o ministro dos Transportes Shaul Mofaz. Ela venceu com 43,1% contra 42%.

O atual primeiro-ministro Ehud Olmert, envolvido em escândalos de corrupção --as duas maiores investigações contra ele envolvem suspeitas de recebimento de propina de um empresário americano e desvio de verba de viagens oficiais--, anunciou no dia 30 de julho que não concorreria às primárias do partido e que renunciaria após a votação. Em setembro, após a eleição interna, ele renunciou. No entanto, continuará liderando um governo de transição até a formação de um novo gabinete ou a realização de eleições.

Oficialmente, Livni tem até o dia 3 de novembro para formar o novo governo, mas ela anunciou ontem que até domingo falaria com o presidente Shimon Perez sobre a necessiadade ou não de se convocar eleições antecipadas. Se Livni não conseguir formar o governo, uma eleição parlamentar deverá ser organizada dentro de 90 dias.


FONTE: www.overbo.com.br

Cristianismo integra patrimônio nacional, diz primeiro ministro indiano

Em encontro com o secretário-geral do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), Samuel Kobia, o primeiro ministro da Índia, Manmohan Singh, disse que “o cristianismo é parte de nosso patrimônio nacional”. O encontro ocorreu no sábado, 18, em Nova Delhi.

Em entrevista coletiva após o encontro, Kobia expressou alegria pela declaração do primeiro ministro indiano.
O comentário de Singh refuta o que dizem grupos nacionalistas indianos, que descrevem o cristianismo como uma "religião estrangeira" para justificar a campanha contra a comunidade cristã na Índia. Os cristãos representam 2,32% da população indiana.
O cristianismo é mais antigo na Índia do que em qualquer outro país do Ocidente. Segundo a tradição, o apóstolo Tomás chegou a Kerala, na costa indiana, acompanhado por comerciantes de especiarias do Oriente Médio, no ano 52, plantando as sementes de uma vibrante comunidade cristã "na terra dos coqueiros".
No encontro de 30 minutos com o secretário-geral do CMI, Singh disse que a Aliança Progressiva Unida, coligação governamental que dirige, comprometeu-se a "restaurar a normalidade" e a diminuir os ataques aos cristãos no estado oriental de Orissa e em outras localidades do país.
Em resposta à "profunda preocupação" manifestada por Kobia em decorrência das atrocidades cometidas contra os cristãos, Singh assinalou que a Constituição indiana "garante a liberdade de praticar e propagar a religião" de todos os cidadãos, assegurando ao secretário do CMI que seu governo tomará medidas para recobrar a confiança da comunidade cristã.
Singh prometeu que o governo federal destinará ajuda financeira para a reconstrução das igrejas destruídas e danificadas, e apoiará as famílias cristãs que perderam suas moradias e outros bens em decorrência dos atos de violência.
A violência contra os cristãos estourou no dia 23 de agosto, quando o líder indiano Swami Lakshmanananda foi assassinado na localidade de Orissa. Embora rebeldes maoístas tenham reivindicado a autoria do atentado, grupos indianos disseram tratar-se de complô da comunidade cristã, tendo em vista que o líder assassinado, residente em Kandhamal, tinha feito uma enérgica campanha contra a conversão ao cristianismo.
Pelo menos 54 cristãos foram assassinados no país. Mais de cinco mil casas de cristãos, 142 igrejas e dezenas de instituições cristãs foram saqueadas e incendiadas por fundamentalistas indianos em Kandhamal, onde os cristãos representam 20% de um total de 500 mil habitantes.
Por causa da ação de grupos extremistas indianos que obrigam os cristãos a se converter ao hinduísmo pela força, mais de dois terços dos 100 mil cristãos de Kandmahal se refugiaram na selva ou em acampamentos de socorro administrados pelo governo, ou fugiram para as cidades e regiões urbanas.
Na coletiva de imprensa, Kobia disse que tinha transmitido “ao primeiro ministro a preocupação da comunidade cristã internacional pela situação em Orissa e em outras regiões".
"Desejamos que o governo assegure a paz a fim de oferecer a confiança necessária para que os cristãos possam regressar às suas aldeias e viver sem temor", agregou Kobia.
O líder ecumênico indicou que o governo de Singh "tem o dever de proteger as minorias religiosas" e agradeceu a medida tomada pelo governo indiano na semana passada, ao convocar reunião urgente do Conselho de Integração Nacional para examinar a situação e pressionar o governo de Orissa.
O secretário-geral do CMI informou que o governo federal enviou mais de seis mil soldados ao distrito de Kandhamal, depois de uma petição do governo de Orissa.
No sistema federal da Índia, embora a manutenção da ordem e a lei sejam de responsabilidade estatal, o governo federal tem a faculdade de destituir o governo de um Estado caso este não consiga manter o império da lei.
Especialistas políticos consideram que uma medida tão drástica seria "suicida" para o governo federal, uma vez que os nacionalistas indianos poderiam tirar proveito dessa ação - reforçando a teoria de um complô cristão para converter a Índia – levando em conta a realização das eleições nacionais nos próximos meses.
O Estado de Orissa é governado por uma coligação integrada pelo Partido Nacionalista Indiano (BJP), que foi acusado de tolerar a violência organizada contra os cristãos, que persiste há sete semanas na localidade.
Kobia disse ao primeiro ministro indiano que a imagem "secular" da Índia poderia ficar "ofuscada" pelos constantes relatórios de violência contra cristãos.
O primeiro ministro, por sua vez, afirmou que o governo federal não medirá esforços para garantir a "liberdade de culto" aos cristãos no sul do Estado de Karnataka, onde grupos indianos tratam de impedir a comunidade evangélica de celebrar reuniões de oração em locais alugados.
O secretário-geral revelou que o CMI coopera com organizações cristãs para formular um "código de conduta" sobre conversões e mantém diálogo com representantes de outras religiões para atingir um consenso a esse respeito, porque a fé não deve ser motivo de conflito entre as pessoas.
"Os ataques aos cristãos são realmente cruéis. São simplesmente sacrificados como cordeiros", disse o presidente do Conselho Nacional de Igrejas da Índia, bispo metodista Tharanath Sagar, durante a coletiva.
Membro do Comitê Central do CMI, Sagar integrou a comitiva que se reuniu com o primeiro ministro.
Dezenas de atentados contra igrejas e salas de oração foram perpetrados por fundamentalistas indianos no estado de Karnataka e em sua capital, Bangalore, onde o bispo Sagar reside.
"O que acontece neste momento é uma campanha sistemática para romper o tecido social da Índia com a intenção de obter benefícios políticos", disse Sagar na coletiva de imprensa. Ele destacou que "a conversão é um fantasma que justifica o ataque aos cristãos".

ALC

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Família é sagrada na sociedade moderna, diz filósofo francês

Os filhos tomaram o lugar da e das ideologias na vida espiritual do homem moderno, apontou o filósofo francês e ex-ministro da Educação da França, Luc Ferry, em entrevista à revista Veja desta semana. “No século XX, o ser humano virou sagrado”, disse.
No livro recém lançado “Famílias, amo vocês”, Ferry assinala que a família é a “única entidade realmente sagrada na sociedade moderna, aquela pela qual todos nós, ocidentais, aceitaríamos morrer, se preciso”.
O filósofo definiu sagrado como “algo pelo qual vale a pena morrer”. Afirmou que hoje, no Ocidente, “ninguém mais aceita morrer por um deus, um país ou um ideal”.
Ele admitiu, contudo, que religiosos extremistas no Islã sacrificam vidas, e na Chechênia ou na Ossétia cidadãos estão dispostos a morrer pela nação. “Mas garanto que não há cidadãos com tais intenções na Alemanha, na França ou nos Estados Unidos. Em contrapartida, não conheço pai que não arriscaria a vida por seus filhos. Os filhos se tornaram o principal canal para o homem tentar transcender espiritualmente”, comparou.
Foi entre os séculos XVII e XVIII que a infância passou a ser definida como um período de fragilidade e de ingenuidade, lembrou. A família da Idade Média era muito mais dividida do que hoje, havia muito mais pais e mães que criavam seus filhos sozinhos. Para o filósofo, o declínio da família e o fim da família nuclear é um clichê que não se sustenta.
Estudioso de Immanuel Kant, Ferry criticou a lógica contemporânea que valoriza o hiperconsumo. “O que nos dá a sensação de progredir, de ser felizes, pelo menos momentaneamente, é comprar, comprar e comprar”, o que não basta, alertou.
A sociedade hoje não se inspira em ideais superiores em termos de civilização. “A sociedade se movimenta no sentido de estabelecer a concorrência acirrada entre todos os indivíduos, sem objetivos finais claros. A história não se move pela aspiração a um mundo melhor, mas pela ação mecânica da competição”, arrolou.
Na entrevista, Ferry destacou que o cidadão ocidental tem medo de tudo. “Qualquer ameaça, como o terrorismo, o aquecimento global ou a gripe aviária, desperta uma neurose global”. No livro “Aprender a viver”, o ex-ministro escreveu que o ser humano precisa de filosofia, mais do que se imagina.
“Mais do que nunca, vivemos num mundo no qual a religião não é suficiente para dar ao homem as respostas que ele procura”, disse, explicando que a religião procura encontrar a paz interior e a felicidade através da fé, enquanto a filosofia tem o mesmo propósito, mas através da razão e sem a intervenção de um deus.

ALC

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Trabalhador acha R$ 2.000 no STF e devolve envelope a centro de reabilitação

Um assistente de eletricista que prestava serviço no Edifício Anexo I do STF (Supremo Tribunal Federal) deu exemplo de cidadania nesta quinta-feira (23/10). Silvestre dos Santos encontrou um envelope com R$ 2.000, próximo a um poste de luz em que fazia manutenção, e imediatamente comunicou os seguranças do Supremo.
Contatada, a agência do Banco do Brasil que fica dentro do STF informou que o dinheiro havia sido sacado por Francisco Ramalho Medeiros, diretor do Centro de Reintegração Deus Proverá, que trabalha na recuperação de dependentes químicos em Planaltina, cidade satélite de Brasília.
Francisco havia aproveitado o primeiro dia após o fim da greve dos bancos para sacar o dinheiro que pagaria as contas da instituição, que abriga 76 homens vitimas de alcoolismo e dependência de entorpecentes. Ele ainda nem tinha notado a falta do envelope, que perdeu quando entrava no carro de um amigo. “Não percebi que um deles [os envelopes] tinha caído antes de fechar a porta”.
Silvestre disse que em nenhum momento pensou em ficar com o dinheiro, apesar de admitir que poder ter resolvido todas as suas dívidas. “Deus me tocou para devolver. Não era meu, então ele me faria mal”, afirmou. Ele disse se considerar um homem de sorte.
O diretor do centro de reabilitação entregou R$ 100 e uma camiseta a Silvestre, como recompensa pela boa ação. O assistente de eletricista decidiu que patrocinará um lanche para seus colegas de trabalho com o dinheiro, mas já reservou o dízimo para a igreja evangélica da qual é membro.

Última Instância

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Filme com cenas sexuais projectado em aula de Religião

Os pais de um aluno da Escola Joaquim de Carvalho, na Figueira da Foz, estão indignados com a passagem de um filme com conteúdos sexuais numa aula de Religião e Moral.
Perante esta indignação, os pais procederam já à anulação da inscrição da disciplina em causa, assim como uma participação do sucedido à Direcção Regional de Educação do Centro (DREC).
A exibição do filme aconteceu há cerca de duas semanas numa turma do 9º ano do estabelecimento de ensino da Figueira da Foz, adianta o PortugalDiário.
O filme norte-americano projectado na aula de Religião e Moral intitula-se de «Kids» (Miúdos) e conta a história de um jovem de 17 anos que está infectado com o vírus da sida e que apenas pensa em ter relações sexuais com jovens virgens.
A película conta ainda com uma forte utilização de linguagem ofensiva e mostra jovens a consumir drogas e álcool, assim como cenas de espancamento de um rapaz.
Segundo a escola, o filme estaria enquadrado «nos conteúdos da disciplina».

Fábrica de Conteúdos

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Padre anglicano se desculpa por abençoar casal gay

Um padre anglicano que conduziu uma cerimônia religiosa para dar a bênção a um casal homossexual prometeu que não fará isso novamente, a não ser que a política da igreja mude.
O reverendo Martin Dudley, da Igreja de São Bartolomeu, no centro de Londres, realizou o ato em 31 de maio, para celebrar a união civil de dois sacerdotes.
Uma carta de Dudley se desculpando foi publicada hoje no site da diocese de Londres. Além de dizer que não repetirá esse ato, Dudley afirmou que acreditava que a política da Igreja da Inglaterra de barrar as bênçãos aos homossexuais estava sendo desconsiderada. As cerimônias para abençoar os casamentos gays tornaram-se um tema candente entre a comunidade da Igreja Anglicana. Oficialmente, a entidade pediu o fim desses atos.

AE

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Igreja Pentecostal Deus é Amor terá que cessar suas atividades, diz MP

A Igreja Pentecostal Deus é Amor, de Cachoeira do Sul, deve cessar suas atividades até que promova a remodelação de sua sede, mediante execução de um projeto de isolamento acústico, em função da poluição sonora verificada no local. A decisão liminar da Justiça atende ação civil pública ajuizada contra o estabelecimento e contra o Município. De acordo com a promotora de Justiça Giani Pohlmann Saad, a medida foi tomada após o recebimento de reclamações de moradores vizinho acerca do alto volume dos cultos realizados no templo. Para cada caso de descumprimento da liminar, ficou estabelecida multa de R$ 5 mil.
O Ministério Público chegou a celebrar termo de ajustamento de conduta com a igreja, porém, dois meses depois do acordo formalizado, recebeu a notícia de que estava ocorrendo descumprimento do ajuste. Na ação, a promotora Giani Saad ressalta que, nesse meio tempo, o município de Cachoeira do Sul jamais exerceu seu poder fiscalizatório para o bem-estar da coletividade, auferindo, inclusive, alvará de funcionamento para a entidade.
A conclusão do laudo técnico do Batalhão da Polícia Ambiental atesta que “o nível de ruído está acima dos níveis aceitáveis, sendo prejudicial à saúde humana e ao sossego público, causando deterioração da qualidade de vida”.
A Justiça determinou, ainda, que o Município proceda a cassação do alvará de funcionamento e, em caso de descumprimento da liminar, a respectiva interdição do local.
Por fim, a promotora Giani Saad esclarece que as medidas tomadas não têm nenhuma relação com o direito da Igreja Pentecostal Deus é Amor em expressar suas manifestações religiosas. “Só queremos a adequação às normas vigentes. Tanto que no momento que o isolamento acústico estiver concluído os cultos poderão voltar a ocorrer normalmente”.

RF

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Papa pensou em excluir capítulo polêmico de livro sobre liturgia

Quando era cardeal, o papa Bento XVI pensou em eliminar um polêmico capítulo de seu livro "O espírito da liturgia", de 2000, em que defendia a celebração de missas de costas para os fiéis, mas resolveu mantê-lo e estudos posteriores "demonstraram que era correta a idéia de base".

(Fonte: Terra) - Assim contou o próprio líder católico na introdução do primeiro volume de sua "Opera Omnia" (coletânea de todas as obras) em alemão, apresentada na quarta (22) no Vaticano.

Em "O espírito da liturgia" o então cardeal Joseph Ratzinger tratava, entre outros temas, da orientação do altar e dizia que era melhor o sacerdote dar as costas aos fiéis do que ao altar, o que lhe rendeu inúmeras críticas.

Bento XVI conta que diante da "distorção" criada sobre sua obra, "concentrada em nove páginas de um total das 200 do livro" e com o objetivo de que emergisse "seu autêntico tema", chegou a pensar em várias ocasiões em tirar esse capítulo.

No final, ressaltou o papa, estudos sucessivos ao livro (dos teólogos Lang e Heid) demonstraram "que as idéias de fundo eram corretas, ou seja que a idéia de que os sacerdotes e fiéis devam se olhar de frente durante as preces, surgido na etapa moderna é completamente estranho aos antigos cristãos".

"O sacerdote e os fiéis não rezam um a outro, mas voltados ao Senhor", precisou o papa.

Bento XVI acrescentou na introdução do livro que "por sorte" se aceita cada vez mais a proposta que fazia no capítulo da polêmica: "não mudar a disposição das igrejas, mas simplesmente colocar uma cruz no meio do altar, à qual olhem juntos sacerdotes e fiéis olhando ao Senhor".

O papa vem justamente potencializando, em seu Pontificado, a colocação da cruz no centro do altar.

A "Opera Omnia" de Bento XVI, apresentada na quarta pelo bispo de Regensburg (Alemanha), Gerhard Ludwig Muller, se compõe de 16 tomos.

O que se apresentou foi o décimo primeiro, da liturgia, por sugestão do próprio papa.


FONTE: www.overbo.com.br

Assessor de Lula faz ponte entre Igreja e Marta

Gilberto Carvalho tirou férias para mergulhar na campanha e tenta também manter o PT de São Paulo unido .

(Fonte: Clipping) - Desde que tirou férias há 15 dias para reforçar a campanha de Marta Suplicy à prefeitura de São Paulo, o chefe de Gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho, tem atuado como bombeiro da fogueira de vaidades em que se transformou o PT paulista durante a campanha eleitoral. Além disso, Carvalho, que iniciou a vida política nas Comunidades Eclesiais de Base da Igreja, articulou um manifesto de católicos em favor de Marta, desaprovado pela cúpula da Igreja em São Paulo. Carvalho também ajudou a aproximar a petista de evangélicos.

- Vim porque houve um pedido da coordenação para ajudar junto às igrejas. Além disso, tenho conversado com deputados e senadores do PT para mantermos a união do partido na reta final - diz ele.

A atuação de Carvalho junto a católicos e evangélicos das igrejas Universal do Reino de Deus e Assembléia de Deus já rendeu frutos. O principal foi a divulgação do "Manifesto de Católicos pela Justiça", da ala mais progressista, em apoio à candidata. O manifesto, contudo, foi reprovado pelo bispo auxiliar de São Paulo, dom Pedro Luiz Stringhini. No site da CNBB, o bispo diz que "a Igreja não aprova a participação de padres em apoio a um manifesto de caráter político, partidário, eleitoral".

Defensora de teses como o direito ao aborto, além da união civil entre pessoas do mesmo sexo, Marta foi rejeitada por setores da Igreja que aderiram à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) no primeiro turno.

- Foi armada uma grande intriga de religiosos contra a Marta. Fiquei impressionado com a eficácia da difusão de calúnias contra ela no meio católico - disse Carvalho.

A reação da Igreja conservadora é tão forte que o manifesto foi divulgado em 500 mil exemplares sem a assinatura de seus autores para evitar retaliações.

Com a ajuda de Carvalho, Marta fez um aceno aos evangélicos ao aceitar flexibilizar a lei Cidade Limpa para excluir proibições quanto aos templos religiosos, caso seja eleita. O trabalho mais árduo de Carvalho em São Paulo, no entanto, tem sido o de bombeiro das disputas internas do partido na cidade.

Por um lado, ele precisa driblar as resistências do grupo de Marta a outros setores do partido, como o liderado pelo deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP). O coordenador-geral da campanha de Marta, Carlos Zaratini, nega os atritos:

- O Gilberto veio ajudar. Pedimos o apoio dele. Além de ajudar junto aos setores religiosos, onde ele tem relações muito boas com católicos e evangélicos, ele faz a ponte com movimentos populares. O partido está unido e funcionando com uma tranquilidade muito grande.


FONTE: www.overbo.com.br

Chevrolet Hall sedia 1ª edição do Nordeste Gospel

RECIFE - O Chevrolet Hall recebe neste sábado (25), a partir das 18h, a primeira edição do Nordeste Gospel. O festival traz shows com os músicos Fernanda Brum, Kleber Lucas e André Valadão.

(Fonte: JC Online) - Fernanda Brum já é conhecida pelo público evangélico por reunir multidões em seus shows. A gravação do seu último DVD, "Profetizando às nações - ao vivo", reuniu mais de 50 mil pessoas no Clube Mauá, em São Gonçalo (RJ). A mistura de blues e pop com experiências do dia-a-dia e letras cheias de sentimento e personalidade ainda garantiu a Fernanda a indicação ao Grammy Latino de 2008 na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa, com o CD "Cura-me". Seus nove álbuns já renderam cinco discos de ouro, dois de platina, um disco de platina duplo e um DVD de ouro.

O cantor e compositor carioca Kleber Lucas também acumula premiações. Até agora, foram cinco discos de ouro, um de platina e um disco duplo de platina. Já são sete álbuns e dois DVDs. Seu último CD, "Comunhão", é marcado pelas inovações sonoras e pelas letras sobre perdão, misericórdia e paz.

Quem está de volta a Recife é o mineiro André Valadão. O cantor faz parte do grupo gospel Diante do Trono, que esteve na cidade em julho deste ano. Em carreira solo desde 2004, André já gravou seis álbuns, quatro deles com letras do próprio cantor. Além de ganhar o Troféu Talento em diversas categorias, o cantor, compositor, pastor e apresentador recebeu um disco de ouro e dois de platina.

SERVIÇO:
» 1º Nordeste Gospel, sábado, às 18h, no Chevrolet Hall.
Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (pista), R$ 250 (mesa para quatro) ou R$ 600 a R$ 800 (camarote para dez).
Avenida Agamenon Magalhães, Complexo de Salgadinho, Olinda.
Informações: 3427-7500.


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Padre que rasgou dinheiro diz que cédulas eram falsas

Durante entrevista a imprensa nesse final de semana, acompanhado por membros da comunidade católica local, o Padre Felix Weka, envolvido em uma polêmica há duas semanas, onde teria queimado e rasgado dinheiro durante uma missa em Amambai, apresentou sua versão para o episódio.

(Fonte: Capital News) - Segundo ele foi preciso utilizar deste artifício para alertar os fiéis que o dinheiro é algo passageiro e que mais importante que valores materiais é o respeito pelo próximo.

O Padre tomou tal atitude depois de ouvir declarações onde o vice-prefeito eleito de Amambai, José Aguiar (DEM), qualificou alguns eleitores do município como “papa hóstias”.

“O dinheiro queimado e rasgado durante a missa era falso, eu imprimi no meu computador. Só queimei o dinheiro simbolicamente, como forma de mostrar para as pessoas que o dinheiro se vai com o vento, e o mais importante, o que não podemos esquecer são os valores como o respeito e o amor a Deus e ao próximo”, afirmou Padre Félix que é indonésio e há quatro anos está a frente da comunidade católica da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora em Amambai.

Felix Vecka também esclareceu que ficou chocado, assim como muitos fiéis, com a forma, segundo ele, desrespeitosa usada pelo vice-prefeito eleito durante a entrevista a emissora de rádio.

“Para nós, católicos, a hóstia é sagrada e representa o corpo de Cristo. É um símbolo muito forte do catolicismo. Ainda esperamos que o vice-prefeito se retrate perante a comunidade católica de Amambai que se sentiu ofendida com as palavras por ele proferidas”, disse Padre Feliz ao informar que ele, como um servo de Cristo, tem que defender a Igreja e a comunidade Católica”.

“Me pararam na rua para falar sobre a entrevista, ligaram para mim, eu fiquei indignado, porque ao invés de ir para a rádio agradecer os votos que recebeu, o vice-prefeito vai falar essas coisas que machucam. Eu como Padre tenho que defender valores como o amor, o respeito e principalmente a gratidão”, finalizou o Padre ao relatar que já manteve reunião com o prefeito eleito pela mesma coligação que o vice e todo o mal entendido foi colocado em “pratos limpos”.

“A partir de agora para mim essa situação é passado. Vou continuar meu trabalho de evangelização aqui em Amambai, pregando apalavra de Deus para a comunidade”, disse Padre Felix ao ressaltar que em nenhum momento durante a campanha eleitoral de 2008, buscou direcionar os fiéis para votar nesse ou aquele candidato.

“O que fizemos foi repassar à risca os mandamentos do eleitor católico elaborado e distribuído pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e repassado para todas as igrejas do País”, finalizou o Padre.


FONTE: www.overbo.com.br

Mark Driscoll: Pastor provocador


EUA - Driscoll é realmente um pastor diferenciado. Sua teologia reformada foi absorvida pela Igreja Emergente. Seu plano de ter uma grande igreja soa aos pós-modernistas como arrogância. Suas raízes na Igreja Emergente preocupa os calvinistas.

(Fonte: Cristianismo Hoje) - Mark Driscoll não está usando nada diferente daquilo que usa em qualquer outro dia. Ele está vestindo seu uniforme de pastor – calça Jeans e camisa para fora da calça com os dois botões de cima abertos. Fala num tom suave, indicando uma voz bem desgastada.

Começa falando sobre as lições aprendidas como plantador de igrejas apresentando conselhos de senso comum acerca do que leva os pastores a se queimar no ministério. Driscoll, 36 anos, joga T-ball com seus três filhos ou alimenta patos com suas duas filhas. Coisas que dificilmente vão ocupar debates irados em blogs ou manifestações da igreja na rua. Enquanto a igreja de Driscoll, Mars Hill Church, em Seattle, chegava aos 6 mil membros em 11 anos, momentos tranqüilos como esses com sua família preservavam muito de sua sanidade.

“Estou jogando pesado agora”, Driscoll diz para futuros plantadores de igreja na reunião de março da Acts 29, sua rede de 170 igrejas ao redor do mundo. “Esgotei minha taxa de adrenalina no fim do ano passado, de tanta que a usei. Meu sono ficou comprometido por meses.” Driscoll deve ter adrenalina extra guardada, porque ele se empolga ao recontar a história de Mars Hill.

“Meu primeiro grupo era formado por solteiros alternativos e roqueiros punks anarquistas”, diz. “Não tinham nada a dizer, não eram organizados e nem ofertavam generosamente. Se eu dissesse que ‘todo mundo pagava o dízimo’, bem, só se fosse em cigarros.”

Driscoll não consegue ficar muito tempo em frente a uma multidão sem agitar o ambiente. Isso é o que se espera de um pastor que aprendeu como pregar assistindo ao comediante Chris Rock. Quando você vê, ele já tem a atenção de todo mundo. “Se você tiver que ser um fundamentalista ou moralista... pegue coisas como tomar banho com sua esposa para falar de legalismo”, diz Driscoll com sua voz distinta e grave. “Não pegue nada estúpido como ‘não ouça rock’. Não sei quem são os responsáveis pelas escolhas dos temas legalistas, mas estão escolhendo os piores. Coma carne, tome banho junto e tire um cochilo – estes seriam os meus legalismos. Essas são coisas que posso fazer.”

Driscoll “parece um desses arrogantes universitários, veteranos de fraternidades”, diz The Seattle Times. Culpado da acusação. Se ele não o tivesse ofendido, você nunca teria lido seus livros ou ouvido seus sermões. Em qualquer domingo, em Mars Hill, é possível que um bombeiro-chefe visitante seja salvo. Mas isso será tão provável quanto alguém tirar satisfações com ele antes de ir embora.

O espectro de reações das pessoas é a resposta para a sua língua afiada – sua maior força e sua indiscutível fraqueza. Mas Driscoll também incomoda muitos companheiros evangélicos porque ele não parece se posicionar com respeito às fronteiras que nos dividem. Sua categórica teologia reformada foi absorvida pela igreja emergente. Seu plano de ter uma grande igreja soa aos pós-modernistas como arrogância. Suas raízes na “igreja emergente” preocupa os calvinistas. Ninguém demonstra apoio a ele. Talvez por isso todos apontem suas armas para ele.

Histórias diferentes

Driscoll me deu um abraço cordial quando nos encontramos em sua bela casa nova, situada numa agradável vizinhança onde você não esperaria encontrar esse pastor com reputação de “bad boy”. Sua testa parecia normal, não tinha inclinação (evidência de baixo QI). Ele também não estava bêbado. E se estivesse portando uma arma de fogo eu não poderia ver. Isso é o suficiente, levando em conta os estereótipos que os leitores da Christianity Today devem ter sobre ele, disse Driscoll.

Driscoll ganhou esta reputação quando milhares se encontraram com ele no Donald Miller’s Blue Like Jazz como Mark, o “Pastor Bocudo”. Seu background apresenta Driscoll não como um rebelde, mas como alguém acima da média. Seus colegas de escola em Seattle o elegeram presidente do Grêmio Estudantil. Ele também foi capitão do time de beisebol e editou o jornal da escola. Ele não havia lido a Bíblia até chegar à faculdade, quando folheou uma NVI oferecida pela atraente filha de um pastor. A princípio, Driscoll tomou o partido dos fariseus porque admirava seu autocontrole. Mas Deus logo lhe revelou que Jesus era o verdadeiro herói. Driscoll também ouviu de Deus que deveria se casar com a filha daquele pastor, hoje sua esposa, Grace.

Depois da faculdade, ele retornou para Seattle e trabalhou com estudantes universitários por um ano na equipe da Antioch Bible Church, uma das poucas grandes igrejas da região. Menos de 10% dos moradores de Seattle se identificam como evangélicos, e menos ainda continuam cultuando nas principais igrejas protestantes ou na Igreja Católica Romana. Em 1996, Driscoll fundou a Mars Hill, porque ele não via uma igreja em Seattle que compartilhasse sua visão de missão.

Ele agora usa os cultos de domingo para preparar os membros da igreja para ser missionários em Seattle. A estratégia de aproximação requer um alto grau de assimilação cultural, característica que compartilha com outros líderes emergentes. Por enquanto, Mars Hill tem feito contato com muitos moradores de Seattle através do Paradox, um concerto local promovido pela igreja e que recebe bandas sem vínculos cristãos. Antes disso, era um estudo bíblico ao ar livre, onde era permitido fumar, que fazia crescer a igreja..

No início da Mars Hill, Driscoll teve problemas para encontrar o equilíbrio entre uma sólida ortodoxia teológica e métodos flexíveis para alcançar as pessoas.

“Eu também não expliquei de forma escrita onde éramos teologicamente conservadores e culturalmente liberais, o que causou grande confusão. Metade da igreja estava com raiva da outra metade que fumava, enquanto a outra metade estava com raiva porque eu ensinava a Bíblia”, Driscoll escreve em Confessions of a Reformission Rev.

A igreja de aparência e ambiente nada convencionais atraiu grande atenção local, às vezes positiva. O templo principal é numa antiga loja da Napa Auto Parts, em Ballard, um distrito industrial que está cedendo espaço para hipsters urbanos. O simples e espaçoso edifício acomoda 1.200 pessoas num auditório escuro. Casais jovens rapidamente enchem o espaço do berçário.

A mobilização tem início bem antes dos cultos de domingo começarem, dando à adoração um ambiente de concerto. Muito embora eu tenha chegado mais de meia hora antes para o culto das 9h, os estudantes universitários rapidamente me cercaram e guardaram lugar na frente para os amigos. A música tem um jeito de rock alternativo.

Dois seguranças ladeavam o palco. Vestindo camisetas pretas apertadas e com os braços cruzados acentuando seus bíceps, eles permaneciam encarando a congregação. Fones de ouvido os conectam com o aparato de segurança de Mars Hill. Logo após uma das entradas da igreja está o quartel-general, apelidado de “sala de guerra”. Tudo isso parece exagero – até você ouvir as histórias.

No último outono, um homem portando uma faca invadiu o palco. Seguranças o desarmaram antes que ele pudesse atingir Driscoll. Certa vez, ele pregou usando um colete à prova de balas depois de ter recebido ameaças de morte. Como ele diria, isso é a vida na cidade onde ciclistas nus pedalam passando pela estátua de Lênin.

Driscoll, muito embora ainda emergindo, não pertence mais aos emergentes. Começando em 1995, viajou pelo país pregando em eventos promovidos pela Leadership Network, fora daquilo que cresceu como Emergent Village, em 2001. Foi quando Driscoll rompeu com eles. Ele começou a suspeitar de que os líderes emergentes queriam revisar a ortodoxia cristã. Desde então, Emergent Village tem defendido uma aproximação aberta, experimental à teologia. O coordenador da Emergent Village, Tony Jones, me disse que não se senta para conversar com Driscoll há cinco anos. Muito embora eles tenham divergido acerca de teologia, Jones elogiou as qualidades de Driscoll como líder.

“Ele tem uma inteligência incomum”, disse Jones. “Ele também é único na articulação e no humor. Poderia ter sido um comediante. Provavelmente poderia ter sido um grande ator.”

Mas Driscoll parece estar cansado de debates sobre o relacionamento da teologia com o pós-modernismo. Sabendo que seus ex-amigos emergentes não seriam persuadidos, ele, mesmo assim, apresentou 641 versos bíblicos fundamentando sua visão em apenas 14 páginas no Listening to the Beliefs of Emerging Churchs: Five Perspectives. Doug Pagitt, pastor da Solomon’s Porch, em Minneapolis, acerta ao afirmar: “Acho que muito da nossa diferença vem do fato de que, de muitas formas, estamos contando histórias distintas do cristianismo.”

Ofensor estratégico

Driscoll oferece uma lista claramente não-emergente de líderes evangélicos quando perguntado sobre quem o influenciou. Ele cita gigantes como John Stott, Francis Schaeffer, J.I. Packer, Charles Colson e Billy Graham. De um segmento mais jovem, John Piper e os teólogos D.A. Carson e Wayne Grudem compõem sua lista. Perguntado sobre os pastores de megaigrejas Rick Warren e Bill Hybels, ele diz que nunca os ouviu pregar, muito embora fale bem dos métodos deles. De tudo o que você pode aprender com Packer e Schaeffer, eles não o ensinarão como pastorear uma igreja de 6 mil membros. Para Driscoll, 6 mil é só um alvo-referência no caminho para os 20 mil ou mais. Gerry Breshears se recorda de Driscoll falando sobre o plano de crescimento para 2002. Driscoll não impressionou os ouvidos do titular da cadeira de Estudos Bíblicos e Teológicos do Western Seminary, em Portland, Oregon, logo de cara. Driscoll demonstrou um sarcasmo presunçoso, diz Breshears. Driscoll foi ao Western Seminary procurando ajuda para seu curso avançado, já que ele não havia freqüentado seminário antes de fundar Mars Hill. Uma vez superado o sarcasmo de Driscoll, Breshears observou um profundo compromisso com as Escrituras e uma teologia fundamentada na Bíblia.

“Desde então, descobri que Mark é um gênio nato”, Breshears diz. “Ele tem um intelecto de primeira linha. Muito do seu sucesso vem da sua inteligência impressionante e da habilidade empreendedora que só aparece em um em um milhão.”
Trabalhando juntos desde 1999, Breshears observa que Driscoll agora gasta menos tempo criticando os outros e mais tempo falando positivamente acerca da missão da igreja para amar Seattle. Mesmo assim, Driscoll não se tornou menos controvertido do que antes. Ele me disse ter aprendido muito com Ed Stetzer, um missiólogo que trabalha para o Southern Baptist Convention Nort American Mission Board. Stetzer dirige o Center for Missional Research, que estuda cultura e avalia a eficiência da igreja. Entretanto, como Stetzer era membro do conselho do Acts 29, a NAMB não mais o aceitou para esse tipo de trabalho. O porta-voz, Mike Ebert, me disse que a denominação tem “diferenças controversas” com alguns dos pontos de vista e das práticas de Driscoll.

De fato, de acordo com Breshears, “ele ofende todo mundo”. “A maneira de Driscoll fazer as coisas é... se Jesus diz isso, eu vou jogar isso na sua cara. Pode se acostumar com isso”, diz Breshears. Mas isso é parte do que leva as pessoas a reagir. Aqui está um sujeito que se levanta, abre sua Bíblia, e diz: “Cara, isso é assim e assim.” Quando ele diz, “cara”, uma boa parte do grupo já fecha o tempo. E quando ele diz, “isso é assim e assim”, a outra parte do grupo fecha o tempo.

Bela exortação

Todo debate que Driscoll levanta sobre sua extremada maneira de pregar ou seu estilo de evangelismo é nada comparado às reações advindas de quando ele fala sobre mulheres.

“Se eu pudesse mudar uma parte da Bíblia”, Driscoll disse ao Seattle Times, abordando os escritos de Paulo acerca das questões de gênero, “seria essa parte, só assim me deixariam em paz”.

Mars Hill ensina que somente homens podem servir como anciãos da igreja e que o pai é quem deve liderar a casa. Mas Driscoll freqüentemente volta os olhares para “homens que traem suas esposas, batem em seus filhos, vêem pornografia e se divorciam”. Ele cresceu atrás de um clube de strip-tease numa vizinhança barra-pesada. E continua brigando até hoje.

“Vejo que o mundo está cheio de homens maus, e a única maneira de proteger as mulheres é sendo mais durão do que eles”, explica. “Não estou falando de ser um bandido, agressivo ou estúpido. Mas o que estou dizendo é que quando um bandido, alguém agressivo ou um estúpido aparece no playground e começa a provocar as crianças, alguém precisa mostrar para eles, alguém precisa dar uma dura neles.”

Driscoll teria sido sábio no último outono se tivesse seguido seu próprio conselho e posicionamento acerca das questões de ser homem quando ele comentou a saída de Ted Haggard, do National Association of Evangelicals. Escrevendo em seu blog, Driscoll oferecia ajuda, conselhos práticos para jovens pastores que estivessem em crise na área da tentação sexual. Mas um comentário chamou a atenção.

“Não é incomum encontrar esposas de pastores que deixam as coisas correr soltas; elas algumas vezes pensam que por que seu marido é pastor ele é destinado à fidelidade, o que gera nelas uma propensão à acomodação”, escreve Driscoll. “Uma esposa que deixa as coisas como estão e não se mostra sexualmente disponível ao seu marido, na maneira em que Cantares de Salomão apresenta tão claramente, não é responsável pelo pecado do seu marido, mas também ela não o está ajudando muito.”

Muito embora não tenham sido dirigidos à esposa de Haggard, os comentários compreensivelmente motivaram a exortação. Um grupo de Seattle chamado People Against Fundamentalism se levantou com intenção de fazer uma manifestação pública na Mars Hill Church. Entretanto, Driscoll se antecipou ao protesto desculpando-se em seu blog e sentando-se para conversar demoradamente com os organizadores do protesto.

Ele admitiu não ter articulado cuidadosamente seu posicionamento: os cristãos não devem ter um falso senso de segurança acerca da fidelidade de suas esposas. Ele também admitiu que julgou mal o momento em que fez o comentário.

O comentário sobre os Haggard não surpreendeu aos críticos de Driscoll, que afirmam que seus esforços para proteger as mulheres na verdade as desvaloriza. Jennifer McKinney, do Programa de Estudo da Mulher no Seattle Pacific University, diz que ela começou a ensinar sobre Sociologia do Gênero em parte por causa de algumas questões levantadas na vizinhança de Mars Hill. Ela notou que muitas mulheres estudantes que freqüentam Mars Hill abandonam suas ambições de carreira, tais como assistentes sociais ou pastoras de jovens. Em vez disso, elas se preparam para se tornar esposas e mães.

“Não posso afirmar que as pessoas que vão a essa igreja não sejam seres ativos e pensantes”, McKinney diz. “Mas a percepção no campus é a de que essas mulheres mudaram completamente.”

Driscoll e Mars Hill deram de ombros para essa crítica. Primeiro, porque mulher solteira compõe o maior grupo demográfico em Mars Hill. Depois, quem não esperaria que um pastor ficasse feliz por que as pessoas em sua igreja realmente mudam? Isso é especialmente verdade em Mars Hill, onde 40% do seu crescimento ocorre por meio de conversões. E essa controvérsia parece não ter afetado a igreja – ao menos não a longo prazo. Antes do último Natal, mais de um mês depois dos comentários de Driscoll sobre Haggard, a igreja teve uma queda de 400 mil dólares no seu orçamento. Pela primeira vez a equipe ministerial foi atingida por esse problema. Mas, assim que os membros entenderam a necessidade, as ofertas explodiram. Só em Janeiro, a procura pela igreja teve um aumento de mil pessoas.

A exposição às críticas não tornou os líderes da igreja imunes a elas. Wendy Alsup, a diaconisa responsável pelo treinamento e teologia das mulheres, mostrou-se emocionada quando nos sentamos na “sala de guerra” e conversamos sobre Driscoll. Ela disse que Mars Hill “sempre estará aberta às críticas, porque Deus nos deu um crescimento maior do que poderíamos administrar”. Alsup defende Driscoll com clara paixão. “Ele pede perdão mais do que qualquer pastor que conheço”, ela disse. “Ele confessa pecado publicamente. é um grande exemplo para os pastores jovens, idealistas, confiantes, inexperientes e imaturos aos quais você tem que dizer que você está errado quando você estiver errado.”

Jonathan MacIntosh foi um desses pastores jovens, confiantes e imaturos. Como um plantador de igrejas em 2004, ele apareceu em um acampamento do Acts 29 procurando por conselhos e investimento. Sua igreja teve problemas em crescer além dos 40 membros, apesar da forte liderança leiga. Driscoll perguntou a ele o porquê. MacIntosh culpou o secularismo da sua cidade no Mississippi. Driscoll não engoliu essa.

“Então ele olhou para minha esposa e disse: ‘Ashley, minha querida, diga-me o que está errado em sua opinião. Quero que você seja honesta comigo. Olhe nos meus olhos e diga-me a verdade’”, relembrava MacIntosh. “A princípio ela deu respostas triviais. Mas logo desabou: ‘Meu marido fica fora cuidando desse negócio de plantação de igreja. Eu fico amarrada a esse emprego que odeio, trabalhando feito uma condenada para nos sustentar. Tem gente entrando e saindo de nossa casa a toda hora da noite. Estou perdendo meu marido para esse negócio. Sinto-me miserável. Isso está acabando com a minha alegria de viver, meu amor por Deus e meu respeito pelo meu marido.’”

A essa altura, MacIntosh estava certo de que a Acts 29 não iria subsidiar sua igreja. Então Driscoll disse-lhe: “Você tem uma boa aparência, é eloqüente, animado, prega a Bíblia, ama a Jesus (diz timidamente).” MacIntosh relembra Driscoll falando para ele: “Você pensa que pode liderar e amar a noiva de Deus quando você não pode liderar e amar a sua própria noiva? O problema com sua igreja é você e o seu casamento. Todo mundo sabe disse. Você é a xerox do seu casamento. Aí está a sua igreja, e esse é o motivo pelo qual as coisas deram errado. Como você se atreve?”

“Cara, aquilo foi lindo”, MacIntosh diz. Driscoll disse para MacIntosh levar sua esposa a um bom restaurante, achar um bom hotel e mandar a conta para ele. Hoje MacIntosh trabalha para a Acts 29 e avalia os plantadores de igreja. Quando nos encontramos na casa de Driscoll, MacIntosh puxou sua carteira e me mostrou uma foto da sua filhinha.

“Deus usou aquele dia e aquele encontro para salvar meu casamento”, disse. “Foi uma sacudida que recebi de Jesus.”

Atirando pedras

Mesmo entre aqueles que compartilham os seus pontos de vista sobre o papel do homem e da mulher e sua preocupação acerca da igreja emergente, Driscoll é bem menos controvertido. John Piper diz que nenhum outro preletor da Conferência Desiring God causou tanta confusão. Alguns calvinistas não confiam totalmente em Driscoll porque levou tempo para sua teologia reformada ser consolidada. Pregando sobre o livro de êxodo, no início de sua carreira ministerial, Driscoll ficou impressionado com a soberania de Deus sobre faraó. Ele viu como Deus agiu para libertar seu povo. O livro de Romanos eliminou qualquer dúvida que restava acerca da teologia reformada, o que ele resume desta forma: “O povo estraga tudo, e Deus nos salva de nós mesmos.”

O venerável expositor reformado John MacArthur tem elogiado a soteriologia de Driscoll. Ele se alegra em ver Driscoll enfatizando a expiação substitutiva e justificação somente pela fé. Mas isso não muda a sua “obsessão com os aspectos vulgares da sociedade contemporânea”, escreveu MacArthur no último dezembro na revista Pulpit.

“O estilo de vida que ele inspira – especialmente sua familiaridade com os muitos modismos – praticamente garante que [seus discípulos] vão fazer pouco progresso na direção de uma santificação autêntica.”

As evidências parecem desmentir a crítica de John MacArthur. Alsup compara Mars Hill com uma sala de triagem da Emergência com muitos novos crentes lutando para superar terríveis problemas. Antes do culto do qual participei, conversei com Lynette Palmer, que se tornou cristã há alguns anos na Universidade de Washington. Sua família passou por muitos abusos físicos e emocionais. Nos últimos anos, a mãe e três irmãs de Lynette abraçaram a fé e começaram a freqüentar Mars Hill. Mas o pai dela ficou preso por anos pelo estupro de uma de suas irmãs. Os sermões de Driscoll ajudaram a trazer cura para Palmer.

“Uma vez que comecei a olhar o que Deus diz acerca da sua soberania”, Palmer disse, “entendi que Satanás não tem poder para destruir as pessoas”.

Driscoll relata muitas histórias do poder transformador de Deus em seu livro Confessions. Mesmo recebendo críticas de MacArthur, ele diz que é “como levar um trote da galera. Não é uma boa sensação, mas ao mesmo tempo significa que você está dentro”. Quando ainda era cristão iniciante, Driscoll pegou centenas de fitas para aprender com as pregações de MacArthur. Ele lamenta que MacArthur escolha um fórum público para suas críticas, quando ele teria satisfação de voar até Los Angeles para ouvir os seus conselhos.

Sem implicar diretamente MacArthur, Driscoll faz uma distinção entre missionários que estudam cultura e fundamentalistas que tentam evitar a cultura.

“O fundamentalismo está, de fato, perdendo a guerra, e acho que isso é, em parte, responsável pelo surgimento do que conhecemos como um maior liberalismo da igreja emergente”, Driscoll diz. “Isso porque muito do que alimenta esse liberalismo da igreja emergente é o cansaço gerado pelo fundamentalismo extremo que atira pedras na cultura. Mas cultura é a casa onde as pessoas vivem, e me parece realmente maldoso atirar pedras na casa das pessoas.” Somente alguns amigos de Driscoll vêm em sua defesa, porque ninguém mais se arriscaria por ele. Driscoll não se incomoda com isso, desde que seu grupo de missionários aculturados continue firme em seu trabalho. Centenas de jovens ministros plantando igrejas ao redor do mundo; eles o entendem. Eles o dão espaço enquanto ele busca o equilíbrio entre ser sensível e ser provocativo.
“Você não pode negar suas raízes”, diz Darrin Patrick, vice-presidente da Acts 29. “Mark é um brigão de rua.” Até mesmo o Bom Pastor teve que lutar contra lobos.

Por Collin Hansen: editor associado da Christianity Today. Seu livro sobre o ressurgimento da teologia reformada entre jovens evangélicos será publicado pela Crossway em 2008.


FONTE: www.overbo.com.br

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Ônibus que pegou fogo na BR-163 levava grupo batista

O ônibus que pegou fogo quando viajava em direção a Dourados, na BR-163, hoje à tarde, levava um grupo de fiéis da Igreja Batista que tinha vindo a Campo Grande participar de evento religioso. O motorista foi avisado por caminhoneiros que havia fogo na roda traseira do veículo. Ele parou, tentou apagar com o extintor, mas não conseguiu. As chamas aumentaram e destruíram completamente o veículo.
Por sorte o incêndio começou na parte traseira e não atrapalhou a saída dos passageiros. Eram entre 15 e 20 pessoas, disse o agente da PRF (Polícia Rodoviária Federal) Sérgio Marcelo, que ajudou no socorro. O fogo só foi debelado pelos bombeiros, mas nesse momento o veículo já estava totalmente destruído.
O acidente aconteceu por volta das 15h40, em frente ao antigo posto Jaú, na BR-163. Ninguém se feriu, apenas alguns pertences não puderam ser salvos. Outro ônibus da mesma empresa foi chamado e levou o grupo. O motivo do fogo pode ter sido defeito mecânico, mas só o laudo técnico deve apontar a causa. O que geralmente acontece é a faixa de freio travar, provocar superaquecimento e incendiar o pneu.

Midiamax

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

"Deus provavelmente não existe"


"Deus provavelmente não existe. Portanto, não se preocupe e desfrute a vida". É este o slogan que, dentro em breve, pode circular nas ruas de Londres, estampado nos autocarros. A frase faz parte de uma campanha a favor do ateísmo, impulsionada pelo biólogo darwinista Richard Dawkins.
A campanha está a ser um sucesso, mesmo antes de estar na rua o provocador slogan. Os organizadores conseguiram angariar cinco vezes os fundos que necessitavam para pôr em marcha a campanha. O objectivo inicial era conseguir 7 mil euros para imprimir os cartazes com o slogan ateu, a serem colocados durante cerca de um mês em 30 autocarros do distrito londrino de Westminster. Já foram, porém, angariados mais de 35 mil euros em donativos particulares e de empresas.
A campanha ateísta é da British Humanist Association (BHA) e tem o apoio do académico britânico Richard Dawkins, autor do livro "The God Delusion" e conhecido pelos seus documentários que questionam o papel das religiões. Foi, porém,idealizada pela jornalista Ariane Sherine, que sugeriu, em Junho, num blog do "The Guardian" "fazer uma campanha em autocarros com uma mensagem tranquilizadora sobre o ateísmo", como "boa forma de contra-atacar as mensagens de organizações religiosas que ameaçam com o inferno os cristãos".
"A nossa mensagem é divertida, mas tem um fundo sério: nós, ateus, queremos um país, uma escola e o Governo laico. O importante apoio que a nossa campanha já recebeu mostra que muitas pessoas estão de acordo com estas ideias", defende Ariane Sherine.
Os líderes religiosos britânicos responderam favoravelmente a esta iniciativa. A Igreja de Inglaterra declarou que defenderá o direito de qualquer grupo que represente uma posição religiosa ou filosófica a promover as suas ideias através dos canais apropriados, embora salientando que as crenças cristãs nada têm a ver com preocupações ou com desfrutar a vida.
"A nossa liberta-nos para considerar a vida com a persperctiva apropriada", disse um porta-voz.
A Igrela Metodista Britânica considera, por seu lado "positivo o contínuo interesse" que autores como Darwin dedicam aos temas relacionados com Deus.

SIC

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Polícia resgata 40 "crianças feiticeiras" em igrejas ilegais de Luanda

Cerca de 40 crianças angolanas, acusadas de serem feiticeiras, foram hoje retiradas pela Polícia Nacional a duas igrejas ilegais, em Luanda, onde se encontravam para serem "curadas do mal".
Os líderes religiosos das igrejas ilegais, localizadas no bairro Uige, no município do Sambizanga em Luanda, que tinham em sua "posse" as crianças, foram detidos na operação de resgate dos menores.
Segundo o administrador do município do Sambizanga, José Tavares Ferreira, as crianças, com idades compreendidas entre um e 15 anos, encontravam-se retidas no interior de duas casas que serviam de igrejas, na comuna do Ngola Kiluange (Sambizanga).
Entre o grupo de crianças hoje levadas para o Lar Kuzola, que acolhe crianças em dificuldades em Luanda, quatro estão hospitalizadas em estado grave, devido aos maus-tratos a que foram submetidas para serem "libertadas" dos "maus espíritos".
"As crianças sofreram maus-tratos, foram castigadas e isso vê-se no aspecto delas. Quatro estão hospitalizadas em estado grave porque foram encontradas com feridas a gangrenar", disse à Lusa José Tavares Ferreira.
De acordo com o administrador do Sambizanga, o processo de investigação que durou cerca de 15 dias, teve início depois de uma denúncia feita por populares residentes na zona.
Neste processo estiveram envolvidas, as delegações provinciais dos ministérios da Justiça, da Assistência e Reinserção Social, da Cultura e o Instituto Nacional de Assuntos Religiosos.
"A investigação já começou há 15 dias. Tínhamos que fazer o trabalho com muito cuidado para não permitir que eles fugissem ou fizessem qualquer coisa que não permitisse o sucesso do trabalho", disse José Tavares Ferreira.
José Tavares Ferreira referiu ainda à Lusa que estas igrejas denominadas "Igreja de Revelação do Espírito Santo de Angola" e "Igreja Boa Fé" são oriundas da província do Zaire, região onde os casos de crianças maltratadas sob acusação de serem feiticeiras são mais graves em Angola.
"A situação é grave, mas o mais chocante é que são os próprios pais que levam os filhos para essas igrejas. Há crianças que estão nesses locais há mais de um ano e temos a informação de que aos fins-de-semana chegam a aparecer nessas igrejas cerca de 500 crianças", sublinhou.
Segundo o administrador, o contacto com os familiares dessas crianças não foi possível.
O problema das crianças acusadas de feitiçaria ou serem feiticeiros assume em Angola proporções que as autoridades e o Instituto Nacional da Criança (INAC) admitem como grave.
O fenómeno, segundo vários estudos publicados na área da sociologia, tem origem em questões ancestrais, sendo a sua prática oriunda da tradição Bantu, que integra a quase totalidade do território angolano, onde um dos aspectos mais importantes é a crença de que as crianças encarnam os maus espíritos e são responsáveis pela "má sorte" das famílias.
Mas, a par desta realidade ancestral, há ainda as dificuldades de subsistência das famílias onde o fenómeno ocorre, o que serve de catalisador para o problema porque é uma forma de estas se livrarem de uma boca para alimentar.
As áreas geográficas onde as acusações de feitiçaria a crianças são mais significativas situam-se a norte do país, junto às fronteiras com a República Democrática do Congo e Congo-Brazzaville (países onde o problema é igualmente grave) nomeadamente o Uige, Zaire, as Lundas, Norte e Sul, e Cabinda.
O crescente surgimento de casos em Luanda resulta do facto de a guerra de 27 anos, que até 2002 assolou o país, ter obrigado milhares de famílias destas regiões a procurar refúgio na capital angolana.
Tanto o Governo como as organizações da sociedade civil e as igrejas, com destaque para a Católica, têm apostado no combate a estas práticas através de campanhas de sensibilização, criação de centros de acolhimento e ainda na perseguição aos autores dos crimes perpetrados contra as crianças.
Espancamentos, jejuns prolongados, queimaduras e enclausuramento em espaços exíguos são alguns dos "tratamentos" aplicados que as autoridades detectam quando resgatam crianças acusadas de feitiçaria.

Lusa

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Pai de Eloá freqüentava igreja três vezes por semana

SÃO PAULO - Evangélico assíduo, que há dez anos freqüentava três vezes por semana o culto da Congregação Cristã do Brasil da Vila Suíça, Zona Leste. Era essa a rotina religiosa do pai de Eloá Cristina Pimentel da Silva, que é muito querido entre os fiéis.

(Fonte: O Globo Online) - Eles só não sabiam que o Aldo que conheciam é, na verdade, Everaldo Pereira dos Santos, foragido e acusado de pertencer a um grupo de extermínio em Alagoas.

Religiosa há 25 anos, uma freqüentadora da igreja, que não quis se identificar, diz conhecer a família de Everaldo há 15 anos.

- Todos ficamos chocados na igreja, mas ninguém tem nada o que falar deles. Ele é um pai amoroso e conselheiro com os filhos. Estamos muito tristes, todo mundo ama eles aqui - disse.

A mulher contou ainda que Eloá e os irmãos não eram batizados na igreja, ao contrário dos pais.

- Eles não quiseram, mas iam aos cultos. Foram criados aqui.

Segundo ela, Everaldo não faltava a nenhuma cerimônia e, quando precisava se ausentar, avisava com antecedência. Além disso, Everaldo se esforçava para pagar os estudos para a família. A mulher faz faculdade e Eloá freqüentava um curso de especialização.

- Tenho certeza que Deus converteu o coração dele e o perdoou, mas ele sempre cobra os nossos erros. Todos aqui só podemos falar bem dele. Ele sempre ensinou o caminho do bem para os filhos - afirmou.

Não era só na igreja que Everaldo era bem quisto. No prédio onde a família morava todos dizem que ele era tranqüilo.

- Nos dez anos que moro aqui, nunca tive nada contra eles. Pelo contrário, sempre foram muito simpáticos - diz Creuza de Fátima Raizza, de 44 anos.

Os vizinhos mais próximos do pai de Eloá Cristina Pimentel da Silva, Everaldo Pereira dos Santos, sabiam que ele tinha problemas com a Justiça de Alagoas. Segundo um vizinho, que não se identifica, o pai da garota chegou em 1994 em Santo André, com a mulher e os três filhos ainda pequenos.

A família morou na casa do irmão de Everaldo no Jardim Santo André e depois em um barraco na rua Dominicanos, onde foi o construído o conjunto do CDHU, para onde se mudou no ano 2000.

- Nós sabíamos que ele tinha um problema graúdo em Alagoas. Ele dizia que não poderia visitar a terra natal por nada nesse mundo - disse o vizinho.

Ele está com medo de Everaldo ser morto, caso seja preso.

- É muito perigoso, por isso acho melhor ele fugir. Ele dizia que trabalhou para homens do poder e tentaram incriminá-lo e depois matá-lo.

Nos 13 anos em que morou em Santo André, o pai de Eloá nunca arrumou qualquer tipo de confusão com vizinhos, segundo o amigo, que o descreve como tranqüilo.

- Ele dizia que tinha pavor a trabalhar com políticos. Alguns familiares dele foram ameaçados de morte em Alagoas e precisaram se mudar.

O amigo disse que não sabia da troca de nome de Everaldo e que este pensava que o crime já tinha prescrito, por causa do tempo.


FONTE: www.overbo.com.br

Para ministro israelense, beatificação de Pio 12 seria inaceitável

A beatificação do papa Pio 12 seria "inaceitável" pela atitude que manteve frente ao extermínio dos judeus pelos nazistas, afirmou o ministro israelense de Assuntos Sociais, Yitzhak Herzog, em trechos de uma entrevista divulgada nesta quinta-feira pelo jornal "Haaretz".

(Fonte: Folha Online) - "O projeto de tornar santo Pio 12 é inaceitável", disse Herzog em entrevista que será divulgada integralmente nesta sexta-feira (24). "Durante a Shoa (genocídio nazista), o Vaticano sabia perfeitamente o que ocorria na Europa", acrescentou Herzog, cujas funções incluem a luta contra o anti-semitismo e as relações com as comunidades cristãs.

"O papa manteve silêncio e talvez tenha feito algo pior, em vez de se sublevar contra o sangue derramado", acrescentou Herzog, referindo-se a preceitos bíblicos.

O papa Bento 16 defendeu na terça-feira (21) a memória de Pio 12 em uma missa pelo 50º aniversário de sua morte e manifestou seu desejo de beatificá-lo. Mas ainda não assinou o decreto sobre as "virtudes heróicas" de Pio 12, uma etapa indispensável para beatificá-lo, assim como o reconhecimento de dois milagres atribuídos a ele. Até o momento, Israel não havia reagido sobre o projeto.

Eugenio Pacelli --que com o nome de Pio 12 dirigiu a Igreja Católica de 1939 a 1958-- era núncio apostólico em Berlim quando Hitler chegou ao poder em 1933. A atitude de seu pontificado continua sendo tema de controvérsias. O processo de beatificação, que começou nos anos 60, é questionado tanto pelos judeus como até por parte dos católicos.


FONTE: www.overbo.com.br

Padre acusado de assassinato na PB é impedido de celebrar

PARAÍBA - Um padre acusado de ser um dos mandantes de um homicídio em Pombal, Sertão da Paraíba, e de ter mantido um relacionamento amoroso com uma fazendeira, foi impedido de celebrar missa na cidade de Recife, em Pernambuco.

(Fonte: Paraíba.com.br) - Após uma longa batalha judicial, o arcebispo de Olinda e do Recife, dom José Cardoso Sobrinho, conseguiu um mandado de reintegração de posse da Paróquia de Água Fria, na Zona Norte da capital pernambucana, até então administrada pelo padre João Carlos Santana da Costa. O pároco teve de deixar a igreja em meio a um louvor, na tarde da última terça-feira, sob ordens de um oficial de Justiça.

Apesar das acusações, a assessoria de comunicação da arquidiocese pernambucana nega que o motivo principal do afastamento do padre tenha sido o homicídio. Segundo a assessoria, o período de administração paroquial de João Carlos já foi encerrado e, pelas normas da Cúria local, ele devia entregar a posse da igreja. A assessoria ainda informou que o padre procurou meios judiciais para derrubar a ordem, mas todos os recursos foram negados, resultando em seu afastamento. Para substituí-lo, foi convocado o padre Edmilson, que atualmente administra a Paróquia de Socorro, em Jaboatão dos Guararapes.

Os atritos envolvendo o padre João Carlos e a arquidiocese metropolitana do Recife não são recentes. A imprensa de Pernambuco já noticiou, em diversas oportunidades, registros de acusações entre o arcebispo dom José e o pároco. O ponto mais polêmico é justamente a acusação de que João Carlos teria mantido um relacionamento amoroso com a fazendeira Ivânia Olímpio de Almeida Queiroga e de que, junto a ela, seria o mandante de um homicídio ocorrido na cidade de Pombal, na Paraíba, em 1995.

O Tribunal de Justiça da Paraíba confirmou a existência do processo de homicídio doloso, com os nomes de Ivânia Olímpio e João Carlos como acusados. O caso foi registrado na 1ª Vara da cidade de Pombal e encontra-se arquivado desde maio de 2006. A arquidiocese de Olinda e do Recife silencia sobre o fato e nega que dom José tenha realizado qualquer denúncia dessa natureza contra João Carlos. Afastado da Paróquia de Água Fria, o padre agora permanece sem igreja para celebrar missas.


FONTE: www.overbo.com.br

« Não compararás» : Pastor compara Gabeira a Moisés da Bíblia

RIO - O candidato a prefeito do Rio Fernando Gabeira (PV/PSDB/PPS) passou o dia nesta quarta-feira na Zona Oeste em encontros com evangélicos e chegou a pedir que orassem para que tudo corra bem em sua candidatura.

(Fonte: O Globo Online) - Campo Grande, de manhã, Gabeira se reuniu com 40 pastores da Igreja Reina, da Assembléia de Deus, além de presbiterianos, batistas e representantes da Pioneer Church, de Londres, do pastor Martin Scott. À tarde, visitou a Assembléia de Deus Ministério da Restauração, na Favela do Taquaral, e recebeu apoio dos religiosos.

Na reunião da manhã, Gabeira chegou a ter seus desafios de campanha comparados aos que Moisés enfrentou no Egito. Martin Scott evocou o profeta para apoiar o candidato:

- É muito difícil fazer comparações. Não somos as pessoas da Bíblia, mas há uma comparação, creio, entre o senhor e aquilo que Moisés passou, porque ele se inquietou muito com a pobreza que viu na época. E atravessou uma temporada de ser mal compreendido, uma temporada de exílio, mas voltou para seu povo. Ele ficou relutante e teve dificuldade para aceitar aquele chamado. Não estou dizendo que o senhor é como ele, mas é uma comparação.

Gabeira depois admitiu que há semelhanças entre o seu momento e o que Moisés viveu no Egito para libertar os hebreus:

- De fato, Moisés esteve no exílio e eu também estive. De fato, Moisés voltou para servir a seu povo, e eu estou aqui para servir a meu povo. São elementos comuns, mas ele não me comparou a Moisés.

O pastor Dione dos Santos, que mantém a Assembléia de Deus Ministério da Restauração de forma independente no Taquaral, recebeu Gabeira com um vídeo que exibia imagens fortes de jovens baleados e mortos por causa do tráfico de drogas. Dione explicou que faz um trabalho de libertação dos jovens para que saiam da criminalidade.
'Não podemos colocar todos os evangélicos no mesmo plano'

Gabeira disse que, assim como os evangélicos, também é vítima de preconceito e tem afinidade com os religiosos.

- Há preconceito contra religiões e contra indivíduos. Não vou detalhá-los porque, quanto mais você fala de preconceito, é pior. Mas temos afinidades. Há hoje um avanço muito grande do movimento evangélico e uma capacidade de se integrar com novas propostas políticas. Não podemos colocar todos os evangélicos no mesmo plano.

Na pesquisa do Datafolha divulgada logo após o primeiro turno, Eduardo Paes (PMDB) vencia entre os evangélicos pentecostais (45% a 32%) e não-pentecostais (42% a 35%). Entre os católicos, a vantagem de Paes é menor: 44% a 43%. Gabeira vence entre kardecistas e espíritas (61% a 29%) e entre umbandistas e adeptos de outras religiões afro (48% a 38%).


FONTE: www.overbo.com.br

Franklin Graham critica o filme sobre seu pai.


Gigi Graham, sua irmã mais velha saiu em defesa do filme e questionou o julgamento do irmão, dizendo que ele é fiel à história.

(Fonte: Cristianismo Hoje) -
Quando Franklin Graham fez uma declaração que criticava de alguma maneira o filme "Billy: The Early Years" (sobre seu pai, Billy Graham), sua irmã mais velha saiu em defesa do filme e questionou o julgamento do irmão.

“Não quero dizer nada errado a respeito do meu irmão, apenas não enxergo as coisas da mesma maneira que ele. Franklin me telefonou e disse que achou o filme bobo. Mas achei bom e positivo, creio que honra a Deus, minha mãe e meu pai”, disse Gigi Graham Tchividjian, a mais velha dos cinco filhos de Billy e Ruth Graham, à revista Christianity Today.

“Não sei por que Franklin achou necessário fazer uma declaração pública. Gostaria que ele não tivesse tocado neste assunto.”

"Billy: The Early Years" fala sobre a adolescência, a juventude e o chamado de Billy Graham para o ministério. Dirigido por Robby Benson e estrelado por Armie Hammer, o filme não chega aos cinemas antes de 10 de outubro de 2008, mas uma prévia já foi transmitida a pastores e igrejas para que se ouça a repercussão.

Franklin Graham, presidente da Associação Evangelística Billy Graham (BGEA), publicou uma declaração no site oficial da organizaçã
o dizendo que a BGEA “não colaborou e nem apóia o filme "Billy: The Early Years".

Mark DeMoss, porta-voz de Graham, disse à Christianity Today que Graham estava simplesmente tentando esclarecer o que estava se tornando um equívoco de muitos pastores: pensar que o filme havia sido autorizado pela BGEA.

“Temos ouvido a respeito de uma grande confusão, particularmente nestas prévias do filme, sobre o envolvimento da BGEA com o filme. Algumas pessoas que promovem o filme têm dado a impressão de que este envolvimento aconteceu e isso é uma falsa impressão. A BGEA não teve nada a ver com isso. é um filme independente.”

Billy Graham não fez nenhuma declaração pública a respeito do filme. DeMoss disse que a BGEA raramente apóia produtos, a não ser que tenham sido feitos pela própria organização.

Bill McKay, um dos três produtores do filme, disse que compreende a razão por trás da declaração de Franklin Graham.

“Desde o início foi uma preocupação consistente para nós: que o nosso filme fosse indevidamente associado com a BGEA. Sempre soubemos da política da organização de não apoiar estes tipos de projeto. E respeito esta política”, disse McKay.

O filme contém nos créditos iniciais um alerta de que o filme não é associado à BGEA, mas Franklin Graham aparentemente tinha outras preocupações. Sua declaração oficial dizia que no filme “falta a maior paixão de meu pai: pregar o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo para o mundo”, mas sua irmã discorda da declaração.

“Franklin diz que o filme não retrata a paixão de papai pela pregação, mas creio que retrata sim. Além disso, não tenho certeza se papai teve paixão pela pregação. Papai teve um chamado e o aceitou, seguindo-o fielmente.”

A declaração de Franklin Graham também afirma que o filme “relata eventos que nunca aconteceram ou que estão pintados de forma mais bela do que na realidade”. Graham não especificou nada, mas DeMoss (que não assistiu ao filme) disse que Graham deu a ele alguns exemplos.

Segundo DeMoss, a parte do filme que mais incomodou Graham foi a cena em que Bob Jones Sr, então presidente da fundamentalista Bob Jones College, grita com o jovem Billy que ele “nunca será nada” e que ele vê “nada além de fracasso para você!” (a cena está no trailer do filme).

DeMoss disse ao jornal The Charlotte Observer que Franklin Graham pensou que a cena “deturpou completamente a imagem de Bob Jones” e que Franklin escreveu uma carta para Bob Jones III (atual presidente da Bob Jones University) para dizer que “não colaborou com o filme”.

Mas a autobiografia de Billy Graham indica que a cena com Jones está correta: a ira de Jones como resultado do questionamento de Graham sobre a visão da universidade e a decisão de se transferir para o Florida Bible Institute [Instituto Bíblico da Flórida].

Em sua autobiografia, Graham escreveu: “Solicitei uma entrevista com Dr. Bob em seu escritório e falei a ele do meu descontentamento e de meus pensamentos acerca de deixar a escola. Em alto e bom som, ele me descreveu como um fracasso e previu apenas mais fracasso em meu futuro.”

McKay e Tchividjian buscaram a veracidade da cena: “Consultamos dez ou doze biógrafos sobre esta parte da história. Praticamente todos concordaram com a nossa descrição da cena. E todas as pessoas que trabalharam para Bob Jones nos contaram que ele era assim. Temos testemunhas que viram o comportamento de Bob Jones e nosso objetivo sempre foi relatar a verdade dos acontecimentos.”

“Algumas pessoas me perguntaram sobre esta cena e eu disse que Dr. Bob foi muito duro com papai. As pessoas que o conheciam afirmaram que ele era assim”, disse Tchividjian.

DeMoss também citou a cena em que o jovem Billy desmaia no hospital ao saber do nascimento da filha Gigi, quando na verdade, Billy estava pregando no Alabama neste momento.

Nem Tchividjian nem o produtor McKay discutem o fato, mas dizem que Franklin Graham criticou a questão.

“As pessoas precisam se lembrar que um filme é ficção baseada em fatos. Papai não estava lá quando eu nasci. Mas, e daí? A quem importa?”, diz Tchividjian, que já assistiu ao filme dez vezes e afirma que os cineastas apenas colocaram humor na cena.

“Vejam, é um filme, e não um documentário. Estamos apenas tentando humanizar a experiência da cena. Mas em cada passo, tentamos ser o mais fiel possível à história do Dr. Graham”, relata McKay.

Outra cena à qual Franklin Graham se opôs, mostra Billy e Ruth em um jogo de beisebol, mas DeMoss diz que isto nunca aconteceu. “Não me importo se minha mãe jogou ou não beisebol. Mas, de novo, por que isso é importante? A cena mostra a doce relação de amor entre mamãe e papai”, diz Tchividjian.

McKay ficou impressionado com o excesso de críticas sobre detalhes do filme. “Fizemos muita pesquisa antes de escrever o roteiro”, relata McKay, que é um pesquisador experiente, bem como cineasta e produtor de documentários, incluindo um a respeito da vida de Billy Graham. “Nós fizemos um seguro contra erros e omissões para ter certeza de que faríamos tudo corretamente – autenticando todas as cenas, histórias e fatos. O seguro nos dá liberdade artística, mas nos cobra que sejamos fiéis aos fatos. Tivemos que entregar ao escritório de advocacia a documentação com cerca de 750 páginas e levamos nove meses para finalizar as cláusulas. Temos duas das melhores firmas de advocacia trabalhando nisso e custa muito dinheiro”, disse McKay, mas não falou em valores.

McKay continuou dizendo: “Precisamos extrair alguns eventos do filme, porque precisávamos contar muita história em apenas 90 minutos. Mas fora isso, fomos muito meticulosos. Por causa do meu histórico em fazer documentários, fui extremamente cauteloso. Queria que este fosse um testamento da vida do Dr. Graham, e me preocupo profundamente com seu legado.”

O co-produtor Larry Mortoff adicionou: “Fizemos muita pesquisa e, a meu ver, fizemos um trabalho abençoado que honra a vida de Billy Graham. O filme não poderia ser mais gentil à família Graham. Após uma exibição recente, alguém me disse: “Você preservou o trabalho de Billy Graham para futuras gerações. Obrigada. Agora meus filhos saberão de sua história também.” Tchividjian concorda: “Quando ouvi a respeito do filme, tinha duas preocupações: que o evangelho de Jesus Cristo estivesse lá e que fosse algo positivo para meus pais e seu ministério. Em ambas as categorias, foi um bom trabalho!”

“Este não é um grande filme de Hollywood. É simplesmente um filme sobre um garoto simples que na adolescência decidiu seguir a Deus. é um filme sobre fazer escolhas e mostra a importância de fazer as escolhas certas. E meu pai fez a escolha certa”, completa Tchividjian.


FONTE: www.overbo.com.br

Igreja Ortodoxa Russa condecora Fidel e Raúl Castro com ordem honorífica


Na noite do domingo (19), o presidente cubano Raúl Castro Ruz, recebeu no Palácio da Revolução Sua Eminência Kiril, Metropolitano de Smolensk e Kaliningrado.
Durante o ato, o chefe de governo recebeu em nome do líder histórico da Revolução, Fidel Castro a Ordem "Glória e Honra" da Igreja Ortodoxa Russa.
O alto representante da Igreja Ortodoxa Russa, que também é chefe do Departamento das Relações Eclesiásticas Exteriores do Patriarcado de Moscou entregou ao segundo-secretário do Partido, a alta distinção concedida ao companheiro Fidel, que é a primeira personalidade em recebê-la na América Latina e condecorou o presidente cubano com a Ordem “príncipe Danilo”.
Raúl agradeceu, em nome do comandante-em-chefe e em seu nome, a distinção feita pela Igreja Ortodoxa Russa ao conceder-lhes estas ordens, e pediu a Sua Eminência que assim o transmitisse a Sua Santidade Alexis II, Patriarca de Moscou e de toda a Rússia. "Sentimo-nos muitos contentes com esta visita e esperamos se repita", concluiu.
Depois Raúl e Sua Eminência dialogaram sobre diversos temas de interesse bilateral, no âmbito da amizade, o respeito e o espírito de colaboração que caracterizam as relações mútuas.
Da cerimônia de condecoração participaram pela parte cubana, o ministro a.i. das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez; a chefa do Escritório de Assuntos Religiosos do Comitê Central do Partido, Caridad Diego e o historiador de Havana, Eusebio Leal; assim como os representantes da Igreja Ortodoxa Russa, Eminência Mark, Arcebispo de Khust e Vinográdov, Eminência Pablo, Arcebispo de Riazan e Kacimov, e Evtíjiv, Bispo de Domodiedovo e Vigário da diocese de Moscou.
ASSISTE PRESIDENTE DOS CONSELHOS DE ESTADO E DE MINISTROS A CONSAGRAÇÃO DA IGREJA ORTODOXA
O presidente cubano Raúl Castro Ruz, assistiu à consagração da Igreja Ortodoxa Russa de Havana, oficiada por Sua Eminência Kiril.
Durante a cerimônia, o líder religioso apontou a importância histórica deste acontecimento e assegurou sua transcendência como mostra do carinho e a amizade recíprocos entre os povos da Rússia e Cuba.
Sua Eminência lembrou também o apoio do líder histórico da Revolução Fidel Castro, que catalogou o projeto desde seus inícios como um monumento ao passado e ao futuro.
De maneira especial, reconheceu a ajuda prestada por Caridad Diego, chefa do Escritório de Assuntos Religiosos do Comitê Central do Partido, e pelo historiador da cidade, Eusebio Leal Spengler. A ambos o Metropolita impôs sendas condecorações da Igreja Ortodoxa outorgadas pelo patriarca.
À cerimônia de consagração assistiram também o vice-presidente do Conselho de Estado, Esteban Lazo Hernández, presidente do Parlamento Cubano, Ricardo Alarcón de Quesada, o vice-presidente do Conselho de Ministros e o presidente do governo em Cidade de Havana, entre outros dirigentes do governo. Além disso, encontravam-se o embaixador da Rússia, Mikhael Kaminin e autoridades de diferentes instituições eclesiásticas cubanas.
Em horas da tarde, Raúl assistiu, no Convento de São Francisco de Assis, à performance do bem-sucedido coro de vozes masculinas do Mosteiro de Sretensky.
ACN

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Reformados analisam mensagem de Calvino para o século XXI

A pertinência das idéias do reformador João Calvino para o ministério pastoral dos dias de hoje esteve na pauta da Consulta de Pastores, realizada de 13 a 17 de outubro, e que contou com a participação de 27 párocos de congregações protestantes reformadas de oito países.
A Consulta foi organizada pela Aliança Reformada Mundial (WARC, a sigla em inglês). Seus participantes expressaram entusiasmo diante da nova perspectiva do legado de Calvino para o século XXI. A unidade dos cristãos e a justiça social foram temas estudados pelos pastores.
A representante da Igreja Presbiteriana de Pasadena, nos Estados Unidos, Barbara Anderson, relatou como pessoas de diferentes origens culturais vivem juntas em sua igreja.
Helma Wever, das Igrejas Reformadas de Berna-Jura-Solothurn, na Suíça, elogiou os organizadores da consulta pela reflexão votada aos jovens, assinalando que Calvino tinha apenas 20 anos quando impactou a igreja de Genebra.
O presidente da Aliança Reformada, Clifton Kirkpatrick, espera que "o legado de João Calvino seja uma fonte de renovação e inspiração nas igrejas, aumentando o compromisso com a unidade dos cristãos e a justiça para todos os povos de Deus e para o meio ambiente".
O secretário-geral do organismo reformado, Setri Nyomi, manifestou agradecimento pelo apoio recebido das congregações.
Os pastores participantes da consulta reuniram-se com dirigentes do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e da Federação Luterana Mundial (FLM).
A Aliança Reformada Mundial reúne 75 milhões de cristãos reformados em 214 igrejas de 107 países.

ALC

FONTE: noticiascristas.blogspot.com