sábado, 12 de julho de 2008

Testemunho de Joana Prado e Vitor Belfort

TESTEMUNHO DO LÁZARO - EX-OLODUM

Testemunho do Irmão Lázaro Pt 1


Testemunho do Irmão Lázaro Pt 2


Testemunho do Irmão Lázaro Pt 3

TESTEMUNHO MATTOS NASCIMENTO

Mattos Nascimento Testemunho Emocionante. Parte 1


Mattos Nascimento Testemunho Emocionante. Parte 2

TESTEMUNHO ADÃO DE CAMPOS - VOL. 01

Adão de Campos_V1_Parte01

Adão de Campos_V1_Parte02


Adão de Campos_V1_Parte03


Adão de Campos_V1_Parte04


Adão de Campos_V1_Parte05

Homem caiu ao rezar e quer processar igreja

Diz que pediu a Deus para ter uma "experiência real" e que foi a força espiritual que o fez cair.

(Fonte: IOL/Adaptado por O Verbo) - Um homem quer processar uma igreja do Tennessee, EUA, exigindo-lhe uma indemnização por danos, porque alegadamente estaria tão imbuído pelo espírito de Deus, enquanto rezava, que caíu e bateu com a cabeça no chão.

Matt Lincoln, de 57 anos, pretende que a igreja lhe pague 2,5 milhões de dólares para o compensar de despesas médicas e perdas de rendimentos.

Alega que, desde Junho de 2007, foi operado duas vezes mas continua a ter dores nas costas e nas pernas, e que a companhia de seguros se recusou a pagar-lhe as despesas médicas.

Segundo ele, o acidente aconteceu quando rezava, pedindo a Deus para ter uma "experiência real". Precisa que foi a força espiritual que o fez cair.

No entanto, os advogados da igreja alegam que outros fiéis o viram no chão, rindo depois da queda. Salientam que foi ele que não cuidou da sua própria segurança.


FONTE: www.overbo.com.br

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Aborto foi instrumento de opressão do nazismo e do comunismo

Fala o vice-presidente do movimento pró-vida polonês


Por Antonio Gaspari

VARSÓVIA, quarta-feira, 9 de julho de 2008 (ZENIT.org).- Muitos falam do aborto como expressão da emancipação feminina e fruto do progresso, mas na Polônia não se vê assim: o aborto legal foi imposto, primeiro pelos nazistas e depois pela ditadura comunista. E isso tem repercussões.

Em uma entrevista à Zenit, o engenheiro Antoni Zieba, secretário do World Prayer for Life e vice-presidente do Polish Federation of Pro Life Movements, pergunta-se por que a ONU e a União Européia pressionam a Polônia para que liberalize o aborto, sendo que se trata do país com o menor número de interrupções voluntárias da gravidez.

Apesar de ter uma legislação sobre o aborto muito similar à da Espanha, a Polônia tem um número baixíssimo de interrupções voluntárias da gravidez. Na Espanha, em 2006, houve 98.500 abortos, ou seja, 270 por dia, enquanto que na Polônia, no mesmo ano, houve apenas 360 abortos, menos de um por dia.

Qual é o segredo desses resultados? Aplica-se a lei mais rigorosamente ou é que a cultura da vida é mais forte?

–Antoni Zieba: Não conheço com exatidão a situação na Espanha. O que posso dizer é que a sociedade polonesa está a favor da vida. Chegamos a este objetivo graças a décadas de orações e de obras de apostolado, realizadas também durante a dominação comunista. Dentro das estruturas da Igreja Católica, levamos a cabo uma intensa atividade em defesa da vida dos não-nascidos.

Esta ação apostólica se intensificou graças à atividade de vários movimentos e organizações de leigos que se formaram após o declive do comunismo na Polônia, a partir de 1989.

Com o fim da censura, pudemos distribuir material educativo sobre o valor da vida das crianças desde a concepção. Explicamos como reduzir os danos da síndrome pós-aborto e demos a conhecer a verdadeira história da legalização do aborto na Europa e na Polônia.

Os primeiros que legalizaram o aborto em nosso país foram os nazistas, em março de 1943. Eles queriam eliminar os poloneses com o aborto. Depois chegaram os comunistas e, com a promulgação da lei do aborto em 27 de abril de 1956, começou sua ditadura.

Para muitos poloneses, particularmente para os jovens, estes fatos deveriam suscitar uma reflexão e um reconhecimento de que o aborto foi legalizado, imposto e praticado na Polônia por seus inimigos: os nazistas e os comunistas.

Neste contexto, os livros, os folhetos, os opúsculos sobre o aborto, distribuídos nas igrejas, nas escolas e nas ruas tiveram um profundo impacto na sociedade polonesa.

A propósito disso, os ensinamentos de João Paulo II sobre a proteção da vida humana da concepção até a morte natural foram inestimáveis e decisivos para a situação na Polônia.

-Como a sociedade civil respondeu a essa campanha de sensibilização?

–Antoni Zieba: Na Constituição Polonesa, o artigo 38 diz: «A República da Polônia assegura a proteção legal da vida de todo ser humano». Alguns parlamentares poloneses apresentaram um pedido no qual solicitavam que se acrescentasse: «desde a concepção até a morte natural».

Infelizmente, a Câmara Baixa do Parlamento rejeitou a petição, mas segundo as pesquisas feitas pelo PGB Polka Grupa Badawcza (o melhor centro de pesquisa sobre a opinião pública), 52% dos poloneses estão a favor de reforçar a defesa da vida na Constituição, enquanto 35% se mostram contrários.

Mais de 506.000 pessoas fizeram um abaixo-assinado em apoio desse pedido, enquanto que menos de 2.000 manifestaram sua desaprovação.

O senhor é secretário do World Prayer for Life. Que tarefa essa associação pró-vida desempenha?

–Antoni Zieba: Falando da proteção da vida, deve-se mencionar o grande e decisivo papel desempenhado pela oração.

Na Polônia se desenvolveu um movimento massivo de oração e de adoção espiritual das crianças não-nascidas. Uma verdadeira cruzada para a proteção dos concebidos. Estas orações mudaram o coração e a mente de nossos concidadãos e reforçaram o respeito à vida.

O World Prayer for Life promove a adoção espiritual das crianças concebidas. O movimento nasceu em 1980, quando ainda estávamos sob o domínio comunista.

A idéia da oração pelos não-nascidos foi inspirada diretamente pelo Servo de Deus o Papa João Paulo II, durante sua viagem à Polônia em 7 de junho de 1979.

No Santuário mariano de Kalwaria Zebrzdowska, o Santo Padre fez um importante discurso no qual pediu orações pelas crianças não-nascidas, explicando que o homem não vive só de pão, e que deve existir sempre um grupo de pessoas que reze ao Senhor.

Quantas associações pró-vida polonesas existem? Como são coordenadas? Qual é sua relação com a Igreja Católica? Que tarefas assistenciais desempenham?

–Antoni Zieba: Na Polônia há cerca de 160, entre organizações, fundações e grupos informais a favor da vida por nascer e ativos na proteção das mães e das crianças.

A Federação Polonesa de Movimentos Pró-Vida está presidida pelo Dr. Pawel Wosicki e agrupa cerca de 130 organizações e grupos. (www.prolife.com.pl/federacja)

A cooperação entre a Federação e a Igreja Católica é esplêndida. Os encontros entre dirigentes leigos, bispos e sacerdotes são freqüentes. Atualmente, a Federação não tem relações com as Igrejas não-católicas.

Na recente reunião dos movimentos europeus a favor da Vida, que aconteceu em Roma, o senhor propôs instaurar uma Jornada pela vida de caráter mundial, exatamente em 25 de março, dedicando-a à oração pela vida. Pode explicar melhor o sentido e a finalidade de sua proposta?

–Antoni Zieba: A oração é a pedra angular das boas ações. Na encíclica Evangelium Vitae, o Servo de Deus João Paulo II escreveu que «é urgente uma grande oração pela vida, que atravesse o mundo inteiro». Esta oração deve ser feita todo ano, mas estou convencido de que em 25 de maio, festa da Encarnação, da concepção de Jesus no corpo de Maria, deveria converter-se na Jornada mundial de oração pela defesa da vida.

A Jornada pela Vida já é celebrada em diversos países, em datas diferentes. Proponho fazer em 25 de março a Jornada mundial de proteção à vida, mas sem renunciar à Jornada pela vida nacional.

Este dia do ano, em que todo o mundo reza, reflete e faz apostolado pela proteção incondicional da vida de toda pessoa, da concepção à morte natural, pode representar um dia de unidade para todos os militantes pró-vida e para os homens e mulheres de boa vontade.

Entre vários movimentos pela vida, já se apresentou a idéia de pedir a todos os países e às instituições internacionais de que haja pelo menos um dia sem abortos, precisamente em 25 de março.

–Antoni Zieba: Esta é uma grande idéia. Nós apoiaremos esta proposta e recolheremos assinaturas em um pedido dirigido às autoridades polonesas, pedindo-lhes que apóiem esta proposta quando for apresentada às Nações Unidas.

O recolhimento de assinaturas é uma boa ocasião para recordar a todos que as crianças que ainda não nasceram são seres humanos protegidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, que no artigo 3 afirma que «todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança de sua própria pessoa».

Enquanto na Europa há um aborto a cada 27 segundos e um divórcio a cada 30, na Polônia o aborto e o divórcio são mínimos. Contudo, certa cultura relativista, muito influente nas instituições européias, está pressionando a Polônia para que promova legislações radicais socialistas. O que o senhor pode dizer a respeito disso?

–Antoni Zieba: A Polônia foi o primeiro país do mundo que rejeitou democraticamente uma lei que autorizava o aborto e que introduziu uma que protege a vida humana desde a concepção. E, contudo, várias organizações como as Nações Unidas ou a União Européia estão pressionando a Polônia para que mude sua lei do aborto.

Estas pressões estão provocando objeções e desacordos por parte da população (sobretudo os mais idosos) que recorda que a primeira lei do aborto foi imposta pelos nazistas em 1943, e a segunda foi promulgada pela ditadura comunista em 27 de abril de 1956.

Como se pode pedir à Polônia que restaure uma lei favorável ao aborto, imposta pelas duas piores ditaduras do século XX?

Esta exigência é ainda mais inaceitável se pensarmos que em 15 anos de aplicação da lei a favor da vida houve resultados ótimos. O número de abortos se mantém em um nível muito baixo, 360 em 2006, enquanto nos anos 90 o número de abortos registrados era de 100 mil por ano, e durante os anos da ditadura comunista se estima que o total de abortos fosse de mais de 600 mil por ano.

A saúde das mulheres grávidas está melhorando continuamente, com a constante diminuição das mortes devidas ao parto. A mortalidade infantil e o número de abortos espontâneos estão em constante diminuição.

Pastor se disfarça de mendigo para dar 'lição' a fiéis

Um pastor se vestiu como um mendigo e invadiu a missa de sua paróquia, no País de Gales, numa tentativa de dar uma lição sobre "tolerância" aos fiéis.

O Reverendo Derek Rigby, da Igreja Metodista Trinity, na cidade de Prestatyn, colocou uma peruca, roupas sujas, não se barbeou por três dias e desenhou algumas tatuagens pelo corpo antes de entrar na igreja com latas de cervejas e seringas.

Rigby, um ex-policial, havia avisado aos fiéis que chegaria atrasado para a missa e contou o plano apenas a um dos funcionários da paróquia, para que ele pudesse interceder caso a congregação resolvesse chamar a polícia.

O pastor contou que foi ignorado pela maioria dos fiéis, enquanto alguns pediram que ele se retirasse do lugar.

Rigby permaneceu disfarçado até as crianças irem para a escola dominical antes de andar até o altar e mostrar sua identidade aos fiéis, que se sentiram "envergonhados".

"Ninguém ficou irritado comigo, mas ficaram chocados por terem me ignorado da forma como fizeram", afirmou. "Eles podiam ter me dado um copo de café."

Lição

Segundo Rigby, sua intenção era "transmitir uma mensagem séria sobre tolerância, de uma forma emotiva".

Durante o sermão proferido após revelar sua identidade, o pastor citou o exemplo dos discípulos que não reconheceram Jesus na estrada para Emaús depois da ressurreição.

"Eu fiquei surpreso, não desapontado. Algumas pessoas me disseram que se eu estivesse ali, como pastor, saberia o que fazer para lidar com a situação", afirmou o sacerdote.

O Reverendo Derek Rigby conta ainda que já havia feito a mesma coisa em paróquias de Newport e Londres, onde, segundo ele, os fiéis foram mais generosos.

"Eu disse à eles que eram mesquinhos porque em outros casos já ganhei dinheiro, um pacote de bolachas e um cobertor. Em Prestatyn, eu não ganhei nada", conta.

"No entanto, acho que isso não irá acontecer novamente", finalizou o sacerdote.

BBCBrasil/Globo

Editoras de Bíblias são processadas por homossexual

EUA - Um cidadão do Michigan, EUA, está pedindo 70 milhões de dólares a duas editoras de Bíblias por transtornos emocionais e instabilidade mental que foi submetido nos últimos 20 anos devido a versões da Bíblia que indicam o homossexualismo como pecado.

(Fonte: Portugal Gay) - Segundo o USA Today, Bradley LaShawn Fowler, um homossexual, alega que os seus direitos constitucionais foram violados pela Zondervan Publishing Co. e a Thomas Nelson Publishing, por terem causado dano deliberadamente aos homossexuais devido a interpretações "errôneas" da Bíblia.

Fowler indica que as mudanças feitas deliberadamente em I Coríntios 6:9 levaram a que ele "ou qualquer pessoa homossexual a ser sofrer agressões verbais, discriminação, situações de ódio e violência física... incluindo assassinato".

Segundo Fowler, embora a Bíblia seja passível de múltiplas traduções, a utilização específica da palavra "homossexual" não é uma tradução mas sim uma mudança intencional refletindo uma opinião pessoal ou a conclusão de um grupo.


FONTE: www.overbo.com.br

Igreja australiana reabre caso de abusos sexuais

A Igreja Católica na Austrália decidiu hoje reabrir o polêmico caso de um sacerdote acusado de abusos sexuais cometidos há 25 anos, faltando quatro dias para a chegada ao país do papa Bento XVI.

(Fonte: Terra) - O arcebispo de Sydney, o cardeal George Pell, indicou em comunicado que uma comissão independente investigará o caso, que voltou às manchetes da imprensa local após a divulgação de algumas conversas telefônicas esta semana pela emissora de TV estatal ABC.

O sacerdote em questão, Terence Goodall, foi excomungado e condenado por abusar sexualmente em 1982 de Anthony Jones, que tinha na ocasião 28 anos e denunciou o abuso 20 anos mais tarde.

A conversa telefônica mostra que o sacerdote abusou de Jones e que as relações não foram consentidas, como ficou refletido na sentença contra Goodall, que não foi preso.

As últimas revelações do caso indicam ainda que George Pell tinha conhecimento de que Goodall também tinha abusado de uma jovem de 16 anos, além de ter feito propostas a dois seminaristas, de ter convidado coroinhas para banhos nus e de ter relações sexuais consentidas com outro homem.

Na conversa telefônica com Jones, o sacerdote lhe pede perdão por ter forçado as relações sexuais, e nega que tenha afirmado que o abuso foi consentido.

"Certamente estas declarações de Goodall colocam minha decisão sobre este assunto sob uma luz completamente distinta", assinalou Pell esta semana.

No comunicado divulgado hoje, a Igreja Católica afirma que a comissão investigará os novos casos de abusos, assim como o fato de que as relações sexuais entre Goodall e Jones foram forçadas.

Após alguns documentos publicados pela ABC, Pell admitiu que aconselhou Jones a retirar as acusações contra Goodall, apesar de uma comissão eclesiástica recomendar o contrário.

Um porta-voz de Pell assegurou que Goodall foi excomungado em 2003 e condenado por assédio sexual em 2005, embora tenha continuado trabalhando em sua paróquia até 2004.

Pell antecipou na semana passada que o papa Bento XVI pedirá perdão pelos abusos sexuais cometidos no passado por membros da Igreja Católica em sua visita à Austrália na próxima semana.


FONTE: www.overbo.com.br

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Comissão de Justiça da Câmara rejeita projeto para descriminalizar aborto

RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara rejeitou nesta quarta-feira o projeto de lei que tratava da constitucionalidade da descriminalização do aborto.

A discussão sobre o assunto gerou inúmeros protestos contra e a favor da medida nos últimos dias. De acordo com o regimento da casa, o tema pode voltar ao debate no plenário da Câmara, se houver o apoio de 51 deputados favoráveis à idéia.

A votação não foi nominal. Mas dos titulares presentes, apenas quatro votaram contra a rejeição do relatório: os petistas José Eduardo Cardozo (SP), José Genoino (SP) e Eduardo Valverde (RO), além de Régis de Oliveira (PSC-SP).

"É o dia do meu mandato parlamentar mais feliz. É um relatório jurídico que mostra a inconstitucionalidade da proposta. Se eu nada tivesse feito neste mandato, só esse relatório, já teria valido a pena. ", afirmou o presidente da CCJ e relator da proposta, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que recomendou a rejeição.

"Ninguém pode substituir a mulher. Nem juiz nem delegado nem padre. É ela que tem que decidir. Ela só interrompe a gravidez em ultimo caso, em uma situação emergencial. Como eu defendo o direito da mulher e o da cidadania, sou contra a criminalização do aborto", disse Genoino.

Manifestações

A votação do parecer de Cunha foi cercado por uma série de protestos dos contrários e também favoráveis à descriminalização do aborto. Os deputados Carlos Willian (PTC-MG), Miguel Martini (PHS-MG) e Luiz Bassuma (PT-BA) lideraram as manifestações.

Willian levou uma caixa na qual colocou um pequeno caixão --utilizado em enterros de bebês-- e mais duas bonecas. "Se a mulher não pode ter filho, por que não usa anticoncepcional ou se abstém do ato sexual?", reagiu o deputado.

Representantes de entidades não-governamentais usaram mordaças com lenços roxos em protesto contra a decisão dos parlamentares de encerrar os debates antes que todos os deputados inscritos tivessem se manifestado.

"Estão calando a voz de 20 deputados inscritos para passar à votação e encerrar a discussão", afirmou Eneida Dutra, uma das manifestantes.

Paralelamente aos protestos os deputados Bassuma e Martini se colocaram ao lado da mesa da presidência da comissão. Contrários à legalização do aborto, ambos colocaram cartazes sobre o peito, nos quais havia fotografias de fetos com menos de 20 semanas de gestação.

Solange Amaral comemora decisão do CCJ sobre legalização do aborto

JB Online

BRASÍLIA - A candidata à prefeitura do Rio, Solange Amaral, pelo Democratas, comemorou nesta quarta-feira a rejeição da proposta que descriminaliza o aborto praticado pela gestante ou com seu consentimento pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). A matéria será arquivada se não houver recurso, em cinco sessões, para ser votada pelo plenário da Câmara.

- Sei que nossos jovens precisam ter segurança na gestação, portanto é preciso que sejam apontadas ações de prevenção e conscientização. As mulheres vêm sendo penalizadas e arcando sozinhas com as responsabilidades pelo nascimento de crianças. Os jovens, homens, precisam estar atentos e participar deste processo na vida das mulheres – disse Solange Amaral, que disse ainda:

- Meu voto hoje foi pelo caminho da família e da vida. O aborto não está incluído nele.

Greicy e Silvane formalizam a sua união

A lei protege os direitos de casais homossexuais que queiram viver juntos, participar da sociedade e ter filhos











Aconteceu na manhã de ontem, no Tabelionato Glaeser, a primeira união formalizada de um casal homossexual.
Às dez e trinta horas, o casal Greicy Kely Schmitz e Silvane Ignácio de Oliveira Vargas compareceu ao local para assinar um contrato de união estável.
De mãos dadas, Sivane e Greicy ouviram a leitura do documento que depois assinaram. Com isto, formalizaram a união entre elas, que já existia há três anos. Neste período ambas viveram na mesma casa, trabalharam juntas e cuidaram juntas do filho de Silvane, que se chama Kevin, que tem dois anos de idade.
O que elas assinaram não foi um contrato de casamento. O estado civil delas não passa a ser de casadas, mas os outros direitos adquiridos com o casamento são assegurados.

Os bens adquiridos no período da união estável pertencem a ambas as partes, por igual. No caso de uma futura separação, é repartido igualmente entre elas.
O INSS também aceita a condição de dependente no caso de uma pessoa que não trabalhe mas que mantém união estável com outra empregada.
E, o que é muito importante no caso de Greicy e Silvane. A união estável torna mais viável a realização de um sonho que elas têm: o de adotar uma menina.
No Caí - e, ao que se saiba, na região - este foi a primeira união formalizada de um casal homossexual. O Rio Grande do Sul foi um estado pioneiro neste aspecto e os contratos de união estável já são aqui realizados desde 2004.
Mas eles ainda são
incomuns. Principalmente em cidades pequenas, como o Caí. Nem por isto, Silvane e Graicy tiveram dificuldades para concretizar o seu sonho.
No tabelionato elas foram tratadas com muita simpatia e naturalidade. Tudo transcorreu muito tranqüilamente, exceto pela presen
ça de jornalistas que acompanharam, e fotografaram, o ato.
Graicy e Silvane se mostram muito felizes e recomendam que outros casais em situação semelhante à delas sigam o mesmo caminho.














IGREJA

Há uma forte tendência na sociedade para aceitar e reconhecer cada vez mais o homossexualismo como algo natural e aceitável. E, inclusive, está em discussão no Congresso Nacional uma lei que proibe as pessoas de discriminar os homossexuais.
Algo parecido com a Lei Afonso Arinos que, desde 1951, proibe a discriminação contra os negros.
Pelo que é proposto na nova lei, discriminar ou ofender os homossexuais será considerado crime. O que vem causando preocupação em igrejas que condenam o homossexualismo.
Principalmente aquelas que, como a Assembléia de Deus, seguem a risca aquilo que está escrito na Bíblia. E a Bíblia contém várias passagens em que o homossexualismo é descrito como pecado. Por isto, homossexuais são impedidos de ter uma participação mais direta nas atividades da igreja. Participar da ceia ou do coral, por exemplo.
Membros destas igrejas estão preocupados porque se a lei for aprovada os pastores que continuarem pregando aquilo que está escrito na Bíblia poderão ser até punidos pela lei.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Rodolfo Abrantes, ex-Raimundos: uma história impactante. Assista o testemunho

Rodolfo Abrantes é ex-integrante da banda Raimundos, uma pessoa que os jovens adoram por suas atitudes “doidas” e que Jesus o tomou em seus braços e hoje, usa-o tremendamente pra trazer pessoas ao encontro de Deus. Vejam o testemunho no link abaixo:


PARTE 01


PARTE 02


PARTE 03


PARTE 04


PARTE 05

China faz tudo para evitar que visitantes entrem com Bíblias no país

CHINA - A China resolveu adotar uma estratégia simpática aos olhos do mundo, que na prática esconde a sua política de impedir que os seus cidadãos tenham livre acesso às Escrituras: vai disponibilizar cópias gratuitas da Bíblia aos atletas, espectadores, turistas e aos estrangeiros que pedirem o livro sagrado, durante o período dos Jogos Olímpicos.


(Fonte: Portas Abertas)
- Segundo informações divulgadas ontem pela imprensa estatal chinesa, cerca de 10 mil cópias em duas línguas vão ser distribuídas na Aldeia Olímpica, casa de atletas e jornalistas entre 8 e 24 de agosto.

Li Chunnong, diretor geral da Amity Printing Co., a maior editora de livros cristãos do país, disse ao jornal “China Daily”, que mais 30 mil cópias do Novo Testamento também vão estar disponíveis.

No entanto, os exemplares só estarão disponíveis nas igrejas e na Aldeia Olímpica, não em hotéis.

A Aldeia Olímpica também vai ter um centro religioso para prestar serviços de culto a seguidores de outras religiões, afirmou Chen Guangyan, presidente da Associação Islâmica na China.

O reverendo Xu Xiaohong, do Conselho Cristão Chinês, baseado em Xangai e responsável pela publicação dos livros, adiantou que 50 mil cópias dos quatro evangelhos, em dois idiomas, serão enviadas para as seis cidades onde vão decorrer eventos olímpicos.

A capa dos livros dessa edição vai incluir um logotipo olímpico, acrescentou Xu. "Isto é particularmente significativo porque tanto quanto sei, é a primeira vez que um logotipo olímpico vai ser incluído num livro religioso", observou Xu, citado pelo “China Daily”.

A estratégia é muito bem fundamentada. Com a distribuição gratuita, o país evita que os turistas entrem no país com novos exemplares, e acaba por estimulá-los a pedir um exemplar na Vila Olímpica e a levar para casa como uma espécie de souvenir, de modo a maquiar a ausência de liberdade religiosa no país.

Em "nome" do espírito olímpico

Segundo o reverendo, o logotipo inscrito na Bíblia representa a combinação entre "o espírito olímpico e o espírito de levar uma vida orientada para um objetivo, que é algo em que os cristãos acreditam".

Em novembro do ano passado, notícias deram conta de que as Bíblias seriam proibidas durante os Jogos Olímpicos.

A organização dos Jogos desmentiu terminantemente as informações, apesar de constarem na primeira versão do manual do Comitê Olímpico.

O Ministério para assuntos Estrangeiros chinês afirmou que " falsos relatos de uma agência de notícias religiosa e de um meio de comunicação europeu foram divulgadas por pessoas que pretendiam sabotar os jogos".

Uma Bíblia por pessoa

Os atletas e os visitantes podem trazer textos e objetos religiosos para uso pessoal quando estiverem em Pequim durante a Olimpíada, afirmou a organização, recomendando, entretanto, num comunicado publicado na sua página da internet, que "cada viajante não traga mais que uma Bíblia para a China".

Mas esta permissão não se estende ao movimento espiritual Falun Gong, proibido pelo governo comunista chinês por ser um "culto maligno".

A China é alvo de críticas freqüentes no que se refere à violação dos direitos humanos e à repressão da liberdade religiosa.

Liberdade religiosa em xeque

As autoridades chinesas só permitem manifestações cristãs no âmbito das igrejas aprovadas e controladas pelo Estado, mas milhões de fiéis são membros na clandestinidade, celebram reuniões em casas particulares e se recusam a aceitar a liderança religiosa do Estado.

A Constituição chinesa permite a existência de cinco igrejas oficiais cujos líderes são escolhidos e precisam ser membros do partido Comunista: budista, taoísta, muçulmana, católica e protestante.

Estima-se que a comunidade protestante na clandestinidade seja formada por cerca de 30 milhões de pessoas, e, segundo fontes do Vaticano, a igreja católica clandestina tem mais de oito milhões de fiéis.

Muitos dos líderes destas igrejas são regularmente presos, enquanto as autoridades fecham periodicamente as igrejas e locais de culto clandestinos, prendendo religiosos e fiéis.


FONTE: www.overbo.com.br

A VERDADE SOBRE O INFERNO

Inscrições em pedra falam de retorno de Messias antes de Jesus

Uma placa de pedra de cerca de um metro de altura, com 87 linhas escritas em hebreu, e que, segundo especialistas dataria de algumas décadas antes do nascimento de Jesus está causando polêmica nos círculos de arqueologia bíblica porque mencionaria a chegada de um messias que ressuscitaria três dias depois de morto, informa a edição desta terça-feira do jornal O Globo. Se tal descrição messiânica estiver mesmo na placa, ela contribuirá de forma significativa para a reavaliação das visões popular e acadêmica de Jesus ao apontar que sua história de morte e ressurreição não seria única, mas sim parte de uma reconhecida tradição judaica da época.

Provavelmente encontrada perto do Mar Morto, na Jordânia, de acordo com especialistas que a estudaram, a placa é um raro exemplo de pedra com inscrições em tinta desse período - uma espécie de Manuscrito do Mar Morto em pedra. Está escrita, não entalhada, em duas colunas, similares às colunas da Tora. Mas a pedra está quebrada e parte do texto se apagou, o que dá espaço a interpretações sobre o que estaria realmente escrito.

Ainda assim sua autenticidade não foi questionada e, por isso, é significativo seu papel na compreensão das raízes do Cristianismo em meio da devastadora crise política enfrentada pelos judeus naquela época.

Daniel Boyarin, professor de cultura do talmude na Universidade da Califórnia, em Berkeley, afirma que a placa integra o crescente número de evidências que sugerem que Jesus pode ser mais bem compreendido por meio da compreensão da história judaica de sua época.

- Alguns cristão acharão chocante, um desafio à idéia de que sua teologia é única, enquanto outros acharão conforto na idéia de que (a ressurreição) é uma parte tradicional do judaísmo - afirmou Boyarin.

Globo

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Eles são virgens...porque querem

Paulo Varella

“Para mim, sexo só depois do casamento. Não gosto da maneira como as coisas estão hoje em dia. Tudo gira em torno do sexo. Eu acredito no amor, aquele de verdade, que corresponde à época de conhecimento e descoberta do outro. Sou católico, quero um dia casar, formar uma família e ficar velhinho junto com alguém para o resto da vida. Encaro a virgindade normalmente, não me vejo como um E.T. Sou como qualquer pessoa: trabalho, estudo, saio para a balada, tenho defeitos e qualidades. Acho até melhor ser virgem, porque não corro risco de pegar alguma doença ou de engravidar alguém. Posso ser chamado de retrógrado e careta, mas essa é a menor e a melhor das conseqüências.”
Márcio Damico, 23 anos

Paulo Varella

“Sexo nunca foi tabu na minha casa, apesar da nossa base cristã. Essa é uma decisão minha, não foi imposta por nada nem por ninguém. Quero que a primeira vez aconteça na minha lua-de-mel, com a pessoa com quem decidi me casar e que escolhi para estar comigo para sempre. Namoro há um ano e meio e ele, que não é virgem, me apóia e respeita. Minha virgindade nunca gerou problemas para nós nem foi um empecilho no nosso relacionamento. Algumas pessoas entendem e acham bonita minha postura. Outras acham careta e dizem que vou me arrepender: “Ah, mas você não experimentou mais de um... Vai que é ruim...” Do mesmo jeito que o beijo é especial quando existe amor, sei que será assim com o sexo. Sou bem resolvida. O mundo já está cheio de gente se guiando pela cabeça dos outros.”
Larissa B. Martins, 22 anos

Época São Paulo

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Católicos acusam anglicanos de ferir tradição apostólica

O Vaticano criticou hoje a igreja anglicana depois desta ter anunciado que se preparava para ordenar as primeiras mulheres bispos, assegurando que a decisão vai afastar ainda mais anglicanos e católicos.
A igreja de Inglaterra, igreja mãe do anglicanismo a nível mundial, confirmou hoje a intenção de ordenar as primeiras mulheres bispos. Tal como na igreja católica, os bispos da igreja anglicana têm o poder de ordenar os padres.
As duas igrejas, que têm feito esforços para dialogar com vista à aproximação, estão profundamente divididas em relação a algumas questões, a mais recente delas a ordenação de padres gay, apoiada pelos anglicanos.
“Uma decisão destas é fracturante da tradição apostólica presente em todas as igrejas no primeiro milénio e só vem aumentar os obstáculos à reconciliação entre a igreja católica e a igreja de Inglaterra”, disse o Vaticano.
Segundo a igreja católica, as mulheres não podem ser ordenadas porque Cristo só escolheu homens como apóstolos. Qualquer tentativa de ordenar uma mulher como padre é punida com a excomunhão. Mas a ordenação de mulheres como padres já é uma realidade em Inglaterra desde 1992, onde um em cada seis padres já é mulher. O que os mais liberais pediam era o acesso das mulheres às hierarquias de topo. No Canadá, EUA e Nova Zelândia as mulheres já podem ser ordenadas bispos.
Anglicanos e católicos estão divididos desde o século XVI, às mãos de Henrique VIII. Existem 77 milhões de anglicanos e 1,1 mil milhões de católicos no mundo.

Reuters/Publico

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

terça-feira, 8 de julho de 2008

Rebeldes comunistas executam pastor que pregava sobre o amor

FILIPINAS - Rebeldes comunistas do Exército do Povo (NPA, sigla em inglês) executaram o ministro cristão Josefino Estaniel, acusado de ajudar os soldados em uma campanha de anti-insurreição em Mindanao por pregar uma mensagem de amor e não de guerra, segundo um porta-voz regional do Exército filipino.

(Fonte: Portas Abertas) - O coronel Kurt Decapia disse que os soldados recuperaram o corpo de Josefino Estaniel, pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia, de uma sepultura rasa na aldeia de Dalagdag, distrito de Calinan, em Davao City, num lugar conhecido pela dominação dos rebeldes do NPA.O Exército do Povo é um braço armado do Partido Comunista das Filipinas (CPP).

Kurt Decapia disse que informantes civis conduziram as forças de segurança até a sepultura do ministro de 45 anos. Ele disse que Estaniel foi seqüestrado por insurgentes em maio, por ordens do líder da NPA Leôncio Pitao, também conhecido como “chefe Parago”.

O corpo do pastor Josefino Estaniel, já decomposição, foi exumado a dois quilômetros de distância da casa de Edwin Tangud, local onde o grupo o executou.

De acordo com relatório de campo inicial, a vítima foi torturada antes de ser executada e enterrada.

O general Fogy Leo Fojas, chefe da 10ª Divisão de Infantaria do Exército filipino, condenou as atrocidades da NPA e a morte do ministro cristão.

FONTE: www.overbo.com.br/

Homofobia é crime. A prática do homossexualismo também é crime aos olhos do Criador dos Céus e da Terra

Já escrevi aqui neste mesmo jornal, anos atrás, que os gays sempre serão bem vindos às igrejas evangélicas e volto a repetir.

Um membro de igreja, obreiro ou pastor que proíbe um homossexual de entrar numa igreja evangélica esse tal “homem de Deus” não está trabalhando em prol do Reino de Deus, mas de satanás.

Um membro, um obreiro, um pastor de igreja evangélica, que odeia um ser homossexual, eu posso garantir a vocês que esse ‘crente’, esse ‘obreiro’, esse ‘pastor’ é crente no diabo, não em Deus, porque Deus ama também os homossexuais.

Jamais vamos compactuar com a prática do homossexualismo porque o crente verdadeiro vive sob o domínio de Cristo Jesus, debaixo daquilo que está escrito nas Escrituras Sagradas e essas escrituras como os próprios homossexuais têm conhecimento, condenam a prática do homossexualismo, tanto no Antigo como no Novo Testamento. (Indico - Leiam o capítulo 1 do livro de Romanos)

Com relação ao texto que trata do projeto de homofobia que está rolando pelo Congresso Nacional o que tenho a falar é que realmente homofobia é crime, mas o homossexualismo também é crime não na lei dos homens, mas aos olhos de Deus, sim.

Estaria certo o projeto se toda exigência dos homossexuais fosse contra homofobia. Acontece que usando de esperteza, a organização GLBTS, inseriu nesse documento que se encontra em Brasília, verdadeiras aberrações, absurdos, como, a ponto de quererem extirpar dos púlpitos aquilo que está escrito na Bíblia Sagrada, o único livro inspirado por Deus e é para isso que os nossos senadores precisam atentar.

Como o cidadão que prega a palavra de Deus, que anuncia as virtudes daquele que veio nos tirar das trevas para luz(estou falando de pastores, padres...) poderá levar a mensagem Bíblica, tendo que passar por cima de alguns trechos da Bíblia só porque os homossexuais resolveram que assim seja, só para agradar uma minoria brasileira que decidiu se rebelar contra o Criador?

Do jeito que anda a carruagem, daqui mais alguns dias vão enviar um outro pedido, um novo projeto ao Congresso Nacional exigindo que os versículos bíblicos que tratam, que condenam o homossexualismo sejam retirados da Bíblia, que as novas impressões bíblicas sejam feitas sem os tais versículos ou ainda que seja proibida de uma vez por todas a impressão de Bíblias no Brasil.

Sugiro que os nossos deputados e senadores leiam isso: “Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e se alguém tirar qualquer cousa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa, e das cousas que se acham escritas neste livro” (Ap. 22: 18-19) Não brinquem com aquilo que está escrito na Bíblia, é um conselho que envio a todos que terão que votar esse projeto.

Pelo visto daqui uns dias os presídios brasileiros terão que ser esvaziados pelos bandidos para que sejam superlotados de evangélicos.

Tempos atrás andei lendo um livro e recordo de um trecho que diz assim: “Ora, se os que têm tido acesso à Palavra de Deus têm sido iludidos pelos espíritos imundos e enganadores, imagine os políticos governantes deste mundo, como não irão se deixar levar pela astúcia de satanás?”

Isso me preocupa.

Homofobia é crime. A prática do homossexualismo também é detestável, é abominável, aos olhos do CRIADOR DOS CÉUS E DA TERRA.

Em tempo: Uma pesquisa feita pela agencia alô senado mostra que uma boa parcela de evangélicos e católicos aprovam o projeto contra a Homofobia.

Nota-se, desconfia-se aí de uma tentativa de confundir a cabeça dos senadores e da sociedade quando a Agência Senado não explica direito esse voto dos evangélicos. É claro que os evangélicos, aqueles que entenderam o evangelho de Cristo são totalmente contra a homofobia. O problema são as aberrações que foram inseridas nesse projeto e que precisam ser lidas pelos senadores. O senador ou deputado votando a favor desse projeto da forma como ele chegou à câmara e ao senado assinará a sentença de prisão de milhões de evangélicos e católicos que se postam, contra a prática do homossexualismo e não da homofobia, sentença de milhões de evangélicos e católicos que tentam fazer a vontade do Pai que está nos céus.

Quero lembrar às autoridades que vão ter que votar esta lei no senado o que Jesus Cristo diz no livro de Marcos, a missão que ele deixou àqueles que crêem na Palavra: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura”.

MORDAÇA NO EVANGELHO É CONTENDER COM DEUS.

Que Deus possa abrir os olhos dos senadores.

JOSÉ RIBAMAR BOGÉA FILHO

FONTE: http://www.jornalpequeno.com.br/

Quem são os discriminados?

Não faz muito tempo, deparei-me com um artigo assinado pelo professor Ives Gandra da Silva Martins. Sob um título muito significativo: "Cidadão comum e branco", o autor aponta para uma reviravolta em andamento na sociedade: «Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se auto-declarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos».
Suas palavras me chamaram à memória o artigo "O mundo está virado", que escrevi no ano passado, no qual eu dizia: «O título reflete a opinião de minha vovozinha, repetida toda vez que se deparava com situações que lhe pareciam anormais e estranhas. Com a desculpa de que não conseguia entender mais nada do que acontecia ao seu redor, ela desabafava: "O mundo está virado. O que até ontem era certo, hoje está errado. E o que era errado, hoje está certo"».
Por que fiz essa introdução? Para lembrar que o Senado Federal está apreciando o Projeto de Lei 122/2006, destinado a proteger a quem opta por atitudes e práticas homossexuais. Só que, para defender e amparar pessoas que até agora se sentiram marginalizadas, corre-se o perigo de violentar a quem pensa e age diferente. Os direitos e os deveres são iguais para todos, se não se quer simplesmente transformar os oprimidos em opressores.
Se aprovado, o projeto criará situações constrangedoras para a Igreja Católica que, em seu proceder, procura se pautar pelo Evangelho. Assim, um sacerdote que, em sua homilia, condenar o homossexualismo, poderá ser julgado por "ação constrangedora de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica". A decisão do reitor de não admitir no seminário um candidato homossexual poderá lhe acarretar de três a cinco anos de reclusão.
São situações concretas, que nos levam a perguntar se a Igreja, como qualquer outra entidade ou organização, poderá ainda estabelecer normas e orientações para seus adeptos? No Paraguai, a situação parece menos grave. No dia 14 de junho, na igreja do Rosário, em Lambaré, a poucos quilômetros de Assunção, à última hora foi possível cancelar um casamento religioso porque se descobriu que o noivo era mulher! Catalina Vero se havia apresentado ao padre como sendo Jesús Alejandro Martinez.
Pelo que tudo indica, a partir da vigência do decreto de lei, além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todos os cidadãos brasileiros, os homossexuais terão privilégios e benesses que derivam de sua opção sexual. Em contrapartida, todos aqueles que não se conformam com comportamentos homossexuais, deverão silenciar ou preparar-se para ocupar uma cela em algum presídio do país.
Se for assim, a lei que, provavelmente, passará a vigorar no futuro será: "É proibido proibir". Ou então: todos podem se manifestar, menos aqueles que defendem valores que lhes parecem essenciais para o bem-estar da família e da sociedade. Foi o que aconteceu por ocasião da chegada do Papa Bento XVI ao Brasil, a 9 de maio de 2007. Naquele dia, cerca de 350 integrantes de movimentos gays da Bahia ocuparam as escadarias da Catedral da Sé, no centro da capital baiana, e queimaram uma imagem do Pontífice. Em seguida, promoveram um apitaço e estenderam faixas com mensagens de protesto contra a doutrina católica. Na maior delas, se lia: «Papa Bento XVI, chega de Inquisição! O amor não tem sexo!»
A lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da "homofobia", não é tão inofensiva como parece. Se já agora as organizações homossexuais, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, conseguem, junto ao Poder Judiciário, indenizações não insignificantes por "danos morais", ninguém imagina o que poderá acontecer após a aprovação do decreto-lei. Foi o que percebeu o professor Ives no artigo acima citado ao constatar que «os homossexuais obtiveram do presidente Lula e da ministra Dilma Roussef o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências, algo que um cidadão comum jamais conseguiria».
Se essas "minorias submetidas a preconceitos" – como se auto-definem – pedem e exigem o direito e a liberdade de expressar suas crenças e práticas homossexuais, o que se pede e se exige é que se estenda o mesmo direito e a mesma liberdade aos demais cidadãos, inclusive aos cristãos – sem serem, por isso, acusados de homofobia –, os quais continuam acreditando que o homem e a mulher se completam e se realizam caminhando lado a lado e na mesma direção, imagem e semelhança de um Deus que, depois de criá-los distintos e complementares, «viu que tudo o que havia feito era muito bom» (Gn 1, 31).

*Bispo de Dourados
domredovino@terra.com.br

http://www.progresso.com.br

Cruzada contra pregadores de trem

Grupo de 2 mil evangélicos tenta manter prática que existe há 28 anos e começou a ser combatida pela CPTM.
Eles formam uma tribo ainda pouco conhecida dos paulistanos donos de carro. Nas linhas de trem da Grande São Paulo, porém, todos percebem quando estão por perto. Os pregadores de trem, um grupo de cerca de 2 mil evangélicos de diferentes denominações - que vão e voltam diariamente do trabalho cantando hinos religiosos e falando sobre Jesus Cristo dentro dos vagões -, lutam atualmente para preservar uma atividade que já dura 28 anos e foi colocada em xeque pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
Respaldada pelo artigo 40 do regulamento de transportes ferroviários, que proíbe a prática "de atividades que venham a perturbar os usuários", desde o começo do ano passado os seguranças da empresa iniciaram uma cruzada para tirar do trem evangélicos que insistem em continuar pregando. Juntamente aos usuários de droga e vendedores ambulantes, são o alvo principal dos guardas. "O trem não é local adequado para se fazer pregação", diz o gerente de Segurança da CPTM, Júlio Antônio Gonçalves.
Na semana passada, para tentar sensibilizar os chefes da companhia, um grupo de evangélicos foi recebido na Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos. Levaram dez boletins de ocorrência denunciando agressões e humilhações nas linhas de trem. "Trata-se de perseguição religiosa. Não queremos brigar com ninguém, mas conversar. Nossos direitos estão sendo violados", acusa o pastor Marcelo Oliveira Silva, de 34 anos, que prega há 13 nos trens e preside a Cruzada Evangelística Interdenominacional dos Trens das Boas Novas, entidade que representa o grupo.
A postura dos guardas da companhia, contudo, permaneceu a mesma. "A reunião não mudou nosso entendimento das normas, que continuarão sendo cumpridas", garante o gerente de Segurança. Ele condena eventuais excessos dos guardinhas, mas diz zelar pelo bem-estar dos passageiros. E cita as 137 reclamações registradas em 2007 por passageiros incomodados com os evangélicos.
Mas a situação terá desdobramentos. O vereador Carlos Bezerra Júnior (PSDB) ataca duramente o governo e diz que levará o assunto ao governador José Serra. "É uma decisão de burocratas higienistas que demonstram preconceito religioso e social. São pessoas que nunca pisaram na periferia e não sabem o papel desse grupo no dia-a-dia dos mais pobres."

Estadão/O Verbo

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China vai distribuir bíblias grátis durante as Olimpíadas

A China vai disponibilizar cópias gratuitas da Bíblia a atletas, espectadores e turistas durante o período dos Jogos Olímpicos, informou nesta segunda-feira a imprensa estatal chinesa.
O reverendo Xu Xiaohong, do Conselho Cristão Chinês, baseado em Xangai, responsável pela publicação dos livros, adiantou que 50 mil cópias dos quatro evangelhos, impressas em duas línguas, estão sendo enviadas para as seis cidades onde vão ocorrer eventos olímpicos.
A capa da edição trará o logotipo das Olimpíadas, acrescentou Xu.
"Isto é particularmente significativo porque, até onde sei, é a primeira vez que o logotipo olímpico vai ser incluído em um livro religioso", observou Xu, citado pelo China Daily.
Segundo o reverendo, o logotipo inscrito na Bíblia representa a combinação entre "o espírito olímpico e o espírito de levar uma vida orientada para um objetivo, que é algo em que os cristãos acreditam".
Os interessados poderão encontrar a Bíblia nas igrejas e na Vila Olímpica, mas o livro não vai estar disponível nos hotéis.
A casa dos atletas receberá 10 mil cópias do livro sagrado, disse ao jornal China Daily Li Chunnong, diretor-geral da Amity Printing Co., a maior editora de livros cristãos do país.
Também estarão disponíveis mais 30 mil cópias do Novo Testamento, afirmou o responsável.
Além da distribuição de bíblias, a Vila Olímpica também terá um centro de culto para seguidores de outras religiões, afirmou Chen Guangyan, presidente da Associação Islâmica na China.
Em novembro do ano passado, a China precisou combater a imagem de intolerância religiosa resultante dos boatos de que as bíblias seriam proibidas durante os Jogos Olímpicos.
A organização do evento desmentiu terminantemente as informações e o Ministério das Relações Exteriores afirmou que os falsos relatos de uma agência de notícias religiosa e de um meio de comunicação europeu foram lançados por pessoas que pretendiam sabotar os Jogos Olímpicos.
Os atletas e visitantes poderão levar textos e objetos religiosos para uso pessoal quando estiverem em Pequim durante os Jogos, afirmou a organização, recomendando em comunicado que "cada viajante não traga mais do que uma Bíblia para a China".
A permissão não se estende, no entanto, ao movimento espiritual Falun Gong, proibido pelo governo comunista chinês por ser um "culto maligno".
A China é alvo de críticas freqüentes devido à violação dos direitos humanos e à repressão da liberdade religiosa.
As autoridades chinesas só permitem manifestações cristãs em igrejas aprovadas e controladas pelo Estado, mas milhões de fiéis são membros de igrejas clandestinas, que celebram missas em casas particulares e se recusam a aceitar a liderança religiosa do Estado.
A Constituição chinesa autoriza a existência de cinco igrejas no país: budista, taoísta, muçulmana, católica e protestante.
Segundo especialistas chineses, a comunidade protestante na clandestinidade possui cerca de 30 milhões de pessoas e, segundo fontes do Vaticano, a Igreja Católica clandestina tem mais de oito milhões de fiéis na China.
Muitos líderes destas igrejas são regularmente presos e locais de culto clandestinos são fechados periodicamente pelas autoridades.

Lusa

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segunda-feira, 7 de julho de 2008

HOMENAGEM A ALINE BARROS NO PROGRAMA DO RAUL GIL

Aline Barros - Parte 1


Aline Barros - Parte 2


Aline Barros - Parte 3


Aline Barros - Parte 4


Aline Barros - Parte 5


Elias dos Santos - Consagração


Gabriela Rocha - O Poder Do Teu Amor


Homenagem a Aline Barros - Sabrina Bruna

HOMENAGEM AO DIANTE DO TRONO NO PROGRAMA RAUL GIL

Diante do Trono Parte 1


Diante do Trono Parte 2


Diante do Trono Parte 3


Diante do Trono Parte 4


Diante do Trono Parte 5


Diante do Trono Parte 6


Diante do Trono Parte 7


Diante do Trono Parte 8


Diante do Trono Parte 9


Diante do Trono Parte 10


Diante do Trono Parte 11


Diante do Trono Parte 12


Diante do Trono Parte 13


Diante do Trono Parte 14 Final

HOMENAGEM A CASSIANE NO RAUL GIL

Ricky Vallen - "Hino da Vitória"


André Leonno - "Ele Tem o Poder"


Shirley Oliveira - "Oferta Agradável a Ti"


Robinson Monteiro e Cassiane - "Com Muito Louvor"

Debate sobre descriminalização do aborto na CCJ é marcado por polêmica

Mais uma vez, foi marcado por intensa polêmica o debate sobre descriminalização do aborto, em audiência pública na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados (CCJ), realizada nesta quarta-feira.

Representantes das igrejas católicas e evangélicas debateram o tema com o movimento feminista e a representante do Ministério da Saúde, Regina Colli, durante toda a tarde e início da noite.

Entre os representantes favoráveis ao projeto que descriminaliza o aborto, estava, na audiência, Télia Negrão, da Rede Feminista de Saúde. Ela lembrou que, apesar de ser crime, o aborto é praticado livremente no Brasil. Segundo Télia, são aproximadamente um milhão de abortos todos os anos.

De acordo com ela, a clandestinidade faz com que essa seja a quarta causa de morte materna “sem contar as inúmeras seqüelas físicas e psicológicas que ficam desses abortos que acontecem sem assistência”.

- Esse é um debate pesado, mas temos que enfrentá-lo. Porque os abortos continuam acontecendo e algumas mulheres podem fazê-lo de maneira segura, desde que tenham dinheiro, mas a maioria arrisca a própria vida em clínicas clandestinas porque não têm opção - afirmou Télia.

Para ela, a mulher deve decidir sobre a continuidade da gravidez já que é quem arca com os problemas que decorrerão de uma gravidez indesejada, principalmente se há o risco de ser abandonada pela família e pelo pai da criança.

- Cerca de 30% das crianças desse país não tem o nome do pai na certidão de nascimento porque esses homens não assumem a responsabilidade - acusou.

Mas o reverendo Silas Malafaia, da Igreja Assembléia de Deus, discorda da feminista. Depois de afirmar que a vida começa no momento da concepção, o religioso disse que a mãe não pode ter o direito de interromper a gravidez porque isso seria um assassinato.

- Essa história de que a mulher tem direito sobre o próprio corpo e pode abortar, não é bem assim não. A mulher não tem direito absoluto sobre o seu corpo. Ela não pode se mutilar ou se suicidar, por exemplo. Que dirá destruir outra vida que se desenvolve dentro dela - alegou Malafaia.

Para chegar a um debate equilibrado, foram convidados quatro representantes a favor e quatro contra a descriminalização. Todos se disseram contra o aborto. Os defensores da descriminalização, no entanto, afirmam que ela diminui os números totais de abortos e as mortes maternas, a exemplo de países onde a prática já foi liberada. Os contrários alegam que, além de matar um indivíduo, o aborto gera sequelas psicológicas e outras doenças para a mãe.

O relator do projeto, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já antecipou seu voto contra o projeto de lei. A votação na CCJ deve ocorrer nesta quinta-feira. Se aprovada, vai a plenário.

Agência Brasil

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Juiz quer abrir debate sobre aborto a outras religiões

O juiz Roberto Loréa, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, pediu, no encerramento da audiência sobre a descriminalização do aborto, que os debates contemplem representantes de outros credos religiosos, e não apenas católicos e evangélicos. "Para um debate democrático, seria bom ouvir outras pessoas de outras crenças, uma mãe de santo, um xamã, adventistas, judeus, e, por que não, ateus."

A presidente do Psol, a ex-senadora Heloísa Helena, lembrou que dentro das várias crenças existem pessoas pró e contra o aborto. "Uma das opiniões mais bonitas contra o aborto eu ouvi de um umbadista", disse.

Números
O procurador do Estado do Rio de Janeiro Paulo Leão lembrou que na Espanha, onde o aborto foi legalizado, ocorreram 100 mil abortos só no ano passado, e que esse número é crescente. "No Brasil, onde o aborto é crime, pelo contrário, os números diminuem. No passado, já foi de 350 mil por ano, e hoje é de 150 mil", disse.

Para a pesquisadora Débora Diniz Rodrigues, do Instituto de Bioética, um número seguro, com o qual se pode trabalhar, é que são realizados cerca de 3,7 milhões de aborto no Brasil. "Vamos defender prisão para 3,7 milhões de mulheres?", questionou.

Já Maria José Rosado-Nunes, da ONG Católicas pelo Direito à Vida, respondeu as acusações de que a entidade estaria recebendo recursos de entidades internacionais. "Recebemos sim e nossas contas são abertas. Mas é preciso dizer que existem grupos anti-aborto que também são financiados por organismo estrangeiros", disse.

A ex-senadora Heloísa Helena afirmou que existe um mercado de clínicas de aborto que estão "palpitando" pela legalização. "Empresas privadas aguardam a legalização para ganhar mais dinheiro com o aborto", disse.

A audiência, que já foi encerrada, debateu o Projeto de Lei 1135/91, que modifica o Código Penal para suprimir a criminalização do aborto. A proposta é relatada pelo presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Na próxima semana, a CCJ deve votar o parecer de Cunha.

Agência Câmara

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Descriminalização do aborto divide opinião de deputados

BRASÍLIA - Em audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), o deputado José Genoino (PT-SP) defendeu o Projeto de Lei 1135/91, que descriminaliza o aborto provocado pela própria gestante ou com o consentimento dela, que tramita em conjunto com o PL 176/95, de sua autoria.

(Fonte: O Globo Online) - - Não estamos discutindo o aborto, estamos discutindo qual o caminho para enfrentar a violência contra a mulher - disse.

Para Genoino, se a tese da criminalização fosse correta, os países que têm uma legislação mais liberal não apresentariam estatísticas decrescentes de redução de mortes entre mulheres.

Segundo o deputado, o aborto deve ser tratado como assunto de saúde pública e de prevenção. Ele afirmou que, no Brasil, quem tem dinheiro pode realizar aborto de forma segura, mas as mulheres de baixa renda não podem. Genoino também disse que ninguém de bom senso vai defender a prisão de 1 milhão de mulheres (estimativa do total de mulheres que cometem aborto no País).

O deputado Dr. Talmir (PV-SP), por sua vez, criticou as conferências mundiais que defendem legislações pró-aborto.

- São posições anti-vida - disse.

Ele afirmou que o Brasil não pode ser influenciado por entidades internacionais que financiam muitas das pessoas que vêm ao Congresso Nacional defender o aborto.

Dr. Talmir também citou trechos bíblicos, como aquele em que João Batista estremece ao saber que Maria estava grávida de Jesus.

- A vida começa no ventre, está na Bíblia - declarou.

Para o deputado, o aborto não será legalizado no Brasil.


FONTE: www.overbo.com.br

« Se eu me preocupo com o ovo da tartaruga marinha, por que não me preocupar com ovo humano? », diz Heloísa Helena

Projeto que libera aborto provoca nova polêmica na CCJ.

(Fonte: O Globo Online) - Mais um debate acalorado tomou conta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, nesta quinta-feira, quando foi discutido o projeto de lei que descriminaliza o aborto. O juiz de direito Roberto Arriada Loréa, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, criticou o parecer do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) , que considerou a proposta de inconstitucional, provocando reação de parlamentares. Segundo o juiz, o texto é tecnicamente imprestável, já que a questão do aborto não faz parte da Constituição.

- Não há dúvida de que o legislador constituinte não quis incluir a proteção da vida desde a concepção na Constituição. Outras leis ordinárias, que são mencionadas eventualmente, o Código Civil, podem até tratar do tema. Mas isso significa que eventual projeto que descriminaliza o aborto não vai ser inconstitucional, simplesmente ele vai contra uma legislação ordinária - afirmou Loréa.

Eduardo Cunha rebateu a crítica dizendo que o juiz não apresentou nenhuma argumentação jurídica que refutasse seu parecer. Segundo o deputado, o relatório está embasado em várias decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e em pensamentos de juristas importantes. Ele afirmou ainda que não vê no magistrado Roberto Loréa competência para criticar decisões da mais alta Corte do país, como ele fez na audiência.

- No momento ele é apenas um principiante, um juiz de primeiro grau, que deve ter muito talento, mas está muito longe de chegar ao patamar de tecer essas críticas. Eu não vejo nele essa condição ainda. E eu acho que quem pode criticar é quem é realmente um jurista com fundamentação muito mais forte do que ele, como aqueles que eu citei no meu parecer - afirmou.

O deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ) também disparou críticas contra o juiz. O parlamentar acusou Loréa de ser arrogante e disse que o relatório de Cunha tem base jurídica. Para Picciani, a Constituição é clara ao garantir o direito à vida.

- Nesta fase, a competência é do Congresso Nacional, é a Constituição que diz isso. Somos os representantes do povo, portanto cabe a nós legislar - disse Picciani.

Heloisa Helena se manifesta contra o aborto

Durante a audiência, a presidente do PSOL, ex-senadora Heloisa Helena, se manifestou contra o aborto. Segundo ela, a mulher pode decidir sobre o seu corpo, mas não pode decidir sobre o corpo do outro, que por uma circunstância biológica está dentro dela.

- Tenho preocupações ambientais muito grandes. Se eu me preocupo com o ovo da tartaruga marinha, por que não me preocupar com ovo humano? Se me preocupo quando o boto cor-de-rosa tem a cabeça decepada pelo arpão, por que não posso me preocupar com uma criança que tem a cabeça decepada por um instrumento abortivo? - questionou a ex-senadora, que é formada em enfermagem e professora da Universidade Federal de Alagoas.


FONTE: www.overbo.com.br

Padres ameaçam deixar Igreja Anglicana se ordenação de mulheres for aprovada



Mais de 1.300 sacerdotes anglicanos, entre eles vários bispos, anunciaram que deixarão a Igreja Anglicana se o Sínodo Geral, reunido em York (norte da Inglaterra), votar nesta segunda-feira a favor da consagração de mulheres bispos.
As divisões dentro da Igreja Anglicana por causa da discussão da consagração de mulheres ao bispado se intensificaram depois do casamento de dois padres homossexuais em meados de junho, em Londres, levando esta comunidade de 77 milhões de fiéis em todo o mundo à beira do cisma.
O Sínodo Geral, a instância que governa essa confissão, tenta alcançar, antes mesmo de um voto, um compromisso com o setor tradicionalista, que rejeita a autoridade de uma mulher bispo.
Apesar de a Igreja da Inglaterra ter se comprometido há alguns anos em ordenar mulheres bispos, os conservadores reclamam que lhes seja garantido por lei o direito de não reconhecê-las em suas paróquias.
Para evitar o cisma, a ala liberal estaria disposta a aceitar um Código de Conduta que permita que, em algumas dioceses, não haja contato com as mulheres bispos.
As divisões na Igreja Anglicana se tornaram quase insuperáveis desde que sua ala americana consagrou, em 2003, um eclesiástico abertamente homossexual, Gene Robinson, como bispo de New Hampshire (nordeste).
As tensões pioraram no ano passado, com a eleição de uma mulher à frente da comunidade anglicana dos Estados Unidos, que conta com 2,5 milhões de fiéis e aceita casamentos de homossexuais.

AFP

CCJ deve votar nesta semana descriminalização do aborto

Projeto que descriminaliza o aborto deverá ser votado nesta semana na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. O PL 1.135/91 tramita na Câmara há 17 anos. A matéria pede a supressão no Código Penal do artigo que torna crime a prática de aborto.
O relator do projeto na CCJ, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já informou que seu parecer é contra a descriminalização. Na última semana, uma audiência pública reuniu representantes do movimento feminista, especialistas e religiosos para debater o tema.
Para a representante da Rede Feminista de Saúde, Télia Negrão, a mulher deve decidir sobre a continuidade da gravidez, já que arca com os problemas que decorrerão de uma gravidez indesejada, principalmente se há o risco de ser abandonada pela família e pelo pai da criança.
Também favorável à descriminalização, o juiz de direito Roberto Arraiada Loréa argumentou que a posição da Igreja de condenar e excomungar as mulheres que fazem aborto não pode prevalecer num estado laico, que deve respeitar unicamente a Constituição Federal.
Contrário ao projeto, o reverendo Silas Malafaia, da Igreja Assembléia de Deus, afirmou que a vida começa no momento da concepção. O religioso disse que a mulher não pode ter o direito de interromper a gravidez porque isso seria um assassinato.
Outra que também é contrária ao projeto, a ex-senadora pelo P-SOL Heloisa Helena, defendeu que a mulher tem autonomia sobre o próprio corpo, mas disse que isso não dá a ela o direito de decidir sobre o corpo do outro – no caso, o feto – que "está ligado ao corpo dela apenas por uma circunstância".
O projeto já passou por análise na Comissão de Seguridade Social e Família, que rejeitou o artigo do projeto que descriminaliza o aborto. Como outras matérias tramitam em conjunto com o projeto, porém, ele seguiu para a CCJ.
A votação do projeto gerou polêmica entre os deputados da comissão. Durante a sessão de votação, deputados favoráveis à descriminalização chegaram a deixar a comissão em protesto contra a rejeição de requerimentos de audiências públicas para continuar a discussão da matéria.Representantes de movimentos pró e contra o aborto se manifestaram várias vezes com palavras de ordem como "o estado é laico" e "não à hemorragia, contra o aborto". Em vários momentos, o presidente da comissão, deputado Jofran Frejat (PR-DF), teve de pedir ordem aos manifestastes.

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Organização olímpica distribui bíblias

LIVRO SAGRADO TERÁ LOGÓTIPO OLÍMPICO.
A organização chinesa dos Jogos Olímpicos de Pequim vai distribuir exemplares gratuitos da Bíblia durante o evento.
O livro sagrado será disponibilizado aos atletas, aos turistas e a quem o solicitar, nas igrejas e na Aldeia Olímpica.
Na capa estará o logótipo das Olímpiadas. O reverendo Xu Xiaohong, em declarações à imprensa estatal chinesa, explica a associação entre "o espírito olímpico e o espírito de levar uma vida orientada para um objectivo, que é algo em que os cristãos acreditam".

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

domingo, 6 de julho de 2008

Ex-pastor processa Igreja Universal por vasectomia forçada para ser promovido

Expulso da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) após mais de dez anos de trabalho, o ex-pastor X., de 42 anos, entrou na Justiça com uma ação de indenização por danos morais - no valor de R$ 1,2 milhão - contra a instituição. Ele alega ter sido obrigado a se submeter a uma cirurgia de vasectomia. Segundo X., para ser promovido a auxiliar de pastor, todo "obreiro" (voluntário da igreja) é obrigado a fazer a operação. A ação, movida em 1999, ainda tramita.
- Quando veio a ordem da igreja para eu fazer a vasectomia, de início não aceitei. Então, me disseram que ou eu fazia a cirurgia ou estaria "fora da obra". Acabei fazendo por causa da minha fé - conta X., que atualmente trabalha como motorista.
O ex-pastor diz ainda que foi expulso da Iurd após um bispo ter descoberto que ele havia comprado um veículo. Segundo X., a igreja proíbe que seus membros possuam bens, como imóveis e carros:
- Eu pregava numa igreja em Curitiba, no Paraná, e decidi vir ao Rio com minha mulher para visitar nossa família. A igreja mantinha um apartamento em Nova Iguaçu, alugado para a gente. Quando chegamos, comprei um carro de um obreiro, com as economias da minha ajuda de custo, e um bispo da igreja descobriu. Ele me disse para devolvê-lo, mas não aceitei.
Na ação, X. alega que sua expulsão contraria o princípio da vitaliciedade no ministério, que constaria no regimento interno da Iurd.

Família teria sido expulsa por bispo

Segundo o ex-pastor, na madrugada seguinte ao dia da discussão com o bispo, quatro seguranças da igreja estiveram em sua casa, em Nova Iguaçu, por volta das 2h. Eles o teriam colocado na mala de um carro e rodado pelas ruas até às 6h, quando X. foi levado ao encontro do bispo novamente.

" O bispo me disse que eu estava fora da obra, e me mandou sair do apartamento "

- O bispo me disse que eu estava fora da obra, e me mandou sair do apartamento. Avisei que não tinha para onde ir com a minha família, e que ia permanecer.

Um dia depois, o bispo teria ido pessoalmente ao apartamento, acompanhado de seguranças, trocado a fechadura da porta e expulsado sua família.

- Fui à delegacia e um oficial de Justiça deu ordem para eu permanecer no apartamento. Isso foi numa sexta-feira. Passei o fim de semana na casa de parentes, em Caxias e, na segunda, quando retornei, todos os móveis da casa haviam sido retirados. Foi quando decidi procurar meus direitos na Justiça - afirma X., que ficou seis anos desempregado após deixar a Iurd.

Iurd nega as acusações de ex-membro

X. afirma que não possui filhos devido à vasectomia. No entanto, na ação de indenização que move, consta que ele tem uma filha, nascida em 1993 - cinco anos após ele ter entrado para a igreja. No documento, além da indenização de R$ 1 milhão por danos morais, o ex-pastor pede mais R$ 80 mil por danos materiais - por ter sido expulso de onde morava, sem ter para onde ir - e outros R$ 50 mil por "ter sido usado como locutor de rádio (da Iurd) pregando o evangelho".

A assessoria da Iurd negou todas as acusações do ex-pastor. Em nota, a igreja informou que "respeita o direito de escolha de todos os seus pastores e não interfere em seus desejos, tanto que, à época dessas acusações, muitos pastores tiveram filhos e outros planejam ter".

Sobre o impedimento de membros como pastores e auxiliares possuírem bens em seu nome, a instituição informou que "não existe essa proibição (...), pelo contrário, a Iurd tem reuniões específicas para aqueles que desejam a prosperidade".

FONTE: http://noticiascristas.blogspot.com

DIP termina amanhã, envolva a sua igreja

Amanhã, 6 de julho, será o encerramento da campanha "50 dias de oração pela Igreja Perseguida". Milhares de cristãos brasileiros se uniram em oração em favor dos nossos irmãos perseguidos.
(Fonte: Portas Abertas) - Sugerimos que você oficialize em sua igreja, com a aprovação do seu pastor, o encerramento da campanha. É importante agradecer a todos os irmãos que se envolveram e se dedicaram a orar pelos países onde a perseguição é uma realidade.

Lembre-se de agradecer ao seu pastor e aos líderes da sua igreja, em nosso nome, pelo espaço que destinaram a esse fim.

Incentive sua igreja a renovar esse compromisso

Nossa oração é para que esse engajamento, que se iniciou no dia 18 de maio, junto com o DIP, não termine com essa campanha. E, sim, que seja o início de um compromisso que se renove diariamente.

Vivemos em meio a questões do dia-a-dia, lutando pela sobrevivência e manutenção da nossa caminhada cristã e da harmonia dos nossos relacionamentos. No entanto, é impossível ficarmos alheios às circunstâncias adversas com as quais nossos irmãos lutam para manter a fé e para viver de modo digno do Evangelho.

No site da Portas Abertas existe um lugar reservado para sua opinião e testemunho sobre o DIP. Basta clicar aqui.

Envie as fichas com os nomes dos irmãos

Para nós é muito importante manter contato com os irmãos que participaram do DIP e desejam continuar recebendo notícias sobre os cristãos perseguidos e os projetos da Portas Abertas.

Caso ainda não tenha enviado as fichas com os nomes desses irmãos, por favor, faça isso o quanto antes. Com o envio você completa uma etapa fundamental na realização do DIP.

No mais, agradecemos mais uma vez pelo seu envolvimento.

E esperamos contar com seu engajamento sempre que necessário.

Deus abençoe a sua vida, hoje e sempre.

FONTE: www.overbo.com.br