sábado, 5 de julho de 2008

A Tradução do Novo Mundo e suas (per)versões



Assista ao vídeo acima e veja quantas perversões existem na suposta erudição da Bíblia das Testemunhas de Jeová.

Outras versões apóiam a TNM na tradução de João 1:1?

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus." [João 1:1]

Das mais de 2.000 línguas e dialetos em que a Bíblia está atualmente traduzida, a STV conseguiu catalogar apenas nove (9) traduções que estão de acordo com sua crença de que o verbo era “um deus”. Mesmo destas nove traduções(que não estão de acordo com o texto original grego), duas são da própria STV.

Isto é típico da STV, justificar os seus erros com uma coletânea de outros erros, e sabemos que um abismo chama outro abismo - Salmo 42:7.

Os principais eruditos do mundo nas línguas originais sabem as manobras teológicas da TNM, e por isso não a recomenda; estou falando de eruditos sérios! Quando uma palavra do texto original não se enquadra nas aberrações doutrinárias da STV ela imediatamente abandona os originais e sai à procura de outras traduções que dão apoio à sua crença. Vamos citar agora alguns argumentos levantados pela STV, afim de negar a divindade de Cristo em João 1:1. Dizem elas:

"Ademais, este versículo da Bíblia diz que "a Palavra" estava "com" Deus. É razoável concluir que isto significa que ele não é esse mesmo Deus" ( A Sentinela 01/11/1991 pág. 23)

“ ‘Mas não é Jesus chamado de deus na Bíblia’ ? poderá perguntar alguém. Isto é verdade. Contudo Satanás também é chamado de deus. (2 Coríntios 4:4)” (Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra pág. 40 )

São vários os argumentos levantados para contradizer o prólogo de João que reza literalmente que “o verbo (Jesus) era Deus”. Vamos explaná-los aqui de forma sistemática:

1) Dizem que algumas traduções inclusive a deles traduzem “deus” com letra minúscula e não “Deus” com maiúscula, portanto isso significa que Jesus não é o Deus “Todo-poderoso”.

2) Dizem que outros seres são similarmente chamados na Bíblia de “deus”. São chamados de deuses poderosos: os juízes, os anjos, Satanás e finalmente Jesus.

3) Dizem que Jesus é chamado de “um deus” portanto diferente de Jeová que é o verdadeiro Deus.

4) Dizem que no original grego "Theós", Deus em português, referindo-se ao Pai, vem precedido do artigo definido “o” enquanto que Theós referindo-se a Jesus vem sem o artigo, portanto se sentem justificados em acrescentarem o artigo indefinido “um” em relação a Jesus. Com isso insinuam que Jesus não é Deus mas um ser meio divino, que apenas possui as qualidades deste.

5) Dizem que Alguém que está “com” outra pessoa não pode ao mesmo tempo ser aquela outra pessoa”.

“ Portanto, o texto não diz que a palavra (Jesus) era o mesmo que o Deus com quem estava, mas, antes, que o verbo (a palavra) era semelhante a um deus, era divino, era um deus.” (Raciocínios à Base das Escrituras pág. 213 )

Antigamente as TJs tinham muita dificuldade em empurrar nas pessoas a idéia herética de que Jesus não era Deus pois a Bíblia que elas usavam: a versão “King James” em inglês, traduzia clara e corretamente que "o verbo era Deus" Mas esse problema acabou quando fabricaram a sua própria versão da Bíblia onde contrabandeou para dentro dela todas as idéias heréticas do seu fundador e primeiro presidente Charles T. Russell. É claro que João 1:1 tinha de ser reinterpretado ao gosto russelita, pois tal versículo complicava e muito a teologia da seita; então resolveram tirar Jesus da posição de Deus verdadeiro e reduzi-lo a um mero deusinho, subordinado a Jeová e igual a Satanás. Tentando arrumar esta aberração elas comentam :

" Em muitas traduções esta expressão reza simplesmente: "O Verbo [a palavra] era Deus" e é usada para apoiar a doutrina da Trindade. Não surpreenda que os trinitaristas não gostem da versão apresentada na Tradução do Novo Mundo." e acabam entregando-se quando dizem: " Mas João 1:1 não foi falsificado a fim de provar que Jesus não é o Deus Todo-poderoso. As Testemunhas de Jeová, entre muitos outros, já objetavam a usar "deus" com letra maiúscula muito antes de surgir a Tradução do Novo Mundo, que se empenha em traduzir com exatidão a língua original." ( A Sentinela 01/03/1991 pág. 28 )


QUÃO CONFIÁVEIS SÃO ESSAS VERSÕES?

As traduções que as Tjs alegam ter similaridade com a delas são na maioria traduções de teólogos liberais que nem ao menos crê em toda a Bíblia, de membros de seitas que negavam a divindade de Cristo ou traduções delas mesmas. Das milhares de línguas e dialetos em que a Bíblia está traduzida atualmente a STV conseguiu catalogar (na brochura Deve-se crer na Trindade ?) apenas nove para tentar inculcar na mente dos incautos de que sua tradução é a mais correta. Ainda na mesma página da revista supra citada, apresentam mais cinco traduções espúrias como a delas. Essas traduções aparecem citadas em parte em A Sentinela 01/06/1988 página 17 e na brochura Deve-se Crer na Trindade ? página 27.

"De modo similar, cinco tradutores da Bíblia, alemães, usam a expressão "um deus" naquele versículo. Pelo menos 13 outros usaram expressões tais como "da espécie divina" ou "da sorte semelhante a deus" Essas traduções concordam com outros trechos da Bíblia para mostrar que Jesus no céu, é sim um deus, no sentido de ser divino"


EM QUE SE BASEIA A TNM?

No livro, "Raciocínios à Base das Escrituras" na página 394 asseguram que para a tradução do N.T, chamado na TNM de Escrituras Gregas Cristãs, usou-se o texto dos eruditos ingleses, Westcort e Hort, para basearem sua tradução e também no livro " Toda Escritura é Inspirada por Deus e proveitosa " na página 310 acrescentam ainda que usaram este texto para assegurarem "a máxima exatidão possível". Acontece porém, que o texto grego de Westcort e Hort não concorda com essa perniciosa tradução feita pelas TJs. Veja a opinião do próprio Westcort sobre João 1:1:

" O predicado (Deus) encontra-se na posição inicial enfaticamente, como em João 4:24. É necessariamente sem o artigo...Nenhuma idéia de inferioridade de natureza é sugerida por essa forma de expressão, que simplesmente afirma a verdadeira deidade da palavra...na terceira cláusula declara-se que 'a palavra' é 'Deus', e assim incluída na unidade da divindade"

Veja o leitor que quando o texto grego do qual se basearam para traduzir João 1:1 não concordava com suas crenças, eles imediatamente abandonaram-no e saíram a procura de subtraduções que concordassem com o pensamento herético deles. Neste caso, Westcort e Hort, já não assegurava tanta exatidão!

Vamos analisar agora algumas versões citadas na brochura "Deve-se Crer na Trindade ?" página 27.

a) " 1808: "e a palavra era um deus" The New Testament in an Improved Version, Upon the Basis of Archbishop Newcom'es New Translation: with a Corrected Text."

Esta versão foi feita por um unitarista. O Unitarismo é uma seita que nega veementemente a doutrina da Trindade e conseqüentemente a Divindade de Cristo. É suspeitadíssima sua erudição.

b) "1864: "e um deus era a palavra". The Emphatic Diaglott, versão interlinear, de Benjamin Wilson."

Esta versão é largamente usada pela STV, entretanto elas escondem que Benjamin Wilson era Cristadelfiano. Essa seita também negava a divindade de Cristo. A propósito, em : "A Sentinela" de 01/11/1990 na pagina 6 sob o tópico "O Diabo das Escrituras" diz : " Alguns contudo, negam a existência dum Satanás qual pessoa, preferindo dizer: "A natureza humana, com sua propensão ao pecado, é o diabo das escrituras."*

Contudo no rodapé da referida página elas acusam os que professam tal doutrina taxando-os de seita: "Declaração oficial da crença do cristadelfianismo, uma das seitas da cristandade."

Querem colocar o cristadelfianismo como parte da cristandade ou seja tentar confundi-la com as igrejas evangélicas, protestantes e católicas sendo que eles é que usam fartamente as idéias dos cristadelfianos através da versão de Benjamin Wilson. Mas o pior de tudo é que neste contexto, elas tentam provar que Satanás é uma pessoa e não uma influência do mal, o pecado, ou uma força, ao passo que em suas publicações fazem ao contrário em relação ao Espírito Santo, chamando-O de "a força ativa de Jeová" (Isaías 5:20). Dizem: "O Uso que a Bíblia faz de "espírito santo" indica que se trata duma força ativa controlada que Jeová Deus usa para realizar uma variedade de propósitos. Até certo ponto pode ser comparada com a eletricidade, uma força que pode ser adaptada para realizar grande variedade de operações." e concluem: "Não, o espírito santo não é uma pessoa..." (Deve-se Crer na Trindade ? págs. 20 e 23). Podemos chamá-los com razão de verdadeiros apologistas do Diabo, ao passo que ao mesmo tempo que defendem a personalidade do Diabo, negam a do Espírito Santo, lançando mão dos mesmíssimos argumentos! Pergunto: isso não é desonestidade?!

c) "1935: "e a palavra era divina" The Bible --An American Translation, de J. M. P. Smith e E. J. Goodspeed."

Esta foi feita por um teólogo liberal que nem ao menos cria em toda a Bíblia, e por sinal rechaçou a Bíblia das TJs em muitos pontos.

d) "1950: "e a palavra era [um] deus." Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs."

Esta última foi fabricada pelas próprias Tjs, portanto totalmente corrompida e tendenciosa.

Das nove traduções exibidas na brochura, essas cinco são logo de cara, suspeitíssimas pelos vários motivos expostos acima. Ademais nenhum perito da língua grega apóia esta tradução deturpada e blasfema.

FONTE: www.cacp.org.br

Presbítero da Igreja Evangélica Assembléia de Deus, professor de religiões, vice-presidente do CACP e escritor.

MANIFESTO CONTRA A PL 122/2006

Tragédia enluta pentecostais

Trinta pessoas, membros de uma comunidade evangélica, morreram na noite de tormentas da quinta-feira,3, quando o ônibus em que viajavam foi arrastado pelas águas do rio Acelhuate de San Salvador, afluente que atravessa a capital.
“Deus tinha o propósito de que estivéssemos nessa hora e nesse lugar”, disse Fabricio Montoya, 16 anos, o único sobrevivente da tragédia. O rapaz saltou do ônibus a procura de auxílio para as outras vítimas, mas em poucos segundos o veículo foi arrastado, disse.
Os passageiros pertenciam à Igreja Elim, uma congregação pentecostal muito popular em El Salvador. Os pastores disseram que no ônibus viajavam 12 homens, líderes da comunidade, três mulheres anfitriãs, um supervisor, dez crianças e outras pessoas. Até esta sexta-feira as autoridades tinham localizado sete cadáveres às margens do rio em cidades vizinhas.
O rio Acelhuate já foi cenário histórico de tragédias em época de inverno, mas esta foi a de maior magnitude.
O bispo da Igreja Episcopal, Martín Barahona, solidarizou-se com a Igreja Elim, com as famílias das vítimas e convidou-as a confiar num Deus de amor e não num Deus de tragédia.
As chuvas continuam na região, que decretou alerta verde. Em nível nacional estima-se que há 1,5 mil pessoas flageladas em conseqüência das recentes tormentas. O governo prometeu suprir gastos funerários para as vítimas da Igreja Elim.

FONTE: noticiascristas.blogspot.com

Geração Orkut corre risco de crise de identidade, diz psiquiatra

Identidade virtual poderia deixar vida real 'chata e pouco estimulante'.

(Fonte: G1) - A geração de usuários da internet nascida depois de 1990 - década da popularização da rede - pode estar crescendo com uma visão perigosa a respeito do mundo e da sua própria identidade, sugere um psicanalista inglês.

Segundo Himanshu Tyagi, a principal causa deste problema seria o fato de que os nascidos nesta época já cresceram em um mundo dominado pela navegação na internet e pelos sites de relacionamento como o Facebook, Orkut e MySpace.

"É um mundo onde tudo se move depressa e muda o tempo todo, onde as relações são rapidamente descartadas pelo clique do mouse, onde se pode deletar o perfil que você não gosta e trocá-lo por uma identidade mais aceitável no piscar dos olhos", disse Tyagi durante o encontro anual do Royal College of Psychiatrists, uma das principais agremiações de psiquiatras do Reino Unido e da Irlanda.

O psiquiatra destaca ainda que as pessoas que se acostumam com o ritmo rápido dos sites de relacionamento podem achar a vida real "chata e pouco estimulante", o que poderia causar problemas de comportamento.

"É possível que os jovens que não conhecem o mundo sem as sociedades virtuais dêem menos valor às suas identidades reais e, por isso, podem estar em risco na sua vida real, talvez mais vulneráveis ao comportamento impulsivo ou até mesmo o suicídio", disse.

Pesquisa

Tyagi começou seu interesse por identidades virtuais quando fundou um site que funciona como uma rede de contatos profissionais e se deu conta da distância enorme que há entre psiquiatras em atividade e pacientes mais jovens em assuntos relacionados à internet.

Ele constatou, após uma pesquisa com psiquiatras durante um congresso nos Estados Unidos, que a maioria dos profissionais não sabia da magnitude do impacto do mundo virtual na geração jovem.

Segundo o professor, além dos sites de relacionamento, as salas de bate papo virtuais também podem influenciar problemas de comportamento como a timidez.

Ele destaca que o anonimato e a falta de experiência sensorial das conversas nestes ambientes virtuais poderia mudar a percepção de interatividade e criar uma visão alterada sobre a natureza dos relacionamentos.

"A nova geração, que cresceu em paralelo ao avanço da internet, está atribuindo um valor completamente diferente para as relações e amizades, algo que estamos fracassando em observar", afirmou Tyagi.

Benefícios

O psiquiatra afirma que são necessárias mais pesquisas sobre o impacto da internet na geração jovem e ressaltou alguns benefícios dos sites de relacionamento.

Segundo ele, essas redes oferecem um status social mais equilibrado, onde raça e gênero são menos importantes e onde as hierarquias da vida real são dispersas.

Ele destacou ainda que a quebra das barreiras geográficas permite acesso a relacionamentos e a apoio de amigos virtuais.

Experiência

As afirmações de Tyagi, entretanto, forem contestadas por especialistas da área.

Graham Jones, psiquiatra especializado no estudo do impacto da internet, reconhece que existe o risco de que uma freqüência exagerada de sites de relacionamento possa levar a problemas de comportamento. Mas ele acha que esses riscos foram exagerados por Tyagi.

"Para cada geração, a experiência com relação ao mundo é diferente. Quando a imprensa escrita surgiu, tenho certeza que muitos a consideraram como uma coisa ruim", disse Jones.

"Pela minha experiência, pessoas que tendem a ser mais ativas nos sites como o Facebook ou Bebo são aquelas que já são mais socialmente ativas de qualquer forma - é apenas uma extensão do que eles já fazem", concluiu o psiquiatra.


FONTE: www.overbo.com.br

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Bandas e Cantores Acusados de Satanismo

Roberth Johnson - Artista de blues da década de 30 que influenciou direta ou indiretamente todo o cenário do rock. Roberth Johnson dizia ter feito um pacto com o demônio em troca de sua musicalidade e do sucesso, tendo abordado este tema em suas músicas. O filme Crossroads (A Encruzilhada, com Ralph Machio, o garoto de Karate Kid) aborda superficialmente a história de Roberth Johnson, que morreu envenenado por um marido traído.

Rolling Stones - A primeira banda a abordar o tema satanismo em suas letras com a música Simpathy For The Devil (Simpatia pelo Demônio) e o disco entitulado Their Satanics Majesties Request (Serviço de Sua Majestade Satânica). Além disso em diversos discos colocaram referências a satanismo ou vodoo, como nos álbuns Goats Head Soup (gravuras do encarte) e no álbum Voodo Lounge.

Beatles - Em seus últimos discos abordaram religiões orientais com frequência além de terem abusado do experimentalismo com drogas. John Lennon foi um estudioso do bruxo inglês Aleister Crowley. Crowley é uma das figuras presentes na capa do álbum Sgt Peppers.

Black Sabbath - A primeira banda a adotar abertamente uma temática e visual satânicos. O nome Black Sabbath é uma referência a encontros de feiticeiras. Seus álbuns são algumas vezes adornados com cruzes e demônios. Além disso muitas letras falam de Satan, como NIB e War Pigs.

Ozzy Osbourne - Ex-vocalista do Black Sabbath. Embora não tenha abordado profundamente em suas letras a temática satanista, desenvolveu um visual demoníaco, com maquiagem pesada e mesmo lentes de contato vermelha. A música Suicide Solution foi acusada de gerar suicidios de jovens.

Led Zeppelin - Com certeza a banda mais acusada de ter temas satanistas escondidos em suas letras gravados de tras para frente. O certo é que o guitarrista Jimmy Page foi um profundo estudioso do bruxo inglês Aleister Crowley, chegando a comprar a mansão deste. A morte do baterista John Bonhan e frequentes acidentes envolvendo os membros restantes são considerados por muitos provas definitivas do pacto feito entre a banda e o demônio.

Alice Cooper - O codnome do vocalista (e da banda) segundo ele próprio foi sugerido em uma mesa de ouija (algo semelhante ao "jogo do copo") por um espírito. O visual com maquiagem viria a ser copiado exaustivamente.

Eagles - Embora não tenham absolutamente nenhuma aparência ou temática satânica em sua letras, um ex-produtor acusou a banda de ligações com a organização conhecida como Igreja de Satan. Logo mais descobriu-se que a música Hotel California possuia mensagens satânicas gravadas ao inverso e que tratava na realidade sobre a sede da Igreja de Satan no estado da Califórnia, que havia sido anteriormente um hotel.

Doors - O vocalista Jim Morrison se casou em um ritual pagão com uma bruxa. Além disto Jim Morrison dizia trazer dentro de si o espírito de um feiticeiro índio, um "shaman".

Iron Maiden - Após terem lançado o disco The Number of The Beast (o número da besta) passaram a ser frequentemente taxados de satanistas embora raramente abordem o tema. A mascote Eddie (um simpático morto vivo) das capas dos discos é frequentemente associada a um demônio.

Kiss - Embora não costume abordar temas satânicos em suas letras o visual carregado e truques de palco do baixista Gene Simons (que se veste e se maquia como um vampiro, vomita sangue e cospe fogo) levou parte da opinião pública a taxar a banda de satanistas. O nome Kiss (beijo) chegou a ser interpretado como sigla para Kids In Satan Service (Crianças a Serviço de Satan) ou Knights In Satan s Service (Cavaleiros a Serviço de Satan).

AC/DC - Com o álbum Highway To Hell (Auto Estrada para o Inferno) e músicas como Hells Bells (Sinos do Inferno) foi prontamente taxada de satanista. A situação piorou quando um conhecido assassino serial psicopata conhecido como "Night Stalker" (Rastejador Noturno) afirmou matar influenciado pelas letras da banda.

Mercyful Fate - banda Dinamarquesa de grande influência e cuja marca principal é o visual satânico do vocalista King Diamond (que mais tarde seguiu carreira solo). King Diamond afirmava dormir em um caixão e ser capaz de falar de trás para frente e imprensa acreditava. A banda usava (e usa) na decoração de seu palco restos humanos (ossos) reais, o que não constitui crime na Dinamarca.

FONTE: www.profeciasbrasil.com

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Adolescente mata amigo em ritual de magia negra

PIAUÍ - A dona-de-casa Valdinete Maria dos Santos, 35 anos, passou 49 dias esperando por notícias do filho mais velho. Nesse período, chegou a sonhar com ele duas vezes. A volta do filho para casa, como ela previa, não aconteceu.

(Fonte: TV Canal 13) -
O estudante Arlisson Wanderley dos Santos, 15, estava morto desde o dia 12 de maio, mesmo dia em que foi visto pela última vez, no centro de Igarassu, na Região Metropolitana de Recife, onde morava. Arlisson foi vítima de um crime cercado de mistérios. Um misto de magia negra e ciúmes, segundo a polícia. Depois de ter sido convidado para ir, junto com dois adolescentes de 16 anos, a uma casa alugada pelo colega Thiago Alves da Silva, 20, Arlisson foi assassinado por estrangulamento e teve o corpo enterrado em um dos quartos da casa, localizada no Loteamento Bela Vista.

O crime só foi solucionado nesta segunda-feira porque o dono do imóvel percebeu o mau cheiro no local e chamou a polícia. Logo em seguida, o corpo foi descoberto. Segundo o cabo Alexandre Guedes, do 17º BPM, no momento em que a viatura policial estava em frente ao imóvel, a mãe do suspeito passou pelo local e contou o paradeiro do filho, que estava morando em outro loteamento no município. Apesar de ter alugado a casa, Thiago não morava lá. O lugar era usado apenas para pequenas festas e reuniões de amigos. “Ele confessou o crime e denunciou os dois adolescentes. Então, trouxemos os três para a delegacia para esclarecer o caso”, contou Guedes.

Ao chegarem à Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA), os dois adolescentes contaram que Thiago havia prometido a alma de Arlisson ao diabo em um ritual satânico. Mesmo tendo confessado o crime e dormido toda a noite ao lado do corpo, Thiago negou cultuar o satanismo. Depois de ser detido, ele alegou motivos de ciúmes para praticar o crime. “Tinha uma namorada e Arlisson fez a cabeça dela para ela terminar comigo e voltar para o ex-namorado. Por isso fiquei com raiva dele e resolvi planejar o crime. Quando já estávamos lá em casa, bebemos e colocamos um comprimido de roupinol no copo para ele apagar. Depois disso, peguei uma corda e coloquei no pescoço dele. Aos poucos fui puxando e ele foi caindo até morrer”, contou o acusado, sem demonstrar sentimento de culpa.

Thiago completou a narração contando como os adolescentes o ajudaram. “Enquanto um dos meninos segurava as mãos dele, o outro ficou cantando para os vizinhos não ouvirem nada”, declarou. O corpo de Arlisson só foi retirado do buraco onde estava com a ajuda do Corpo de Bombeiros. Ao prestarem depoimento, os dois adolescentes confessaram que costumavam praticar atos satânicos. Os dois disseram que além de beberem sangue já tiraram fotografias com caveiras e ossos dentro do Cemitério de Igarassu. “Já cortei meu braço e bebi o sangue com rum e com vodca. Thiago e o outro menino também já fizeram isso. Ele (Thiago) é um roqueiro anti-Cristo”, contou um dos adolescentes.

Os dois foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e encaminhados para uma unidade da Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac). Thiago foi levado para o plantão da Força-Tarefa, onde seria autuado.

Agora, o inquérito será concluído pela Delegacia de Igarassu.“Só depois de ouvirmos os três acusados é que poderemos entender o que houve. É um caso que envolve rituais satânicos e teve também a questão de ciúmes”, detalhou o delegado titular da delegacia de atos infracionais da GPCA, Jandir Carneiro Leão.

Padre deixa de beber vinho na eucaristia para cumprir lei seca

Sacerdote se adaptou a lei para continuar a rezar missa em várias cidades do RS. Mesmo tendo que se adaptar, Padre Silvério diz que é "a favor" da lei.

Fonte: G1)
- A "lei seca" trouxe problemas para um padre que viaja bastante e celebra várias vezes por dia o momento em que "o vinho se transforma no sangue de Cristo", de acordo com a doutrina católica.

Na missa, celebração católica, a eucaristia é um dos ritos mais importantes. Para os católicos, é o momento em que o vinho se transforma em sangue de Cristo.

Desde que a lei entrou em vigor, o padre Antônio Hoffmeister não precisou mudar os hábitos. Mora perto da paróquia. Quando sai para rezar a missa, pode ir a pé. Mesmo assim, não abusa do vinho.

"A gente coloca um pouquinho de vinho que se toma num único sorvo. É só um gole de vinho”, disse o padre Antônio Hoffmeister.

A tradição de tomar vinho durante as celebrações é milenar. Mas agora, com a lei de tolerância zero ao álcool, muitos padres precisaram se adaptar para continuar rezando missas pelo interior do país.

Padre Silvério Schneiders dirige cerca de quatorze quilômetros num dia de trabalho. Aos domingos, reza até cinco missas em cidades diferentes do Rio Grande do Sul. E para cumprir o roteiro, o sacerdote parou de beber.

"Eu coloco a hóstia só um pouquino no sangue de Cristo e tomo isto, porque eu sou motorista", explicou o padré Silvério Schneiders.

A tarefa de tomar o vinho consagrado ficou por conta da ministra da eucaristia, que não precisa dirigir depois da missa.

"A gente respeita a lei. É brasileiro como todo mundo", disse a ministra da eucaristia Noemia Agostini.

Padre Silvério, contudo, não se queixa da aplicação da lei e de ter adaptado o ritual para cumprí-la.

"Uma iniciativa que eu tomei e penso que está liturgicamente correta e que ao mesmo tempo ajuda a resolver uma questão com a qual eu estou plenamente a favor", declarou o padre Silvério Schneiders.

Não há uma orientação oficial da Igreja aos padres. Mas uma coisa é certa: com ou sem a "lei seca", o vinho permanece no altar.

"Não podemos mudar o que Jesus Cristo institiui, a celebração com as espécies, com o pão e com o vinho", disse o padre Antônio Hoffmeister.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Máquinas de camisinhas em escola geram polêmica

MATO GROSSO DO SUL - O anúncio do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, na última quinta-feira acerca do início da produção de 400 máquinas de camisinhas que serão instaladas nas escolas públicas em janeiro 2009, gerou polêmica em todo o país. Em Dourados o projeto divide opiniões entre religiosos, mães e educadores.

(Fonte: Última Hora) - A empresária Jaqueline Vicente é mãe de três filhos com idades de 7, 17 e 20 anos. Ela considerou o projeto como "absurdo" e pretende proibir os filhos de terem contato com a máquina, caso seja instalada na escola. "Esta idéia é um incentivo ao sexualismo precoce e não tem nada a ver com educação. Crianças e adolescentes, imaturos, vão adquirir a camisinha, sem nem ao menos ter instrução psicológica e idade suficiente. Sempre disse aos meus filhos que o sexo deve ser feito na hora certa, depois do casamento de preferência, que é o momento em eles vão ter a certeza de que estão praticando um ato de amor com a pessoa que amam e com maturidade. Esta decisão do governo afronta todos os ensinamentos que passei a eles durante a vida e compromete a paz em nosso lar", disse.

Mãe de um casal de filhos de 07 e 12 anos, Erocides Bueno dos Santos, disse que a sociedade teria que ser ouvida antes da execução do projeto. "Estamos vendo que a vontade do povo não tem importância nenhuma para as decisões em Brasília. Encaro esta atitude como forma de acabar com o amor ao próximo e ao afeto. O poder público pode até estar correto em pensar na gravidez na adolescência, ou contaminação das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), mas não é colocando preservativos nas mãos das crianças que os problemas vão acabar. É preciso investir mais em conhecimento na escola e capacitar professores para um ensino de qualidade e que aborde com mais eficácia este assunto", disse.

O padre Alberto, da Catedral Imaculada Conceição, afirma que a igreja católica é totalmente contra a máquina. Segundo ele, o projeto incentiva o sexualismo e fere um dos princípios mais defendidos pela igreja que é o respeito ao corpo. O padre Flávio, vigário em Maracajú, também falou a respeito. Segundo ele, a igreja Católica prega, de acordo com os ensinamentos bíblicos, a vida em castidade. "O sexo é o auge do amor. Ele deve ser praticado dentro do casamento. Quanto aos solteiros, a melhor forma de evitar as doenças e a gravidez indesejada é praticando a castidade. Com tantos problemas na educação, que precisariam ser resolvidos com urgência, o governo pensa em incentivar o sexualismo entre as crianças".

O padre acrescenta ainda que o incentivo ao uso da camisinha pode gerar transtornos, como várias doença. "A igreja Católica já pediu estudos para cientistas que afirmam que poros do látex não são capazes de garantir eficácia na retenção de vírus. Podem até impedir a passagem de espermatozóides mas este resultado não é igual para os microorganismos", afirma.

De encontro com as considerações do padre, o diácono Alceu de Aguiar Quadros acrescenta que a idéia vai contribuir para a prostituição e infidelidade. Pai de quatro filhos, ele considera absurda a decisão do governo, mas acredita que a execução do projeto pode não acontecer. "O poder público vive informando que não tem dinheiro para investir no ensino. As faculdades e escolas estão sucateadas. Onde o governo vai adquirir tantos recursos para investir em máquinas de camisinhas", indaga.

Por outro lado, o secretário de educação do município, Antônio Leopoldo Van Suypene, disse que apesar de não conhecer o programa considera importante implantar mecanismos que diminuam os índices de Aids e gravidez entre adolescentes. "O projeto pode dar certo, mas com a adoção de critérios. Antes de qualquer contato direto com os preservativos, os alunos precisam passar por um trabalho intenso de educação sexual que deve ser desenvolvido dentro do currículo escolar. Vai depender de como a escola vai atuar. Acredito que toda a discussão sobre prevenção é bem vinda, desde que bem elaborada", considera.

Já a diretora Deumeires de Morais, da Escola Municipal Clarice Bastos Rosa, afirma que a escola não é o melhor local para a distribuição de camisinhas. "O colégio tem que incentivar o uso dos preservativos através de palestras com autoridades na área, como médicos ou psicólogos, já que o assunto ainda é abordado superficialmente dentro da disciplina de ciências. Também deve-se orientar o aluno quanto ao local onde ele pode adquirir os métodos contraceptivos, mas, cima de tudo, respeitar a fase infantil da criança dentro do ambiente escolar", disse.

domingo, 29 de junho de 2008

Evangélico e adepto do candomblé fecham aliança em Salvador

João Henrique Carneiro tenta a reeleição e terá como vice Edvaldo Brito para minimizar rixa com terreiros

SALVADOR - João Henrique Carneiro é branco, de uma conservadora família de políticos de Feira de Santana (a 110 km da capital baiana) e fiel adepto da tradicional Igreja Batista da Graça, um bairro da cidade. Ele tem evangélicos de vários matizes entre os assessores mais próximos, mantém uma bíblia sobre a mesa do gabinete e costuma fazer pronunciamentos em tons emocionais, às vezes messiânicos.
Edvaldo Brito é negro, professor de Direito Constitucional e Tributário e ligado à religião de seus ancestrais, o candomblé. Freqüenta, com a esposa, o famoso Gantois e consagrou a cabeça ao orixá Ogum, entidade do ferro e das demandas, no terreiro de nação keto (que tem raízes iorubás nigerianas) de Mãe Bida, localizado na cidade de Muritiba, recôncavo baiano, onde nasceu há 70 anos.
João Henrique é candidato a reeleição à prefeitura de Salvador, pelo PMDB, e Edvaldo Brito, do PTB, é seu vice. O que poderia ser um belo exemplo da mistura étnica e religiosa da Bahia, está marcado por circunstâncias eleitorais e por fatos que antecederam a formação da chapa, em maio passado.
No dia 27 de fevereiro, uma quarta-feira (no candomblé, dia de Iansã, a Oyá, senhora dos ventos e tempestades), por determinação de uma superintendência municipal, funcionários da prefeitura destruíram o terreiro de nação angola Oiá Onipô Neto, há quase duas décadas assentado numa área residencial da Avenida Jorge Amado, no bairro da Boca do Rio, sob alegação de irregularidade legais fundiárias. Paredes foram demolidas e objetos de culto, tidos como sagrados, violados.
A ação violenta teve ampla e negativa repercussão na cidade, gerou uma crise na equipe do prefeito e mobilizou protestos de entidades do movimento negro e de comunidades ligadas ao culto, que consideraram o fato uma "ação racista e de intolerância religiosa explícita".
Acuado, com o 'povo de santo' e os militantes às portas do gabinete quase todos os dias, o prefeito disse que não teve prévio conhecimento da operação realizada e destituiu do cargo a superintendente e secretária de Planejamento Kátia Carmello, que acumulava as funções. A secretária, porém, continua à frente do Planejamento.
João Henrique recebeu ainda uma representação dos que protestavam, pediu publicamente desculpas à Mãe Rosa, líder religiosa do terreiro dedicado a Iansã, e comprometeu-se em reconstruir e legalizar a casa-de-santo, no mesmo lugar.
De olho na reeleição, os líderes peemedebistas avaliaram que o episódio faria estragos nas urnas, até porque Salvador é uma cidade com forte presença de afro-descendentes. E mais, com o avanço das igrejas evangélicas nos bairros populares já aconteceram conflitos, ameaças e invasões de alguns terreiros por grupos 'cristãos' mais radicais. Seria necessário descolar a imagem do prefeito evangélico de qualquer postura que pudesse significar preconceito racial e intolerância religiosa.
Uma sondagem feita em abril mostrou que o advogado Edvaldo Brito, ex-prefeito de Salvador nos anos de 1978 e 79, era o preferido dos eleitores entre os quatro negros que, em princípio, pleiteavam candidatura.
Ex-secretário de Justiça do Estado nos anos 70, secretário de Negócios Jurídicos na administração Celso Pitta, em São Paulo, especialista em leis e tributos, e ainda por cima, respeitado pela comunidade afro-descendente e filiado ao PTB, um partido integrado à base aliada do presidente Lula, Edvaldo foi sondado. Em maio, aceitou ser o vice na chapa de João.
"É uma chapa que retrata a pluralidade e o ecumenismo que são características de nossa cidade", esquiva-se Edvaldo, preferindo falar de sua experiência e de como pode ser útil numa futura administração.
É o mesmo discurso que ecoa do Palácio Thomé de Souza, sede da prefeitura, onde João Henrique, na quinta-feira passada, recebeu homenagens de bispos da Igreja Universal pelos seus 49 anos. O aniversário também foi comemorado num ato ecumênico promovido pela direção da Santa Casa da Misericórdia, com a presença de pastores evangélicos batistas e um padre católico. Prefeito e líderes religiosos cristãos dizem que as crenças do vice 'não importam' nesse instante, mas sim 'a competência e a capacidade de aglutinar forças pelo bem da cidade'.
Sobre a fé do professor Edvaldo Brito, a Bahia inteira tem conhecimento. No dia 2 de julho de 1977, designado pelo governador Roberto Santos, o então Secretário de Justiça foi a uma solenidade no Terreiro do Gantois entregar a Comenda da Ordem do Mérito Dois de Julho à famosa yalorixá Mãe Menininha, já adoentada e sentada numa cama. Ele mesmo conta o acontecido:
"Quando me curvei para colocar a comenda, meus dois joelhos se dobraram e bateram no chão, assim: pá! Já não pedi licença, mas agô". Agô é a expressão iorubana com que os adeptos pedem licença antes de prostrar-se em respeito diante da mãe-de-santo (yalorixá).
Mãe Rosa, a do terreiro que foi derrubado, resume com sabedoria: "Nessa hora da política, para ganhar, vale qualquer coisa. Sempre ouvi dos mais velhos; cuidado, porque poder e política é feito jogo e dinheiro, é coisa de exu". Exu, nos candomblés da Bahia, é o mensageiro, o dono das encruzilhadas.

Estadão

As recém-casadas


Susane e Noemi: carinho, amor e planos para o futuro. Como qualquer casal
Elas gostam de malhar no mesmo horário na academia, curtem almoçar juntas e não resistem a um passeio no shopping, coisas que as melhores amigas costumam fazer. Mas elas são mais do que isso. Susane Borges e Noemi Miranda compartilham casa, cama, mesa e planos futuros, como qualquer casal. Há um mês, em uma igreja toda enfeitada, diante do pastor e de 200 pessoas, elas juraram amor eterno, trocaram alianças e se beijaram na boca para selar a união que começou há três anos.
Nascida no interior do Piauí, Susane, 39 anos, maquiadora e cabeleireira, é Su. Longilínea e expressiva, a professora paulistana Noemi, 47 anos, é No. É assim, com os diminutivos dos nomes, que elas se chamam o tempo todo. Sempre com um sorriso, um carinho. A dupla vive aquela alegria típica dos recém-casados: riem à toa e não desgrudam os olhos uma da outra. Mostram lembrancinhas e as fotos do casamento, realizado no dia 24 de maio, na véspera da 12a Parada do Orgulho GLBT, na Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM), no bairro da Bela Vista. Com a igreja decorada de margaridas e crisântemos, e ao som da Marcha Nupcial, elas caminharam juntas pelo tapete vermelho para receber a bênção do pastor Cristiano Valério. “Foi emocionante entrar junto na igreja com a Su”, diz Noemi. “A No estava linda de noiva”, afirma Susane. A cerimônia, que reuniu mais dois casais homossexuais – uma dupla de homens e outra de mulheres –, já entrou para o calendário de eventos da ICM. “A data propicia que vários casais gays de outros estados também possam participar”, afirma Cristiano.
Su e No tiveram o casamento que imaginavam, com direito a beijo na frente do altar, padrinhos, poses para fotos, bolo decorado e até a providencial cena do buquê atirado do alto para as amigas – nesse caso, dois buquês. Entre os amigos e familiares das noivas, estavam o casal de filhos de Noemi, Renato, 19 anos, e Clarissa, 18, e o pequeno Arthur, o netinho de seis meses, filho de Clarissa. Divorciada há 17 anos, Noemi foi casada durante três anos. “Desde a adolescência, eu sentia desejo por meninas, mas bloqueei completamente esse sentimento. Tive uma educação tradicional e achava que isso era errado. Com o tempo, acabei me casando, tive meus filhos, mas me separei porque sentia que havia algo diferente comigo”, diz Noemi.