quarta-feira, 23 de abril de 2008


Tremor em São Paulo, Mais um Sinal da Volta de Cristo

Jesus nos Alerta acerca dos terremotos que sobreviriam sobre nos antes da sua volta.Tenho anunciado isso nesse blog e muito tempo,Quem lê que entenda, por mais esse motivo devemos continuar orando e buscando a Deus
Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mateus 24:7
Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes e tribulações. Estas coisas são os princípios das dores. Marcos 13:8
E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu. Lucas 21:11

O tremor de terra que foi sentido nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina por volta das 21h desta terça-feira, foi o sexto maior registrado na história do País, segundo o chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), Lucas Vieira Barros. O registro de abalos começou em 1922. O sismo, moderado, atingiu 5,2 graus na escala Richter e foi registrado a 270 km da cidade de São Paulo e a 218 km de São Vicente. O índice máximo na escala Richter é de 9 graus.”

Fonte:UNIÃO DE BLOGUEIROS EVANGÉLICOS

domingo, 20 de abril de 2008

NOVE MARCAS IMPORTANTES

Depois de deixarmos a Bíblia revelar o significado dos seus próprios símbolos, podemos agora debruçar-nos sobre as nove principais marcas de identificação da besta, para determinarmos qual a potência que, historicamente, se encaixa nesta descrição. Mas estes não são os únicos meios de identificação: existem muitos mais na Bíblia. Esperamos que a compilação de marcas de identificação que se segue leve os leitores a procurar mais marcas ainda.
1. A besta é uma potência que combina o poder religioso e o poder político em simultâneo, “prostraram-se (...) diante da besta” Apoc. 13:4.
2. A besta instalou-se no poder numa zona do mundo densamente povoada, “vi, então, levantar-se do mar uma besta” Apoc. 13:1.
3. A besta obteve o seu poder e autoridade de Satanás, pelo que é lícito supormos que seja uma entidade cuja história esteja cheia de falsidades, “deu-lhe [à besta] o dragão o seu poder, e o seu trono, e grande autoridade” Apoc. 13:2.
4. A besta reinou cruelmente, com absoluta hegemonia (domínio) durante 1260 anos. Este período deverá ter um ponto de partida claramente definido e terminar com uma “ferida mortal”: “e foi-lhe dado o poder de agir por quarenta e dois meses.” “Uma das suas cabeças estava como que ferida de morte.” “Foi-lhe dado, também, fazer guerra aos santos e vencê-los. Recebeu autoridade sobre cada povo, tribo, língua e nação” Apoc. 13:5, 3, 7.
5. A besta perseguiu os cristãos ao longo de 1260 anos. “E foi-lhe dado, também, fazer guerra aos santos, e vencê-los” Apoc. 13:7. 6
6. A besta irá recuperar totalmente da sua “ferida de morte” e o mundo ficará maravilhado com isso: “Uma das suas cabeças estava como que ferida de morte, mas essa ferida de morte for a curada. E todos, pasmados de admiração, seguiram a besta” Apoc. 13:3.
7. A besta tem a si associado um misterioso 666 que identifica o centro do seu poder e o seu nome, “Quem tiver inteligência, calcule o número da besta, porque é número de um homem, e esse número é seiscentos e sessenta e seis.” Apoc. 13:18.
8. A besta blasfema afirmando ser Deus e concedendo absolvições (poder para perdoar os pecados dos outros).
9. A besta fez outras reivindicações blasfemas, chamando a si acções que são prerrogativa exclusiva de Deus. “Foi-lhe dada a faculdade de proferir arrogâncias e blasfémias, e foi-lhe dado o poder de agir por quarenta e dois meses” Apoc. 13:5. Caro leitor, qual a potência historicamente conhecida na qual todas estas marcas se encaixam? Para uma pessoa honesta com a sua consciência, só há uma resposta: A Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja Católica Romana é a besta contra a qual Deus, no Seu amor, nos alerta. Não é finalidade deste artigo atacar os católicos apostólicos romanos, mas sim revelar a verdade sobre o sistema católico. Ninguém deverá ficar ofendido, mas antes sentir-se incentivado a procurar os factos e uma confirmação
Por favor confirme esta conclusão com provas e factos históricos.
Verifiquemos todos estes pontos, para vermos como a História aponta exclusivamente para a Igreja Católica Romana.
1. A Igreja Católica Romana combina o poder religioso com o poder político:São João viu esta união numa visão profética relativa ao quarto e último reino do mundo e descreveu-a como “uma mulher sentada sobre uma besta de cor escarlate” Apoc. 17:3. Na Bíblia, a mulher é um dos símbolos de uma igreja, “como a mulher se aparta aleivosamente do seu marido, assim aleivosamente te houveste comigo, oh casa de Israel, diz o Senhor.” “porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo” Jeremias 3:20; 2 Coríntios 11:2. Acresce que, no estudo das profecias é unanimemente reconhecido que um animal representa uma nação. Mesmo no mundo de hoje, os países são simbolizados por animais: os EUA surgem associados a uma águia, a Rússia a um urso e a China a um dragão.Há muitos anos, Deus revelou a Daniel todos os impérios do mundo até ao fim dos tempos. Numa visão, este viu o último animal como sendo “diferente de todos os outros” Daniel 7:19. Mas diferente como? Segundo o Apocalipse (17:3), tal como já vimos, esse animal (país) terá uma mulher (igreja) a presidir aos seus destinos. Nos nossos dias, haverá uma igreja e um estado trabalhando em conjunto como uma só potência globalmente reconhecida? A única instituição do mundo que até hoje conseguiu atingir esse estatuto foi a Igreja Católica Romana.O Papa católico romano é o líder religioso absoluto de mais de mil milhões de fiéis de todo o Mundo."O Romano Pontífice, como sucessor de Pedro, é a fonte e a pedra basilar da união tanto dos bispos como de todos os fiéis". Concílio Vaticano II (1962-65) "Todos os clérigos devem obedecer ao Papa, mesmo que ele ordene o que está errado, porque nenhum ser humano pode julgar o Papa." Papa Inocêncio III (1198-1216) Simultaneamente, o Papa é o rei do estado independente da Cidade do Vaticano. O Vaticano constitui um mini-país soberano e distinto dentro de Itália. Assim, o Papado é a única potência que combina o poder religioso com o poder político.
2. A Igreja Católica Romana ascendeu ao poder numa região do Mundo com grande densidade populacional:Este aspecto remete-nos claramente para a Igreja Católica Romana, que surgiu entre as várias potências e nações da Europa.
3. A história da Igreja Católica Romana está cheia de falsidades:Os católicos mais informados confirmam prontamente que as falsificações são parte integrante do modo de vida dos Papas. Hans Kung, padre e teólogo católico que foi consultor durante o Concílio Vaticano Segundo (1962-1965), afirmou que, logo no século V, os papas “expandiram decisivamente o seu poder recorrendo a falsificações explícitas.” The Catholic Church: A Short History (traduzido para inglês por John Bowden), p. 61 Um dos exemplos mais conhecidos é o da Doação de Constantino, datada de 30 de Março de 315 DC, que a igreja Católica Romana falsificou de modo a expandir o seu poder e autoridade. Através deste documento falso, o Papa Estêvão III (no século VIII) convenceu Pepino, rei dos francos, de que os territórios dos lombardos tinham sido doados por Constantino à Igreja Católica Romana. Isto levou Pepino a entrar em guerra com os lombardos e a usurpar as cidades destes, que entregou ao Papa. Em 1440, provou-se que este documento fora forjado por um adjunto do Papa chamado Lorenzo Valla. No entanto, pontificado após pontificado, nenhum Papa até hoje admitiu ou confessou a falsificação. Ainda hoje existe uma inscrição no baptistério de São João de Laterão, em Roma, que perpetua este documento falsificado.

O Papa apela à instituição de uma nova ordem mundial:

“CIDADE DO VATICANO (AP) – O Papa João Paulo II inaugurou o Ano Novo esta quinta-feira com um apelo renovado (…) à instituição de uma nova ordem mundial baseada no respeito pela dignidade humana e na igualdade entre as Nações.” Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2004. Colocada: 9:21 AM EST (14:21 TMG) “A característica principal de todo o sistema do Anticristo (a Nova Ordem Mundial) é a fraude evidente. Com efeito, os autores ao serviço da Nova Ordem Mundial gabam-se das falsidades a que planeiam recorrer, pois acreditam arrogantemente que a grande maioria da população mundial é demasiado imbecil e preguiçosa para saber o que é melhor para si. Apenas os Planificadores da Nova Ordem Mundial sabem aquilo que é melhor para o Mundo, e decidiram que apenas conseguirão alcançar os seus objectivos através do engano deliberado das pobres massas.” Bill Cooper, "Behold A Pale Horse” p.49
4. A Igreja Católica Romana reinou cruelmente ao longo de 1260 anos, com domínio absoluto sobre outras nações. Esse período tem um ponto de partida bem definido e uma “ferida mortal” no seu final:A Igreja Católica Romana recebeu a sua ferida mortal em 1798 quando o Papa Pio VI foi feito prisioneiro em França por ordem de Napoleão.“Em 1798, o General Berthier fez a sua entrada em Roma, aboliu o governo papal e estabeleceu um governo secular.” Encyclopedia Britannica, edição de 1941.Uma vez aceite o ano de 1798 como sendo o final da profecia, se recuarmos 1260 anos teremos o ano de 538 DC como data do seu início. Para que esta marca de identificação se aplique ao Papado algo de importante deverá então ter acontecido nesse ano, assinalando assim o início do período de 1260 anos.Os dados históricos revelam-nos que, em 533 DC, o imperador romano Justiniano reconheceu a supremacia eclesiástica do Papa como “chefe” de todas as igrejas, tanto no Ocidente como no Oriente do império romano. No entanto, foi só em 538 DC que o Papado se viu efectivamente livre do seu último opositor: os ostrogodos, que professavam o cristianismo ariano e que então reinavam em Itália. Só nessa altura pôde o Papa aparecer como figura dominante do Ocidente. Assim, em 538 DC, o palco ficou montado para uma ascensão gradual mas segura do papado.“Vigílio (...) ascendeu ao trono papal (538 D.C.) sob a protecção militar de Belisário.” História da Igreja Católica, Vol. 3, p. 327 Conforme o Papado foi aumentando o seu poder, subjugou não só os seus seguidores mas também os governantes e monarcas da Europa. Para esse fim, os Papas emitiram várias bulas, que salientavam claramente a sua autoridade sobre os reis europeus: “É ofício do Papado ter debaixo dos seus pés reis e imperadores.” J.H. Ignaz Dollinger, The Pope and the Council, (London), p. 35 “Temei, por isso, a nossa ira e os raios da nossa vingança. Porque Jesus Cristo nomeou-nos [aos Papas] pela sua própria boca juízes absolutos de todos os homens; e até os próprios reis estão submetidos à nossa autoridade.” Papa Nicolau I (858-867 DC) Na bula papal de Gregório XI, datada de 1372 DC e intitulada In Coena Domini, o seu autor proclamou o domínio do Papa sobre todo o Mundo Cristão, secular e religioso, excomungando todos aqueles que não tivessem obedecido aos Papas e não lhes tivessem pago os respectivos impostos. Esta bula papal viria depois a ser confirmada por vários dos seus seguidores e, em 1568 DC, Pio V declarou que esse princípio deveria permanecer como uma lei eterna.Uma demonstração prática da atitude assumida pela Igreja Católica Romana na sequência dessa proclamação foi a forma como o Papa Gregório VII tratou Henrique IV, Imperador da Alemanha, em 1077 DC: quando o rei aparentou desrespeitar a autoridade do Papa, este excomungou-o e destronou-o. Henrique decidiu então fazer as pazes com Roma e atravessou os Alpes em pleno Inverno, para se humilhar. Quando chegou ao castelo do Papa, foi obrigado a esperar no pátio exterior por uma autorização para o ver, ficando ali descalço e sem agasalho, vestido com roupas miseráveis. Foi então obrigado a jejuar e a confessar-se durante três dias para que o Papa o perdoasse.Actualmente, o Papado continua a manter esta afirmação de supremacia sobre os líderes de todo o Mundo: “A Sé Suprema [o Papado de Roma] não é julgada por ninguém. É direito do Pontífice Romano julgar sozinho (…) aqueles que detêm o cargo civil mais elevado de cada estado (…) Não existe nem apelo nem recurso de uma decisão ou decreto do Pontífice Romano.” The Code of Canon Law (Paulist Press, 1985), pp. 951, 271
5. A Igreja Católica Romana perseguiu os cristãos durante o período de 1260 anos:Durante este período da História (também conhecido por Idade Média), a Igreja Católica Romana exerceu um fortíssimo domínio sobre a Europa, e todos os cidadãos eram obrigados a ser católicos romanos. Tudo o que não fosse submissão total ao Papa era punível com a tortura e a morte. Isto levou o sistema católico romano a tornar-se numa das religiões mais persecutórias que o mundo já conheceu, nas palavras do autor Peter de Rosa (Vicars of Christ: the Dark Side of the papacy, p. 180). “A História regista o martírio de mais de cem milhões de pessoas por professarem uma fé contrária à da Igreja de Roma.” Brief Bible Studies, p. 16“Devemos classificar a Inquisição (…) como uma das manchas mais negras da História da Humanidade.” Will Durant, The Story of Civilization, vol. 4, p. 78 “Nenhum protestante com bons conhecimentos de História questionará que a Igreja de Roma já derramou mais sangue do que qualquer outra instituição que alguma vez tenha existido entre os homens. É impossível fazer uma ideia completa de todas as suas inúmeras vítimas, sendo indubitavelmente certo que nenhum poder da imaginação conseguirá compreender adequadamente aquilo que foi o seu sofrimento.” W. E. H. Leeky, History of the Rise and Influence of the Spirit of Rationalism in Europe, Vol. 2:32, edição de 1910Na Enciclopédia Católica, Vol. 12, página 266, o leitor encontrará um longo artigo descrevendo a autoridade da Igreja Católica Romana para punir os “heréticos”, cujo único crime foi serem cristãos fiéis aos seus princípios de acreditarem na Bíblia.
6. A Igreja Católica Romana recuperará totalmente da sua “ferida mortal” e todo o mundo ficará maravilhado com isso:Quando o Papa Pio VI morreu em cativeiro em França, em 1799, o mundo imaginou que aquele seria o fim da Igreja Católica Romana. No entanto, Deus tinha-nos dito cerca de 2000 anos antes que a besta iria recuperar da sua ferida mortal. Eis a forma como o New York Times relatou a cura da besta, isto é, do Papado: “FERIDA MORTAL CURADA: Roma, 7 de Junho.—Desde as 11 horas desta manhã que existe mais um Estado soberano e independente no Mundo. A essa hora, o primeiro-ministro Mussolini (…) trocou com o Cardeal Gasparri (Secretário de Estado papal), representante do Papa Pio XI, ratificações dos tratados assinados no Palácio de Laterão, no dia 11 de Fevereiro. Através desse acto simples, nasceu o Estado soberano e independente da Cidade do Vaticano.” New York Times, 7 de Julho de 1929 O San Francisco Chronicle relatou a “recuperação” do papado do seguinte modo: “Mussolini e Gaspari (Cardeal) Assinam Pacto Histórico (…) Curada Ferida de Muitos Anos.” The San Francisco Chronicle, 7 de Julho de 1929 Será que o mundo de hoje se “maravilha” com o Papado, tal como a Bíblia previu?“A melhor forma de honrar o Papa João Paulo II, verdadeiramente um dos grandes homens, é levar a sério os seus ensinamentos. É ouvir as suas palavras e colocar as suas palavras e ensinamentos em prática aqui na América. É um desafio que devemos aceitar.” Presidente George W. Bush, 21 de Março de 2001 “O Papa João Paulo II é um dos maiores líderes morais e espirituais do nosso século.” Billy Graham, Saturday Evening Post, Janeiro-Fevereiro de 1980 “Admiro tremendamente o Papa João XXIII. Sinto que trouxe ao Mundo uma nova era”. Billy Graham, Chicago Tribune, 8 de Junho de 1963 “ Papa João Paulo II celebra uma missa campal em espanhol para mais de um milhão de pessoas na Cidade do México.” The New York Times, 25 de Janeiro de 1999 “Na quarta-feira à noite, enquanto o Santo Padre caminhava com o Vice-Presidente Gore pela pista (…) para embarcar no "Shepherd I"e regressar a Roma, as pessoas choravam, acenavam com lenços e gritavam "João Paulo II, nós amamos-te!"...Foi uma visita breve, mas muito poderosa e comovente, do Papa a St. Louis.” 28 de Janeiro de 1999 (EWTNews) “Não há dúvidas de que Paulo VI, João XXIII e João Paulo II serão recordados como os três grandes Papas da Paz, pioneiros de uma importante transição da Igreja Católica para a Nova Era.” Robert Muller, antigo Secretario-Geral Adujunto da O.N.U.
7. A Igreja Católica Romana tem o misterioso número 666:O título oficial do Papa é “Vicarius Filii Dei”, o que traduzido significa, “Representante do Filho de Deus”. Para o confirmar, veja-se o jornal católico Our Sunday Visitor de 18 de Abril de 1915: “As letras gravadas na Mitra Papal dizem: ‘Vicarius Filii Dei’”. Dado que em latim algumas letras possuem valores numéricos, basta somá-las para chegarmos a 666.
8. A Igreja Católica Romana blasfema afirmando ser Deus e concedendo absolvições:“Detemos na Terra o lugar de Deus Todo-Poderoso.” Papa Leão XIII, numa Encíclica datada de 20 de Junho de 1894“O Papa não só é o único representante de Jesus Cristo, como é também o próprio Jesus Cristo, escondido sob um véu de carne.” The Catholic National, Julho de 1895 “Mas o professor supremo da Igreja é o Pontífice Romano (…) [que] exige (…) total submissão e obediência de vontade (…), tanta quanto ao próprio Deus.” Papa Leão XIII, the Great Encyclical Letters, p. 193 “Parece que o Papa João Paulo II preside actualmente à Igreja universal a partir do seu lugar na cruz de Cristo.” De um artigo intitulado “Bispo de Auckland Afirma que o Papa Preside a Partir da Cruz”, AUCKLAND, Nova Zelândia, 20 de Setembro de 2004,
Zenit.org“Na realidade, não estaremos a ir demasiado longe ao afirmarmos que, tendo em conta o carácter sublime do seu ofício, os padres são como deuses.” Papa Inocêncio III A Igreja Católica Romana criou um vasto “mercado” na terra para um tipo de mercadoria exclusivo, o qual não tem concorrência mas tem uma procura inesgotável: afirmou ter o direito de vender a graça de Deus, o Seu acto livre de perdoar, aos pecadores. Até hoje, esta potência blasfema mantém o poder de perdoar pecados. “Esta autoridade judicial incluirá inclusivamente o poder para perdoar os pecados.” Enciclopédia Católica, Vol. 12, -artigo “Papa”, p. 265 “E o próprio Deus está obrigado a aceitar o julgamento dos seus sacerdotes e a perdoar ou não perdoar, conforme neguem conceder a absolvição, desde que o penitente seja susceptível de a receber.” Dignity and Duties of the Priest, p. 27, New York: Benziger Brothers, Printers to the Holy Apostolic See, 1888
9. A Igreja Católica Romana fez outras afirmações blasfemas ao chamar a si a prática de acções que deveriam pertencer exclusivamente a Deus:Eis alguns exemplos das afirmações e ensinamentos blasfemos da Igreja Católica Romana: “ O sacerdote tem o poder das chaves, ou o poder de evitar que os pecadores vão para o Inferno, de os tornar merecedores do Paraíso e de os converter de servos de Satanás em filhos de Deus. E o próprio Deus está obrigado a aceitar o julgamento dos seus sacerdotes (...) O Mestre Soberano do universo apenas segue o seu servidor confirmando no Céu tudo aquilo que este último decidir na Terra” Liguori, “Duties and Dignities of the Priest”, pp. 27, 28 “Assim, um sacerdote pode, de certo modo, ser chamado o criador do seu Criador, uma vez que, ao proferir as palavras da Consagração, está a criar, por assim dizer, Jesus no Sacramento, dado que lhe está a conferir uma existência sacramental e a criá-lo como vítima a ser sacrificada ao Pai Eterno (…). O poder do sacerdote é o poder da pessoa divina, dado que a Transubstanciação do Pão exige tanto poder como a Criação do Mundo.” São Bernadino de Siena “Os sacerdotes são os salvadores do Mundo.” São Jerónimo Quanto às acções blasfemas, a Igreja Católica Romana já cometeu a mais grave de todas as blasfémias: alterou a própria Lei de Deus, ou seja, os Dez Mandamentos. Atreveu-se a cancelar o Segundo Mandamento na sua totalidade, pois este condenava as suas práticas e rituais. E, pior ainda, mudou o dia da adoração, de que nos fala o Quarto Mandamento, de sábado para domingo. E isso foi feito mesmo apesar de Deus ter dado a Adão uma ordem perpétua aquando da criação e nos ter confirmado: “Não quebrarei a minha aliança, não alterarei o que saiu dos meus lábios” Salmos 89:34. Os Dez Mandamentos são a única parte da Bíblia que foi proferida pela voz de Deus na presença de uma congregação de fiéis. E, para se certificar de que Moisés não se enganaria numa única letra, Deus escreveu-os com o Seu próprio dedo e entregou-lhos. “Estas palavras [Os Dez Mandamentos] proferiu o Senhor para toda a congregação (…) e nada acrescentou. E escreveu-as em duas tábuas de pedra (…)” Deuterónimo 5:22. Jesus Cristo reforçou mais ainda a imutabilidade dos Dez Mandamentos quando disse: “Mais facilmente, porém, passará o céu e a terra do que se perderá uma só letra da Lei” Lucas 16:17. O sol a brilhar no céu e a terra sólida sobre a qual vivemos são testemunhos de Deus de que a Sua Lei é imutável e eterna. E, embora eles possam desaparecer, os preceitos divinos permanecerão. Cristo confirmou além disso: “Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir mas sim para levá-los à perfeição. Pois em verdade vos digo: passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da Lei”Mateus 5:17, 18. A Igreja Católica não se envergonha de ter alterado o dia da adoração. Na realidade, até se orgulha disso, encarando essa acção como a “marca” da sua autoridade e superioridade sobre as outras igrejas e religiões.“O Sábado, o dia mais conhecido da Lei, foi mudado para o Dia do Senhor. Este e outros dias foram alterados não devido a instruções recebidas de Cristo (porque ele próprio afirma “não vim para os abolir mas sim para levá-los à perfeição”), mas à autoridade da Igreja.” Arcebispo de Rheggio, Sermão de 18-01-1562, Mansi XXIII, p. 526 “O domingo é uma instituição católica, e a afirmação da sua sacralidade só pode ser defendida à luz da autoridade católica (...). Nas Sagradas Escrituras, desde o princípio até ao fim, não encontramos um único texto que justifique a transferência do dia de adoração semanal de toda a comunidade do último para o primeiro dia da semana.” Catholic Press, Sidney, 25-08-1900 “Em parte alguma da Bíblia se afirma que o culto deveria ser mudado de sábado para domingo. O facto é que a Igreja já existia há vários séculos quando a primeira Bíblia foi dada ao Mundo. Foi a Igreja que fez a Bíblia e não a Bíblia que fez a Igreja.” Things Catholics Are Asked About, de Martin J. Scott, Ed. 1927, p. 136 “Celebramos o Domingo em vez do Sábado porque a Igreja Católica transferiu a sacralidade do Sábado para o Domingo no Concílio de Laodiceia no ano de 364 DC.” The Converts Catechism of Catholic Doctrine, from P. Geiermann, the work of Pope Pius X, a 25-01-1910 Segundo a Igreja Católica Romana, o “Domingo” é a sua marca de autoridade distinta e distinguida.“O domingo é a nossa marca de autoridade. A Igreja está acima da Bíblia e esta transferência do Sábado comprova-o.” The Catholic Record, London, Ontário, 1 de Setembro de 1923 “A observância do domingo por parte dos protestantes é uma vassalagem que prestam, apesar de si próprios, à autoridade da Igreja (Católica),” Plain Talk About the Protestantism of Today, pelo Monsenhor Segur, p. 213 “Mas a mente protestante não parece compreender que, ao (...) observar o domingo (...) está a aceitar a autoridade daquele que fala em nome da Igreja, ou seja, do Papa.”Our Sunday Visitor, Catholic Weekly, 5 de Fevereiro de 1950 “Evidentemente, a Igreja Católica afirma que a alteração foi um acto seu (uma marca do seu poder e autoridade eclesiásticos em questões religiosas.” Ofício do Cardeal Gibbons, através do Chanceler C. F. Thomas, 11 de Novembro de 1895 Com base num elevado número de provas, podemos decididamente concluir que as bestas a que se refere o Apocalipse (13 e 14) são a Igreja Católica Romana, e que a sua marca (a marca da besta) é a observância do domingo.Porque será esta marca tão importante? Alguma vez assinou um documento para validar ou confirmar a sua autenticidade? Alguma vez colocou o seu "selo de aprovação" em algo? É obrigatório em todos os governos. Um documento só é válido depois de assinado. As declarações governamentais têm sempre de ter uma marca ou selo oficial. Quais são as características destas marcas ou selos governamentais? Para que um selo ou assinatura sejam oficiais terão de se fazer acompanhar necessariamente de três informações:

O nome de quem os emite
O título de quem os emite
O território ou domínio da sua autoridade

Por exemplo, quando o presidente dos EUA assina um decreto, convertendo assim um projecto-lei em Lei, tem de assinar George Washington (nome), Presidente (título) dos Estados Unidos da América (território). Para serem legais e oficiais, todos os documentos têm de ser assinados desta maneira.Olhando para o Criador Todo-Poderoso, apercebemo-nos de que Ele possui um Reino Celestial. E que os documentos que contêm as leis do Seu Reino são Os Dez Mandamentos. Olhando directamente para eles, encontramos o selo do Deus vivo! “Porque em seis dias o SENHOR fez o céu, a terra, o mar (...)” Êxodo 20:11. Repare nas três informações distintas:

Nome: O SENHOR (“Eu sou o Senhor: esse é o meu nome” Isaías 42:8)
Título: CRIADOR (“o SENHOR fez”)
Território: CÉU E A TERRA (“o Céu e a Terra”)

Assim, o selo do Criador encontra-se claramente no Mandamento da sua Lei relativo ao Sábado. Trata-se de um reconhecimento da Sua autoridade enquanto nosso Criador. Observando o Sábado, transmitimos-Lhe que O reconhecemos como nosso Criador.É-nos dada a oportunidade de adorar a Deus como nosso Criador. Quando preservamos o dia santificado por Si escolhido, proclamamos ao mundo inteiro que o Criador do universo é o nosso Deus! O Diabo, "Lúcifer" está a atacar o Sábado porque quer ser adorado “como o Altíssimo”Isaías 14:14. O Criador procura a nossa adoração no Seu dia santo que é o Sábado, enquanto Satanás, procurando ser como o Criador, quer ser adorado ao domingo. Qual deles escolhe?“Respeitai santamente os meus sábados, a fim de que sejam um sinal entre mim e vós, e que se saiba que Eu, o Senhor, é que Sou o Vosso Deus” Ezequiel 20:20.


FONTE
http://www.worldslastchance.com/wlcarticle_portugues.php

ÍDOLO COMUM A CATÓLICO E EVANGÉLICO

Evangélicos e Católicos tem um ídolo em comum. Estas duas correntes teológicas tem um mesmo altar, no qual prestam reverência a um mesmo ídolo. Nas religiôes antigas havia um ídolo de nome Baal Peor que era tido como fonte de idolatria e perversão, pois sacrificavam-se crianças em sua honra. Milhares de inocentes foram assassinados para sastifazer o capricho de seus desígnios. E, por ironia do destino, tanto Evangélicos quanto Católicos passaram a adorar a evolução de Baal, uma versão mais moderna deste ídolo. Tal qual o antigo Baal, esta sua nova versão também recebe sacrifícios em sua honra, mas não somente de crianças, mas de famílias inteiras. Milhôes de jovens e crianças tem sua mente e seu caráter sacrificados em honra deste novo deus. Milhares de jovens são induzidos à prostituição, às drogas e à violência sob sua influência. Consegue adivinhar o novo nome pelo qual é conhecido o Baal da "Sodoma moderna"? Isso mesmo, é a tv. Tanto o irmão Católico quanto o irmão Evangélico (com raras exceções) prestam culto a este "Baal moderno". Assim como os antigos tinham seu Baal em sua casa, assim os modernos cristãos também construíram um altar para este ídolo na sala de estar, onde a família o reverencia, apesar de seus imundos atributos: prostituição, adultério, dissolução dos costumes cristãos, drogas, violência, safadezas etc. Mesmo corrompendo a sociedade e a comunidade cristâ, não vemos as denominaçôes tomarem um atitude contra este novo instrumento pervertedor. Existe somente um pequeno rebanho que não presta culto a este ídolo. É um pequeno rebanho que, graças a pastores que não coadunam com tais sujeiras, baniram-na dos lares de seus fiéis. ..

FONTE
http://www.profeciasbrasil.com/